PCanas

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956 Reputação Excelente

Sobre PCanas

  • Aniversário 08-01-1987

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Alenquer
  • Instrumento
    Piano/Orgão

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  1. Curiosidades

  2. Bídeos do Tubas (e do Face)

    Está muito bem feito, acho eu...
  3. Bídeos do Tubas (e do Face)

    Nada disso. O segredo está no filamento usado na rede
  4. Bídeos do Tubas (e do Face)

    Vendam o gear e reformem-se.
  5. Roland Fantom X6

    Sim, em princípio há-de se chamar attack. Pela descrição que fizeste possivelmente alteraste foi a velocity curve, que regula a resposta do teclado em função da força com que se toca. Quanto à junção dos pianos, não te fiques só por aí. Experimenta os volumes de cada um, equalizador, reverb, etc.
  6. Roland Fantom X6

    Então o ideal será mesmo sons "sozinhos" e mudares entre eles.
  7. Roland Fantom X6

    O pedal de switch é o ideal. Dependendo da quantidade de sons que precises e das oitavas que precisas para cada um, até podes não precisar de mudar de sons. Por exemplo, imagina que precisas de piano+pad e strings, mas na prática em cada um deles só precisas de 2 oitavas. Em vez de programares um "slot" com piano+pad e outro com strings e andares a mudar entre eles, podes fazer um split no teclado, numa parte metes o piano+pad e na outra metes as strings. Depois ajustas com o transpose as oitavas, se ficarem muito agudos ou muito graves. Assim, na mesma música é mudares entre partes do teclado, não precisas de mudar de som.
  8. Roland Fantom X6

    Não, o ideal é usares o Fantom Piano + pads é o pequeno almoço do Fantom. Na pior das hipóteses isso gasta-te 2 layers. Nunca vais usar as 16 layers ao mesmo tempo, mas não precisas de mais nada a não ser o Fantom. O stage piano não te vai trazer nada de novo a não ser o teclado. O que tens que fazer é 1- veres que sons precisas para determinada música, 2- programares os sons que queres, e depois 3- programares a ordem dos sons. E com o Fantom podes dar-te ao luxo de os meter todos de seguida e ser só carregar "next" para o próximo som. Eu com o meu teclado, que não chega a ser metade do Fantom em termos de capacidades, consegui tocar uma música com uns 6 sons e que mudava entre eles umas 15 vezes durante a música toda. Tudo o que queres fazer dá para fazer com o Fantom sem ser preciso mais nada, e sobra (muito). Arranjares outro teclado só compensa se for algo muito específico que o Fantom não consiga simular com a qualidade que pretendes. Ou então um que seja melhor que o Fantom na totalidade (ou seja, uma workstation mais recente).
  9. Roland Fantom X6

    A questão é que não consegues controlar X layers com um controlador que só tem Y. Ou seja, se quiseres controlar 5 layers e o controlador só permitir 4, há uma que fica "apeada". Para além disso, tens que ter em conta os splits: se no Fantom configuras que o piano é na primeira oitava, o órgão é nas 2 seguintes, e o resto são strings, no controlador tens que definir o mesmo. E obviamente o controlador tem que ter essa capacidade (split) e tens que ver em quantas zonas consegues fazer split, para não teres o mesmo problema que nas layers: o Fantom ter mais splits que o controlador (que aposto que tem). Para controlares várias layers tens que definir em que canal MIDI o controlador está a funcionar, e depois tens que meter as layers que queres nesse canal. O que pretendes fazer não faz sentido. É como teres um cokpit full scale mas jogares o simulador de voo com o comando da XBox Ou seja, tu queres um teclado com menos capacidade que o Fantom para controlares o Fantom. Vais carregar o Fantom e o controlador, vais ter trabalho a programar o Fantom e o controaldor, tudo para depois na prática tocares o Fantom... mas através de outro teclado. É como pagares a uma gajo mais feio que tu para ir fazer filhos à tua mulher
  10. Roland Fantom X6

    Esclarecimento importante: controladores MIDI não dão som, apenas controlam coisas que dão som. Qualquer coisa com MIDI será compatível com o Fantom, e vice-versa, por isso qualquer stage piano que compres hoje em dia terá MIDI, a não ser que seja algo mesmo muito básico (ter em conta que me estou a referir à ligação de 5 pinos, não ao USB). Posto isto, um stage piano não te vai trazer vantagem nenhuma em relação ao Fantom, a não ser o número e tipo de teclas (com peso). O Fantom já te permite 16 layers em simultâneo, tem mais efeitos que qualquer stage piano, tanto em número como em variedade, tem mais sons, tem mais controlos (knobs, pads, d-beam, etc)... é superior em tudo. Para além disso, dificilmente arranjas um controlador de 88 teclas com os mesmo tipo de controlos que o Fantom tem e com 16 layers por menos de uns 800€. E não te esqueças que depois tens que programar tudo: tens que programar no Fantom que layer está em que canal MIDI, em que zona do teclado é que ela aparece, etc, e tens que fazer o mesmo no controlador. Para ti que estás sempre "às cabeçadas" com tudo o que é programação de teclados, não sei se seria uma boa ideia...
  11. Roland Fantom X6

    Os Fantom têm sons porreiros de fábrica... e ainda melhores se forem minimamente trabalhados. Por exemplo, as strings que usaste podias ter aumentado ligeiramente o "attack" para ficarem com um início mais suave. Podias também ter aumentado o "release" para não desaparecerem assim que largas a tecla, e ficarem com algum sustain (algum =! sustain pedal). Um pouco de reverb também tinha ficado 5*. Outra coisa que também resulta bem é usares várias layers (não sei se usaste nessa demo). Por vezes o primeiro som de piano (por exemplo) que aparece nem é grande coisa, mas quando misturado com outro que tenha um timbre ligeiramente diferente, fica porreiro. Por exemplo, neste vídeo estou a usar 2 sons de piano distintos, uma mais "abafado" e outro ligeiramente mais brilhante (e EQ e reverb)
  12. Curiosidades

  13. Lulz e Mêmes musicais

    Eu tinha uma parecida com essa, que o gajo deu um "nó" com o cabo e o microfone, com o cabo, sustem-se a ele próprio... mas não consigo encontrar