Ruiolas

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Sobre Ruiolas

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Sintra
  • Instrumento
    Guitarra
  1. TUGA SETUP

      Bem vindo à TUGA SETUP - Manutenção e Setup de guitarras   Aquilo que nos diferencia é a obsessão com a qualidade. O cliente só paga se estiver 100% satisfeito. Os nossos setups são personalizados, isto é, adaptados à forma de tocar de cada cliente.   No nosso site pode visitar a nossa tabela de serviços e preços. Temos também um blog com tutoriais porque acreditamos que o conhecimento deve ser partilhado livremente com todos.   Estamos situados na Linha de Sintra, para mais informação visite o site ou contacte-nos por PM ou através de tugasetup@gmail.com
  2. Onde fazer refrets?

    Obrigado pelas respostas. Não queria estar a insistir, mas o ZéGaiteiro e o Daniel Mestre fazem refrets com trastes de aço? É que as ferramentas disso são muito específicas, e se não fizerem escuso de gastar o tempo deles a perguntar-lhes isso. Btw, S. Domingos de Rana agrada-me, fica relativamente perto. PS: Sabem se o mestre Gilberto Grácio do cacém (o das guitarras portuguesas) faz este tipo de trabalhos? Fica-me mesmo perto de casa.
  3. Onde fazer refrets?

    Boas. É o que o título diz. Tenho uma guitarra com dois anos, mas bastante velhinha por causa do uso e abuso que lhe dei: no primeiro ano de uso foram dezenas e dezenas de ensaios, no segundo foram muitas horas por dia a estudar técnica aqui por casa. É uma Schecter com floyd rose, comprada em agosto de 2010, por pouco menos que 400€. A nível estético está boa, os únicos problemas são o enorme desgaste nos trastes, do 3º ao 24º. Nos primeiros trastes tenho umas covas onde as cordas tocam, e daí para a frente tenho uma boa parte dos trastes completamente lisos/rectos/"cortados" por causa do meu uso abusivo de bends e vibrato. Uso cordas .010 nickel wound da d'addario. Preciso de saber onde posso mudar os trastes e quanto me vai custar. Já conheço a fratermusic, mas sou da linha de Sintra, e não arrisco a enviar guitarras pelos ctt porque já conheci em 1ª mão várias histórias infelizes em que as transportadoras não assumiram responsabilidades por headstocks partidos. Já sei que vão aparecer sugestões sobre fazer um "recrowning" aos trastes, mas não é solução, tanto pelo estado em que eles já estão, como pelo uso intensivo que a guitarra vai continuar a ter. E é por isso que quero arranjar um luthier na zona de Lisboa que ponha trastes de aço inoxidável, visto que não me apetece estar a largar 60 ou 70€ todos os anos para ter trastes de níquel novos na minha guitarra de estudo. E para ser sincero, por uma questão de confiança preferia ser eu a fazer o trabalho, mas não tenho ferramentas para trastes - que são caríssimas, e ainda mais se estivermos a falar de trastes de aço inoxidável (ss frets). E além de caras, também se desgastam. Então, sugestões de luthiers ou lojas competentes e capazes de fazer isto na zona de Lisboa, Sintra, Oeiras e arredores?
  4. Trazer material dos States

    Em caso de stresses com guitarras, é dizer "Fui lá tocar" e pronto, problema resolvido. Não faz qualquer sentido pagar taxas, porque estas só servem para quem quer fazer comércio com os objectos que trouxe dos EUA. E não é o caso.
  5. Problemas com latência e overload

    Ironia das ironias, tenho um disco Lacie cá em casa, mas é relativamente pequeno e já está cansado. Quando fizer um update ao meu equipamento tenho de arranjar dois discos porreiros, um maior para armazenamento/backup e um mais pequeno e rápido (usb 3, firewire, etc.~) para correr as sessões.
  6. Problemas com latência e overload

    Sinto-me iluminado. Sei que os estúdios usam discos externos caríssimos por terem altos RPM. Fizeste-me perceber porquê.
  7. Problemas com latência e overload

    Eu estou a trabalhar com dois portáteis, ambos com 1Gb de ram, um é de 2006, o outro é de 2010, os processadores não são muito potentes, são single core 1.4 e 1.6. Eu pensei que fosse suficiente para trabalhar em tempo real, porque nos finais de anos 90 e inícios de 2000 fazia-se isso com menos specs. De momento fica fora de questão comprar outro material, mas obrigado pelas dicas ;)
  8. Problemas com latência e overload

    Eu tenho vários computadores, dá sempre o mesmo resultado. Sim, é mesmo para usar instrumentos virtuais, e em casa não consigo arranjar nenhum computador melhor. Chega a ser muito enervante estar a trabalhar no cubase, a misturar e masterizar umas faixas, e de repente o pc começa a fritar por causa dos EQ's, compressores e verbs. Impede-me de ser produtivo. Ainda assim o que se safa melhor é o Logic 5, no windows XP, com 1GB de ram. Não experimentei instrumentos virtuais porque sinceramente ainda não descobri como se faz (o software é muito complicado), mas rola bem com gravações e playbacks multi-pista. Softwares antigos vão sendo a solução, o pior é trabalhar com vsti's baseados em samples ou soft synths.
  9. Problemas com latência e overload

    Tinha feito esta pergunta noutro lado e responderam-me o mesmo. Não me levem a mal, mas como é óbvio eu só uso drivers Asio, como qualquer outra pessoa que trabalhe com windows. Já agora, acontece-me com todas as placas de som que tenho, tanto as realteks onboard (que só uso para edição e mistura) como a placa da digitech que uso para a guitarra e a placa midi da roland que uso para o teclado midi. Portanto presumo que não sejam overloads nas placas. Consigo gravar razoavelmente as guitarras porque a digitech tem hardware monitoring. Passar a monitorização pelo pc é impossível.
  10. Problemas com latência e overload

    É o que o título diz. Tenho montes de problemas com latência e overloads quando quero tocar [com ou sem teclado midi] em tempo real. Já tentei em ambos os computadores (XP e 7) e vários programas (FL studio, Cubase sx3 e um VST host que supostamente é super leve). Soluções realistas?
  11. Problemas com latência e overload

    É o que o título diz. Tenho montes de problemas com latência e overloads quando quero tocar [com ou sem teclado midi] em tempo real. Já tentei em ambos os computadores (XP e 7) e vários programas (FL studio, Cubase sx3 e um VST host que supostamente é super leve). Soluções realistas?
  12. Alfândegas For Dummies

    Quando vivermos num modelo de Estados Unidos do Mundo ou União Mundial, ai as taxas são iguais pra toda a gente. Contornar legalmente a coisa? Não Mesmo indo de avião até lá e trazeres pra cá, podes ter o azar do senhor da alfandega te mandar encostar à boxe e mostrar os documentos da guitarra. Se os tiveres pagas taxas, se não os tiveres duvido que saias de lá com ela. Para quem quer comprar fora da UE, o melhor mesmo é jogar com preços de portes e taxas de câmbio. Podes simplesmente dizer que foste tocar ao tal país de onde vens, é um bom motivo para ter uma guitarra na bagagem... não há resposta possível que eles possam ter. E continuo a achar injusto pagar o imposto dos EUA e o nosso IVA quando se importa um bem. Era bem possível criarem uma zona de livre circulação de comércio entre os países desenvolvidos (UE, EUA, JAP, etc.). Até lá, vamos continuar com a Thomann, Musicstore, e as coisas compradas no estrangeiro durante as férias. PS: Estive a ver a lista do VAT (value-added-tax) nos vários países, e pelo que vi o único desenvolvido com um imposto mesmo baixo é o Japão, com a taxa única de 5%. A Suiça só tem 8%, e dá para ir de transporte terrestre. Países acessíveis SEM VAT: -San Marino (norte de Itália) -Gibraltar (sul de Espanha) -Hong Kong -Macau -Alguns estados dos EUA
  13. Estúdio - E quando os músicos são mesmo maus?

    Eu acho que podemos separar aqui os dois mares: -Qualidade da gravação. -Qualidade da performance. A primeira é responsabilidade dos técnicos, a de baixo fica à responsabilidade dos músicos. Se houver produtor, ele também é responsável por ambas. Mesmo que os músicos sejam maus, o vocalista tenha ouvido duro, etc., isso não impede uma excelente captação e mistura por parte de quem grava. Tenho dito.
  14. Experiências com amps Bugera.

    Amigo, isso já depende do gosto de cada um. Se dizes isso, certamente não tocaste com um Engl ou um Boogie dos bons, é que consegues tirar qualquer som limpo ou distorcido daquelas máquinas. Há quem não goste de ter pedais a atrapalhar o sinal; para não falar do custo absurdo de cada pedal decente (100 a 200 euros). Se houvesse dinheiro a mais até comprava um footswitch midi e deixava os pedais na rack. Se eu compro um bom amplificador a válvulas quero aproveitar os timbres naturais dele. Aquilo que é mesmo importante para mim é ter um clean quente sem distorção, um overdrive de ritmo e distorção lead. Não precisam de ser em canais diferentes, pode ser só um "boost" para se ouvir o lead por cima da banda. Muito sinceramente até estou a pensar comprar um solid state barato para ir tocando em bares, e quando tiver dinheiro à séria compro um Engl ou outro do género.