phillipric

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219 Reputação Excelente

Sobre phillipric

  • Aniversário 12-11-1984

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Póvoa de Varzim
  • Instrumento
    Piano/Orgão
  1. Efectivamente, tendo em conta o que já estive a ver de demonstrações, os menus têm conceitos algo diferentes das máquinas com que trabalhei até agora. A nível de entrada de microfone, acho que vai ser outra ferramenta interessante. Irrita-me imenso estar em palco a cantar temas que levam com toneladas de reverb originalmente, com as bandas originais e depois sou quase forçado a cantar a seco. Criar umas performances já com efeitos definidos, a possibilidade dos vocoders e espécies de "harmonizers" é uma ferramenta que me vai ser muito útil. A verdade é que, maioritariamente, o uso que dou são pianos, embora goste de vertentes diferentes, ou seja, há temas em que quero pianos, ponto, outros, pianos rock, outros um piano mais dark, strings/pads, orgãos, em que, sendo a base boa, uso um rotary e pouco mais, uns orquestrais, sobretudo para o primeiro tema. Não sei se há de base, mas deve ser possível inserir uns samples de efeitos sonoros, tipo vento, chuva, certo? Quanto mais vejo os vídeos, também, no entanto, passa-me aquela aura de que, efectivamente é um teclado mais acessível, mas é mesmo plástico, é preciso um cuidado extra no transporte e até em cima de um tripé dá ideia de que se aquilo leva um toque, voa logo.
  2. Não que eu não tenha interesse pela área. O meu problema é que eu acabo por ser interessado por tudo e não consegues procurar aprender tudo. Logo, há escolhas a fazer. Gostava muito também de estudar acústica, aprender a trabalhar a sério com som. Ontem dei por mim a montar o material da banda para um concerto na próxima semana e, a pensar porque é que não conseguia "sacar" um melhor som da bateria. Sobretudo a nível do bombo e timbalões. Depois lembrei-me que tenho uma mesa de mistura, com uns compressores fraquitos, um equalizador, um splitter, 2 amps, 2 subs e 2 tops e que, além do conhecimento, me faltam recursos como um "gate", um frequenciador, etc. Bom, mantendo dentro da questão dos teclados, considero que perdi uma parte importante ao não ter aprendido essa parte de trabalhar o som e por vezes surgem por aqui conceitos e ideias que me passam totalmente ao lado e que me põem quase a pensar porque razão o pessoal sabe, procura e se encanta com determinados tipos de sintetizadores. A questão que já referiram acima dos VST's... compreendo a defesa que se faz à qualidade do som em causa. Agora, lá está, transponho isso para um concerto e penso que é justificável investir num portátil de qualidade (que a maioria do pessoal pensa que é um investimento comum, mas não é assim tanto), uma boa placa de som, um controlador, procurar/comprar todos os VST's, daw's, configurar, afinar... quando posso pousar um teclado em cima de um tripé e... pronto. Outra coisa que me faz "espécie", confesso, é a tal procura do som xpto que ficou top e igual ao original e... num PA diferente, nada a ver. Ontem estava com o meu PA e o som já estava uma porcaria, dado que está configurado para teatros e lives, onde o som se perde, com efeitos, reverbs, "camas" de pads para "envolver" a banda... dado que ontem estava num salão, é tudo muito exagerado, porque há um eco imenso dentro do salão. Bem como já senti que o som poderia soar totalmente diferente dependendo do PA e do técnico que me está a fazer o som.
  3. Para mim, se viesse tudo pronto, agradecia. Quero tocar, aprender melodias, harmonizações, cadências, com um som que soe bem, independentemente de não ter nada a ver com o original. Criar em cima do que está criado, sintonia com os restantes elementos, criar música a partir do nada ou quase nada. Respeito imenso e aprecio quem tem essa paciência e paixão por, a partir de um "ruído" criar os mais diversos sons, mas não é para mim. Portanto, sim. Se tiver um som de piano brutal, uns strings divinas, uns órgãos a soar sem lhes precisar de mexer, agradeço. Imenso.
  4. Bom, será esperar por mais uns jams estes meses, porque em termos de decisão, acho que está tomada.
  5. Caso o compre, será isso mesmo. Acredito que será um workstation para a vida. Pouco mais há para inventar a partir daqui.
  6. Não digas complicado senão desisto já. Kkkkkkkk
  7. Conseguiste saber em termos de organização das performances? No Fantom, por exemplo, tenho uma performance para cada música que toco e estão seguidas, com possibilidade de colocar 64 performances seguidas.
  8. Logo à partida, até acredito que tenha. O Fantom foi uma das melhores máquinas lançadas pela Roland. Soubesse eu dar uso a 30% daquilo. Mas tem logo um defeito que já vi que o modx não tem. O corte de som ao mudar de som. E o estúpido é que o que corta é, maioritariamente, o FX.
  9. No meu Fantom X6, por exemplo, há layers que, quando combinadas "cortam" o som, pelo facto de já estar a utilizar a polifonia ao máximo, logo, algo que pode parecer um não problema, pode ser um problema, o que na verdade não é. Há polifonia aí para dar e vender. Já agora, quando dizes "DACs", é o quê?
  10. In ears dos Pobres

    Bom, tendo já passado um tempo desde a participação neste tópico: Relativamente a in-ears: continuo a usar os Superlux HD831 de 19€, tendo, após isso, encomendado uns Mackie por 50€. Fiquei completamente desiludido com os Mackie. Muito agudo, pouco corpo, os in-ears encaixavam e iam ficando desconfortáveis com o tempo, começando a sair da orelha. Experimentei todos os plugs em borracha e tecido que traziam e não gostei de nenhum deles. O meu baixista acabou por ficar com eles para utilizar ao vivo, usa só de um lado e o outro ouvido através da monição. Quanto aos Superlux HD669, também acabei por os encomendar e estou satisfeito com o binómio Preço/Qualidade. Não fazem um isolamento imenso do ruído exterior, mas dado que ensaiamos todos de phones, é tranquilo. Bom corpo, colocação médio/agudo mais do que suficiente, faltava se calhar um pouco mais de "room", sendo que parece que temos os instrumentos a tocar ao lado do ouvido e não mais afastado, algo que consegui sentir, pela primeira vez com uns AKG, não sei qual o modelo. Ainda assim, dados os 20€, sim são plásticos, não têm acabamento xpto, mas são muito razoáveis para o valor que custam e passam bem por uns phones de valor superior. A quem esteja interessado e não queira fazer um grande investimento, aconselho, sem medo. Ressalvo que tudo isto é feito com um amplificador de phones onde se pode controlar individualmente volume, bass e treble, além de balanço e som em Stereo ou Mono.
  11. Tenho uma placa de expansão, que penso ser a referência, AXR 03, de Brass da Roland, usada num Roland Fantom X. Não sei se se adequa à série G. Dado que não lhe dou nenhum uso, raramente uso sons do género, estou a pensar vender a mesma, mas não faço ideia dos valores, dado encontrar à venda somente noutros países. Alguém tem ideia do valor que será justo?
  12. Ora, além do menor número de controlos relativamente ao MODX face ao Montage, a "carcaça" exterior ser mais plástica do que o Montage, as alterações em conta são: "The AWM2 engine still offers 128 voices of polyphony; the FM-X engine is halved at 64 voices compared to 128 in the MONTAGE. The MODX can run 13 stereo insert effect blocks (each block can host two different effects, so it’s really 26) at once where the MONTAGE runs 16. The MODX has 1GB of internal Flash memory for loading user wave data or sound expansions originally designed for the MOTIF XF; the MONTAGE has 1.5GB. That’s about it." A nível sonoro, basicamente, a yamaha não cortou na qualidade dos seus sons relativamente ao topo de linha. Falta saber, ou descobrir se alguém o refere, se os pré-outs dispõem da mesma qualidade em termos de ganho/brilho relativamente ao Montage.
  13. Olha, bem fixe. Se assim for, dá-me muito jeito. No Fantom x que tenho, a entrada mic/line funciona só para captação, ou seja, ao entrar nessa função, sai do teclado e o mesmo fica "mute".