phillipric

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As minhas Músicas Preferidas

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175 Reputação Excelente

Sobre phillipric

  • Aniversário 12-11-1984

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Póvoa de Varzim
  • Instrumento
    Piano/Orgão
  1. olha, o que esta semana me deixou com a pulga atrás da orelha acabou por ser o novo Krome EX.
  2. Também não sou fã desse tipo de ecrãs. Neste momento, com muito tempo, vou mesmo pensar na compra de um 88 teclas. No último concerto fiz com 1 teclado só e acabei por conseguir safar bem, mas sinto falta do peso de teclado de piano para certos momentos com mais intensidade, por outro lado, para usar "layers" ter mais 2 oitavas é sempre bastante útil. Ainda assim, a Kurzweil, apesar de me agradar nos pianos, não será a escolha primordial... Estou a pensar num FA08 ou mesmo no Fantom G7 ou G8.
  3. Ruido no Amplificador

    Para anular o ruído ao tocar no parafuso está quase que visto o problema. O meu sogro pegou numa ficha eléctrica macho, criou um sistema lá dentro que ligando na tomada, com 3 leds, indicada onde há corrente. Sabemos sempre se há fio terra ou não... Pode ser da tomada onde está a ser ligado, do próprio amp, do cabo que liga o amp... tem de se ir eliminando por partes. Normalmente, aconselho a começar da mais simples para a mais complicada.
  4. Utilizar mesa amplificada com colunas activas

    Nem todas as mesas têm isso, mas grande parte tem esse Stereo/OUT ou Monitor Out... o próprio Line out em RCA pode ser usado para isso, embora fique sem equalização dada na mesa. Ser possível é, claro. Dependendo da mesa em questão.
  5. Manutenção do Material - Colunas

    Neste momento, estão um pouco encostadas. O trabalho de banda de baile ficou um pouco de lado, porque há pouca procura. Tenho trabalhado em duo, em noites dançantes e afins, alguns bares com música ambiente, pelo que os subs já não tocam desde Outubro do ano passado. As JBl têm sido utilizadas como monitores de palco e as Raven a dar-lhe a sério. Estas últimas são mesmo para o meu sogro ter por casa ao lado do teclado.
  6. In ears dos Pobres

    Como dito no ano passado, estou a usar os in-ears da Superlux e até agora, poucas razões de queixa. Tenho gostado de usar ao vivo, porque, sobretudo em ambientes de ruído, acaba por "bloquear" o som exterior e permitir que ouça a música e sobretudo a voz sem estar a puxar pela voz desnecessariamente. No entanto, para a sala de ensaio, noto que podia ter um pouco mais de corpo. em "Live", acaba-se por se sentir a "pancada" do grave o que ajuda. Nos ensaios, fica sempre algo a desejar, sobretudo porque os restantes músicos usam headphones. Assim, a baixo custo, o que podem aconselhar? O baterista usa uns Superlux que mandou vir da Thomann, 20€, ele gosta deles, mas acho que a nível de médios perde muito. Tenho na sala uns AKG de outro baterista que já me soam bem, mas custaram uns 60€ e não queria investir tanto.
  7. Manutenção do Material - Colunas

    Estas foram feitas exclusivamente pelo meu sogro, com algumas ideias minhas. Está a ser acabado o par:
  8. As marcas Low Cost

    É isso... e o pessoal partilhar mais experiências com outras marcas. Noutra área, posso também dizer que a marca Superlux, até ao momento, me tem agradado. O único contacto que tenho com a marca é com Phones, tenho uns in-ears que custaram 20€ e o baterista tem uns head que custaram o mesmo preço. Tanto eu como ele estamos satisfeitos, embora eu ache que os dele têm pouca definição nos médios e agudos, ele diz que está satisfeito. Os meus in-ears começaram a ser presença constante em ensaios e concertos. Hei-de aventurar-me nalguns mais "carotes" um bocadinho para ver a diferença de desempenho. Mas, têm cumprido muito bem. Ando é a ficar "surdo". É mesmo o maior problema dos in-ears.
  9. As marcas Low Cost

    Curioso é que quando comprei isso tinha 13 anos, mais um indivíduo que andou a tocar comigo nos inícios que entendia zero de música mas até tinha um ou outro conhecimento que deu para arrancar e fazer alguns trabalhos. Compramos a um dono de uma loja que estava para fechar e ele fez um desconto porreiro no material (penso eu, pelo menos), e não fazia a mínima ideia. Para te dar uma noção, as colunas estavam marcadas a 400€ em 2000. Caras, para a altura, sobretudo porque não são amplificadas. Tocaram algum tempo mas como comprei as JBL a minha ideia ia mesmo pela marca. Depois é que fui começando a procurar outras opiniões e a ler mais um pouco e fui-me apercebendo de determinadas características. Estive para vender as Raven por 400€ o par. Depois pensei para mim... dificilmente vendo, porque já se compra amplificado por pouco mais do que isso... acabei por decidir ficar com elas. Quis fazer uma simples manutenção, abri-as e qual não é o meu espanto quando vejo altifalantes "Beyma". Procurei na Thomann e os altifalantes graves custavam perto de 250€ cada um.... mais caixa, grelha, agudo, dissipador, pegas.... etc... acabei por me convencer que as ia vender muito barato. E como sistema Full-Range são fantásticas. Um bocadinho pesadas, mas tenho feito salões com 200/250 pessoas sem problemas. Tenho tocado com um baixista e ele próprio deixou de levar o "gig" dele, por achar que os graves tinham profundidade mais do que suficiente.
  10. Roland Fantom X6

    Não...foi mesmo o ataque. Sim... Quanto aos pianos. Claro que depois aprimoro isso.
  11. As marcas Low Cost

    No caso, a diferença foi de 100€ para o produto novo, compensou. Pelo menos enquanto tocar. Já fez alguns espectáculos, por isso... ainda sinto que valeu a pena. No low cost, eu sou sincero, gosto de procurar o mais acessível, mas prefiro ter algo que seja fiável muitos anos do que andar a contar que se durar 4 ou 5 anos já é bom. Como disse noutro tópico, tenho umas Raven com quase 20 anos de uso, os altifalantes estão impecáveis, tocam e de que maneira... são pesadas? São. Não são amplificadas. Mas já as coloquei ao lado de algumas coisas e não as troco. Tenho umas JBL e prefiro, neste momento, usar as Raven. As JBL são de 12" e as Raven de 15", o que faz alguma diferença, mas nem há comparação, nem de perto nem de longe para o que tocam e a qualidade com que tocam. As JBL têm um médio um pouquinho mais colocado e um agudo "sedado", muito suave. Mas como "faz tudo"... nem de longe. Já tive as Raven no mesmo espaço de um sistema amplificado LD com 2 subs de 10 e tops daqueles minúsculos. Que coça... Eu é que parecia ter os subs. E não é para gabar o que tenho. Não sou disso. Se não tocassem bem, seria o primeiro a admitir. Assim como um colega meu tem umas Mackie de 12, experimentou-as ligadas a uma mesa amplificada Yamaha e ficou surpreendido com a pressão sonora daquilo... pequeninas, leves, mas potentes. Mas confesso que da nova gama de materiais, estou um pouco fora... Também não há hipótese para investimentos pelo que, quero é que o que tenho dure muito. Se pudesse trocar, neste momento trocava 2 subs de 15 que tenho da JBL, já numas caixas construídas por mim, dado que as originais já estavam muito gastas. Litragem idêntica, maior pórtico, um pouco mais de profundidade no som. Mas são à moda antiga. Pesadas para "xuxu". Trocava de bom grado por apenas 1 amplificado que tivesse mais potência.
  12. Roland Fantom X6

    Tive ensaio ontem e aproveitei os "tempos mortos" para ir realizando algumas edições aos sons já feitos. A junção de 2 pianos funciona muito bem. Já tinha experimentado em "arrangers" e nunca tinha gostado... dava-me sempre ar de um piano "salsa". Com os Samples do Fantom fuciona bem e foi mesmo assim só de experiência rápida. Dá outro peso e corpo ao som. @PCanas, falaste nas layers que deixei atrás dos Aerosmith do "attack" dos strings. Editei um pouco, mas ele não surge mais leve. Muda a forma como tenho de atacar a tecla. Se tocar mais leve não soa, se tocar mais forte é que se começa a ouvir. Eu percebi o que querias dizer e concordo, tem de haver um crescendo nas layers de strings e pads naquela música em concreto, mas a edição disso é mesmo feita com o "attack" ou outro parâmetro?
  13. As marcas Low Cost

    Não é que a culpa seja da marca, mas aconteceu-me algo curioso. Comprei há uns (2 anos, se tanto), um amplificador Synq, digital, de 500w x2 a 4 ohms, através da Amazon.es, marcado como Stock B. Primeira impressão foi excelente. Som nítido, claro, potente... a puxar subs é uma maravilha. Nos últimos 2 concertos que tive, no entanto, os potenciómetros estavam a fazer algum ruído ao rodar e não estavam a fazer um bom contacto, alterando mesmo a potência. Tinha de procurar uma posição correcta e lá ficava a tocar sem problemas. Como o meu sogro é um habilidoso da electrónica, pedi-lhe para ver se seria necessário trocar os potenciómetros. Qual não é o espanto quando, ao abrir o amplificador, verifica-se que o mesmo já tinha aspecto de ter sido reparado, pois a placa tinha soldas sem aspecto "industrial", ou seja, é perceptível que foram feitas à mão. Tive sempre em ideia que Stock B é algo de exposição, que pode ter uns riscos e assim, mas nunca mais do que isso. Dá a entender que avariou na garantia, mandaram para trás, exigiram o dinheiro e puseram de novo à venda. Claro que, como está na garantia, o que aconteceria era eu enviar o amp para trás, eles ajeitavam e eu nunca saberia de nada, pelo menos até à garantia acabar.
  14. As marcas Low Cost

    Ok. O melhor feedback vai ser dado daqui a um bom número de vezes de uso das colunas. Mas que corra bem... e é sempre bom ter esse feedback de marcas que não se conhecem tão bem ou a entrar no mercado.
  15. As marcas Low Cost

    As Mackie não ficavam dentro desses valores?