phillipric

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106 Reputação Excelente

Sobre phillipric

  • Aniversário 12-11-1984

Informação de Perfil

  • Género
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Póvoa de Varzim
  • Instrumento
    Piano/Orgão
  1. Muito bom. Parabéns.
  2. https://www.olx.pt/anuncio/microfone-IDAw1K1.html#c6958b0fbb Também vai acontecendo de vez em quando. Uma compra nos chineses vendido ao dobro do preço.
  3. Eu já duvido de qualquer demonstração desse fulano... Vendia areia num deserto ou gelo no polo norte, garantidamente.
  4. Bela colecção. Gostava de passar as mãos num MOX e num Krome. Antes de comprar o Fantom estive muito orientado para um Krome, mas foi o negócio que surgiu. O E66, tenho ideia de ter experimentado. Quando estudava numa escola aqui da cidade, tinha loja e tudo o que era novidades da Roland eu ia sempre experimentando...
  5. Combo Carvin PRO bass 150 - Made in USAcarvin_01.jpgcarvin_01.jpgcarvin_01.jpg

    300 €

    Zona de Matosinhos

     

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  6. Boas. Alguém por cá trabalha ou trabalhou com teclados arranjadores da Korg? Precisava de uma dica sobre como guardar os ritmos disquete (neste caso, adaptador USB) do teclado. Pergunto isto para saber se existe uma forma diferente da que faço. Quando tinha o Roland, era do mais simples: um ficheiro, copy/past, está feito. No korg, ao converter os ritmos que tenho (a maioria adquirida para Roland), cria uma pasta com quatro pastas dentro e numa dessas páginas aparecem 3 ficheiros. Normalmente tenho de copiar os 3 e ficam com designações estranhas que tenho de mudar no menu do teclado. No Roland bastava definir o nome do ficheiro e ele passava para o Roland assim, ou com uma ou outra ligeira alteração.
  7. Vá... 5€... dava para levar para as aulas para andar aos traobolhoes no carro...
  8. Bom, sabendo que não será um género musical que reúna grande preferência aqui no tópico, acho que haverá um cantinho para um dos meus projectos, o que leva mais anos. Comecei nesta "brincadeira" no ano 2000. Numa qualquer festinha de Natal, pediram-me para tocar duas ou três músicas, tinha eu 15 anos. Um senhor que por lá andava viu-me e veio ter comigo no final da festa a perguntar se eu não gostava de tocar em casamentos, bailes, etc. Pensando que não era bem a minha onda, mas olha, vamos a isso. Começamos a ensaiar em Janeiro de 2000, em Fevereiro tivemos logo um casamento e acabamos o ano com 14 casamentos feitos. Nada mau, para quem tinha acabado de começar. A vantagem é que esse senhor, que entendia quase zero de música, tinha alguns conhecimentos e isso ajudou bastante no lançamento. Os anos foram passando, felizmente com muito trabalho, até que esse meu amigo me disse que queria deixar de fazer casamentos porque eu precisava de alguém que me soubesse acompanhar, visto que ele não tinha grande jeito. Falei com um conhecido que dava uns "bons" toques de guitarra, mas ao final de 6 meses ele quis sair pois não gostava daquele tipo de música, nem de fazer os eventos. Ok. Meio perdido, sem conhecer muita gente no meio, acabei por falar com o meu sogro que sabia alguma coisa de música, também dava uns toques na guitarra... a medo, ele lá veio. Foi melhorando muito com a prática e, não sabendo solar ou sem grandes noções de guitarra, a verdade é que é alguém que Cumpre o seu trabalho, fazendo bem os acordes, tendo bom ouvido e alguma noção rítmica. Em 2011 quis aventurar-me em maiores palcos e comecei a procurar elementos para fazer uma banda completa. Até porque estava cheio de tocar com ritmos de teclado, que sabem sempre a pouco. Falei com o meu actual patrão que também tinha jeito para a percussão, comprou uma bateria, um conhecido dele tocava baixo, a minha cunhada tinha boa voz... juntamos 2 miúdas para bailarinas e ainda tivemos um primeiro ano com alguns eventos. Com o crescimento deste mercado, sobretudo a oferta, tanta gente com camião palco e PA e Luz próprios, começamos a ser engolidos por isso, não conseguindo apresentar orçamentos que muitos apresentam com o triplo do Show Off.... assim, no ano passado dei a mão à palmatória de que é um mercado em que é difícil entrar e pelo que fui vendo, a maior parte do pessoal que investiu à séria arranjou também um "camião".... de dívidas. Continuamos na animação de eventos mais pequenos e particulares, sem renegar a outras possibilidades, mas para isso tivemos de reduzir ao mínimo indispensável, pois chegamos a ser 10 elementos em palco. A formação actual está como no vídeo em baixo... caso gostem ou não... não sejam muito mauzinhos. eh eh eh
  9. hummmm...
  10. Essa gama da Yamaha não é má. Tenho um 2500S e foi das melhores coisas que já usei... não posso dizer que tenha usado muitos, mas naquela, no comparativo, gosto muito dele. Aliás, como um amp que tenho queimou, se tiver necessidade/disponibilidade para comprar outro, será um dos modelos que irei ponderar sempre. (o 5000S ou o 7000S).
  11. Não tem esse comutador que referes. O amp foi utilizado amiúde, sobretudo em concertos exteriores ou como amp de monição, sem grande exageros. A última vez que o tinha ligado, foi mesmo só porque estava desligado há umas semanas e eu tenho sempre a ideia de que o material avaria mais rápido quando está parado do que em funcionamento. Testei, na altura um canal de cada vez e tudo estava normal. Agora, estava a ligar para experimentar esse cabo em Y que falei no início do tópico, estava tudo ligado normal e, somente ao ligar "on", fritou logo. Tanto que ele costuma ter um relé antes de activar a passagem para os altifalantes e nem chegou aí. Mal liguei o on, "fritou". O integrado ainda tem a referência e arranja-se. Se conseguir, ainda deixo aqui umas fotos da zona que queimou.
  12. Sei que é um tiro no escuro, mas por acaso não se arranjará o esquema para reparação deste amp? TSA 1400, da Thomann. Segundo o meu sogro, o problema foi na placa da "alimentação", queimou logo ali um integrado e 2 resistências. Ele disse que ainda poderia tentar mudar o integrado e ver mais alguma coisa, mas faz-lhe confusão porque é que um amplificador queimou assim, sem razão aparente e que se houver algo a reparar possa mudar o integrado e voltar a queimar. A verdade é que aquilo é de tal forma absurdo que tem um consumo de 14 ou 15A e um fusivel de protecção do circuito de 20A... ou seja, não serve para nada.
  13. O G7 não tem teclas de piano, salvo erro...
  14. Desculpa a demora na resposta, sim, está actualizado.
  15. Bom, sem ser muito on-topic, aconteceu-me o seguinte ontem: Fiz um cabo em Y xlr fêmea a acabar em 2 XLR Macho. Liguei ao sub out do equalizador. Liguei ao amplificador que queria testar, um T-BONE TSA 1400, marca Thomann. Pura e simplesmente, sem nada a debitar som, ao ligar o botão Power, o amplificador fritou. O cheiro não enganou logo à partida. Abri o amplificador e queimou um integrado na zona da alimentação, bem como 2 resistências, além de ficar com uma marca jeitosa de queimado na placa. Duvido que tenha sido a ligação, pois acabei por experimentar num amplificador feito em casa pelo meu sogro e, apesar do som sair uma porcaria, consegui ligar do sub out do equalizador para o amplificador e ligar a 2 subwoofers. Quer-me parecer que estes últimos também já estão a pedir uma reforma (são uns coitados de uns JBL M655??? Não sei qual a referência mas foram comprados usados, já os mudamos de caixa e já levaram muito concerto em cima, inclusive alguns sons feitos em exterior). Mas como os concertos andam "curtos" e quem não tem dinheiro não tem vícios, vão ter de aguentar mais algum tempo, ou até se queixarem de vez. Não é que o som esteja com distorções audíveis, sobretudo no conjunto, mas ao ouvir directamente do sub, sozinho, mesmo com baixa potência, há um "arranhar" no grave que não deve ser muito normal. Bom, quanto ao amp, pelo que já pesquisei vai ser para ficar a fazer de "museu" ou para alguém que possa querer para algumas peças, pois duvido que aquilo possa ser reparado sem recorrer a microelectrónica. Quanto à tentativa de ligar o sub out do equalizador para reproduzir os graves, não me convenceu.