ZP vlc

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  1. Para começar "ao contrário"...

    (Desculpem a ausência) Sim, a verdade é que entretanto me meti numa jam session com alguma malta, e aquilo ligado a um amplificador de teclado até não estava a soar mal. Reparei é que ele anda um pouco ruidoso quando levanto os dedos das cordas. Faz um pequeno "buzz", que suponho que seja de ter as cordas muito altas. Vou ver se lhe dou um jeito. Entretanto decidi esp€rar mais um mezito para comprar o Rumble. Mais mês menos mês não fará diferença para quem não trabalha muito (até porque vão aparecer aí concertos para violoncelo em Março, e aquilo é uma brutalidade de trabalho), e assim fico mais folgado Vou dando notícias! Obrigado malta! Edit: Acerca dos takes, eu tinha um professor em paris que me dizia "Enamorares-te por uma nota sem ver a frase toda é como enamorares-te de uma rapariga porque ela tem um nariz bonito. Nunca percas de vista uma frase deixando-te levar por uma nota em particular". É mais ou menos relacionado... É quase impossível fazer o take perfeito, sem erros, com a frase e a intenção que queremos...
  2. Formação em instrumento (graus)

    O melhor será teres uma aula com algum (bom) professor de clarinete que logo te dirá o teu nível. Depois se quiseres fazer o exame correspondente num conservatório público
  3. Para começar "ao contrário"...

    Obrigado gente! Comprei sim a interface por 75 euros, eheh. Tenho andado a brincar, nomeadamente com o EZmix. Mas sinto muita falta de som "real"... Fui entretanto experimentar amplificadores, e experimentei lado-a-lado o ampeg e o novo fender rumble. Para o que quero, gostei mais do Fender... De modo que devo virar-me para esse. Entretanto ando a lutar com a técnica. Experimentei gravar e reparei que tenho muitos ruídos, muitas imperfeições (notas mais fortes do que outras, etc). Por exemplo pego num riff qualquer e gravo-me a tocar com o riff, depois ouço aquilo em "solo" e é tipo :angry: isto não sou eu! Eheh. Não sei se é normal...
  4. Para começar "ao contrário"...

    Eis o menino fretless. Ficou incrível Obrigado ao MP Guitars por me ter tirado os frets a este senhor. Já estive aqui a brincar e enfim, não podia estar mais contente. Dou-me muito bem com a sensação fretless, bem melhor do que com coisas de metal a chatear nos dedos. Eu sei, sou um gajo mesmo estranho. Sendo o braço em rosewood, vêm-se as marcas onde outrora estiveram os frets. Mas basta pô-lo a um metro de distância que já ninguém repara. Nem nas fotos se vê, sequer. Foi primorosamente bem feito.
  5. modos gregos

    Aquele tópico parece-me bastante completo No fundo tem tudo a ver com o local onde pões os meios tons. Inicialmente apareceram apenas o Protus (que depois os romanos chamaram Dórico), o Deuterus (Frígio), o Tritus (Lídio) e o Tetradus (Mixolídio). Depois havia os modos plagais de cada uma delas, que tinham os mesmos meios tons mas começavam uma quarta abaixo. Os romanos acrescentavam o "hipo" antes do seu nome romano, ou seja havia o hipodórico, hipofrígio, hipolídio e hipomixolídio. Em todo o caso a coisa é tão complicada e é tão difícil de a escrever assim como se houvesse alguma coisa combinada entre os teóricos "olha a partir de agora deixa de ser protus e passa a ser dórico"... Ainda tens livros do século XVI a falar do protus, deuterus, etc. Há que ver a teoria como teoria mesmo, porque se vamos procurar uma ordem cronológica, estamos bem tramados! E isto sem falar na questão das solmizações e cenas assim, que são a maior comidela de cabeça que possas imaginar, e que não sei explicar suficientemente bem.
  6. Para começar "ao contrário"...

    Bem, agradeço imenso a ajuda Não tinha visto esse anúncio no OLX! Vou ver o que descubro sobre a cabeça que mostraste. Parece ser potentíssima, e então a válvulas... Contrabaixo... Ia-me dar um nó na cabeça. O braço é muito grande, e deixava-me pouca margem para experimentações... E para essa curta margem já tenho uns quantos violoncelos, eheh.
  7. Para começar "ao contrário"...

    Bem, aí vai um novo update: A coisa está difícil em termos orçamentais, e a ver vamos se consigo alguma folga agora em Dezembro para me meter num amplificador a sério. Entretanto arranjei uns 75€ para comprar um interface em 2ª mão, o tal Focusrite 2i2. Como alguém disse aqui, é muito prático, até mesmo se algum dia precisar de gravar o violoncelo só preciso de arranjar um bom microfone... E dá para ir tocando. Mas claro, esta coisa de tocar com uns phones nos ouvidos, ou então ligado a um PA meio manhoso... Custa um bocado, eheh. Vou avançar para defretar o sr. warwick, talvez ainda esta semana. E ando à procura de amplificadores Vi aquele combo que pus acima, ando a ver também os da TC mas como um amigo meu notou, a verdade é que aquilo parece ter paneleirices a mais e depois acaba por ser mais coisa para avariar... Vi https://www.thomann.de/pt/markbass_micromark_801.htm este senhor, que pelos demos também me parece bem, quase minimalista a mais até, eheh. De orçamento, de momento não me parece que conseguisse gastar mais do que 500€, mas com tempo tudo se amealha, e a verdade é que prefiro esperar mais alguns meses e ter uma coisa que me convença mesmo, do que comprar à pressa e ficar desfalcado... Na minha situação, para o que avançavam?
  8. Aprender contrabaixo

    Esse senhor da foto não é o Peixinho, acho eu... Parece ser mais o Cândido Lima. Em todo o caso tenho muitos amigos que saíram da profissional de viana, colegas de trabalho, já lá estive e tudo... E não gosto do sistema de "prisão" daquilo. Apesar de em certos aspectos terem um bom ensino (ainda assim não acho que seja a melhor escola profissional actual). Quanto à questão dos edifícios "modernos", só posso concordar. Parece que um novo edifício faz logo levantar certos narizes que estavam muito bem quando eram mais modestos...
  9. Para começar "ao contrário"...

    Falaram-me neste combo... Que vos parece?
  10. Aulas de teoria musical

    Olá.   O meu nome é José Pedro, sou licenciado e pós-graduado em Ensino de Música e professor de Violoncelo, há vários anos, no ensino oficial. Estou a organizar aulas de teoria musical, em Gaia, em local a divulgar mais tarde. Nestas aulas conto ensinar a ler partituras, ajudar a treinar o ouvido, ensinar análise e crítica musical, acústica musical, história da música, entre outros conteúdos sempre adaptados aos alunos presentes.   É um ensino maioritariamente dedicado aqueles que estão a aprender um instrumento, aos auto-didactas interessados em aprender a ler partituras, ou simplesmente aos curiosos.
  11. Olá.   O meu nome é José Pedro, sou licenciado e pós-graduado em Ensino de Música e professor de violoncelo há vários anos no ensino oficial. Estou disponível caso queiram ter aulas de violoncelo ao domicílio, para todas as idades.   Estou à vontade com vários estilos de música.   Não posso fornecer instrumento, mas posso aconselhar a compra/aluguer de um.
  12. Curso de Música Na Esmae

    Não tenhas é medo de falar com as pessoas, sejam colegas, professores, alunos... Dou-te um exemplo: há coisa de 6 anos estava eu nas provas de acesso para a ESMAE, e ver o Jed Barahal (o prof de violoncelo) era como ver um deus. Eu tinha quase "medo" de um violoncelista tão bom, tão experiente, que me podia ensinar tanta coisa. Acabei por decidir ir para outro sítio. Há uns meses ligaram-me para ir fazer reforço numa orquestra, e adivinha quem era o chefe de naipe: o Jed Barahal. Ele está sempre no mundo dele, mas fomos bons colegas, aprendi imenso com ele, admirei-o... Às tantas dizia-me ele "se quiseres combinamos e apareces lá na ESMAE que eu dou-te umas dicas". Subitamente percebi que me habituasse a olhar para ele como o colega que mais tarde acabou por ser, não estaria a faltar ao respeito nem a ser estúpido. Estaria sim a quebrar uma barreira idiota. É por essa razão que agora, enquanto professor, deixo sempre a malta à vontade para me tratar como quiser. Alguns por "tu", outros por "você", uns mais formais, outros mais informais... Cada um sabe de si, e o que eu quero mesmo é que haja uma dinâmica de "colegas". Já não acredito naquela do "eu ensino, tu aprendes". E se alguém me tratar por "você" (a maioria), que seja por eu ser mais velho e mais experiente, não por ser o professor. Se quiseres combinamos um copo por aí e falamos melhor
  13. Curso de Música Na Esmae

    Se queres ser músico profissional... Não penses muito no "perto", porque vais andar sempre a vida toda de um lado para o outro. A conhecer miúdas De resto, de escolas superiores tens Aveiro (muita teoria), tens Lisboa (muita competição), tens Minho (muita inexperiência), tens Castelo Branco (muito fogo de vista), tens Évora (não conheço bem)... Se fosse eu, pela escola, escolheria algo entre Aveiro e Évora. Quanto a violino mesmo... Não te sei dizer, sinceramente. Tens bicharocos incríveis tipo o Radu na ESMAE mas a verdade é que se não chegas lá com uma boa técnica ele também não ta vai dar. Tens gajos que te põem três meses a tocar cordas soltas mas depois sais dali a ganhar concursos, tipo Aníbal Lima em Lisboa. E tens gajos que não sendo os melhores do mundo, vão sempre dar couro e cabelo para te ajudar e para te fazer avançar, tipo o Augusto em Castelo Branco...
  14. Curso de Música Na Esmae

    Claro que dão. Só tens de ir lá, perguntar quando é que eles estão, falas com eles e tal... Quanto ao resto sim, há muita gente a ficar de fora Mas não stresses com isso...
  15. Curso de Música Na Esmae

    Boas. Tirei o meu curso na ESART (violoncelo), mas como vivo no Porto conheço bem a ESMAE. Se queres um primeiro e fundamental conselho, vai ter umas aulas com o prof com quem queres estudar. Logo ali saberás se estás apto, se ele gosta de ti, se ele está numa de te ajudar e tal... E principalmente se gostas dele, se sabes que vais aprender com ele, etc. É tão ou mais importante gostares dele quanto ele gostar de ti Além de que tiras logo pressão sobre a prova De resto quanto ao ambiente lá dentro, enfim... É de cortar à faca. Pessoalmente não tenho grande paciência para alguma malta de baixo nível (comparado com o resto da europa) em competição para ser o maior da sua aldeia. Estragam o ambiente todo enquanto espalham a sua bela ignorância. O que não quer dizer que não haja boa gente por lá, simplesmente o ambiente é triste, feio. Safa-se a malta do jazz e da música antiga. Em todo o caso disso vais encontrar em qualquer escola superior de música. Agora para a prova de conhecimentos gerais de música... Aí trabalha. Encontra um livro de história da música ocidental (tipo o Grout) e dá-lhe uma vista de olhos. Ouve muita música (há por aí uma lista, mas dá-lhe forte nas diferentes épocas e nas obras mais revolucionárias... tipo prelúdio à sesta de um fauno, sagração da primavera, sinfonia fantástica, 3ª de beethoven, etc).