Miguel Baptista

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Sobre Miguel Baptista

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  1. Looper abaixo dos 100€

    Boas, Não conheço os restantes loopers que mencionas, ou que o TMO respondeu, mas para teres acesso a Looper+Efeitos, eu tenho um Zoom G3X que gosto bastante, tanto a nível de qualidade, como funcionalidade, e tem um looper de 40s. Já tive uma multiefeitos Zoom verde antiga que detestei, e já me deixou agarrado num trabalho de fim de ano, e está guardada sem lhe dar uso, imagino que as novas Zoom foram completamente reprogramadas e por isso a subida de qualidade. Por isso, acho que o Zoom G1 Four seja uma opção a ter em conta, mas nada como experimentares numa loja se tiveres oportunidade.
  2. Os barretes e relíquias do OLX

    Preços de colecionador, em instrumentos musicais, existem há muitos anos. Não percebo o "choque", nem as filosofias. Se fosse vosso o instrumento, perdido algures num sótão devido a herança, já não filosofavam tanto. Quanto à desvalorização devido à pintura, já é outra história. Mas filosofando eu um pouco, pergunto, se a "valorização" devido ao valor de mercado de colecção ( que dizer dos violinos, quadros de pintores famosos, cerâmica, joalharia, restantes peças de arte, automóveis, selos, jogos NES, etc ) é, ao vosso ver, dissociado do facto de ser apenas um bom instrumento musical, então também a pintura é dissociada de ser apenas um bom instrumento musical. Nessa lógica filosófica, este é um instrumento espectacular, e que se alguém tivesse multiplos desse valor no banco, repito, não filosofaria tanto e tentaria regatear e comprar este instrumento. Mas qualquer atributo que afecte o valor de colecção, mas que não afecte o facto de ser um bom instrumento musical, não vos deveria carecer de crítica. Pois se o primeiro não vos carece de respeito ou concordância, também qualquer característica que afecte esse valor não faz sentido que seja alvo de crítica. Para quem valoriza, e respeita o valior de mercado pelo que é, já que o é para tanta outra coisa que nunca ao comum dos mortais será acessível, já compreendo qualquer crítica que afecte o valor histórico do instrumento.
  3. Os barretes e relíquias do OLX

    Não percebi. http://www.hi-guitars.com/PreCBSStockList.html
  4. Os barretes e relíquias do OLX

    https://reverb.com/item/4419287-original-kluson-deluxe-tuner-for-1961-1962-gibson-les-paul-es-335-vintage-guitar-tuners Qual o preço que farias por 6 se fosses tu a vender?
  5. Porque insistir em rock e metal em PT ?

    Porquê insistir na música?? Há empregos que dão mais dinheiro. O rock e o metal reflecte o gosto das "maiorias" em portugal. Tal como o hip-hop e o pimba. Embora estes últimos têm uma adesão da faixa etária mais jovem, não invalida que acima dos 30 haja multidões atrás de concertos dos géneros atrás referidos. Basta ver-se a realidade crescente nos últimos 10/15 anos dos festivais em Portugal. Já o jazz, o clássico, a música tradicional birmanesa ou da somália, pertence às "minorias". Se não houvesse malta a compor os géneros que a maioria consome, seria de estranhar. A lógica do mercado reflectir o género em que se investe não é uma relação directa, e a música, como qualquer actividade que nasce numa expressão artística, reflecte em larga medida um gosto pessoal. Quem está na música profissionalmente nem sempre segue unicamente o mercado, e quem não está, muito menos. E ainda bem, caso contrário nunca teriamos tido um Carlos Paredes. Acho normal, e saudável, e de salutar, que um músico profissional numa área que lhe ponha o pão na mesa mas não lhe encha a alma, ter paralelamente projectos em géneros que realmente gosta, e que contribuiram para a sua realização pessoal. Creio que seja essa a realidade de bastantes músicos. Outros há, que não tendo grande brio ou favoritismo no género a ou b ou c, trabalham de livre vontade em qualquer projecto que lhes proporcione o tal pão na mesa. E não há nada de errado nisso. Essa é a realidade da maior parte dos profissionais que conheço. Mas foi essa também a razão pela qual o Carlos Paredes, por exemplo, nunca quis, nem podia dada a fraca adesão na altura às suas composições, viver da música. A maior parte das obras discográficas que admiro, e admiramos, e que construiram o legado contemporâneo que hoje em dia consumimos, são o resultado não só do mercado em determinadas épocas históricas que fomentaram o seu aparecimento, mas também da teimosia dos músicos que trabalharam para chegar a essas obras, de forma paralela, consequente, ou subconsequente, a outros trabalhos de por o pão na mesa, com dezenas ou centenas de concertos no bucho, de milhares de horas a tocar longe dos olhares retributivos ou de qualquer like virtual, antes de se tornarem minimamente rentáveis. Nesta nova realidade faceborwelliana onde vivemos, onde tudo tem de ser rentável e fazer sentido imediato ao like de outrém, a originalidade dentro destes géneros, que tanto contribuíu para eles crescerem e serem sinónimo de uma forma de expressão, será cada vez mais rara no meu entender, precisamente por causa da cada vez mais aceite mentalidade associada à natureza da pergunta ao qual este comentário responde. Mas não é impossível, creio eu, se houver teimosia e brio por parte de quem componha, de ter público, e alguma rentabilidade dentro deste género, mesmo em portugal. Para dar um exemplo, não vou muito à bola com os Capitão Fausto, mas soam a algo original e só isso fez captar a atenção. Tal como os Linda Martini antes deles. Ou Toranja. Não conheço muitos projectos nacionais no metal, mas no rock, lembro-me destes como exemplos mais recentes pós os excelentes Ornatos. Não sei se ganharam rios de dinheiro, mas duvido que tenham dado o seu tempo como mal investido. Ps: Não li isto tudo, e estou a responder apenas à pergunta inicial. No entanto, pelo que li agora, já avançaram bastante na conversa, e duma forma mais directa, prática, e informada que eu, relativamente ao mercado actual nacional. Continuo no entanto a acreditar que, o dinheiro que se investe em estúdio, e num vídeo do youtube é uma fracção do que antigamente se gastava no tempo do analógico e do Top+, e não é por a ou b ter mais sucesso, momentâneo, por ter podido investir mais, mesmo sem músicas interessantes, que se deva desistir. Senão, o facto de haver um Tony Carreira a ganhar o que ganha implicaria um abandono completo na demanda da composição músical com alguma originalidade.
  6. Cabeça e Coluna - Ohms

    Ok, obrigado
  7. Cabeça e Coluna - Ohms

    Obrigado! Em série então é fácil, é só somar os ohms de cada coluna, e escolher no amp a saída que corresponda a essa soma. No caso de ser em paralelo, em duas cabs diferentes por exemplo, se cada uma somar 16 , será: 1/(1/16 + 1/ 16 ) = 1/ (2/16)= 8 Por curiosidade, se uma for de 8 e outra de 16, será: 1/(1/8+ 1/16 ) = 1/ ( 3/16) = 5,(3) O que se faz nestes casos, usa-se a saída de 4 ohms, 8 ohms, ou é invíavel emparelhar cabs de impedâncias (resistências?) diferentes ?
  8. Cabeça e Coluna - Ohms

    Enganei-me, a cab afinal tem 2 speakers de 8ohms ligados em série . Ligo então à saída de 16 do amp, é isso ?
  9. Cabeça e Coluna - Ohms

    Boas, Para ligar uma cabeça Marshall vintage Modern 2466 ( saída de 8 e 16 ohms), a uma cab 212 com dois speakers de 16 ohms, qual a saída correcta, 8 ohms ? Agradeço desde já a ajuda
  10. pedal de overdrive e distorção

    Tive um Roland JC 120, que era esquisito com pedais de sujo, mas o Boss Blues Driver e o Plexitone soavam muio bem.
  11. Os barretes e relíquias do OLX

    149€ novo, mas o artola pede 190. Com link da Thomman no anuncio. Não percebo. https://www.olx.pt/anuncio/jamman-pedal-IDAQgXI.html#51626932ca
  12. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 2

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 90/100 O meu Tempo: 102 segundos
  13. (TESTE) - Rock em Portugal

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 40/100 O meu Tempo: 82 segundos
  14. Guitarra APC 8S MX

    Creio que não se fala mal só por se falar, a qualidade do APC varia muito, e não é de agora. É o principal fabricante e fornecedor de guitarras portuguesas "low cost",, além doutros instrumentos, para quase todas as lojas que conheço. Em 2010 tive de ir a 4 lojas diferentes até encontrar uma guitarra que tinha não só um volume decente de som, como uma escala em condições de se tocar/aprender. Isto para a gama média, dos 400/500€, Os modelos mais caros, de 1000€ para cima, já têm outro tipo de cuidado. Já o irmão Manuel Pinto Carvalho, ou Artimusica, tem segundo a minha experiência, um maior rigor no controlo de qualidade, mesmo nas guitarras de gama baixa, e por isso já lhe comprei duas guitarras. Portanto, nada como experimentar antes de comprar.