Miguel Baptista

Membro
  • #Conteúdo

    22
  • Registado Em

  • Última Visita

  • Feedback

    0%
As minhas Músicas Preferidas

Reputação

12 Reputação Neutra

Sobre Miguel Baptista

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Cidade
    Lisboa

Quem visitou o meu perfil

581 visitas ao perfil
  1. Porque insistir em rock e metal em PT ?

    Porquê insistir na música?? Há empregos que dão mais dinheiro. O rock e o metal reflecte o gosto das "maiorias" em portugal. Tal como o hip-hop e o pimba. Embora estes últimos têm uma adesão da faixa etária mais jovem, não invalida que acima dos 30 haja multidões atrás de concertos dos géneros atrás referidos. Basta ver-se a realidade crescente nos últimos 10/15 anos dos festivais em Portugal. Já o jazz, o clássico, a música tradicional birmanesa ou da somália, pertence às "minorias". Se não houvesse malta a compor os géneros que a maioria consome, seria de estranhar. A lógica do mercado reflectir o género em que se investe não é uma relação directa, e a música, como qualquer actividade que nasce numa expressão artística, reflecte em larga medida um gosto pessoal. Quem está na música profissionalmente nem sempre segue unicamente o mercado, e quem não está, muito menos. E ainda bem, caso contrário nunca teriamos tido um Carlos Paredes. Acho normal, e saudável, e de salutar, que um músico profissional numa área que lhe ponha o pão na mesa mas não lhe encha a alma, ter paralelamente projectos em géneros que realmente gosta, e que contribuiram para a sua realização pessoal. Creio que seja essa a realidade de bastantes músicos. Outros há, que não tendo grande brio ou favoritismo no género a ou b ou c, trabalham de livre vontade em qualquer projecto que lhes proporcione o tal pão na mesa. E não há nada de errado nisso. Essa é a realidade da maior parte dos profissionais que conheço. Mas foi essa também a razão pela qual o Carlos Paredes, por exemplo, nunca quis, nem podia dada a fraca adesão na altura às suas composições, viver da música. A maior parte das obras discográficas que admiro, e admiramos, e que construiram o legado contemporâneo que hoje em dia consumimos, são o resultado não só do mercado em determinadas épocas históricas que fomentaram o seu aparecimento, mas também da teimosia dos músicos que trabalharam para chegar a essas obras, de forma paralela, consequente, ou subconsequente, a outros trabalhos de por o pão na mesa, com dezenas ou centenas de concertos no bucho, de milhares de horas a tocar longe dos olhares retributivos ou de qualquer like virtual, antes de se tornarem minimamente rentáveis. Nesta nova realidade faceborwelliana onde vivemos, onde tudo tem de ser rentável e fazer sentido imediato ao like de outrém, a originalidade dentro destes géneros, que tanto contribuíu para eles crescerem e serem sinónimo de uma forma de expressão, será cada vez mais rara no meu entender, precisamente por causa da cada vez mais aceite mentalidade associada à natureza da pergunta ao qual este comentário responde. Mas não é impossível, creio eu, se houver teimosia e brio por parte de quem componha, de ter público, e alguma rentabilidade dentro deste género, mesmo em portugal. Para dar um exemplo, não vou muito à bola com os Capitão Fausto, mas soam a algo original e só isso fez captar a atenção. Tal como os Linda Martini antes deles. Ou Toranja. Não conheço muitos projectos nacionais no metal, mas no rock, lembro-me destes como exemplos mais recentes pós os excelentes Ornatos. Não sei se ganharam rios de dinheiro, mas duvido que tenham dado o seu tempo como mal investido. Ps: Não li isto tudo, e estou a responder apenas à pergunta inicial. No entanto, pelo que li agora, já avançaram bastante na conversa, e duma forma mais directa, prática, e informada que eu, relativamente ao mercado actual nacional. Continuo no entanto a acreditar que, o dinheiro que se investe em estúdio, e num vídeo do youtube é uma fracção do que antigamente se gastava no tempo do analógico e do Top+, e não é por a ou b ter mais sucesso, momentâneo, por ter podido investir mais, mesmo sem músicas interessantes, que se deva desistir. Senão, o facto de haver um Tony Carreira a ganhar o que ganha implicaria um abandono completo na demanda da composição músical com alguma originalidade.
  2. Cabeça e Coluna - Ohms

    Ok, obrigado
  3. Cabeça e Coluna - Ohms

    Obrigado! Em série então é fácil, é só somar os ohms de cada coluna, e escolher no amp a saída que corresponda a essa soma. No caso de ser em paralelo, em duas cabs diferentes por exemplo, se cada uma somar 16 , será: 1/(1/16 + 1/ 16 ) = 1/ (2/16)= 8 Por curiosidade, se uma for de 8 e outra de 16, será: 1/(1/8+ 1/16 ) = 1/ ( 3/16) = 5,(3) O que se faz nestes casos, usa-se a saída de 4 ohms, 8 ohms, ou é invíavel emparelhar cabs de impedâncias (resistências?) diferentes ?
  4. Cabeça e Coluna - Ohms

    Enganei-me, a cab afinal tem 2 speakers de 8ohms ligados em série . Ligo então à saída de 16 do amp, é isso ?
  5. Cabeça e Coluna - Ohms

    Boas, Para ligar uma cabeça Marshall vintage Modern 2466 ( saída de 8 e 16 ohms), a uma cab 212 com dois speakers de 16 ohms, qual a saída correcta, 8 ohms ? Agradeço desde já a ajuda
  6. pedal de overdrive e distorção

    Tive um Roland JC 120, que era esquisito com pedais de sujo, mas o Boss Blues Driver e o Plexitone soavam muio bem.
  7. Os barretes e relíquias do OLX

    149€ novo, mas o artola pede 190. Com link da Thomman no anuncio. Não percebo. https://www.olx.pt/anuncio/jamman-pedal-IDAQgXI.html#51626932ca
  8. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 2

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 90/100 O meu Tempo: 102 segundos
  9. (TESTE) - Rock em Portugal

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 40/100 O meu Tempo: 82 segundos
  10. Guitarra APC 8S MX

    Creio que não se fala mal só por se falar, a qualidade do APC varia muito, e não é de agora. É o principal fabricante e fornecedor de guitarras portuguesas "low cost",, além doutros instrumentos, para quase todas as lojas que conheço. Em 2010 tive de ir a 4 lojas diferentes até encontrar uma guitarra que tinha não só um volume decente de som, como uma escala em condições de se tocar/aprender. Isto para a gama média, dos 400/500€, Os modelos mais caros, de 1000€ para cima, já têm outro tipo de cuidado. Já o irmão Manuel Pinto Carvalho, ou Artimusica, tem segundo a minha experiência, um maior rigor no controlo de qualidade, mesmo nas guitarras de gama baixa, e por isso já lhe comprei duas guitarras. Portanto, nada como experimentar antes de comprar.
  11. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 3

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 70/100 O meu Tempo: 155 segundos
  12. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 3

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 50/100 O meu Tempo: 159 segundos
  13. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 3

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 0/100 O meu Tempo: 7 segundos
  14. Cada macaco no seu galho. O Facebook é o Mcdonalds da comunicação online. Se calhar nem isso. Quando quero uma informação sobre qualquer tipo de assunto musical, teórico, equipamento, etc, nunca penso ir ao Facebook procurar essa informação. Os Forums ainda são, e serão sempre a meu ver, a principal fonte ilimitada, e organizada até certo ponto, na procura de informação. Os diálogos são fáceis de seguir, e o google encontra quais os tópicos em diversos forums (reddit incluído) que melhor responde a certa dúvida. Obviamente que essa informação duradoura e bibliotecária, que o Facebook nunca poderá ter dada a natureza descartável das suas mensagens, vive do quotidiano de cada forum, e da teimosia dos que manteem os forums vivos, mesmo nos periodos em que há menos malta a participar. Mas, de facto, nada substitui a informação, e a troca de ideias que um Forum online pode dar. Como termo comparativo, o culturalmente valioso comércio local só desaparece face à invasão das multinacionais generalistas pobres e aculturais, porque é necessário dinheiro para sobreviver, e as massas mandam. No caso dos forums, as massas "cegas" só mandariam se esse mesmo forum precisasse dessas massas cegas para sobreviver em termos monetários. Ou se quem gere os forums o fizesse para chegar às tais massas "cegas", e não fizesse sentido gerir um nicho, por mais importante que fosse para os restantes membros. Não sei se é essa a situação do Forumusica, e de outros forums importantes por essa net afora, mas creio que não, e espero que não. Bastará que quem dê vida a isto, e outros forums, se aperceba, e creio que sim, da riqueza de informação e dialética sobre determinado assunto que não é possível encontrar em mais lado algum.
  15. De facto, não foi isso que entendi do tópico. Assim sendo, percebo o mérito dessa ideia.