Léo Rocha

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As minhas Músicas Preferidas

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8 Reputação Neutra

Sobre Léo Rocha

  1. Modelos de Contrabaixo

    Olá amigos! Escrevi recentemente no meu blog um pouco sobre alguns modelos de contrabaixo existentes. Vou compartilhar aqui pra ajudar aos iniciantes e até mesmo saber a opinião dos mais experientes sobre o assunto. Abraços! Há muito tempo atrás, numa terra distante, compositores sentiam-se inseguros com suas criações médio-agudas e necessitavam de um instrumento capaz de reproduzir sons graves para que sustentassem e enchessem de beleza a nossa amada música. Assim começa a história do meu instrumento de coração! Hoje vou falar de seis tipos de contrabaixo e nada mais justo que começar pelo começo: o gigante! 1. Acústico O contrabaixo acústico adquiriu sua forma definitiva, como nos é apresentada hoje, lá pelo final do século XVIII passando a integrar de forma oficial as orquestras sinfônicas. É da família dos violinos, possuindo também uma caixa de ressonância, porém em proporções bem maiores. 2. Elétrico Foi na década de 50 que um técnico em eletrônica Clarence Leo Fender (valeu, xará!) revolucionou o mundo dos graves criando o primeiro baixo elétrico, o Precision Bass. Os primeiros eram de 4 cordas (como o acústico), mas hoje é possível encontrar em grande escala comercial instrumentos de 5 e 6 cordas, além de alguns mais raros com ainda mais. Como se trata de um instrumento sólido precisa ser ligado a um amplificador. 3. Fretless Basta tirar os trastes do baixo elétrico e voilà!, temos um Fretless. Com a escala lisa o instrumento fica mais "chorão" possibilitando lindos timbres. Ficou eternizado nas mãos de Jaco Pastorius, um dos baixistas mais importantes da história. 4. Vertical E com a evolução da arte de construir instrumentos surgiu o contrabaixo vertical ou upright bass. Trata-se de um instrumento elétrico com as mesmas proporções de um contrabaixo acústico. A grande diferença além da parte elétrica é a ausência da caixa de ressonância. 5. Baixolão Esse é o instrumento que vemos na maioria dos DVDs acústicos. Parece bastante com o violão e tem o som mais aveludado em relação ao contrabaixo elétrico. 6. Fanned Uma evolução do baixo elétrico pouco utilizada no Brasil. Trata-se de um instrumento em que as cordas têm comprimentos diferentes e os trastes são tortos buscando uma afinação mais precisa. Nunca toquei em um, mas há quem diga que é mais ergonômico e de fato oferece uma afinação perfeita! E qual a diferença de baixo pra contrabaixo? Essa curiosidade é interessante pra desmentir essa história de que são instrumentos diferentes, hahaha. Contra é o prefixo empregado para o instrumento que reproduz sons mais graves de uma determinada família. Na família dos violinos este é o contrabaixo acústico. Na família das guitarras o contrabaixo elétrico. Qual é o seu preferido? Fala aí! Extraído do blog www.gravementemusical.blogspot.com.br Conheça!
  2. Sobre ser um músico profissional

    Concordo com a questão de diferenciar o ser artista do ser profissional. Não necessariamente um músico precisa fazer sucesso pra viver bem, as possibilidades são muitas!
  3. Sobre ser um músico profissional

    Concordo, deadpoet!
  4. Sobre ser um músico profissional

    Entendo, Desventrar! Eu penso em estudar fazer um mestrado aí em Portugal. Tentar conseguir uma bolsa de estudos.
  5. Sobre ser um músico profissional

    Interessante ler o que vocês pensam sobre a realidade profissional da música em Portugal. Eu sou do Brasil e aqui também é bem difícil viver de música, mas há um mercado e possibilidades pra isso. Vocês acham que Portugal, nesse quesito, é muito diferente dos outros países da Europa?
  6. Sobre ser um músico profissional

    Exatamente, Desventrar! É a questão do respeito que se deve ter com a arte e com as pessoas que estamos trabalhando.
  7. Escrevi esse artigo em meu blog hoje e quis compartilhar aqui com vocês. Se quiserem conhecer: www.grevementemusical.blogspot.com.br O que é ser um músico profissional? Depois de largar a faculdade de Engenharia Civil e entrar na UFBA pra estudar Música Popular percebi que estava tomando uma decisão que mudaria minha vida drasticamente. A partir daquele momento eu seria um profissional de música, já que, além de dedicar o meu dia-a-dia aos estudos e trabalhos da faculdade, também transformaria isso na minha fonte de renda. E qual foi a diferença que percebi entre ser um músico profissional e um amador? Primeiro, que é necessário estudar. Dedicar-se ao seu instrumento é o mínimo que se espera de um bom músico que vai ser contratado por alguém que não quer se preocupar com nada. Para além disso é preciso também estar ligado a tudo que acontece ao redor do mercado. Busquei entender um pouco mais sobre gravação e mixagem. Compreender o processo de construção do meu instrumento pra saber de fato timbrar. Passei a observar e absorver informações de profissionais ao meu redor: outros músicos, produtores, contratantes e empresários, por exemplo. A partir daí entendi que comprometimento e responsabilidade são características fundamentais a um bom profissional. Isso quer dizer que devo estar exatamente no horário marcado seja pra ensaiar, gravar ou viajar. isso quer dizer que se tenho um ensaio pra adicionar músicas no repertório, é importante estudá-las antes. Por uma questão simples: um profissional deve agir com respeito aos colegas, contratantes e, principalmente, com o seu trabalho. Se já entendo a estrutura básica disso, tá na hora de ir pra rua e mostrar meu trabalho. Tá na hora de empreender. Empreender. Essa é a palavra da atualidade. Você é um bom músico, tecnicamente completo, toca Donna Lee a 280 bpm e é extremamente responsável. Ótimo, mas as pessoas precisam saber disso. Não é muito diferente das outras profissões, é preciso criar uma rede de relacionamentos dentro do mercado da sua cidade ou do seu estado. A maioria dos trabalhos no meio musical surgem através de indicação, então mostrar o trabalho é imprescindível! Se a diferença de um profissional pra um amador é somente o fato de um viver financeiramente disso e o outro não, então se espera alguma dedicação e cuidado a mais do primeiro. É preciso estar atento e ter a consciência de que esse é o seu trabalho. O amor pela arte sempre continuará presente, mas é preciso ser profissional!
  8. Você que é músico, iniciante ou profissional, já deve ter se perguntado algumas vezes qual é a forma mais eficiente de estudar música. É fato que não há uma fórmula perfeita que funcione pra todo mundo (se houver, me avisem, por favor!), mas posso dar algumas dicas que farão toda diferença no seu aprendizado. O primeiro passo é: se organize! Sim, ser organizado é primordial para que os estudos realmente façam efeito. E quando falo em organização penso primeiramente no ambiente de estudos, afinal não queremos perder tempo procurando aquele livro, um arquivo perdido ou o caderno de música. Manter a sala de estudos limpa e organizada vai te ajudar bastante. Divida os estudos. É interessante que você divida os assuntos a serem estudados e encaixe no seu dia-a-dia. Por exemplo: Você precisa estudar técnica no instrumento, leitura, improvisação e repertório. Então determine um tempo pra cada item e siga rigorosamente, você vai notar que os estudos serão mais rápidos e objetivos. Pra não ficar prestando atenção no tempo, coloque um despertador.Descanse! Sim, é importante descansar o cérebro pra que ele renda mais. O indicado é que se faça um descanso de 10 minutos a cada 50 de atividade.Tenha seus estudos como rotina. Estudar um pouco todos os dias é mais eficiente que estudar muito um dia só. Você já deve ter ouvido isso algumas vezes na vida e sabe muito bem que estudar de véspera vai fazer com que no máximo tire uma nota mais ou menos na prova e não é essa a intenção aqui. Sei que não é fácil arrumar tempo, mas separe um mínimo possível e o faça todos os dias. Trace metas. Não, não vou sugerir deixar a meta aberta pra depois dobrar a meta. hahaha. Mas trace metas mínimas. Eu costumo organizar meus estudos por um tempo determinado e quando alcanço o faço de outra forma. Dividir os problemas é uma forma mais fácil de resolve-los. Pra exemplificar. Hoje os meus estudos estão sendo feitos assim:Repertório - 25 minImprovisação - 25 minDescanso - 10 minBaixo Acústico - 25 minPiano - 25 minDescanso - 25 minLeitura 25 - minLivre - 25 minNa parte de repertório busco aprender a tocar músicas que julgo interessantes pro meu crescimento musical. Nos outros itens sigo livros que me identifiquei. Coloquei como meta estudar dessa forma 20 dias, quando concluir refaço ou ponho uma nova meta nos mesmos estudos.Estuda de forma diferente? Conta aí pra a gente, vamos conversar e aprimorar os métodos pensando sempre no crescimento de todos! Até mais! Artigo extraído do blog GRAVE.MENTE.MUSICAL. Link do post: http://gravementemusical.blogspot.com.br/2015/09/como-organizar-os-estudos-musicais.html
  9. Léo Rocha

    @filsat, vou postar um vídeo de uma disciplina prática que fiz nesse semestre. Repare que até pra tocar coisas mais clássicas a gente dá um toque de "brasilidade. hehehe
  10. Léo Rocha

    Valeu @filsat! O curso é de música popular no contexto geral mesmo, mas há uma ênfase muito maior em estudar o que é daqui porque os professores e nós entendemos a importância disso. Estudamos história da música popular brasileira, por exemplo e, por ser uma universidade da Bahia, tem até uma disciplina onde estudamos ritmos afro-baianos.
  11. Léo Rocha

    Obrigado, @pikena_butterfly
  12. Léo Rocha

    Olá, amigos! Sou Léo Rocha. Baixista, compositor e arranjador de Salvador-Ba. Atualmente toco em algumas bandas da região, estudo Música Popular com habilitação em Composição e Arranjo na UFBA e escrevo semanalmente no blog gravementemusical.blogspot.com.br. Espero contribuir para o fórum e aprender muito também.