sergio.cunha

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  1. Cordas para guitarra? Que cordas?

    @Coelho135 Desculpa mas não tenho tempo para fazer um esquema. Apenas acrescento à explicação que as forças atuam paralalemente ao braço portanto a flexão teria de ser nesse plano. Para ocorrer torção sob o eixo longitudinal do braço teriam de haver forças exteriores perpendiculares a ele. Isto prende-se com a tua questão pois puseste em causa o uso de conjuntos híbridos com receio dos empenos, ou seja, é um não problema. Relativamente às cordas, já experimentei várias marcas e conjuntos e já há bastante tempo que uso Harley Benton. Não tenho problemas de durabilidade, antes pelo contrário, duram-me mais do que Daddario e afins e em termos de qualidade ainda não apanhei um conjunto defeituoso, o que já me aconteceu com outras marcas. Por 1,5€ o set são imbatíveis na minha opinião.
  2. Cordas para guitarra? Que cordas?

    A "força de arqueação" existe e é bem vinda, provoca relief no braço e facilita a tocabilidade do instrumento. O segundo diagrama está totalmente errado. Existe uma força de torção no plano do braço (não, mas quase). Como se fosse um pilar encastrado na sua base e com uma carga excêntrica na ponta. Dizeres que existem forças e não as relacionares com o material não faz sentido. Eu posso empurrar o que quiser uma parede de betão que ela não mexe. O que deforma braços de guitarra não são as cordas, é a falta de manutenção, ie exposição à variação de temperatura e humidade. Aí nem precisas de ter forças que ela empena na mesma. Acho que estás a pensar demasiado no assunto e criar um problema onde ele não existe.
  3. Cordas para guitarra? Que cordas?

    E onde é que isto é preocupante? 6,4 kg são aproximadamente 64 N, o caso que estás a descrever põe 64 N de compressão na fibra mais extrema, vamos assumir conservativamente que a compressão é constante. Um braço de uma strat tem junto ao headstock uma secção transversal de aproximadamente 780mm2. Ora, T=F/A= 64/780= 0,082 N/mm2. O pinho que é das madeiras menos densas tem uma resitência à compressão de 16 N/mm2. Como podes ver esse valor é muito baixo.
  4. Amp showroom

    Basicamente foi como o @tmo, queria um speaker leve e andei a investigar. Dentro das demos que ouvi gostei do som destes e achei que casavam bem com o amp. Foi um enorme upgrade em relação ao original e em termos de preço não fogem muito de um V30 novo. Entre a cab nova e o speaker novo consegui tirar uns bons kilos ao amp, a soar bem e sem gastar muito, portanto considero objetivo cumprido.
  5. Amp showroom

    Nop, um Jensen Tornado Stealth. British voicing com íman de neodímio.
  6. Amp showroom

    O meu Peavey Valveking 2 na cab que fiz (por baixo a original). A pega rasgou na primeira utilização mas entretanto já fiz uma melhor. Este amp transformou-se depois duma mudança de speaker, passou de besta a bestial!
  7. Canal do Thomasyoung no youtube

    Gostei, tirando uma nota ou outra que achei dissonante achei o solo melódico e com técnicas interessantes.
  8. Line6 HX Effects

    Sim, na sala nota-se melhor as diferenças, o que quero dizer é que não ouço nada que me faça dizer que um é analógico e outro digital. Só sinto isso mesmo ao tocar e muito ligeiramente. Continuo a preferir a distorção do meu amp, daí usar o 4CM. Ainda assim uso os drives da HX para puxar um pouco o canal limpo ou para saturar mais o canal de drive.
  9. Line6 HX Effects

    Tem sons que gosto bastante e tem sons que gosto menos. No entanto, felizmente para mim, não consigo ouvir a diferença para os pedais analógicos. Consigo sentir algumas diferenças ao tocar, fazendo por exemplo a comparação do minotaur da HX com um Klon. A HX é mais linear e menos dinâmica com o ataque das cordas, mas é algo que só detecto ao tocar, e mesmo assim muito pouco perceptível. Acho que ganha pela versatilidade, facilidade de uso e os snapshots, que de facto dão um jeitaço.
  10. Line6 HX Effects

    Bons sons! Também acho o 808 muito bom, é o que tenho usado mais. Qual a tua opinião sobre os fuzzes? Ainda não apanhei nenhum que limpe bem com o volume da guitarra...
  11. @Coelho135 O acabamento natural é o meu preferido, mas exige algum trabalho para ficar bem feito e depende também do tipo de madeira. Se for uma madeira porosa o trabalho torna-se ainda mais difícil. Tens vários óleos que podes aplicar e existem muitos vídeos no youtube sobre isso. Óleo de linhaça tem de ser fervido, o comum óleo que se encontra nos Leroy e afins não é indicado pois demora muito a secar. Óleo de tungo nunca usei. True oil também não fiquei fã pois dá algum trabalho e não gosto de brilho com que fica, prefiro um aspeto mais acetinado. O que gosto mais de usar é mesmo o comum óleo para teca. Atenção que não é um óleo puro (raramente são), mas uma mistura de ingredientes. Neste caso tem uma pequena porção de verniz que faz com que seque mais depressa. Se for para um braço dou só o óleo, se for num corpo posso também dar cera posteriormente. Também já experimentei adicionar pigmento e é possível, mas ainda tenho de aperfeiçoar isso. O processo que uso é simples. Tendo um corpo ou braço lixo sucessivamente de 100 até 320. A seguir aplico o óleo numa quantidade generosa e deixo o corpo absorver durante uns 20min (depende das condições climatéricas). Limpo o excesso e deixo secar mais um pouco, eventualmente 1 dia. Depois disso vou aplicando camadas sucessivas mas usando lixa. Ao lixar, o pó gerado mistura-se com o óleo e formam uma pasta que penetra nos poros. Daí dizer que madeiras porosas dão mais trabalho, o número de camadas necessárias é muito superior. Vou então subindo até que na última camada uso lã de aço 0000. Nesta altura o acabamento está mais suave que o rabinho de um bebé. Agora é deixar secar mais uns dias se necessário e ir polindo com um pano suave. Depois de seco pode-se dar a cera.
  12. Não tenho nenhuma guitarra que sirva de laboratório sonoro, aliás, todas servem, mas coisas simples como alteração de pickups, esquemas de wiring, etc... No entanto tenho uma que serviu de laboratório lutherístico. Comprei baratinha numa feira e logo serviu para treinar a fazer setups e mexer na parte eletrónica. Passado uns tempos deu-me para lhe retirar o acabamento e fazer uma série de experiências. Tentei découpage com papel crepe (horrível), uma segunda tentativa de découpage com papel normal, revesti com tecido, voltei a retirar o acabamento e tingi de vermelho, troquei o braço e algumas peças, pintei de branco e voltei a retirar o acabamento e dei um acabamento a óleo. Numa última iteração troquei o braço e vendi. No fundo esta guitarra foi a mais importante que tive pois consegui errar muito nela, o que me permitiu aperfeiçoar e conseguir trabalhar noutras guitarras com confiança desde setups, nivelamentos de trastes, pinturas, acabamentos naturais, etc.
  13. Os barretes e relíquias do OLX

    Também li umas histórias de contratar músicos, prometer mundos e fundos e depois não pagava, uma carrada de gente burlada em negócios, etc.
  14. Mais uma vez estás a ser fundamentalista. Não me estava a referir ao Guetta, estava-me a referir àquele caso em concreto. Acho que desacreditares todos os DJ's só porque alguns são farsantes não é justo. Seria o mesmo que desacreditar todos os cantores porque existe a Maria Leal. E nem sequer gosto de música electrónica, simplesmente tento dar valor onde é merecido e realmente há criatividade, seja ela numa forma que eu aprecie ou não. MOD EDIT tmo: tenho a certeza de que consegues argumentar sem teres de classificar os outros utilizadores... Edita a posta para ficar limpinha sff, podes e deves apagar este texto.
  15. Antes de mudar de cordas na guitarra

    Não vou continuar a discutir a eficácia do método, se funciona para ti é o que interessa. Apenas dois pontos: tirar a tinta não significa que estás a desbastar o traste, significa apenas que tiraste tinta. Parece-me também que esse método deixa umas belas marcas no fretboard.