sergio.cunha

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  1. Montra do nosso Gear

    Esta fiz para condizer com o amp.
  2. As novas Yamaha

    Há P90 para tudo mas não os considero acutilantes. Já experimentei alguns e no momento tenho 2 guitarras com P90, a revstar e uma Casino, e os pickups são bem diferentes. Os da Revstar medem à volta de 8k (já não me lembro bem) mas é um pickup mais "redondo" e que comprime mais. Os da casino medem à volta de 12k (a estes troquei os ímans) e têm muito mais volume mas são mais "abertos", sendo que em distorção soam menos comprimidos, se é que me faço entender. Em ambos os casos, comparando a um single coil usual, noto essencialmente mais médios, sendo que depois de instalar um treble bleed consigo ter sons bem próximos de um sc controlando o pot de volume. Basicamente não é um SC nem HB, mas é quase os dois.
  3. Ajuda na compra de um amplificador

    Também acho que o Katana 100 poderá ser uma boa opção. No entanto, para tirar mais partido dele (se não for para uasar pedais) ias precisar do footswitch e são mais quase 100€. Andava um Peavey Valveking 2 no OLX bem baratinho que acho que cumpria todos os requisitos, depois de um upgrade no speaker fica um bom amp. Também tens alguns da 1ª geração à venda que são óptimas plataformas para mods.
  4. As novas Yamaha

    Tenho uma Revstar 502, excelente guitarra.
  5. The New Pedalboard topic

    Teoricamente, o novo Marshall origin poderá ser uma boa opção para ti. 1 canal com boost, Master volume, Fx loop e sem reverb. O 50c fica a 777€ novo portanto também não foge muito do orçamento.
  6. Cordas para guitarra? Que cordas?

    @Coelho135 Permite-me responder em público. Tens aqui o diagrama que pediste. Na situação A está um braço totalmente plano, com o sistema em equilíbrio as únicas forças perpendiculares que existem são nos pontos de apoio das cordas e estas anulam-se. Na situação B um braço com algum relief. Aqui tens de decompor a força longitudinal devido ao aparecimento do ângulo a, mas o sistema continua em equlíbrio. Nenhuma destas forças provoca rotação, provocam a flexão do braço a qual é resistida pela sua secção. Ora tens várias cordas portanto várias forças, podendo ocorrer mais flexão numa zona do braço do que outra, o que teoricamente pode originar um empeno. Em momento nenhum ocorre torção que é a rotação segundo o eixo longitudinal. E tudo isto é apenas a decomposição de forças, não basta dizer que elas lá estão para o empeno ocorrer. Vai ocorrer se a carga ultrapassar a resistência do material (ainda está muito longe) ou se houver ações dinâmicas como por exemplo a ação da temperatura e humidade. Prova disto são os inúmeros intrumentos com n anos, que foram bem cuidados e não têm sinais de empenos, alguns até sem qualquer reforço do braço.
  7. Cordas para guitarra? Que cordas?

    @Coelho135 Desculpa mas não tenho tempo para fazer um esquema. Apenas acrescento à explicação que as forças atuam paralalemente ao braço portanto a flexão teria de ser nesse plano. Para ocorrer torção sob o eixo longitudinal do braço teriam de haver forças exteriores perpendiculares a ele. Isto prende-se com a tua questão pois puseste em causa o uso de conjuntos híbridos com receio dos empenos, ou seja, é um não problema. Relativamente às cordas, já experimentei várias marcas e conjuntos e já há bastante tempo que uso Harley Benton. Não tenho problemas de durabilidade, antes pelo contrário, duram-me mais do que Daddario e afins e em termos de qualidade ainda não apanhei um conjunto defeituoso, o que já me aconteceu com outras marcas. Por 1,5€ o set são imbatíveis na minha opinião.
  8. Cordas para guitarra? Que cordas?

    A "força de arqueação" existe e é bem vinda, provoca relief no braço e facilita a tocabilidade do instrumento. O segundo diagrama está totalmente errado. Existe uma força de torção no plano do braço (não, mas quase). Como se fosse um pilar encastrado na sua base e com uma carga excêntrica na ponta. Dizeres que existem forças e não as relacionares com o material não faz sentido. Eu posso empurrar o que quiser uma parede de betão que ela não mexe. O que deforma braços de guitarra não são as cordas, é a falta de manutenção, ie exposição à variação de temperatura e humidade. Aí nem precisas de ter forças que ela empena na mesma. Acho que estás a pensar demasiado no assunto e criar um problema onde ele não existe.
  9. Cordas para guitarra? Que cordas?

    E onde é que isto é preocupante? 6,4 kg são aproximadamente 64 N, o caso que estás a descrever põe 64 N de compressão na fibra mais extrema, vamos assumir conservativamente que a compressão é constante. Um braço de uma strat tem junto ao headstock uma secção transversal de aproximadamente 780mm2. Ora, T=F/A= 64/780= 0,082 N/mm2. O pinho que é das madeiras menos densas tem uma resitência à compressão de 16 N/mm2. Como podes ver esse valor é muito baixo.
  10. Amp showroom

    Basicamente foi como o @tmo, queria um speaker leve e andei a investigar. Dentro das demos que ouvi gostei do som destes e achei que casavam bem com o amp. Foi um enorme upgrade em relação ao original e em termos de preço não fogem muito de um V30 novo. Entre a cab nova e o speaker novo consegui tirar uns bons kilos ao amp, a soar bem e sem gastar muito, portanto considero objetivo cumprido.
  11. Amp showroom

    Nop, um Jensen Tornado Stealth. British voicing com íman de neodímio.
  12. Amp showroom

    O meu Peavey Valveking 2 na cab que fiz (por baixo a original). A pega rasgou na primeira utilização mas entretanto já fiz uma melhor. Este amp transformou-se depois duma mudança de speaker, passou de besta a bestial!
  13. Canal do Thomasyoung no youtube

    Gostei, tirando uma nota ou outra que achei dissonante achei o solo melódico e com técnicas interessantes.
  14. Line6 HX Effects

    Sim, na sala nota-se melhor as diferenças, o que quero dizer é que não ouço nada que me faça dizer que um é analógico e outro digital. Só sinto isso mesmo ao tocar e muito ligeiramente. Continuo a preferir a distorção do meu amp, daí usar o 4CM. Ainda assim uso os drives da HX para puxar um pouco o canal limpo ou para saturar mais o canal de drive.
  15. Line6 HX Effects

    Tem sons que gosto bastante e tem sons que gosto menos. No entanto, felizmente para mim, não consigo ouvir a diferença para os pedais analógicos. Consigo sentir algumas diferenças ao tocar, fazendo por exemplo a comparação do minotaur da HX com um Klon. A HX é mais linear e menos dinâmica com o ataque das cordas, mas é algo que só detecto ao tocar, e mesmo assim muito pouco perceptível. Acho que ganha pela versatilidade, facilidade de uso e os snapshots, que de facto dão um jeitaço.