Coelho135

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  1. Upgrade de amplificação?

    Agradeço todos os conselhos que me foram muito úteis na ponderação da minha decisão. Fiz a opção de compra do Laney IRT Studio 15W. Pela análise que vi, tem uma série de potencialidades de canais de entrada (Clean, Rhytm e Lead). Tem um canal de 15W e outro de <1W. Tem uma série de entradas na parte traseira. Espero ter feito uma boa aposta. Pensei no Amp Boss Katana 100 e estive quase a comprá-lo. Tenho uma Zoom G3. Quando a comprei há 4 anos atrás foi por uma questão de comodidade. Ou seja, alterar os parâmetros no computador, sentadinho, em vez de me dobrar para actuar nos pedais analógicos que tenho. mas decorrido algum tempo chego à conclusão que, para as músicas que pratico, só preciso de um pouco de Overdriven, Delay e Reverb (e complementarmente alguma Distorsion e Compressão). Resultado, só utilizo uma configuração base na Zoom G3 (todas as outras milhentas opções estão a mais). Quando analisei o Boss Katana, observei que este amplificador tem uma data de canais e inúmeras configurações através de software. E pensei cá para mim "O quê, vou duplicar ou triplicar as hipótese de configurações para depois ficar de olhos trocados e chegar à conclusão que de pouco preciso? E depois? Utilizo as configurações da Zoom ou do Boss Katana? O que é que faço à Zoom se optar pelo Boss?... (Quem conhece a Zoom, sabe que podia passar uma "vida inteira" a fazer configurações e mesmo assim não esgotava as capacidades da mesma, ficando sem tempo para aquilo que é importante, praticar, praticar e praticar. Mas penso que se passa com tudo que tenha software... e nunca ficamos satisfeitos.) Por um lado, na minha decisão, procurei manter as coisas mais simples possível e por outro, ficar com um amp a válvulas, pela maior fidelidade de som, segundo o que pude apurar. Quando chegar o IRT irei testar a configuração que melhor se adapta à prática. Depois darei tempos e resultados.
  2. Upgrade de amplificação?

    Nunca toquei num amplificador a válvulas, daí a minha total ignorância. Se calhar não é uma boa escolha. Obrigado.
  3. Upgrade de amplificação?

    Refiro-me a este IRT: https://www.thomann.de/pt/laney_irt15h.htm e o tom a que me refiro é este: (Aliás adquiri este, além de outros temas, há pouco tempo na JamtrackCentral)
  4. Upgrade de amplificação?

    Já algum tempo (cerca de 6 anos) que tenho um amplificador Roland Cube 15XL. Utilizo somente o canal Clean, recentemente com uma Zoom G3. 90% do tempo toco com auscultadores (Sennheiser HD 206) para não incomodar os vizinhos. Anteriormente tocava com alguns pedais da Boss (Noise supression, Compression/sustain, overdrive/distortion) e obtinha os efeitos FX de um antigo amplificador micro cube, cujo spreaker deu o tiro há longo tempo. Esta combinação acabei por guardá-la, substituindo-a pela Zoom G3. simplificando enormemente o diagrama de cabos. Tocando desde sempre com o Power Squeze on, reparei que com a Zoom G3 os sons que ouvia nos auscultadores eram diferentes daqueles que saiam da coluna do amplificador. Tal era frustrante, pois acabava por me perder na alteração de parâmetros na Zoom para que conseguisse uma conciliação de sons (entre auscultadores e ao vivo). Não satisfeito, comecei a procurar amplificadores e encontrei o Laney Ironheart IRT15H (a válvulas) que se aproxima dos requisitos de quem toca em casa: treinar na maior parte do tempo com auscultadores e executar ao vivo com um nível de som que não incomode muito os vizinhos. Entretanto, nas minhas experiências, há 3 dias toquei sem o Power Squeze, baixando o nível de entrada no amplificador para que pudesse ter algum controlo sobre os auscultadores e reparei que os sons destes e ao vivo coincidiam (o Power Squeze acentua mais os graves e elimina praticamente os harmónicos). Estou satisfeito, no entanto ficou uma atracção pela compra do Laney Ironheart IRT15H (já há 3 semanas que ando a investigar amplificadores na net) Não toco metal nem hard rock. Sou selectivo nas músicas que toco e que vou ensaiando que são praticamente melodias e blues (Camel, Gary Moore, Joe satriani, Jan Cykra,..) O que gostaria de saber, pedindo a vossa opinião, é se ganho alguma coisa em comprar o Laney Ironheart IRT15H para substituir o Roland Cube 15XL.
  5. Musica só faz sentido com pessoas. Música é uma forma de comunicar, de transmitir emoções, de dar palavra às pessoas, dar expressão ao grupo. A música formata as pessoas e as pessoas modelam a música. É uma saudável "luta" entre músicos e audiência que permite evolução. Para alguns autores, nos primórdios, a música constituía a ordem perante o caos da natureza. Com o evoluir dos tempos, a música foi a ordem perante os caos das sociedades. Que pessoas temos? O que lhes afectam? Que música querem ouvir? Estão sensibilizadas para a música? Gostariam de aprender ou dão cada vez mais ou menos importância à música? Há algo de errado, ou caminha-se na direcção certa? Que músicos temos? A música será uma forma de profissão? Que papel tem a evolução tecnológica? As escolas de música prestam um bom serviço público? Deixo estas perguntas para reflexão. Será igualmente interessante rever o vídeo abaixo, para tentar ver as tendências futuras:
  6. Fender N3 Noiseless Pickups - Ajuda

    Obrigado a ambos pelo estímulo e pelo desafio. Deixem-me descansar depois de um período de grande pressão. Talvez venha a escrever algo mais estruturado e depois submeto. Quanto ao menor brilho dos noiseless é verdade. Mas vi na net um "maroto" que abriu o pickup e ligou as duas bobines como uma, e em vez de ter duas bobines em paralelo passou a duas bobines em série e foi-se o noiseless. É uma outra opção. No meu trabalho nunca pus em hipótese abrir os pick's pois tem-se que destruir a zona onde passa os parafuso de aperto. E por outro lado, tive receio que alguma coisa estivesse "armadilhada" lá dentro e depois adeus pick.
  7. Xutos E Pontapés - Homem Do Leme (Cover)

    Sou um humilde principiante. É um trabalho muito bom. Deixava um conselho. Não gosto do timbre da guitarra na introdução (que se repete mais à frente). Por um timbre menos agressivo. E em vez de entrar com o toque tan-tan-tan, eu substituia por: tan---tan-tan---tan-tan-tan.
  8. Fender N3 Noiseless Pickups - Ajuda

    Depois de um árduo trabalho, resolvi o problema e quero deixar aqui algum conhecimento que entretanto adquiri sobre estes pickup's Fender Noiseless N3. 1. QUE ELEMENTOS PODEMOS ENCONTRAR NO INTERIOR Aconselho ver o seguinte video: E o que vemos no fundo é um Humbucker mas disposto na vertical. Entre as duas bobines encontra-se uma armadura de protecção magnética. O fino fio de cobre está enrolado em caixas de plástico, pelo que, o fio não entra em contacto com os pólos (pinos) magnéticos. Ao que parece acontecer nos originais picks Vintage. Nestes o fio era enrolado directamente sobre os pinos magnéticos e tal implicava que quando se moviam estes (para ajustes do nível de som de saída) forçava-se o enrolamento podendo causar rotura dos fios e, consequentemente, a destruição do pick. Este tinha sido o meu medo inicial, quando mexi nos pólos e deixei de ter som nalguns pólos. CONCLUSÂO: Os pólos dos Fender N3 podem ser ajustados para cima ou para baixo conforme se quiser, pois correm num canudo de plástico, que faz fronteira com o enrolamento. 2. ALNICO 2, ALNICO 3 e ALNICO 5 De uma forma simples quanto maior o número mais forte é a força magnética do ALNICO (mistura de ALumínio, NÍquel e CObalto). Existem várias tabelas na net que dão os valores de forças, temperaturas de operação, etc. Este material é utilizado na indústria, em motores eléctricos, por exemplo, e não foi inventado para fazer pickup's (foi depois adoptado para tal, tal como entretanto já existem outros materiais como é o caso de SmCo (Samario- Cobalto) que é um magneto ainda mais). Mas por haver uma diferença de força magnética entre Alnico's não quer dizer que, no caso dos pick em questão, o som seja mais forte de um para o outro. Quando a "carga" (magnetização) está adequada o "trabalho" (som, corrente... como quiserem) é o mesmo. Em termos de sonoridade, quanto menor o número do Alnico mais "warm" é o som. Este video é interessante em certa forma: Todo o material magnético está sujeito a desmagnetização natural. No caso dos Alnico's, o que apurei, de 10 em 10 anos vai desmagnetizando num valor apreciável. E estando perante materiais diferentes, é natural que se comece a sentir na guitarra que um pick está a dar mais som que outro, pois estes materiais desmagnetizam de forma diferente. Tal não se nota quanto todos os pick's da guitarra são de um mesmo Alnico (neste caso, o que se vai notando é que ao longo do tempo temos que aumentar o volume do amplificador para obter o som a que nos habituámos). CONCLUSÃO: O conjunto de 3 pick's com materiais diferentes exigem que em cada 10 anos se faça uma magnetização para repor os níveis de sonoridade. 3. ESTES PICK'S FORAM DESENHADOS PARA QUE GUITARRAS? Do que apurei, estes pick´s foram desenhados para guitarras com uma escala de pequenos raios (inferior a 10"). Como tal, quando se colocam numa guitarra de raio muito elevado (escala quase flat, que é melhor para fazer bend´s) o que vai acontecer é que as cordas G e D vão dar mais som (os pólos magnéticos estão mais elevados do pick e por conseguinte mais perto das cordas) e as cordas B e E (mais fina) menos (pólos mais afastados). Já que no respeita às cordas A e E(mais grossa), como têm mais massa a atenuação não é tão sentida. CONCLUSÃO: Antes de comprar uns Pick's verificar para que guitarras foram projectadas. 4. PORQUE FIQUEI SEM SOM NALGUNS PÓLOs DOS PICK's Quando tentei ajustar os pólos magnéticos (no fundo o que queria é que todos ficassem à face do pick) deparei-me com uma grande prisão deste nos tubos onde estavam inseridos. A prisão era tanta que utilizei uma vara de metal e um martelo, e com pancadas lá consegui movê-los. TRABALHO MUITO ERRADO! No decurso das minhas pesquisas apurei que um imã pode desmagnetizar com um choque mecânico (por exemplo, às vezes basta deixá-lo cair ao chão). Em sentido figurado, um imã é como, digamos, um corpo de bombeiros que combate uma frente de fogo. Todos alinhados e disciplinados. Mas se de repente existe um choque que os atordoa cada um começa a deitar água na direcção que lhe "dá na mona" e a eficácia do combate é perdida. No imã a "coisa" tem a ver com o spin dos electrões (dança dos electrões, todos danças para o mesmo lado) coisa que não vou entrar em detalhe, senão corro o risco que não leiam mais. Quando existe uma panca mecânica, cada um passa a dançar atordoado e "adeus imã". CONCLUSÃO: Tratar os magnetos com cuidado. 5. PROCESSO DE MAGETIZAÇÃO Deparei-me com alguma dificuldade em comprar magnetos fortes a um preço acessível. Existem muitos materiais que podem ser consultado na net. Acabei por comprar 4 bandejas de por material de ferragem, que tem um forte imã por baixo (nas lojas dos chineses encontra-se lá disso). Retirei os imãs e fiz a magnetização conforme a figura, durante um período de 24 horas, a cada conjunto de pólos. Depois de magnetizados voltei a fazer a experiência da atracção na folha de papel (ver o meu primeiro post) e verifiquei que os pinos disparavam para a barra magnética a uma distância superior. 6. MONTAGEM DOS PÓLOS NOS PICKs Desta vez não houve marteladas. Utilizei um alicate de força e meti todos os pólos à face dos Picks. 7. MEDIDAS DE PREVENÇÂO Reparei que os enrolamentos das bobines inferiores eram parcialmente visíveis na parte inferior dos picks. Tal facto poderia provocar no futuro uma maior exposição à corrosão dos enrolamento e inutilização dos picks. Como tal, dei um banho de cera que tapou a folga entre a parte inferior da capa e a base dos picks. 8. MONTAGEM Tudo foi montado e está a funcionar impecavelmente. 9. CONSIDERAÇÕES FINAIS a. Cada pick tem 3 fios: Verde - Ligado à barra metálica de protecção magnética Preto - Massa, terra ou negativo do sinal Branco ou Azul ou Vermelho - sinal de output de cada pick b. Estes fios não são coaxais, mas fios grossos e isolados e como tal, para fazer a montagem tive uma "trabalheira" para acomodar tanto volume de cablagem. Como não tenho botão de inversão de fases, poderia ter eliminado os fios verdes soldando um shunt logo na base do pick entre verde e preto. Mas evitei a todo o custo fazer soldaduras junto aos picks e dar muito calor com o ferro de soldar, pois se algum dos fios da bobine derretesse lá se ia o Pick e todo o trabalho e dinheiro. Se conseguiu ler tudo até ao fim, agradeço e espero que tenha sido útil de alguma forma.
  9. Guitarras estranhas

    Comprei esta em Espinho há menos de um ano, em promoção. Pelo número de série, esta guitarra tem 23 anos. É uma guitarra sólida e o tom adapta-se a todo tipo de música, pois os picks não são maus nem bons. Da guitarra sai um som "domesticável" por todos os efeitos do processador e do amplificador. Estou satisfeito. Pena não a ter tido há mais tempo.
  10. Fender N3 Noiseless Pickups - Ajuda

    Junto mais uma foto da experiência. Um pick com ordinários parafusos, com uma barra magnética por baixo.
  11. Fender N3 Noiseless Pickups - Ajuda

    Há algum tempo comprei na Thomann um conjunto de pickups Fender N3 Noiseless. Os pickups foram montados numa normal stratocaster. A combinação de 3 tipos de material magnético, Alnico 2, 3 e 5, Neck, Middle e Bridge, respectivamente, abriu-me o interesse, pois seria de esperar sons mais "quentes" no neck e mais "acutilantes" na bridge. E de facto tal verificou-se. Contudo, desde logo, observei que o nível de som em cada pickup era diferente o que me levou a ter o pick do neck e da bridge mais levantados e o pick middle rebaixado, ficando quase rente ao pickguard. Também notei que havia uma grande diferença entre os sons das cordas E, B e G (sempre num crescendo). Mais notório nos picks neck e middle. A escala do braço é flat (raio infinito) o que é muito bom para os bends. Expeditamente ajustei os pólos magnéticos e o som entre cordas ficou mais equilibrado. Entretanto mudei de bridge e após os trabalhos concluídos, constatei que tinha cerca de 3 "pólos mortos" em cada pick do neck e bridge, designadamente, nas cordas mais grossas. Depois de uma pesquisa na internet, fiquei um pouco apreensivo, pois encontrei algumas opiniões que afirmavam que mexer nos pólos magnéticos poderia conduzir à "destruição" dos picks pois o enrolamento do fio de cobre da bobine poderia estar "agarrado" aos pólos. Experiências que até agora fiz: 1. Medi a resistência dos picks e encontram-se dentro dos valores de referência, o que à partida afasta qualquer interrupção nos enrolamentos; 2. Notei que alguns pólos atraiam mais o metal que outros. Naqueles que apresentavam maior magnetização o volume de som era maior. Troquei os mais "fortes" pelos mais "fracos" e observei que as notas mortas tinham-se alterado, situando-se nos mais "fracos", 3. Num pickup retirei todos os pólos e coloquei dentro dos buracos vulgares parafusos e utilizei uma barra magnética por baixo para os magnetizar. Ensaiei o nível de som junto às cordas de uma outra guitarra e este vinha alto e claro; 4. Fiz uma simples experiência como os pólos de um pick (que junto imagem) e que consiste na observação e medição da distância a partir da qual um pólo se começa a deslocar em direcção a uma barra metálica. Os valores encontrados foram diferenciados. (1, 2, 3, 4, 5 e 6 indicam os seis pólos magnéticos e a posição em que se começaram a mover em direcção à barra metálica; a verde está uma escala arcaica em centímetros) Considerações e pontos de pedido de ajuda: 1. O magnetismo é uma força tramada pois não se vê e não é fácil de medir. Será que os pólos desmagnetizaram? 2. Será que nos trabalhos de mudança da bridge, os dois pics neck e bridge ficaram juntos e induziram desmagnetização? Mas com o tempo passado, entretanto, já deveriam ter recuperado. 3. Será que a diferenciação inicial encontrada logo de início entre o volume de som dos 3 picks, já indiciava que o nível de magnetismo dos picks do neck e da bridge estavam abaixo dos valores de referência (a desmagnetização por vezes deve-se a um mero acaso - basta um pólo encontrar uma força oposta induzida por um outro íman, motor eléctrico, etc). Estou num impasse.
  12. Vamos aceitar esta afirmação: "Mudar os pickup's a uma guitarra não a transforma numa imitação da original.", sendo que a definição de imitação já foi abordada neste tópico. É uma verdade universal? Para que não o seja terá de haver pelo menos uma guitarra que negue a afirmação. Neste site http://www.guitarcenter.com/Cort/MBC-1-Matthew-Bellamy-Signature-Electric-Guitar.gc lê-se na parte dos pickups: The MBC-1 is equipped with pickups developed by Manson Guitar Works especially for this guitar. The versatile setup includes a fully voiced humbucker in the bridge and a true single coil neck pickup reflecting the layout of several of Bellamy' stage and studio custom instruments. Se os pickup's fazem parte integral da guitarra, então ao serem substituídos descaracterizam-na passando a imitação. Encontrámos pelo menos uma guitarra, então a afirmação : "Mudar os pickup's a uma guitarra não a transforma numa imitação da original." é falsa. A minha conclusão final, rigorosa e do ponto de vista da legalidade jurídica: 1.No mundo profissional não aconselho os artistas a utilizarem instrumentos modificados, a não ser que tal modificação tenha recebido autorização da marca. 2. Nos contactos com o público seja de modo real ou virtual, não aconselho a exibição de instrumentos modificados exibindo a marca e o modelo original, quer por ter ficado uma peça com a inscrição original (mudar o corpo, mas ficar o braço com a marca e o modelo) quer por ter sido o agente modificador a reinscrever a marca e o modelo (mudar o braço de uma guitarra e voltar a inscrever). 3. No meio privado, não existem restrições de maior.
  13. mas estamos a falar de modelos patenteados?
  14. Mais uma achega https://patents.google.com/patent/US6291759B1/en Esta é uma patente da Fender (Pickup for electric guitars, and method of transducing the vibrations of guitar strings) onde é explicado tudo ao pormenor. Aqui temos uma aproximação aos produtos patenteados da Fender: https://www.fender.com/pages/terms-of-use na parte Intellectual Property Rights. Estou a utilizar a Fender, como mero exemplo, pois tudo será inevitavelmente igual noutras empresas (e até gosto muito da Fender). Uma guitarra patenteada (na parte que diz respeito ao design), em conjunto com uns Pickup's patenteados, penso que em si fará um produto patenteado que recebe um nome de modelo exclusivo e o respectivo ano ou data de edição. Alterar o que quer que seja, penso que transformará o objecto numa imitação do original. Aliás não esquecer que o propósito de uma guitarra eléctrica é produzir um som com determinadas características, ligado a um amplificador (não vamos falar de efeitos e outras coisas que alteram o som, aliás o som de uma guitarra deve ser analisado num amplificador - linear? logaritmo? puro - que não omita ou acrescente qualquer característica). A marca e o modelo marca o som. Pode-se argumentar que a guitarra também dá som sem pickup's. Claro. Mas se o propósito fosse esse, não os punham lá (também existe a teoria, que alguns não aceitam, que o campo electromagnético dos magnetos provocam "prisão" no movimento das cordas, o que também conferiria uma característica ao som produzido sem amplificador). Se estamos perante uma guitarra de marca, mas que não encontramos a referência dos pickup's, onde quer que seja. Provavelmente só o design estará patenteado. Acrescento outro pormenor. Quando uma guitarra tem uns pickup's com a designação "XXXXX Design", normalmente são de menor qualidade já que (penso) é feita uma encomenda a uma fábrica que poderá seguir outros processo de fabrico. Enfim, não é genuíno e também não sei se neste caso é patenteado. Foi como umas calças que comprei bem caras (apesar dos saldos) numa loja conceituada e mais tarde, na lavagem (e descoloração) é que reparei que tinham sido fabricadas num país asiático. Claro que me senti fulo e passei a ter mais cuidado às etiquetas aquando de compras. Foram umas calças "zzzzz design". :-) Gostava que dessem contributos. Pois não tenho certezas, só fiz uma abordagem ao problema e se no final chegarmos a alguma conclusão ficaremos mais ricos no conhecimento. :-)
  15. Eu também pesco pouco. Mas havemos de chegar a alguma conclusão. Continuando a investigar. Encontrei este artigo interessante: https://www.musicradar.com/news/guitars/fender-loses-guitar-copyright-case-201886 Provavelmente os PU's não estarão nas patentes. A patente tem de ser paga de x em x tempo. Quanto a Fender, por exemplo, sai com uma nova edição de um modelo, baseia-se numa patente já paga ou regista este novo modelo?