F.Coelho

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Sobre F.Coelho

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    Masculino
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    Portugal
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    Almada
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    Guitarra
  1. Os pickups são do tipo noiseless?
  2. Tremolo Floyd Rose - Pedido de ajuda

    podes comprar no Leroy por exemplo, mas existem muitos modelos: https://www.leroymerlin.pt/Produtos/Ferramentas/Ferramentas-de-mao/Medicao/WPR_REF_15672825 mas de facto, tens razão, costuma-se (con)fundir ambas as ferramentas (basta fazer um busca na net). Tudo depende da escala. Mas, no meu caso tenho de admitir que medi com um paquímetro. Penso eu de que... Obrigado pelo esforço que tivestes em compilar toda essa informação. No entanto, não sou muito de coisas em segunda mão. Acho que as guitarras têm alma. E tanto maior quanto mais nelas se tocam. E cada alma tem uma especificidade própria. Com uma guitarra nova criamos a alma à nossa imagem... e acho que já percebestes e não vale a pena mais filosofia de virar a esquina Atenção que as Yamaha têm, e volto a dizer, uma especial atenção pela qualidade das madeiras. Acho que estão no top. Por esse preço não arrisco. Só gosto de funções lineares. Todas as outras dão cabo da tola. Não. Nem mais uma guitarra. Já chega de surpresas. Vai ficar assim. Não mexo. Ou então, improviso. Se me der "vontade", arranjo maneira de baixar aquele monte de "engenharia da treta"... Por outro lado, não era mais prático colocar os micro afinadores no bloco? Fazer um mecanismo que faça subir ou descer as cordas sem alterar as alturas dos saddles? (atenção que não sei se já existe ou não, mas se não existir a patente é minha). Agora, esta "tecnologia de ponta" TRS que permite que se esteja a tocar e basta roçar a mão no micro afinador da corda E e toda a guitarra fica logo desafinada. Tem muito que se lhe diga. "Êngenheros"... Que ela está bem sei eu, farta-se de olhar para mim e ri-se às gargalhadas... Obrigado pela ajuda pessoal. Como se costuma dizer: "Tudo como antes, quartel fica em Abrantes." (Acho que é assim)
  3. Tremolo Floyd Rose - Pedido de ajuda

    Não me parece @tmo. A dada altura, tinha buzz no saddle da corda E mais fina. Permutei os saddles E's da corda mais fina pela mais grossa. Perante este facto, na prática quando se deu o acidente, para salvaguardar o aparecimento de buzz no saddle da corda B, que já apresentava desgaste, comprei dois saddles, um para a corda E e outro para a corda B. Mas de facto o que verifiquei após medições com o micrómetro é que estes saddles da Schaller são ligeiramente mais baixos que o material da Yamaha, e ambos necessitaram de calço (o material deste TRS parece-me de muito baixa qualidade, não é original, foi fabricado sob licença e isto já diz tudo). Aliás, o material da Yamaha tem especificações pouco padronizadas (saddles, pestanas, largura entre cordas, braços, pickguards). E torna-se difícil encontrar material que "encaixe" sem se fazer modificações. Por isso desisti da Yamaha. Tinha 3 guitarras desta marca e agora só mantive esta. Quando ao tremolo, desejável seria algo parecido que é mostrado no minuto 04:39 deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=OviFEts9eKI Mas neste casoos saddles são especiais e no caso de haver problemas com um deles, devo ter o mesmo problema que tive com o TRS. O mercado de spare parts funciona muito mal.
  4. Tremolo Floyd Rose - Pedido de ajuda

    Estas chegam? (Neste momento tenho a corda E mais fina "off")
  5. Tremolo Floyd Rose - Pedido de ajuda

    Já tinha colocado aqui uma imagem da guitarra, que volto a fazer (copy e paste): Começo por dizer que sou tão somente um curioso amador, que gosta de tocar o melhor que posso, mas que procuro sempre evoluir (até poder), já numa fase avançada na idade. Há uns tempos atrás, aquando do aperto de uma das cordas, o metal cedeu e o saddle foi à vida, parecia manteiga (algo natural ao que parece). Junto da Fratermusic tentei resolver o problema que contactou o fornecedor mas, no final, só com uma peça da Schaller consegui resolver. Mas não ficou a mesma coisa pois tive que colocar um calço de folha de aço para acompanhar a curvatura da escala. Sem entrar em grandes pormenores, a minha técnica de picking, na altura, permitia tocar nela, no entanto com impacto no ombro quando tocava nas cordas E e A (entretanto tive uma lesão muito série de prisão do ombro que me afectou quase um ano). E daí, pus a guitarra de parte. Quanto a técnica, actualmente estou a reaprender o picking, pois mudei a forma de "prender a palheta" de polegar-médio para polegar-indicador. Estou a obter progressos, mas esta nova situação "obriga" a poisar a palma da mão em cima dos saddles. Deixei de ter impacto no ombro (pois trabalho mais com o pulso e o antebraço) e voltei a olhar para esta guitarra, pois alguns temas, não tão exigentes podem voltar a ser tocados, com o tremolo. E daí dizer que estou com a mão do picking encolhida pois a estrutura dos micro afinadores é muito elevada. Finalmente, esta guitarra, made in Twain, é de 1993 (comprada em Espinho em 2017) e está praticamente nova, tem valor sentimental e a minha filha já me disse que nem pensar eu desfazer-me dela, pois quando eu me for ela quer a guitarra como memória. Posso dizer que já pensei não fazer nada e deixar assim. Mas a guitarra tem um som forte e uma baixa acção e é pena que esteja para ali só a ocupar espaço. (Só mais um pormenor, a cavidade onde encaixa o tremolo tem um comprimento de 8 cm, medidos no sentido longitudinal e o actual tremolo está folgado nesta cavidade, isto é, existe uma folga de cerca de 1,5 cm entre o fim do tremolo e o fim cavidade.)
  6. Tremolo Floyd Rose - Pedido de ajuda

    Tenho uma Yamaha RGX321FP com o tremolo TRS 101. No entanto estou a tocar com a mão encolhida porque este tremolo é, para mim, alto demais. Já vi uns temolos da Ibanez que são Flats, no entanto não sei se são compatíveis com a guitarra (pois não encontro as dimensões nas pesquisas que fiz). Alguém pode avançar com ideias?
  7. Ligar um par de colunas a outro

    O @Guilherme Santos já deve estar com um grande nó na cabeça. Vejamos. Do que percebi do artigo do post anterior, o "conceito" está virado para as colunas. Isto é, como obter a maior potência das colunas sem as danificar. O autor aconselha um amplificador, por regra com o dobro da potência das colunas, mas que nunca seja utilizado na sua máxima potência. Num outro ponto de vista, o conceito está virado para o amplificador. Isto é, como proteger o amplificador sem o submeter a sobrecargas e claro, protegendo as colunas. Neste "mundo" é recomendável que o amplificador tenha cerca de 3/4 da potência das colunas e que nunca seja utilizado na sua máxima potência. Os amplificadores a partir de dada potência deixam de ter uma resposta "linear" e costuma-se dizer que "saturam". Vejamos, no caso colocado pelo @Guilherme Santos penso que tanto poderá optar pela solução que colocas, muita potência, mas muito cuidado no controlo do ganho, ou então, por pouca potência e nunca utilizar o amplificador no máximo (que por regra assim o deverá ser sempre). Seguindo o conselho do autor do teu post, e transpondo para o conselho que dei, amplificador de 10 W, significaria que estávamos na presença de colunas de 5 W. E como não se deve utilizar o máximo de amplificação, significa que, por exemplo, o @Guilherme Santos poderia utilizar, digamos, cerca de 7,5 W de picos no amplificador. Resultado, sem avançar mais, estamos provavelmente a falar da mesma coisa mas de modos diferentes. No entanto, a tua solução aponta para se obter mais som do que na minha solução, já que se poderia ir até aos 15 W, com picos superiores, sem o problema da onda quadrada. Mas como já disse tenho conhecimentos limitados sobre a matéria. Isto é, estudei amplificadores mas esta coisa da "onda quadrada" nunca me passou pelas "mãos". No entanto, penso que nada melhor há que a experiência e nesse caso penso que a tua visão deverá ser tida em conta e seria interessante saber mais pormenores de experiências que tivestes e em que circunstâncias, se possível.
  8. Ligar um par de colunas a outro

    Tenho alguma água salgada nas veias e claro que o mar me fascina. Voltando ao nosso tema. Encontrei um paper, discutível como sempre, que coloco o link aqui: http://www.ovnilab.com/articles/clipping.shtml Mas avanço que no final este autor diz o seguinte: No squares there. The reason I point this out is because many people think square waves will burn out their speakers--but even in the rare cases where the clipped wave does sort of resemble a square, if square waves really damaged speakers then how would we ever be able to listen to a recording of a synthesizer or a pipe organ? The "overheating piston" action that people claim occurs with a square wave simply does not happen in reality, at least not to any degree more than other big signal peaks; and again in reality clipping audio doesn't result in square waves anyway. The burnt-out coils that amp repair techs regularly deal with all resulted from too much power being sent into the speaker, completely regardless of whatever wave shapes were sent through it. You will hear lots of people--even senior audio professionals--recite the claim that clipping and square waves damage speakers as if it was "gospel truth", but it's really just a long-established myth that will not die. Here's how that myth got started, and maybe why it continues: When you crank an amplifier to its maximum, and feed it a strong, spiky input signal, it can actually put out much more power than it is rated for--sometimes hundreds of watts more. So for example when a bassist has a 200 W amplifier, and a speaker cab rated for 300 W, he might suppose that there's no way the amp could overpower the speakers; but if he dimes the amp's output, and plays aggressively, he certainly could blow those speakers, because he will be sending spikes much higher than 300 W into that cab, all night long. Yes, the amp will have been clipping like crazy, so he (and his amp repair tech) will usually assume it was the clipping that blew the cones--but it was the excess power that actually did the damage. On top of all that, tweeters (high-frequency drivers) are usually rated for a lot less power handling ability than larger speakers are; and the harmonics of clipped waves can mean a lot of extra energy up in the high frequency ranges that typically get sent into a tweeter; so it's fairly common for clipping at high volume to result in way too much power being sent into the tweeter, causing it to burn out. Just remember that the same wave shape, at a lower volume level, would not have done any harm. Desconhecia o fenómeno de um amplificador poder debitar uns extras. Mas agora que penso no assunto, faz sentido.
  9. Ligar um par de colunas a outro

    Confesso que desconheço totalmente este fenómeno e agradeço a partilha de conhecimento. Mas tanto amplificadores e colunas são projectados para funcionarem plenamente com fiabilidade a cerca de 3/4 da potência. Não é suposto, por razões de segurança, levar os equipamentos a esforços máximos em qualquer área. Em princípio será legítimo pensar que no caso de se querer mais som, aposta-se em equipamentos mais potentes. Numa outra área e só como curiosidade, existe uma prova que é obrigatória para determinados tipos de navios quando saem de fabrico. Essa prova consiste, indo o navio à velocidade máxima meter os motores a ré (no sentido inverso) à potência máxima e registar em quantos comprimentos de navio ele pára. Nalguns navios é "gerada" uma onda que inunda a popa (a parte detrás do navio) nesta manobra. Esta manobra só é feita uma vez na vida de um navio (não havendo azares claro), porque as forças estruturais em jogo são de tal ordem elevadas que causam uma preocupante fadiga de materiais. Desculpa este desvio, mas sempre vamos falando de outras coisas. Vou pôr na minha agenda esse fenómeno que mencionastes para ver se encontro alguma explicação física.
  10. Aquisição de 1ª guitarra elétrica

    A primeira atitude, importantíssimo, a ter em mente quando nos vamos iniciar no mundo da guitarra, neste caso, eléctrica é a mesma que quando se compra um par de sapatos, por exemplo. Não se compram sapatos só porque são bons e bonitos. Compram-se os sapatos que ficam bem ao pé e dão conforto no andar. Por isso atenção à ergonomia da guitarra, à escala versus tamanho da tua mão, posição em que colocas a guitarra em relação ao corpo, etc... para que mais tarde não te arrependas.
  11. Ligar um par de colunas a outro

    Atenção aos dados do problema! Se a potência das colunas são 15 W, então convém que nunca seja atingida esta potência, pois corre-se o risco de haver "estragos". Aconselhava que o amplificador no máximo debitasse 3/4 da potência máxima das colunas, ou seja, cerca de 11,25 W. Por uma margem de segurança, vamo-nos fixar nos 10 W, pois o amplificador em questão dá para várias impedâncias e pode ter um comportamento mais "abusivo", para uma impedância de 8 ohms (pois a informação técnica diz que aceita impedâncias de 16 ohms). Concluindo, aconselho uma alimentação de 12 volts, com um débito de 10 W.
  12. Segredos dos Pickups

    Recuperando este tópico, por ter feito a supra afirmação, deixo dois vídeos que dá para perceber o fenómeno. O primeiro é mais tipo sensacionalista e o segundo mais didáctico.
  13. Azar. Essa guitarra fez-me lembrar, não sei porquê, aquela velha anedota em que um amigo diz para o outro: - Imagina que te davas cara a cara com uma onça. O outro respondeu que lhe dava um tiro, mas o amigo diz-lhe que não tinha pistola, o outro argumentou que atirava~lhe pedras, o amigo diz-lhe que não haviam pedras, o outro disse-lhe que subia para cima de uma árvore, o amigo diz-lhe que não havia árvores ... e assim prosseguiu até que o outro diz: " Ouve lá, afinal és meu amigo ou amigo da onça".
  14. Quando os valores são idênticos ou perto disso, é como dizes. Já tinha mencionado noutro tópico, mas aqui vai. Para calcular a resistência final (Rf) de n resistências em paralelo, a fórmula é esta: 1/Rf = 1/R1 + 1/R2 + 1/R3+ ... +1/Rn se n=2, então, 1/Rf = 1/R1 + 1/R2 = (R2 + R1)/(R2 X R1) => Rf = (R2 X R1)/(R1 + R2) se R2 = R1 = R, então temos: Rf = (R X R) / (R + R) = (R X R) / 2R = R/2 A partir de agora não há desculpas para errar.
  15. São bons valores, dentro do expectável. Claro, do que tenho lido, que existem muitos parâmetros na construção de captadores. Mas normalmente, em guitarras que trazem humbuckers próprios (tipo gémeos) sem marca designada, é de esperar que o da bridge tenha um valor superior. Mas como disse, depende de muitos factores.