F.Coelho

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Sobre F.Coelho

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    Masculino
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    Portugal
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    Almada
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    Guitarra
  1. Informação/Ajuda - Upgrade a ibanez grx70

    Interface? Hum... isso costuma desvirtuar o som das guitarras. Gosto mais do analógico. Pedais analógicos e amplificador de válvulas é o meu lema. Estive a dar uma olhadela no teu amplificador no YT e não gostei das apresentações que vi. O som não deslumbra. Para fixares a ponte é fácil. Vais à parte detrás da guitarra e apertas (o suficiente, logo verás) os parafusos que controlam a tensão das molas. Anota a distância de aperto actual não vás mais tarde voltar ao tremolo.
  2. Informação/Ajuda - Upgrade a ibanez grx70

    Se quiseres posso-te dar uma ajuda step by step, atacando um problema de cada vez. Vou supor que aceitas essa ajuda. No que respeita aos humbuckers, para veres a pura qualidade deles terás de os libertar. E o que quero dizer com isto? Quanto menor for o valor dos potenciómetros (POT's) maior é o corte dos sons agudos. Os POT's de 250K utilizam-se muito com sigle coils pois estas tendem a ser muito estridentes (assim cortam-se um pouco os agudos). Mas para quem goste de um som bem agudo utilizam-se POT's de 500K (mais utilizados em humbuckers) ou mesmo de 1 MK. Para sentir o som real dos Humbuckers (e single coil) seria necessário eliminar os POT´s do circuito da guitarra e fazer uma ligação directa. Esta "eliminação" envolve retirar a solda em dois pontos precisos. O objectivo é ouvires o som puro. Se tem bons agudos tens pickups para usar. Só terás que depois optar por POT's (e condensador do tone) que te dêem o som desejado. Se desta experiência sentires que o som "não presta" só aí aconselhava-te a mudares de pickup's. Também deves tentar experimentar a guitarra noutro amplificador (não sei o que tens), só para sentir outro pulsar.
  3. Informação/Ajuda - Upgrade a ibanez grx70

    As informações que dás são escassas para te dar a minha opinião. Seria interessante saber o seguinte: 1. A razão principal do upgrade. (Se, por exemplo. estás saturado dessa guitarra, pois às vezes dá-nos a saturite aguda, tudo o que se possa dizer será em vão, pois no fundo o que quererás, nesse caso, é mesmo mudar de guitarra) 2. Precisa de tuners O que se passa com os tuners da guitarra? Uns tuners médios custam à volta de 70 euros. 3. Precisa de pickups Porquê? O que se passa com esses? Uns pickups médios para essa guitarra andarão à volta dos 150/200 euros (penso que serão dois humbuckers e uma single coil). 4. Precisa de ponte O que está mal nessa ponte? Precisas de uma ponte completa ou somente de algumas peças isoladas? As pontes variam muito de preço, entre 60 a 300 euros. As peças isoladas de substituição são mais baratas. A tua guitarra tem boa madeira? Boa sonoridade? Se sim, poder-se-á justificar um bom upgrade. Por vezes queremos livrar-mos de um problema comprando novo e acabamos por arranjar outro problema, pois se vais comprar uma guitarra intermédia, se calhar, não preencherá toda a tua satisfação. Resultado: trocas um problema por dois. Cabe-te a ti decidir.
  4. Tendências e futuro da música

    Um livro não é o mesmo que um filme. Um livro é uma organização de palavras que exprimem contextos, ideias, cenários, .... Quando se lê um livro o cérebro cria algo em nós à medida que o lemos. Trabalha, idealiza, imagina,... Em cada pessoa são criadas imagens diferentes. Existem livros que são aplaudidos por multidões. Mas todas as pessoas imaginaram de forma diferente. As caras, as expressões, as interacções,.. Livros levam a que se imagine nada antes visto. Obrigam o cérebro a um esforço suplementar de aprendizagem. O filme sobre o livro limita o cérebro. Ficamos confinados ao que se vê. Não há espaço para imaginar. Preguiçosamente, na nossa cadeira, somos conduzidos pelo filme. Não esquecer que neste tópico se está a falar de música. Ela é rainha e senhora. Não falo de ópera nem de afins... isso é outra coisa, que caberia noutro tópico. A música deve ser também entendida como forma de estímulo do cérebro, pelo sentido da audição. Sentados no sofá ao ouvir determinado tema podemos ser levados numa saudável jornada para o nosso cérebro. Num espectáculo ao vivo com muitos efeitos visuais limitamo-nos a aceitar o que vemos. A música fica em segundo plano. Defender a música no seu estado mais puro é uma virtude e é garantir que ela possa ter um futuro. Cada um deve ter a capacidade e o direito de vestir a música à sua maneira, no seu cérebro. Tudo o resto é muito bonito e belo, como os fogos-de-artifício. Mas considero que é uma forma de padronizar, não um meio para a liberdade de pensamento.
  5. Tendências e futuro da música

    Estou de acordo com muito do que foi dito. Como já tive oportunidade de dizer aqui, já ouvi muita musica clássica, inclusive ao vivo. A música é uma organização de sons. A música não é uma organização de imagens. A música pretende estimular o cérebro através do ouvido, não através da visão. Por norma, numa orquestra, as únicas pessoas que vi fazerem gestos mais curiosos tem sido os maestros. Mas parece que quanto a isso nada há a fazer. Sentem a música à sua maneira. Existe treino? Penso que não. Vai crescendo com os mesmos. A estimulação da visão tem sido um complemento para as empresas de marketing venderem outras coisas para além da música. Penso que muita gente já comprou uma camisa com a estampa de uma língua para fora. Por exemplo, a música dos Kiss seria melhor ou pior sem a roupa extravagante que usavam, bem como as pinturas? No meio da vossa discussão, coloquei um post que pouco ligaram. Mas retomo aqui, porque é sobejamente importante. E a questão é que os músicos (e às vezes imposto pela industria da música) importaram a coreografia das peças teatrais/musicais, porque também é uma forma de colmatar deficiências de criação artística no campo estrito da música. Há dias vi um filme onde as provas de determinado instrumento para ingresso numa orquestra eram realizadas atrás de um biombo. Ou seja, o júri não via a execução nem via os candidatos. Penso que esta situação diz muito. O que é mais importante? A audição ou a visão? Bem, são ambas importantes. Mas apontaria a visão como superior. Um bom estímulo da visão sobrepõe-se a outros estímulos. É comum a exploração do corpo como forma de proporcionar estímulos de visão. Artistas podem estar uma hora a provocar estímulos desorganizados de sons, no entanto a roupa, as pinturas, os símbolos, as luzes,... fazem "jamming". Será que hoje a imagem é cada vez mais importante que o conteúdo musical? E se a resposta for sim, será que a música está condenada a ser mal tratada?
  6. Tendências e futuro da música

    Outro aspecto. Hoje, cada vez mais, não se pode dissociar um tema de uma sequência de imagens. Como seria se, hipoteticamente, não fosse possível carregar imagens no YT? A música ficaria com um black screen. Acham que se perderia tanto tempo nalguns temas sem qualquer qualidade? Às vezes ouvimos mais um pouco porque houve algum "investimento" na imagem. O problema que levanto é como aquela refeição que o bife estava bem duro de roer, mas acabou com uma excelente sobremesa e no fim ficamos com a sensação que até foi um bom momento (?).
  7. Lulz e Mêmes musicais

    Imagina a corrente eléctrica como sendo uma corrente de água. Imagina uma conduta aérea de, digamos 10 metros de diâmetro, onde vai passar essa água. Imagina que a conduta é feita de plástico ordinário. Imagina que vais aumentando o caudal da corrente de água. Vai haver um momento em que o peso da água sobre o plástico é de tal ordem que a conduta parte. Imagina que agora mudas de plástico para um bom PVC. A conduta vai permitir mais peso de água. Imagina que mudas para aço e depois para tungsténio e por aí a fora. No caso dos fusíveis é a mesma coisa para a corrente eléctrica. Quanto maior a espessura (cross section) do metal mais corrente comporta (isto é a maneira mais simples que encontro para te explicar).
  8. Segredos dos Pickups

    Agora vamos analisar a outra situação, com a ajuda da imagem seguinte: Do lado esquerdo temos a bobine A (pickup) sem o magneto. Do lado direito temos a bobine B a injectar o sinal directamente para fora do humbucker. magneto). O equivalente da bobine A é um típico filtro de corte de frequência de ressonância (à semelhança do que vimos anteriormente para a bobine B). O que se passa nesta situação? - A bobine A pouco efeito provoca no sinal da bobine B, à excepção de uma pequena atenuação derivada do carácter resistivo daquela; - No entanto para uma banda de frequências (centrada na frequência de ressonância), a bobine A apresenta-se com uma resistência (reactância) muito elevada e o sinal da bobine B acaba por sair do humbucker no seu estado puro. Ou seja, não existe atenuação das altas frequências. Juntando agora as duas situações obtemos o seguinte resultado: Como interpretar este quadro? Vamos recorrer à base de dados da http://zerocapcable.com/?page_id=400 e vejamos a seguinte imagem (atenção que esta figura é meramente ilustrativa para fins de compreensão) Vamos comparar um pickup single coil da Fender com um Humbucker da Ibanez. A single coil da Fender tem uma resposta idêntica para todas as frequências até chegar perto dos 6.000 Hz, momento em que começa a perder aquela. No humbucker da Ibanez vemos que nos 6.000 Hz o nível de ganho é igual à single coil da Fender. No entanto o humbucker apresenta um ganho de praticamente 10 dB (o dobro) para as frequências até de 1.500 Hz. Ou seja, embora em ambos os dispositivos as frequências até 6.000 Hz estejam lá, o que se passa é que no caso do humbucker os graves e os médios têm maior ganho (pela soma das situações apresentadas na tabela) e assim o nosso ouvido tem a sensação que os agudos desapareceram.
  9. Tendências e futuro da música

    Músicos somos todos nós um pouco. Poder-se-ia dizer que quase toda a população mundial tem algo de músico. Tendo em conta um um universo mais alargado, estarei de acordo contigo. Mas vejamos, a música (e suas tendências) é veiculada por quem vende e, por exemplo, passa na rádio. Quando falamos de música, por exemplo, nos anos 70's, 80's, falamos das famosas bandas de rock. Não falamos de outros artistas que passaram despercebidos. São as grandes bandas, cantores, etc, que ditam o universo da música. Esta minoria, como tu lhe chamas, detém o poder da música. E tudo gira em torno deste grupo. Quer queiramos ou não, para o bem, ou para o mal... eles são a música! Ainda há dias estava a ouvir a rádio e falou-se numa grande cantora dos anos 20 que pelos 12 anos de idade teve de ir limpar uma casa de prostituição para poder sustentar a mãe. Chegou a prostituir-se. Mais tarde tentou dançar. Não tinha jeito e perguntaram-lhe se sabia cantar. E descobriu-se uma voz com talento. Morreu com cerca de 40 anos vítima do vício de heroína. Fiquei chocado e ao mesmo tempo triste com esta história. Naquele tempo a música era uma forma de sustento. Não de luxo. Hoje, os músicos, desculpem a alavirdade, são quase como os políticos que disputam um eleitorado. Refiro-me quase à grande maioria dos músicos que ditam a música e suas tendência (friso mais uma vez). Estes músicos até podem trazer para a ribalta palavras "mansas", mas penso que tudo isso faz parte de um enredo necessário. A opção por causas e o combate a isto e àquilo são formas de se manterem vivos e manter o seu eleitorado e, por conseguinte, fama e, finalmente, um estatuto social fora do comum. Mas não são eles que têm a culpa. Nós ouvimos, compramos e alimentamos. Começa na adolescência. Imitam-se os cortes de cabelo, a forma de vestir, a dicção nas palavras,... que fazer? O mundo é mesmo assim... Como a história que ouvi e que aqui contei, poderão haver outras similares, mas têm um impacto numa área reduzida e durante um tempo diminuto. Penso ter complementado e esclarecido o meu anterior post.
  10. Segredos dos Pickups

    Vamos ver o que se passa na 1.ª situação, em que temos a bobine (pickup) B sem magneto. O circuito equivalente resultante será o apresentado do seguinte quadro: Do lado esquerdo temos a bobine A (pickup) a injectar sinal na bobine B (sem o magneto). O equivalente da bobine B é um típico filtro de corte de frequência de ressonância. Quem quiser ver o paralelo poderá ver aqui neste vídeo do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=V-BNxWbEQbw Este vídeo é algo complicado, mas o que há a reter no caso da nossa situação é o seguinte: - A bobine B pouco efeito provoca no sinal da bobine A, à excepção de uma pequena atenuação derivada do carácter resistivo daquela; - No entanto para uma banda de frequências (centrada na frequência de ressonância), a bobine B não deixa passar sinal para fora do humbucker. Desta forma, apesar da bobine A, como pickup isolado, continuar a "produzir" frequências altas, a bobine B corta a frequência de de ressonância da bobine A. Como resultado, em comparação a uma bobine isolada, o som torna-se mais grave, pois existe perda nas frequências mais altas.
  11. Tendências e futuro da música

    Bom post @pipes Vou espevitar um pouco isto. Num sentido mais "perverso" quase que dá vontade de exclamar: " Se se sentem roubados porque continuam a alimentar isso!? Parem de fazer música!" O problema dos músicos é que são uma classe profissional competitiva (muito e muito). Não é preciso ir muito longe basta ver o filme Wolfgan Amadeus Mozart onde a profunda inveja de Antonio Salieri pelo talento alheio é sobejamente retratada. Nesta classe profissional o que conta é rebaixar o próximo, ter fama e ganhar muito dinheiro. Tempos idos em que se fazia música para simplesmente pôr a comida na mesa para a família. Hoje em dia quem faz música pensa no sonho do dinheiro fácil, comprar iates, vivendas com piscinas (muitas), carros de top, alimentar vícios, blá, blá, blá... O problema dos músicos é a falta de humildade. Enquanto cultivarem este tipo de mentalidade serão explorados porque estão divididos. Por isso: Não se queixem. Mexam-se. Mudem o estado de cousas ou o que quiserem... De outra modo, costuma-se dizer que "Vozes de burros não chegam aos céus." (PS: Estas palavras não se aplicam a todos os músicos, mas a uma grande maioria... talvez).
  12. Segredos dos Pickups

    A abordagem que se vai seguir para analisar a ligação de duas bobines(pickups) em série num humbucker, passará por analisar dois fenómenos em separado e depois juntá-los. Para se fazer uma analogia, vejamos o seguinte caso (é um pouco tosco, mas pretende-se que haja alguma compreensão): Temos dois remadores num bote: o remador A e o remador B. Os dois remam com a mesma cadência e queremos saber a que velocidade o bote segue. Em vez de analisarmos o problema no global, vamos analisar primeiro a situação em que o remador A rema e o remador B fica parado. E depois o inverso. E finalmente somam-se as duas análises individuais. Não sendo rigorosa, esta abordagem em separado permite dar uma visão bem aproximada do que ocorre na realidade (para o caso dos nossos remadores, podemos chegar a um valor teórico de 4,8 Km/h, por exemplo, embora o bote vá na realidade a 5 Km/h – já é uma boa aproximação). No caso das nossas bobines(pickups) já vimos que são geradoras de tensão graças ao magneto que possuem. Então o que vamos fazer, tal como no caso dos remadores, é retirar o magneto a uma bobine e ver o efeito produzido e depois o inverso. As imagens que se seguem traduzem tal situação.
  13. Segredos dos Pickups

    Consideração teórica Antes de avançarmos mais, convém ter em mente o seguinte: Vamos supor que temos um circuito oscilatório que produz uma frequência de 10.000 ciclos por segundo (10.000 Hz). Existe alguma maneira de se obterem frequências maiores a partir deste circuito? Utilizando circuitos passivos (compostos por componentes passivos, isto é, resistências, condensadores e bobines) a resposta é não. (Nota: Faço uma ressalva para as micro-ondas que andam à volta dos 3.000.000.000 Hz! As micro-ondas e frequências superiores começam a ter um comportamento especial (podemos falar em cavidades de ressonância onde as ondas se "alteram"). No entanto, aqui a duplicação de frequência (no fundo trata-se de uma filtragem do harmónico de segundo grau) tem como consequência uma perda de potência associada. Ver por exemplo o componente passivo apresentado neste link: https://www.pasternack.com/images/ProductPDF/PE8600.pdf ) No caso das guitarras eléctricas também estão presentes os harmónicos de diversa ordem, mas quando estas frequências ultrapassam a resposta de um pickup começam a ser fortemente atenuadas e só com circuitos activos (amplificadores específicos) é que passam a ter algum valor no espectro do som que é reproduzido. Podemos dizer que, na Física não se podem gerar frequências mais altas a partir de um dado sinal sem lhe acrescentar energia. Pelo contrário, quando se retira energia, por dissipação calorífica, a toda a coisa da Física esta degenera ou em potência ou e em frequência. Assim, a resposta à nossa pergunta seria: Para se obter a frequência de 20.000 ciclos por segundo, o mais natural, seria utilizar um circuito alimentado por corrente eléctrica multiplicador da frequência por 2. Onde pretendo chegar? Seguindo este princípio no caso de um Humbucker, que é constituído por duas bobines (pickups), não existirão frequências superiores à frequência mais alta “produzida” por uma bobine (pickup) individualmente. Isto é, se uma bobine (pickup) tem uma frequência de ressonância de 10.000 Hz, por mais circuitos passivos que se coloquem entre ela e o amplificador, esta frequência não sobe, pelo contrário, desce. Portanto, qualquer comparação de sinais que se faça independentemente do tipo de ligação das bobines (pickups) de um humbucker deve-se ter em mente que a referência é uma bobine (pickup) isolada. Uma bobine (pickup) solitária é a que proporciona a melhor resposta em frequência. É a referência pura. Tudo o que se possa ligar a esta que tenha um carácter passivo, incluindo uma outra bobine (pickup) ou potenciómetros, condensadores (condensador do circuito do tone ou os condensadores virtuais dos cabos de ligação) e bobines tem como consequência directa degenerar o “sinal puro” daquela em perda de potência e ou perda das frequências mais altas. Nota: Quando aqui refiro a bobine de um pickup coloco a seguir entre parêntesis a palavra pickup. Quando não o faço, refiro-me a bobines puras.
  14. Segredos dos Pickups

    No que respeita à alteração de som numa guitarra o autor refere que existem várias maneiras, tais como: "Install new pickups. This method is most common, but also the most expensive." Este método não oferece dúvidas e já foi testado por muitos de nós aqui no fórum. A seguir refere: "Change the coil configuration of the built in pickups. This is possible with nearly all humbucking pickups. Normally, both coils are switched in series. Switching them in parallel cuts the inductance to a quarter of the initial value, so the resonant frequency (all other factors including the guitar cable being equal) will be twice as high." O problema não é assim tão simples e o que o autor procura aqui é fazer uma simplificação. Quando se unem duas bobines de um humbucker em série o esquema eléctrico complica-se (de facto passa-se para um filtro de 4.ª ordem que é um “bicho” duro de roer). Vamos tentar simplificar sem entrar em fórmulas matemáticas. Circuito em série Todos nós sabemos o que é uma ligação em série. Por exemplo, quando queremos obter uma alimentação de 9 volts podemos ligar 6 pilhas de 1,5 volts em série. Neste caso o valores individuais de cada pilha somam-se e obtém-se os 9 volts (6 X 1,5 = 9). Já no caso da ligação em paralelo, por mais pilhas de 1,5 volts que se acrescente a tensão de saída será sempre 1,5 volts. Para o caso de um humbucker físico veja-se a forma de ligação em série das suas bobines: Vejamos a imagem do circuito ideal de um humbucker. Cada bobine produz o seu sinal que se somam mutuamente, pelo que, será razoável pensarmos que assim obtenhamos um valor duplo daquele que obteríamos utilizando uma só bobine (tal como as pilhas em série), como se mostra na figura abaixo (para o circuito ideal) (Nota: Atenção que ao termos um som duplo não quererá dizer que tenhamos uma sensação que o som duplicou, pois o nosso ouvido não funciona assim, como já tive ocasião de referenciar num tópico que aqui criei.) Mas tal como já vimos o circuito está longe de ser ideal, pois é constituído por condensadores virtuais e resistências. Vamos mostrar o circuito equivalente real de um humbucker. No próximo post veremos como actua cada bobine em relação à outra.