F.Coelho

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Sobre F.Coelho

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    Masculino
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    Portugal
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    Almada
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    Guitarra
  1. Tendências e futuro da música

    Acho que não se enquadra. E por outro lado: não será uma fake new?
  2. Compra de guitarra eléctrica

    O setup de uma guitarra não é fácil. E não é fácil porque estão em jogo muitas variáveis, indico algumas: - Perfeição do nivelamento dos trastes: está relacionado com o buzz; vai interagir com a altura final das cordas em relação ao braço (a chamada acção); - Trussrod: Vai definir a curvatura do braço, Normalmente toca-se com uma ligeira curvatura, para um melhor ataque; - Na bridge: compensação da rigidez das cordas; leva a recuar ou avançar os saddles por forma a que no 12.º traste tenhamos uma oitava pura; esta acção leva também a que a altura das cordas subam ou baixem; - No tremolos: actuação nos parafusos das molas de tensão para baixar ou levantar as cordas; está relacionado com a acção; - Pickups: a regulação de altura define o output do som e por vezes até o próprio timbre; - Altura das cordas: cordas muito baixas em relação ao pickguard originam um bater constante da palheta no plástico ou nos pickup's (que em volumes baixos de treino pode ser irritante); Todas estas variáveis jogam entre si. Isto é, actua-se numa, todas as outras sofrem alterações. Não esquecer que as alterações mexem com a tensão das cordas. Quando se voltam a afinar todo o sistema muda, nem que seja milimetricamente. E estou a falar num sistema perfeito. Se o braço apresentar alguma torção não visível a olho nu, também pode trazer quebra cabeças. Por outro lado, o factor humidade pode ter influência em determinadas guitarras. Normalmente, quanto maior a humidade mais o braço estica e aumenta a tensão das cordas, havendo um pequeno desafinamento. Por outro lado se a madeira da escala for de fraca qualidade (baixa densidade), o expandir da madeira com a humidade pode levar a um ínfimo desnivelamento de trastes resultando buzz. Este efeito será mais notório quanto maior for a altura da madeira da escala Só ao fim de muita prática se consegue um setup aceitável e muitas vezes é um simples compromisso pois, por exemplo, com o acto de tocar vai existindo um desgaste dos trastes e por vezes é necessário um pequeno ajuste para eliminar uma tendência de buzz. Por isso... não é fácil. Por outro lado, um guitarrista profissional passa milhares de horas da sua vida agarrado à guitarra. O contacto propícia a que através da pele sejam absorvidos para o organismo eventuais materiais nocivos que as superfícies da guitarra possa ter. Por isso, sou apologista da utilização de materiais o mais naturais possíveis.
  3. Compra de guitarra eléctrica

    Óleo mineral?
  4. À procura de SOL(O)

    Olá fórum, Alguém tropeçou por acaso na tab ou sheet music do solo do tema Summer Lightning da banda The Camel? Já procurei por todo o lado e... nada. Toco este tema por vezes, por ouvido, mas falta sempre alguma coisa. Obrigado.
  5. Que guitarra é essa

    Bem vindo ao fórum. Essa pergunta dava pano para mangas... Vá lá, tens que acrescentar mais qualquer coisa, não achas?
  6. Tendências e futuro da música

    Não sei se encaixa aqui. Mas é mais uma fonte e uma curiosidade, especialmente, para os amantes de Pink Floyd. http://ultimateclassicrock.com/pink-floyd-songs-ranked/
  7. Guitarras Lag Truss Rod

    Pega na chave de 4 mm e com uma lima de metal vai fazendo desbastes suaves nas 6 faces. Observa e procura que o desbaste seja igual nas 6 faces. Vai experimentado sempre que faças um desbaste geral. Por aproximação sucessiva, chegará uma altura em que já entra e ficarás com uma chave só para essa guitarra. Tive um problema idêntico numa guitarra clássica antiga e resultou.
  8. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    O meu post estava mais virado para o vinil, no seguimento do teu post. Quanto ao problema dos CD's desconhecia. Mas entretanto andei a pesquisar na net e encontrei esta página: http://www.cd-info.com/archiving/degradation/index.html pode ser útil para extrair alguma informação.
  9. Ajuda - Como iniciar-me no vinil?

    O bolor é um fungo que, com o passar dos anos, se propaga e se dissemina facilmente em ambientes com humidade. No caso dos nossos discos temos a tendência de os guardar em locais propícios ao aparecimento destes fungos, alimentados pela antiga gordura dos nossos dedos e até pelo próprio material dos discos. Assim, é natural que ao fim de alguns longos anos fiquemos surpreendidos que a qualidade do som seja ruim, com muitos click's, hiss's e afins. Na net podem encontrar muito sobre o assunto e portanto fica a ideia. Deixo aqui um vídeo de um processo muito curioso de limpeza, entre tantos outros. https://www.youtube.com/watch?v=_gyvipBs6Vs
  10. Tendências e futuro da música

    o ópio da idade da pujança... Este "rebelde" fez-me lembrar o saudoso Lou Reed. Mas este "rebelde" não consegue penetrar nas camadas correctas da população. É chato e tem um efeito contrário ao que se espera, ou seja, aqui a música perde a palavra. Pelo contrário, músicas como esta são de louvar: https://www.youtube.com/watch?v=gavcjNniIvk https://www.youtube.com/watch?v=p4zR9r9olOg (Nesta última aconselho a ler o post que é feito por quem coloca e ilustra o vídeo) Só um pequeno à parte: sou apartidário até à medula e defendo que a democracia não se esgota no acto eleitoral, nem nos partidos, nem nos sindicatos... A democracia é um acto continuado e deve ser potenciado por aquilo a que chamamos cidadania, mas que não vejo muita prática. Por exemplo, estou farto de chamar a atenção do poder local para uma situação que constitui um perigo rodoviário e já lá vai mais de um ano e nada... inaceitável.
  11. Tendências e futuro da música

    Não sabia muito bem onde colocar este post. Mas como tem uma visão futurista resolvi colocá-lo aqui. Fico preocupado e não fico com o fenómeno a que estamos a assistir a uma escala global que é a ocupação das grandes cidades por quem tem elevado capital. Para quem já viu séries ou filmes que se passam num futuro próximo com certeza que já repararam que as cidades servem de fortalezas a uma classe privilegiada, fortemente protegidas enquanto o resto da população habita nas redondezas em condições extremamente precárias. Espera aí, aonde é que eu já vi isto?.... Pois, na Idade Média. Uns moravam no interior das muralhas e estavam protegidos dos ataques inesperados os restantes moravam na periferia sujeitos à barbárie. E porque é que fico preocupado. Fico preocupado porque a continuar assim a raça humana caminha para uma sociedade de Trevas. A História repete-se. E porque é que não fico preocupado. Porque, como entre tantas coisas que estão a ocorrer no nosso planeta, vejo que a impotência humana é afinal e definitivamente, uma das nossas características, na esmagadora maioria. Está no sangue. Perante os problemas nada fazer ou deixar para os outros é o lema. Sempre será o lema. E este facto terá muito a ver com a música que se irá produzir no futuro. Sinto que os artistas, de uma forma geral, vivem fechados num casulo, no seu casulo, onde estudam, praticam e praticam na esperança que quando se apresentarem ao mundo o seu trabalho seja reconhecido. Não é condenável. Mas não tentar perceber para onde caminhamos, as evoluções da sociedade e o que está a acontecer ao planeta já é condenável. Afinal a música continua a ser a forma mais prática de passar mensagens e abrir as mentes das pessoas para os assuntos importantes.
  12. Este fulano parte-me o côco de tanto rir. Acabei agora de ver este vídeo e pensei, mesmo a propósito da problemática da manipulação da informação. Deixo-o aqui, para poderem apreciar se tiverem tempo. https://www.youtube.com/watch?v=Jitl62eJAOM
  13. Reflecte um pouco e vê se não será possível. Tens a banda A e a banda B. A banda A toca umas coisas simples mas sonantes. A banda B toca coisas mais elaboradas, mais pensadas, mais difícil de entrar no ouvido. A banda A tem um forte lobby. A banda B está sozinha no mercado. O lobby da banda A investe em publicidade, vai para os media, paga artigos de promoção, etc... A banda A começa a ter lucro. A banda B acaba por desaparecer. Todos nos lembramos que havia um comercial que um alimento com um determinado produto fazia um milagre... a comida ficava a saber a lagosta. Um pequeno parêntesis. O primeiro álbum que comprei foi o Dark Side of The Moon, porque na altura andava a arranhar o tema Wish You Were Here. Quando o escutei fiquei decepcionado por dois motivos: um porque não gostei e o outro, porque podia ter comprado outra coisa. Mas com o tempo, vamos aprendendo a gostar até despertar aquela paixão. E aprendi que o que não entra logo no ouvido, tem potencialidade de ser algo muito bom.
  14. E não só. Vamos Imaginar que sou um pintor que manda com uns baldes de tinta para umas telas e cria umas coisas esquisitas. Como posso ser famoso? Se eu tiver (muito) capital, ou se tiver um lobby que o tenha é simples: as telas são compradas (ficticiamente) a um alto preço, por mim, através de uma terceira pessoa ou pelo lobby. Tal acto irá atrair a atenção de muitos, que não sabem que fazer ao dinheiro, que também acabarão por querer uma obra minha. Em consequência, produzo mais umas telas que começam a vender bem. As telas que foram compradas ficticiamente, que são as primeiras da "criação", podem regressar ao mercado agora a preços muito mais elevados. Esta também é uma boa fórmula.
  15. Ainda voltando à música e os rituais do sexo, veio-me à memória a canção do Rui Veloso (que muito respeito e até cheguei a tocar umas canções dele que muito gosto), Anel de Rubi, quando ele canta: E era só a ti, que eu mais queira ao meu lado no concerto nesse dia, juntos no escuro de mão dada a ouvir aquela musica maluca sempre a subir, mas tu não ficaste nem meia hora, não fizeste um esforço pra' gostar e foste embora. Contigo aprendi uma grande lição não se ama alguém que não ouve a mesmo canção. Analisando, e não sendo dada outra pista, a coisa não resultou porque a música não era a indicada. Seria por ser maluca? E ela nem fez um esforço. Mas sabemos que nestas coisas do amor, a coisa é tipo faísca, ou pega à primeira ou então o motor afoga-se e já não arranca (nem com SuperBala lá vai). Com esforço é que não dá mesmo.