glaubersw

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25 Reputação Boa

Sobre glaubersw

  • Aniversário 06-09-1988

Informação de Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • País
    Portugal
  • Cidade
    Porto
  • Instrumento
    Guitarra
  1. Top 3 - Fabricantes de guitarras portuguesas

    Boas, malta Minha dúvida é bastante simples: Se criasse um ranking top 3 dos fabricantes de guitarras portuguesas ainda em actividade com base em valor histórico e tradição, quais seriam os nomes escolhidos por si? Pergunto pois um colega está a elaborar um trabalho em história patrimonial na UP e se calhar entrevista alguns fabricantes de instrumentos (não sabemos por agora se tais entrevistas caberão ao escopo do projeto). Estou participando com a criação da trilha sonora e sonoplastia, e gostaria de saber vossa opinião para poder sugerir alguns nomes a ele. Agradeço desde já vosso input.
  2. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Uso 0.11 na Stratocaster e na Telecaster. Usei por um tempo umas GHS do David Gilmour que eram 0.95 e me agradavam muito. Há muito uso apenas D'Addarios de puro níquel, mas da última vez que comprei à Thomann, pedi umas Pyramid pra ver como são. Ainda não usei, mas imagino serem boas.
  3. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Usavam uns pickups diferentes, com mais ganho. É só o que sei.
  4. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Morro de vontades de uma Jazzmaster do Custom Shop da Fender no estilo protótipo de 1958. Mas certamente não valerá 1/5 do que custa.
  5. Aquisição de 1ª guitarra elétrica

    Se a intenção é adquirir uma guitarra versátil, creio que a Godin é uma excelente escolha, sim. São, de tudo o que conheço sobre elas, magnificamente construídas. E esta em particular parece mesmo muito interessante. Força na escolha, @samoiedo. Terás um excelente instrumento em mãos, não tenhas dúvida. Aí é receber e ver como as mãos e os braços se sentem nela.
  6. Fender Player Stato - Pickup meio muito escuro e som baixo

    Uma pergunta parva (ou não): Mexer no knob de tone afecta diretamente o som do pickup?
  7. Quantas guitarras é que nós realmente precisamos?

    Esta é de facto uma questão interessante. Tenho atualmente 2 guitarras eléctricas: uma Squier Stratocaster Standard modificada (pickups, bloco do tremolo e parte eléctrica toda) e uma Squier Telecaster Classic Vibe 50s (com tarrachas de afinação Fender, pois as originais deram pau com o encordoamento flat 0.12 que estava a usar). Tenho também uma acústica Harley Benton CLP-15ME, que é pau para toda colher. Uso a Stratocaster para todas as finalidades com sonoridade mais pop ou rock. Trata-se mesmo de uma máquina bastante versátil. Utilizava a Telecaster com cordas flat para tocar jazz ou música brasileira, e satisfazia-me muito com ela. Ainda queria fazer uma modificaçõezinhas nos pickups e na fiação eléctrica, mas isso leva lá ainda algum tempo. Se possível for, pretendo em algum momento adquirir uma Jazzmaster apenas por gostar muito delas. A utilizaria para sua finalidade sonora original (foram criadas para tocar jazz, surpreendentemente! ), mas, por saber que a Telecaster dá cabo deste serviço, acredito que esta aquisição ainda vá demorar a acontecer. Sinto-me praticamente realizado com este setup, os instrumentos de corda que comprasse a mais seriam para necessidades específicas (guitarras barítono, 12 cordas, lap steel, baixos, etc), mas que não vislumbro como possibilidades mesmo pela falta de espaço físico em minha residência para tamanho setup. Já há bastante tempo não utilizo amplificador ou pedais, embora ainda tenha meia dúzia destes últimos parados aqui no estúdio (alguém que queira comprá-los, inclusive?). Tudo o que gravo e produzo é por uma Zoom G5n. Aprendi que menos é mais, especialmente quando ainda não se está a ganhar dinheiro com o equipamento. Quando este se torna uma fonte de renda (ainda mais quando é uma gorda renda), aí pode-se gastar os trolhos sem culpa.
  8. Desabafo: Dicas para produzir música

    Olá Cláudia! Me identifico grandemente com parte do que disseste. Desde a adolescência sonho em me tornar músico, mas a vida acabou por levar-me a outros caminhos. Toquei em algumas bandas à época da escola, mas sempre fui um instrumentista intermediário. Aos 31 anos, e depois de 12 anos sem sequer segurar uma guitarra, decidi iniciar novamente minha jornada na música: comecei a estudar piano e guitarra, e agora estou cursando produção musical no Porto. Indo diretamente à tua pergunta, recomendo que faças o seguinte: 1) efectue o dowload do Reaper, um software de produção musical virtualmente gratuito (mostra apenas as notificações que é pago, mas pagas quando quiseres), em https://reaper.fm 2) assiste ao curso de Reaper completo que está disponível gratuitamente no Youtube em https://www.youtube.com/watch?v=G6K5hY0RISY&list=PLO0_J_BvTdA7d3DBYdrhoIAiEP5Gu7Q3k (é PT-BR, mas nada que não possas compreender) 3) Vá a https://prodj.pt/en/academy/prodj-freebies/ e https://prodfreebies.github.io/ para download de material gratuito: lá irás encontrar instrumentos virtuais, samples, plugins e efeitos, todos gratuitos para si. Podes inseri-los no Reaper e utilizá-los como quiseres. 4) Assista aos cursos de https://www.learncafe.com/cursos-gratis/musica que te interessarem. Este link dará a si acesso a cursos gratuitos desde composição de música electrónica até bateria, piano ou vocais. Creio ser este um bom início para não gastares um céntimo. Não sei se já tens uma controladora e uma interface de áudio, mas como não citaste estes detalhes, deixei-os de lado. Qualquer dúvida que tenhas, podes falar comigo. Ainda estou a aprender, mas acredito que aprender e ensinar são processos contínuos e interligados. Saudações cordiais! Glauber Wisniewski
  9. Caros colegas do Forumúsica, Estudo produção musical na ProDJ Academy do Porto (curso de 3 módulos). Embora esteja satisfeito com meu curso, e a aprender muito sobre engenharia de áudio e produção em geral, em algumas pesquisas para desenvolvimento de network e futuras relações profissionais, descobri que os estúdios Arda têm uma escola própria chamada Arda Academy. Esta escola possui três cursos de longa duração (10 meses): produção musical, studio engineering e music business. Por certo há grandes vantagens em estudar em um estúdio como o Arda - com todas as vantagens técnicas, know-how de produção de grandes artistas e riquíssimo equipamento topo de gama e vintage às mãos para se poder trabalhar. As estruturas curriculares parecem ricas e bastante interessantes. Mas confesso que fiquei parvo com os valores cobrados, que vão de 2950€ a 5445€ por curso (este último cobrado pelo curso de studio engineering, compreensivelmente mais caro). Oferecem todos os anos uma bolsa para um dos alunos matriculados baseados em critérios que desconheço. Digo isto porque paguei cerca de 1/3 deste valor pelo meu curso de 24 meses, mas não tenho à minha disposição 1/10 do equipamento de que disporia num curso destes da Arda Academy, tendo em vista que meu curso de produção é baseado, salvo algumas poucas exceções, em DAW e VSTs. Apesar disso, os temas de ambos os currículos possuem muita semelhança. Dada minha realidade financeira, não poderia de qualquer forma cursar um destes cursos da Arda, mas gostaria de saber as vossas opiniões: acreditam valer a pena dispor destes valores para estudar em um estúdio profissional internacional high-level? Acreditam trazer vantagens significativas para a vida profissional de um produtor/engenheiro de áudio a chancela de um grande estúdio e a experiência adquirida nele? Para quem não os conhece: https://ardaacademy.com/ Agradeço desde já a vossa atenção! Cumps,
  10. Preciso de feedback

    Escrevendo minhas primeiras impressões enquanto escuto: Gostei muito da primeira faixa. Muito bem produzida e tudo. Acho que o vocal é muito bom para o propósito da canção, mas poderia fazer menos uso de vibrato nas sílabas longas, pois fica um pouco cansativo com o tempo. A segunda faixa me lembraria algo que os God Lives Underwater fariam nos anos 2000, se tivesse algo mais de guitarra. O vocal "senta" muito bem na canção, e nela os vibratos estão menos exagerados, embora ainda presentes. Aos 2:17 um chiado no fundo da track vocal vaza e pode ser percebido. Nada tão dramático, mas é bem perceptível . Nada que um noise supressor/gate não possa resolver na mistura. Parabéns pelo teu trabalho! Gostei muito do som em termos gerais, está bem produzido. Senti que as melodias são bem trabalhadas e "grudam" bem nos ouvidos. Bastante porreiro!
  11. Novidades Guitarras 2021

    A Epiphone lançou três novos acabamentos "worn" para a Casino: Pessoalmente, gostei muito das corzinhas. Em especial a verde com um aspecto algo "militar". Muito mal que a Epiphone não esteja a produzir nenhuma delas para canhotos. Falando em Cort, gostei muito de seu novo modelo híbrido de Les Paul e Telecaster.
  12. Um dos meus favoritos de todos os tempos!
  13. Novidades Guitarras 2021

    Entre diversos outros lançamentos para 2021, a Fender aparentemente desmembrou sua antiga American Elite Series (que ainda mais antigamente chamava American Deluxe) em duas: a American Ultra e a topíssimo de gama Ultra Luxe (esta na imagem abaixo): Não são as guitarras mais bonitas ou sexy que a Fender já produziu, em minha humilde opinião. Mas devem soar muito bem e ser extremamente confortáveis, isso lá sim, especialmente para os amigos dos pickups Noiseless. Possuem trastes stainless steel (um pedido que há muito era feito) e nut de TUSQ, além de várias possibilidades tonais de ligação dos pickups. A Fender anda a produzir alguns dos melhores instrumentos de sua história por esses dias.
  14. Gibson compra Mesa Boogie

    Isto lá faz bastante sentido. E seria excelente ver isso acontecer, caso a Gibson consiga não estragar a coisa toda (como tem acontecido repetidas vezes nos últimos anos). Os amplificadores Gibson eram basicamente versões dos amplificadores Fender da mesma época, muitos dos quais a Fender reedita até hoje. Seria interessante vê-los atualmente a competir com a Fender em amplificadores low-output, caso os preços fossem mais baixos. Creio, porém, que este não é o jeito Gibson de fazer as coisas. O tempo dirá.