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  1. Hoje
  2. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 1

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 16/100 O meu Tempo: 218 segundos
  3. Ontem
  4. Joe Satriani e Squier

    em brasileiro, squire lê-se como Esquire!
  5. Tendências e futuro da música

    "Já flagelados pelo fim das vendas de discos em formato físico, pela exploração de publicidade nas plataformas digitais cujas receitas para os autores são insignificantes, pelo uso abusivo e gratuito dos conteúdos que conjuntamente criam, músicos e técnicos vêem-se agora a braços com a obrigatoriedade da inacção total, crise que se adivinha ainda mais trágica que a de 2008." https://www.publico.pt/2020/04/04/culturaipsilon/opiniao/solidao-juntam-multidoes-1909955?fbclid=IwAR08hLQOMnAhm8DOFgfkqmXDP1af22ChxebQZDJ5dSqJC97OWhceGt8_TiQ
  6. Procuro baterista

    Somos uma banda baixista e guitarrista e procuramos um baterista para tocar quando o corona acabar. Aqui está o meu número 919620409 podemos falar melhor por whatsApp
  7. Joe Satriani e Squier

    Errmm...uma Fender Esquire não tem nada a ver com uma Squier A Fender "Esquire" foi o primeiro modelo que a Fender fez, uma versão anterior à Telecaster que apenas tinha um pickup. Depois voltaram a lançá-la como uma espécie de alternativa mais barata à Tele, continuando apenas com um pickup. A Esquire do Satriani é de 1958 por exemplo... Muitos músicos famosos usam/usaram uma Esquire, como o Bruce Springsteen, o Jeff Beck, etc... https://en.wikipedia.org/wiki/Fender_Esquire
  8. The New Pedalboard topic

    Aqui fica mais uma foto da minha pedalboard que acaba de levar um sapateado daqueles, que o meu Marshall JVM até se deliciou. Hoje foi tocar bem alto no estúdio.
  9. Canal do Thomasyoung no youtube

    Boas camaradas, espero que estejam todos bem, ora estudio quase concluido, voltei a tentar estudar um pouco musica e decidi gravar um Jazz Blues, espero que gostem, e comentem á vontade. Gear: Ibanez AS93 Marshall JVM205 Two Notes Torpedo Ownhammer Marshall Cabinet 4x12 Reaper
  10. CASTING (VOCALISTAS)

    Up
  11. Joe Satriani e Squier

    Viva amigos! Segundo a Guitarload (entrevista na Guitar Player), Joe Satriani revela que usa Fender Squire Vintage em todos os discos desde 1992. Muito embora não seja a guitarra principal, esta está sempre presente! Esta agora ... https://guitarload.com.br/2020/04/01/joe-satriani-fender-esquire/
  12. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    simplinho: está interessante! Primeiro tema est´inspirado de Daft Punk ou é só impressão minha?
  13. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    Obrigado tmo ! Como disse, estava a experimentar o FL...mas quando toca a criar/compor, não tenho um género muito definido, vou ao "sabor do vento". Costumo andar mais pelo Pop/Rock e suas variantes, contudo acho eu, o meu "adn" está sempre presente. O próximo trabalho irá ser bastante diferente, tanto no género como na forma de o gravar, mas isso não será para já (espero eu) !!!
  14. O comprimento da escala importa?

    Passar de 25.5" (escala Fender) para 24.75" (escala Gibson/PRS ?) é relativamente tranquilo nas primeiras posições (entre o 1º e o 10º/12º trastes), mas começa-se a sentir alguma diferença a partir do 12º no encavalitar dos dedos, principalmente se forem para o gordos. Passar de 25.5" para 27" já é um salto valente nas primeiras posições e um respirar de "alívio" nas mais altas, parece que há espaço para todos os dedos não se atrapalharem uns aos outros. Saltar para uma escala pequena tipo 22.2" é então um outro salto engraçado, difícil de enveredar por fraseados muito exigentes acima do 12º traste, pois fica tudo encavalitado. A experiência de andar a saltar de umas guitarras para outras com frequência, se estas estiverem dentro da mesma amplitude de escala atenua-se quanto mais frequente for a prática e torna-se quase insignificante em termos de performance tocar uma mesma música numa LesPaul ou numa Tele, mas quando se salta para territórios diferentes como comprimentos de escala barítonos ou altos a conversa muda de figura substancialmente. @Antonio a "conversa" de um baixo ser um instrumento diferente de uma guitarra está muito dependente do ponto de vista de cada um. Em termos práticos exige uma abordagem diferente quer pelo comprimento da escala, quer pela espessura das cordas, quer ainda pela amplitude tonal e claridade na expressão de cada nota, no entanto, se formos a ver pelo ponto de vista formal diferem apenas na questão do tamanho, são estruturalmente idênticos. Se escalarmos a mão (e tamanho geral) do músico, em teoria será possível executar as mesmas peças tanto na guitarra como num baixo... em teoria, claro... Lembro-me de quando tinha aulas de piano há coisa de 30+ anos atrás, de que o tamanho da mão limitava a execução de algumas peças a poucas pessoas, principalmente quando surgiam acordes com acrescentos de 9as, 10as, e por aí. Fazer uma oitava num piano já exige algum esforço de amplitude da mão. A guitarra é mais simpática neste campo, as aberturas da mão das pessoas sem grande prática permitem uma execução de guitarra bastante diversificada, no entanto, brincar com o comprimento de escala de uma guitarra pode permitir a pessoas com mãos mais pequenas a execução de peças que de outra forma lhes estariam fora do alcance. Volto a dizer, na minha opinião, o comprimento da escala é o princípio de tudo na guitarra...
  15. Procuro baterista e vocalista

    nb
  16. O comprimento da escala importa?

    Nunca deveria ter abandonado a escala 24,75". Há alguns anos atrás estupidamente meti-me com as escalas de 25,5". Notei logo diferença. Mais esforço, mais elasticidade requerida. Para quem praticou ginástica ou outro desporto de alta competição sabe que a performance não dura para sempre. E que mais tarde as lesões retornam. Ora tenho sido um mártir em lesões. Quando se é novo, tudo se faz, mesmo com os estúpidos sacrifícios. Como já disse aqui no fórum, praticava clássica, só há poucos anos me dediquei à eléctrica. Mas já vou "evoluindo" com a idade, não sou novo, se me faço entender. Mas também se tenho tido lesões, também tenho-me debruçado mais sobre a anatomia humana. E de facto, não podemos ser "bons corredores" de 100 metros com pernas pequenas, entendem. Não é que tenha mãos pequenas. Mas reparei que tocar em escalas de 25,5" já exigia algum esforço, naqueles movimentos com um distanciamento de 4 trastes ou mais. E todos os guitarristas de top fazem gosto de demonstrarem a sua performance numa competição de vaidades(?). Por isso, um tema que até se vai tocando bem chega a uma parte que fica tudo estragado. É nestas alturas que é mesmo preciso uma mão grande e velocidade. Agora que já passaram alguns anos vejo alguns desses guitarristas actualmente em espectáculos ao vivo (porque têm que necessariamente ganhar a vida) a tocarem as mesmas músicas mas de forma mais lenta e evitando determinados movimentos. Claro que a idade não perdoa. Tudo se vai perdendo. Mas é um pouco triste. A minha intenção não é criticar só por criticar. Talvez deixar conselhos, ou melhor, dicas. Não sou guitarrista profissional. Meramente um curioso que tenta manter a cabeça ocupada. Bem dito. Mas quando se tem lesões estúpidas por estupidez acaba-se por ficar alguns tempos parados e acabo por estudar os porquês e levo-me a alertar para estes problemas. Espero que tenha sido compreensível. E boa saúde para todos nós.
  17. Projeto de Hard Rock

    Sou guitarrista e procuro malta experiente para projeto de Hard Rock. Influências: Van Halen, Mötley Crüe, Guns N' Roses, etc... Vivo na zona de Carcavelos/Parede/Oeiras. Contacto: jesuslopes67@gmail.com
  18. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 1

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 58/100 O meu Tempo: 106 segundos
  19. (TESTE) -Teoria Musical - Nível 1

    Acabei de fazer este teste. A minha Nota: 50/100 O meu Tempo: 135 segundos
  20. O comprimento da escala importa?

    Essa experiência do baixo acredito que tenha feito diferença. Mas não era só a escala. É um instrumento diferente. Além de eu ter várias guitarras, a minha escola de música tem serviço de luthier. Trabalho com um muito bom! Isto quer dizer que recebo todas as semanas várias guitarras de clientes para levar ao luthier. Quando lá vou, ele tem sempre inúmeras guitarras de clientes também. Ora, claro que eu aproveito para experimentar tudo. Afinal tenho de verificar se o trabalho foi bem feito antes de entregar a guitarra ao cliente... Sim, toco regularmente em gibsons, fender usa, ibanez prestige, prs, etc... Não sei se é exactamente por isso... Mas a mim a cena da escala é um bocado "tinto". Talvez leve um minuto a adaptar os dedos, se for assim uma guitarra seguida à outra. Mas depois esqueço isso e passo a curtir outros aspectos da guitarra.
  21. Última semana
  22. O comprimento da escala importa?

    ... e agora pelo direito do contraditório, vou voltar à carga num ponto de vista que ainda não referi. As minhas guitarras são na sua maioria de 25.5" (6 e 7 cordas), tenho de 27" (de 8 cordas) e uma Ibanez mikro de 22"(?). Partindo do princípio que um bom guitarrista toca em qualquer guitarra como se tem dito por aqui e ali, a coisa não é assim tão simples quando toca à relação entre comprimentos das escalas. É que tal como nas primeiras posições se torna mais complicado a execução de acordes com 4 ou até 5 trastes de amplitude na medida em que o comprimento da escala aumenta, o mesmo também se verifica quando a escala diminui, em que o espaçamento entre os trastes torna algumas construções de acordes/arpejos/corridas e fraseados particularmente difíceis pela falta de espaço para os dedos. O comprimento da escala de uma guitarra é TUDO para a inspiração ou execução de uma música. Em tempos tentei tocar uma composição pessoal, original em guitarra em que não usava a corda Mi agudo (a 1ª portanto), num baixo de 6 cordas (afinado de Si0 a Si2). Resumindo, as posições dos dedos da mão no braço eram exactamente iguais, mas as diferenças de escala eram de 25.5" para 34" (ou seria 32"?). A dificuldade era absurdamente grande, no entanto ao regressar à guitarra, parecia manteiga. A escolha relativamente a que comprimento de escala se adequa melhor ao estilo de cada um cabe a cada um decidir, há vantagens e inconvenientes em todos os modelos e dimensões. As decisões resultam necessariamente da experiência de cada um e é importante experimentar, e várias vezes por ano. Isto porque pode acontecer num dia estarmos com os dedos mais marrecos que noutros, o ouvido mais entupido, ou a dor de cabeça de ouvir o patrão mais presente. No limite, ter uma guitarra de cada tipo é o ideal, mas não há orçamento que nos valha para tamanha avaria. Resta-nos portanto recorrer às lojas para experimentar, e na actualidade do COVID-19 é encomendar, experimentar e devolver caso não se aprecie a peça em questão. No máximo perdem-se uns cobres nos envios, mas ganhou-se a experiência.
  23. O comprimento da escala importa?

    Xiiii @F.Coelho isso é um caso absurdo de overthinking! Em primeiro lugar existem montes de variáveis nesse teste. Perfil do braço, setup (acção), grossura das cordas, etc... Agora vou dizer algo que espero que não leves a mal. Até porque a minha intenção no próximo comentário é puramente positiva: Perde menos tempo com esse tipo de coisas e mais tempo a estudar guitarra. É que o exercício e destreza a tocar é, de muito longe, a maior variável no meio disto tudo. Ou seja, quanto mais praticares menos te preocupas com as diferenças nas escalas
  24. Vocalista

    Banda de Queluz com estudio proprio, rock anos 80,90s já com alguma maturidade procura vocalista 925391163 Fred
  25. The New Pedalboard topic

    Claramente um MT-2 pintado de verde!
  26. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    ... a ouvir... a electrónica não é bem a minha cena, mas estou a ouvir...
  27. Ahaha O Henning Pauly do canal EytschPi42 lançou um desafio. Fazer uma música paenas com uma faixa de bateria e outra de voz. A ideia é completar tudo resto. Fiz isto, só pela brincadeira.
  28. 7 Novo trabalho ( é difícil parar... )

    1º trabalho de 2020, não por força da calamidade, mas sim por ter feito o download do FL Studio 20 free. Era minha intenção parar por uns tempos esta coisa das músicas, para reflectir...o problema é que comecei a mexericar no dito cujo. Começa-se por umas batidas, segue-se uns sint´s, etc. etc. e acaba-se a fazer 7 músicas. Como agora o pessoal está mais por casa, há mais tempo livre...podiam dar uma ouvidela, ajudarem com uns comentáriosinhos...eu fico agradecido !!! Aqui está o link https://facesdoego.bandcamp.com/album/7
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