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Encontrado: 40 resultados

  1. F

    Boas ... Gostaria de saber se é possível converter um combo numa head ... Tenho um vox VT20+ e gostaria de saber se há alguma forma de poder utilizá lo como head, o combo em si tem 30w ... Obrigado
  2. Aproveitem este tópico para tirar dúvidas sobre a compra de amps!
  3. A construção de um amplificador de guitarra pode ser uma das experiências mais gratificantes no DIY. Vamos então construir um amplificador de guitarra usando apenas um componente activo: um Mosfet a trabalhar em classe A. É um amplificador minimalista inspirado nos projectos desenvolvidos e partilhados por Nelson Pass, o guru do hi-fi em classe A - https://www.passdiy.com A ideia deste artigo é construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive. Note-se que apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet. Como habitualmente, publicamos a lista de materiais dos nossos tutoriais e os links para os sítios onde podes encontrá-los ao melhor preço e de forma mais rápida e conveniente: 1x Mosfet: IRF610, IRF620, IRFP240,... (preços de 1 a 8 €) 1x Lâmpada de 12V21W ou 10W Farol de automóvel ou suporte para lâmpada Resistência 1MOhm, 1/4W - Provavelmente o melhor é comprar um pack destes, sai mais barato Potenciómetro 1M (opcional) - 0.9€ Condensador electrolítico 1000uF, 25V Condensador não polarizado 220nF, 25V 2 x jack fêmea de painel Fonte de alimentação de portátil (comprar em segunda mão ou pedir a um amigo(a), toda a gente tem uma guardada lá em casa ) Dissipador (80x78x35mm) - por que não aproveitá-lo de um CPU velho que tenham por aí? Pasta térmica (opcional) Isolante TO-220 l, (opcional, mas é necessário algum cuidado para evitar curto-circuitos) madeiras para montagem da caixa (ou caixa metálica) calha de alumínio parafusos vários, cola de madeira, ... Na próxima página vamos então mostrar o esquema do circuito deste power amp. A figura seguinte mostra o circuito completo do amplificador. Tal como está o Mosfet vê qualquer coisa como 3.5V no drain e tem um ganho, para uma corrente de repouso igual a 600mA, da ordem de 8 (ganho máximo para diferentes valores do potenciómetro P1). Quer isto dizer que se o sinal de entrada for 0.1V à saída teremos 0.8V, o ganho é um factor multiplicativo. A impedância de entrada é da ordem dos 50 kOhms que é mais do que suficiente para ser ligada a qualquer output de um pedal de distorção ou booster e cá temos o nosso pré-amplificador para desenrascar. Os condenadores de acoplamento, de 220nF e de 1000uF, entrada e saída respectivamente, controlam a resposta em frequência do circuito. Outros pares de valores seriam possíveis para a mesma resposta em frequência mas, ao meu ouvido, soa melhor a distorção (quando se faz o overdrive) ao deixar passar graves à entrada e cortá-los à saída com um valor mais baixo de C2. Mas isto é DIY, basta experimentar! O mosfet tem o seu ponto de funcionamento garantido através da rede de feedback composta pela resistência R2 e o potenciómetro P1, chamada rede de Schade (1938), que liga o drain à gate. O potenciómetro P1 é opcional, permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet, um trimpot escondido dentro da caixa serve para ajustar o ponto de funcionamento e que ficará fixo neste caso. Como resistência de potência vamos usar um lâmpada de carro, é a carga do componente activo, e especifica a impedância de saída do circuito. À semelhança do que acontece com os amplificadores a válvulas este amplificador tem uma impedância de saída elevada o que faz transparecer as qualidades do speaker. Uma lâmpada comporta-se como uma resistência não linear. Quanto mais quente está, maior é a resistência. A resistência aos terminais da lâmpada não obedece à lei de Ohm. Os gráficos anteriores mostram o valor da resistência de várias lâmpadas de carro de que se podem comprar. As lâmpada típicas de médios/macha-atrás e de pisca (âmbar) têm usualmente 21W e devem ser alimentadas as 12V (curvas a preto e vermelho). Arranjei também uma lâmpada de 10W (curva a verde) e ofereceram-me uma lâmpada de empilhadora de 24V de 25W (ou será de camião?). O amplificador funcionará bem qualquer uma das lâmpadas. A resistência das lâmpada de 21W é menor e por isso deverá arranjar-se um dissipador maior. A minha escolha foi a lâmpada de 24V/25W. Para ser mais fácil, ilustramos a montagem passo a passo. Utilizamos um suporte de lâmpada de um reboque : Dissipador: Optei por fazer a caixa em madeira, tem dimensões (12cmx16cm) e as laterais (4.3cmx16cm). Têm espessura de 1.5cm. A figura seguinte mostra já a caixa montada com os furos para colocar o dissipador e o farol, antes de lixada. E usei umas calhas de alumínio de 4.3cm para colocar os jacks: E confirma-se que está tudo bem: E fura-se o dissipador. Note-se no círculo interior onde se vai colocar o mosfet. Optei por montar tudo numa linha de contactos que tinha para aqui, mas podia ter usado uma stripboard: A montagem do transístor requer algum cuidado. É necessário massa térmica e um isolador de cerâmica (ou outro). Costumo colocar massa térmica entre o isolador e o dissipador e transístor. E já me esquecia... a fonte de alimentação é um carregador de portátil 18V 2.23A, mas qualquer outro serve. E já está! As fotografias seguintes mostram a clara vantagem de usarmos uma lâmpada: não ser necessário instalar um led on-off. O plástico vermelho dá aquela sensação quente que tanto gostamos em amplificadores de guitarra. Os circuitos simples, e este é um caso desses, permitem identificar muito bem os efeitos que se obtêm quando se varia um parâmetro. O potenciómetroP1 permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet permitindo controlar a distorção e compressão do sinal final amplificado. E como soa? Bom, o melhor mesmo é montar um! Por Tiago Charters de Azevedo
  4. Tutorial - Amplificador 1W com um Mosfet – LAMP Resumo: Neste tutorial vamos construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive! Note-se: apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet a muito baixo custo! ... Ver este tutorial completo
  5. Pode ser um destes para a mesa 2.
  6. Alguém já experimentou este amp? O que acharam? Estou interessado em comprar um combo a válvulas nesta gama de preços e versatil, entre os 40w e 50w... Pelo que li e ouvi deste amp parece-me uma boa escolha... só queria ouvir mais uns comentários acerca deste amp... Alguma sujestão?
  7. Ontem rodei um "pequeno" Peavey Vypyr de 15Watts. Já há muito tempo que não tocava num amp solid state e fiquei relativamente impressionado com o bicho. É alto (muito), acho que o speaker é muito eficiente e no que toca às emulações de amps, nos de alto ganho soa bastante bem mesmo. Gostei especialmente da emulação do 6505, e a do recto também não estava nada mal. Nos cleans não era nada de especial excepto a emulação do Tween Reverb que soava bem. Os efeitos não eram nada de especial mesmo. Impressinou-me um ampzeco destes mesmo, e agora vou querer arranjar uma coisa destas, mesmo. Para ter por casa e micar para gravações, e preencher uma lacuna que tenho que é a falta de um amp high gain pequeno. Comparativamente ao Vox Pathfinder 15, o Vypyr cobre melhor o território high gain, mas não faz o breakup e os cleans do Pathfinder que são muito "Voxy". A diferença para os line6 Spider é que as distorções aqui são analógicas,e a meu ver soam-me melhor que as da line6. Sinceramente, um pequeno grande amp este Peavey.
  8. A Joyo lançou uma série de mini amps com um conjunto de características interessantes. Pequenos, mas (relativamente) poderosos, podem ser a solução para músicos "on the move" que não queiram carregar cabeças pesadas. Ou até para ter por casa, se não houverem vizinhos chatos por perto. Os amps foram revelados na NAMM 2016, e a série consiste em 6 diferentes mini amps, com sabores a amps bem conhecidos, mas em formato head bastante reduzido. Ainda não há preços definitivos, mas devem rondar os 180 a 200€ por amp. Características Comuns Todos os amps da série partilham um conjunto de características em comum: Preamp com uma válvula 12AX7 Power amp solid state (classe D) com 20 Watts a 8 ohms Dois canais Aux in via Bluetooth Controlos de ganho, tone e volume FX loop Saída para auscultadores com emulação de coluna Características Específicas Cada amp tem o seu voicing, identificado pela cor do amp: BantamP Jackman (vermelho): esta é a emulação do Marshall JCM 800 BantamP Zombie (cinzento): emulação do Triple Rectifier - tem um opamp antes da válvula de preamp BantamP Vivo (branco): emulação Hiwatt - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Atomic (verde): emulação Vox AC30 - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Meteor (amarelo): emulação de "ganho" british (?)- tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP BlueJay (azul): emulação fender (Blues Junior?) - tem um jfet antes da válvula de preamp
  9. Após a apresentação na NAMM 2017, aqui estão as primeiras demos oficiais da Vox dos seus MV50 com a tecnologia nutube:
  10. A Ceriatone revelou o Ceriatone 2202. O amp é uma espécie de "redução" do Marshall JCM800, com alguns "kitanços", num pacote mais maneirinho. Com 3 válvulas 12AX7 no pré e 2 6V6GT no power amp. Tem apenas um canal, mas flexibilidade garantida, com 3 mini switches frontais, um switch "pussy trimmer" na parte de trás, para ajustar a compressão e saturação. O Bias é ajustável externamente, e há também um loop de efeitos e um selector de impedância. Como acontece com os ceriatonres, pode ser vendido como produto acabado ou em KIT com vários graus de completude (e vários preços), consoante os gostos. Os clientes americanos podem comprá-lo completo por cerca de 600 dólares. O Kit de componentes (sem válvulas e cab), sem montagem custa cerca de 350 dólares.
  11. A PRS vai lançar uma nova gama de amps, focados na simplicidade. Com dois canais independentes (cada um com a sua tone stack de 3 bandas), a ideia é que o utilizador controle o amp e não "seja controlado por ele", segundo a marca. O canal limpo lembra os amplificadores americanos das décadas de 60 e 70, e o canal de distorção pode funcionar com base no canal limpo com boost ou soar de maneira totalmente diferente. É interessante (ou não) a justificação da marca para o nome: "Sonzera [Portuguese]: from som (sound), meaning a cool and/ or stunning sound (in the sense of music) – a kind of slang." Não sei onde é que foram buscar esta ideia. Em Português esse termo não existe no dicionário em lado nenhum. Vai haver versões de 20W e 50W, com a versão de 20W a ter 6L6 no power e a de 50W a ter EL34's. Quanto a preços, deverão rondar os seguintes: €899 na versão combo de 20W combo €1,050 na versão combo de 50W €899 para a versão cabeça de 50W
  12. Este é um daqueles tópicos em que tanto pode estar aqui como na parte dos pedais. A Joyo anda a lançar produtos muito interessantes. Desta vez vai lançar um "pedal amp", com características únicas: colunas incorporadas, bateria recarregável e bluetooth. O pedal/amplificador tem um power amp com 2x4 watts, dois speakers de 4 cm, dois canais (clean e distorção). A bateria é de lítio e dura 3 horas (tem 2200mah - no fundo uma powerbank). Está incluído também um efeito: delay. Fica aqui um teaser: Ainda não há preços revelados.
  13. Alguém conhece esta marca? Encontrei-a por acaso e pelos vistos têm um coice do carvalho para o metal. Handbuilt, e tem um modelo chamado "Generator" com várias versões, incluindo este mais pequenino "7-40", com 7W ou 40W conforme se queira. No que toca a válvulas, tem 4 12AX7 e uma 12AT7 no pré e quatro 4 6V6GT no power. Melhor (ou pelo menos a review soa melhor) é o irmão grande de 120W: Quanto ao preço, parece que vale 1599 dólares americanos. O que acham?
  14. A Wampler revelou o novo Wampler Bravado - o primeiro amp da marca e cuja função é "devorar" pedais. Para os guitarristas que querem um amp que funcione bem com todos os pedais, a Wampler oferece este amp com 40 Watts de potência, com válvulas 6L6 no power, resultado da sua experiência com pedais. O amp tem um grande headroom esegundo diz a marca, funciona bem com quase todos os pedais, dando aquela compressão que os faz chegar ao "ponto de açúcar". O amp tem uma stack de equalização de 3 bandas. O loop de efeitos foi desenhado pela Friedman (é buffered). Há dois switches: um "Fat" para dar uma ênfase nos médios sem chegar a ser nasal, com duas posições, e um "bright" com 6 posições. Em conjunto, estes switches garantem uma grande flexibilidade. O amp está disponível em pré-reserva com um depósito de 950 dólares americanos para... 50% do amp. Vale a pena? Fazia falta um amp destes no mercado? Que alternativas existem?
  15. E saíu o novo Mesa Boogie Triple Crown! Com 50 Watts, o amp tem 3 canais é o amp do rock. Flexível qb, usa a mesma filosofia do Dual Rectifier (até o aspecto é parecido, não é?), mas vai mais além: permite trocar o tipo de válvulas do pré (inclui switch de bias para EL34, 6V6 e 6L6) e inclui reverb. O Amp tem também MIDI, com possibilidade de selecção de canal MIDI. A saída DI tem 3 voicings: closed back, open back e vintage. O Triple Crown tem 6 válvulas 12AX7 e uma AT7 no préamp, e 2 EL34 no power. Os três canais são 1 (clean), 2 (lo gain) e 3 (high gain). A versão combo traz um Celestion V30, e existem versões Head e Rack. Quanto a preços, situam-se quase nos 4400 dólares canadianos. Vale a pena?
  16. Segundo a marca, estes novos amps têm, além do que os outros amps da mesma linha já oferecem, looper com overdubs ilimitados, um octaver polifónico.
  17. A Blackstar tem novos amps ID:Core V2. Nesta segunda versão, o lema continua a ser o mesmo: pequenos mas com grande tone! Com 6 canais (Clean Warm, Clean Bright, Crunch, Super Crunch, OD1 e O2, os amps tem o famoso controlo ISF que permite passar de um voicing maish british para um mais americano (com infinitas variações pelo memo). O Amp tem ainda 12 efeitos (4 de modulação, 4 de delay e 4 de reverb), saída com simulação de cab, e traz software incluído para gravar. Mas o melhor de tudo: o facto de todos os amps da gama serem stereo, em 10W, 20W e 40W. A versão de 20W deve chegar às lojas no final do mês com um preço de 150€, mesmo a tempo das compras de Natal.
  18. Ora bem, porque há amps que retiram GAS, aqui vai este: Pode ser a gravação, o posicionamento do microfone e tal, mas já não é a primeira vez que vejo um destes a soar pessimamente mal. Um deles até nas mãos do Bonamassa.
  19. Cápsulas do do café, dos ice teas ou do leite com chocolate são para meninos. Homem de barba rija, usa cápsulas do tone A Roland tem um conjunto de cápsulas disponíveis para a sua linha de amplificadores Roland Blues Cube, cada uma delas com o seu sabor característico. Cápsulas em formato válvula . Antes de ver o vídeo, vale a pena fazer contas: não são propriamente baratas (cerca de 200€ cada) e o amp mais barato da gama (Blues Cube Stage) fica por volta de 700€. Aqui vai o comparativo de 4 cápsulas para o amp.
  20. A Boss tem vindo a fazer alguns lançamentos mais ousados. Depois da (excelente) série Waza de pedais, seguiu-se o (ultra caro) Waza amp, e agora a Boss tenta pegar no marketing usado e desvenda uma nova série de amps, os "Katana". Katana é a espada tradicional japonesa usada pelo lendário samurai do Japão, um símbolo de honra, precisão e arte na cultura japonesa. Em termos simples: mais um amp que emula neste caso cinco tipos de sons. limpo, crunch, lead, brown (sound) e acústico - também amplifica guitarras acústicas. Incluídos estão 55 efeitos boss, que são configuráveis via software, com 3 efeitos a poderem ser usados em simultâneo. Os preços para o Katana 100 devem andar por volta dos 300€ nas lojas - quando estiverem disponíveis. A versão de 50 Watts fica-se por 199€ - um valor competitivo relativamente à concorrência. Fica aqui o vídeo introdutório: E já uma review do amp, de alguém que já teve acesso a ele:
  21. R

    Será que alguém me pode dar uma ajuda? Tenho um frontman 212R mas fiquei sem o footswitch, enfim... Qualquer footswitch é compatível ou tenho que arranjar outro da Fender e do modelo exacto? Posso utilizar um footswitch Marshall por exemplo? ou um da Fender de outro modelo ....?
  22. A Roland encolheu o lendário JC120 num pacote mais pequeno. Além do típico som Jazz Chorus, é também muito adequado para pedais e e emuladores digitais de amps devido ao headroom que tem. De aspecto mais atarracado, o amp tem dois speakers de 6.5, potência de 30 watts stereo, reverb, space chorus e FX loop (stereo!). Pesa 12 KG e tem 46cm x 33cm e tem 24 cm de profundidade, sendo assim, bastante transportável. Estará disponível no final do mês de Novembro e custará cerca de 400€. Vamos a sons:
  23. Como nunca estamos satisfeitos com o som dos amps que temos, há uma coisa que podemos fazer nos amps a válvulas e que não custa muito dinheiro, que é a alteração das válvulas de preamp. Beneficiamos do facto de haver um conjunto de válvulas que são compatíveis em termos de instalação (têm os mesmos pinos), e portanto, experimentar não faz mal. Novas válvulas podem corrigir (ou acentuar) alguns defeitos do amp, e a coisa mais fácil de obter com a troca de válvulas é a variação de ganho, ou fazer sobressair mais ou menos a distorção do pré e do power amp. Vamos então por partes. 1) Válvulas e Factores de Ganho A função das válvulas, quer no pré, quer no power amp, é amplificar o sinal. A amplificação do sinal tem como consequência real o aumento do volume, o breakup, e a distorção do sinal, que podem ser mais ou menos desejáveis, consoante os gostos e as necessidades. Cada tipo de válvulas pode amplificar mais ou menos o sinal, consoante o seu factor de ganho. Válvulas com factores de ganho maiores amplificam mais, por exemplo. A lista seguinte mostra os tipos de válvulas do pré que têm a mesma configuração e podem ser intercambiáveis: 12AX7 - Factor de ganho: 100 5751 - Factor de ganho: 70 12AT7 - Factor de ganho: 60 12AY7 - Factor de ganho: 45 12AV7 - Factor de ganho: 41 12AU7 - Factor de ganho: 19 (Imagem: Algumas válvulas de pré comparadas - fonte) 2) E então, como é que isto pode ajudar a melhorar o meu amp? Melhorar é relativo - normalmente os amps são construídos para usarem uma determinada configuração, são testados e a maior parte das vezes vêm com a configuração ideal. O que não quer dizer que não possamos experimentar outros tipos de válvulas ver o que acontece com o som - provavelmente a maior parte das alterações não vão produzir um resultado satisfatório, mas podemos encontrar alguma configuração que nos agrade mais. Não há regras, mas algumas orientações podem ser importantes: O amp distorce muito, tem uma distorção muito "harsh" e pretendes mais headroom do amp? Tenta meter uma válvula com menor ganho na primeira etapa da pré-amplificação. Não digo passar logo de uma 12AX7 para uma 12AU7 (que tem um ganho 5 vezes menor)... normalmente a 12AY7 costuma ser uma boa opção! O amp tem pouco ganho? Normalmente meter uma válvula com maior factor de ganho não ajuda (talvez um pedal de drive seja uma melhor opção), mas não custa tentar - até se podem obter resultados engraçados! Aproveita, experimenta e conta aqui os resultados que tiveste com as alterações de válvulas do pré que já fizeste.
  24. Novidade em primeira mão: acabou de saír a nova geração Spider V da Line6. Nesta quinta geração, há um conjunto de novidades interessantes que podem fazer um grande amp de entrada de gama para guitarristas iniciantes (e como backup / ensaio / amp de trazer por casa para guitarristas mais experientes). Flexibilidade Provavelmente, o ponto onde o amp brilha mais, e pelos vistos o casamento da marca com a Yamaha produz os seus frutos: desta vez o amp é totalmente preparado para a modelação digital: não existe speaker de guitarra, mas sim uma coluna FRFR (full range flat response) para melhor aproveitar as potencialidades da modelação digital, com a vantagem de ser mais flexível: além do som "eléctrico" também se podem ouvir sons acústicos, tirando partido do speaker FRFR. E além disso: pode ser um excelente player para o telemóvel! Totalmente um grande "win" no que toca à flexibilidade! Variedade e qualidade É possível escolher cerca de 200 efeitos, amps, cabs e efeitos. Podem ser utilizados 8 efeitos e modelos de cab em simultâneo. Se a tendência atual nos amps mais "a sério" é ter "pouco e bom", aqui tem-se muito e... bem, ainda é cedo para conclusões. Fios? Não obrigado! O Spider 5 é o primeiro amp a ter um receptor wireless embutido. Podes esquecer a chatice dos cabos... se comprares um transmissor G10T da Line6, claro! Acrescenta cerca de 100€ à conta... Afinador e não só! O Spider 5 tem funcionalidades extra que dão jeito: afinador, metrónimo e loops de bateria para praticar. Só são 19, mas sempre são melhor que nada! Um ou dois samples para abrir o apetite: http://l6c-acdn.line6.net/media/spiderv/loops/01_Rock_Groove.mp3 http://l6c-acdn.line6.net/media/spiderv/loops/06_Blues_Groove.mp3 E que dizer mais? Quanto a preços, ainda não foram revelados. Quanto ao som... ouve-o e julga-o tu mesmo:
  25. é um daqueles tópicos que tanto ficava bem na parte dos pedais como aqui. A questão é: como sacar o melhor rendimento de um ampzinho destes? Os gajos do TPS fizeram um vídeo em que testam uma série de drives e boosts: Xotic RC Booster Xotic EP Booster Boss BD-2 Blues Driver Ibanez Tube Screamer Mini Thorpy Gunshot Fulltone OCD V7 Strymon El Capistan Origin Effects Cali76 Compact Deluxe E outras tantas guitarras: Fender American Vintage ’62 Stratocaster Gretsch G6118T-LIV Players Edition Anniversary Gretsch G6118T-LIV Players Edition Anniversary Fender Custom Shop ’63 Telecaster Gibson Custom 1958 Les Paul Standard Fica aqui o vídeo: