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  1. Iniciar o meu mix

    iniciar a minha mixagem!
  2. Alo a todos! Meu nome é Iuri Sanson e estou me mudando para Portugal, Lisboa no final do ano junto com minha esposa. Gostaria da ajuda dos amigos para indicações de escolas de música para dar aulas. Também me coloco a disposição para trabalhar com bandas que tenham um objetivo sério. Segue minha Biografia abaixo. No meu perfil aqui do fórum, vou carregar alguns MP3 gravados por mim com músicas que são minhas influências. Fiquem a vontade para escutar. Obrigado. ---------------------------- Iuri Sanson: Técnica Vocal & Vocal Coaching Iuri Sanson foi vocalista da banda de Heavy Metal HIBRIA de 1997 até 2017. Nascido em Porto Alegre, professor de Técnica Vocal e Produtor, iniciou no canto em 1989. Estudou técnica vocal por 3 anos e hoje é um dos vocalistas brasileiros em destaque no cenário Rock, Heavy/Power Metal do Brasil e do mundo, especialmente por suas performances ao vivo. Professor de técnica vocal(canto popular), desde 2007 com aulas particulares, e na escola Toque Musical – Ensinando música para crianças, jovens e adultos. Os principais pontos da carreira do Iuri Sanson são: · Gravação dos álbuns Defying the Rules, The Skull Collectors, Blind Ride, DVD Blinded By Tokyo, Silent Revenge, HIBRIA, XX e moving Ground do HIBRIA. · Participação no Projeto Soulspell Metal Opera Act I – A Legacy of Honor e Act III – Hollow’s Gathering, · Participação no album “Resilience”, banda Tchandala. · Participou de seis turnês internacionais com o HIBRIA se apresentando no Japão(seis vezes), Coréia do Sul(duas vezes), Taiwan, Hong Kong, Canadá e China(duas vezes). · Com o HIBRIA participou duas vezes do festival Loud Park no Japão em 2009 e 2012 · Com o HIBRIA participou dos shows de abertura de bandas como Metallica, Megadeth, Ozzy Osbourne, Black Sabbath · Foi o Vocalista da banda japonesa LOUDNESS no festival Live’n’Louder em São Paulo, SP. · Com o HIBRIA participou do ROCK IN RIO 2013, no mesmo dia de bandas como Metallica, Alice in Chains, Ghost, Sepultura, Rob Zombie e Sebastian Bach · Com o HIBRIA já se presentou em todas as regiões do Brasil. Como produtor, fez o trabalho de “Vocal Coaching” e Produção nos seguintes álbuns: · Banda Lítera – Álbum “Um Pouco de Cada Dia” · Banda It´s All Red – Álbum “Lead By The Blind” · Banda Cerberus(RS) – Single “Legacy” · Banda Sastras – EP “Chacal, Em Busca do Destino” · Banda Dóris Encrenqueira – CD “Banda Dóris Encrenqueira” · Banda Save Our Souls – Single “The Dark Passanger” ------------------------------------
  3. Boas, Ultimamente tenho feito algumas gravações neste meu anexo (6m x 3m x 3m), e tenho reparado que os baixos estão descontrolados. Principalmente ao tocar baixo, as notas mais graves soam muito "muddy", sem definição. Se bem que quando trago o equipamento para o exterior soa tudo impecável. Sendo então que tenho que tratar a tal sala. Antes de mais nada, umas fotos para saberem do que falo: Estou a pensar em comprar espuma da marca t.akustic (thomann), mais especificamente 2 bass traps (https://www.thomann.de/pt/the_takustik_cbt_37.htm) e 2 painéis (https://www.thomann.de/pt/the_takustik_pyramidenschaum_5020_2er_set.htm), (seriam 4 de cada no total pois veem em packs de 2). Os painéis visíveis nas fotos utilizava em zonas mais especificas pois só têm 3cm de espessura. O meu objetivo não é montar a melhor sala de gravação do mundo, mas sim ter um controlo razoável sobre as frequências baixas. Estou aberto a ideais, dicas, sugestões o que quiserem . Um abraço, Miguel Roldão.
  4. Canal de Youtube

    Boas pessoal este aqui é o meu recente canal de Youtube onde vou pôr vídeos de covers gravados no meu Home Studio. Dêem uma vista de olhos subscrevam, ponham gostos e quem quiser que ponha neste tópico o seu canal de Youtube para podermos todos ver os vídeos uns dos outros.
  5. Pedais Loops

    Quero gravar uma guitarra. Quais são os melhores pedais para fazer loops?
  6. A latência é um dos adversários que mais frustração podem causar no nosso homestudio. No limite, pode fazer com que não consigamos gravar e tenhamos dificuldades em colocar as pistas no lugar certo por falta de sincronismo. Antes de iniciarmos este pequeno tutorial, para que seja mais fácil seguí-lo, podes ler o que é a latência na nossa Wiki, aqui: Nos drivers das placas (seja o Asio4All ou outros drivers proprietários) há sempre a opção para definir os buffers, e aqui podemos jogar com eles para obter o melhor compromisso possível entre a latência e a fluidez da gravação, tendo em conta a qualidade do nosso hardware. E isto é válido também para os VSTs e programas como o Guitar Rig, Revalver, etc. Configuração dos drivers da interface audio, de http://reaper.fm/ Como regras básicas: Se temos demasiada latência, devemos diminuir o buffer Se temos "clicks e pops" devemos aumentar o buffer ou diminuir a carga da CPU (usar menos VST's, menor processamento digital, menos pistas em simultâneo, etc). (ou usar um computador mais rápido ou uma interface audio melhor, ou drivers melhores.. ou tudo junto ) Se bem que cada um de nós pode reagir de forma diferente à latência, a seguinte lista pode ajudar: 0 a 5 ms: Desejável! O nosso cérebro não interpreta este tempo como atraso, e portanto está tudo ok! 5 a 10 ms: A maior parte das pessoas não tem problemas, mas algumas começam a notar alguma diferença 10 a 15 ms: Aqui é quando se começa a sentir a diferença +15 ms: É melhor esquecer e tomar medidas! Normalmente podemos consultar que valores de latência estamos a obter através dos drivers ou do nosso daw: Latência no Reaper, de http://reaper.fm/ Por exemplo, na imagem acima podemos ver num DAW que a latência de entrada é de 3.7 ms (ok) e a de saída é de 7.5 ms (não muito ok), o que dá um roundtrip (desde que se toca até que o som sai pelos monitores) de 11.2 ms, o que é algo elevado. No exemplo acima seria desejável redefinir o tamanho dos buffers, tentando baixar em primeiro lugar o buffer de saída e depois o de entrada. Se por exemplo, estivéssemos a usar o driver ASIO4All, poderíamos trabalhar nas seguintes opções: Imagem de http://reaper.fm/ Baixar os número de samples do buffer de saída (em primeiro lugar) e o número de samples do buffer de entrada (em segundo lugar) até um nível mínimo antes de começar a haver "clicks" e "pops". Dúvidas e sugestões, aproveitem para postar nos comentários!
  7. Tutorial - Como diminuir a latência na gravação? Resumo: Desde o advento da gravação no computador, os músicos podem gravar com pouco dinheiro. Mas há sempre um senão, e esse senão é a latência. É necessário compreendê-la para melhor a podermos combater. ... Ver tutorial completo
  8. Do que precisa um home studio?

    Com as novas tecnologias tornou-se muito fácil ter um estúdio em casa. No entanto, há várias coisas que devemos ter em conta. Nomeadamente, a quantidade de dinheiro que queremos gastar, o que já temos e podemos utilizar, e o que queremos gravar. (Quem quer gravar guitarra acústica e voz se calhar precisa de menos material de uma pessoa que queira gravar uma banda inteira, ou pelo menos, poderá talvez gastar um pouco mais num microfone mais caro, que capture exactamente o que quer. O setup para que vamos apontar é para o mais modesto possível, mas que ainda assim nos permita ter resultados satisfatórios para (quase) todas as ocasiões. Assim, vamos dividir este tutorial em várias partes: 1. Prioridades 2. Computador e Placa de Som/Software 3. Material de gravação: a) monição e c) microfones 4. Pesquisa e sê Criativo Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples Antes de começar qualquer tipo de investigação devemos perceber o que vamos gravar, quais são as condições em que vamos gravar e onde queremos gastar mais dinheiro. Quando comecei a comprar material de gravação já tinha um bom material de guitarra. O meu objectivo sempre foi gravar guitarra eléctrica e voz. Como tal, um microfone cardioid seria o suficiente. Se quisermos gravar guitarra e voz ao mesmo tempo, devemos ter em atenção o ruído do espaço onde será, normalmente, feita a gravação para perceber se podemos usar um microfone omnidirecional, ou se deveremos optar por um set de dois microfones . Felizmente, para a quantidade de pistas de que estamos (normalmente) a falar, não é necessário ter um computador com um grande processador para se conseguir fazer boas gravações, por isso em princípio poderemos utilizar a "máquina" que temos por casa. Outra coisa boa, é que com as placas de som USB, deixa de ser "necessário" fazer modificações ao computador. Cheguei a experimentar softwares de guitarra e simuladores de coluna no computador, mas nunca cheguei a ficar satisfeito com os resultados (confesso, talvez por falta de esforço da minha parte). Resolvi optar por uma placa de som da focusrite (Scarlett 2i2) que tinha boas reviews. As Line 6 UX costumam ter boas reviews nos foruns e a M-audio (fast track) que experimentei era muito boa para o preço também. Quanto a Software, temos de perceber se queremos investir, ou se queremos ficar pelos freeware. Quando comprei a focusrite, que veio com o Ableton Live Lite. Foi muito fácil adaptar-me ao programa para fazer as coisas mais básicas. As coisas mais complexas, aprende-se através dos tutoriais. Dentro do software, também é muito importante percebermos o tipo de som que queremos fazer. O Fruity Loops já foi muito usado para música electrónica, mas é de difícil adaptação, o ableton é muito usado ao vivo porque se foca nos loops e o audacity, o mais limitado dos que já usei, no fundo só dá para fazer uma edição muito básica do som. Quanto a monitores diria que o melhor é termos várias opções à nossa disposição (como sempre ouvimos dizer, escutar a música em diferentes fontes de áudio, em casa, no carro, com phones, headphones, etc). Para usar em casa, e sei que alguns técnicos de som discordam disto, a opção mais prática e eficaz, são os headphones. Hoje em dia com relativamente pouco dinheiro compra-se uns headphones decentes (claro que quanto mais gastarmos, mais definição temos) que nos permitem fazer uma mistura que "não envergonha". Do que experimentei, tenho tendência a gostar dos Sennheiser, embora já tenha lido boas críticas a outras marcas como os Shure, Superlux. Deixei, talvez, o mais importante para o fim. De todo o set, aquilo em que notei mais diferenças foi na escolha dos microfones. No meu caso experimentei Cardioid, Condensador e Ribbon, tendo acabado por preferir a última opção. Talvez seja aqui também aquilo em que compensa (na minha opinião) gastar mais dinheiro. Se há coisa que torna as tarefas mais desafiantes são as limitações. Os Beatles serão talvez dos exemplos de maior criatividade (na luta contra as limitações da época) que se pode ter em estúdio. Não é preciso pesquisar muito para encontrar baterias gravadas com dois microfones: Que soam gigantes porque foram gravadas numa casa banho com qualidades sonoras específicas, ou EPs gravados em cassette com 8 track recorders (https://wettnurse.bandcamp.com/track/satans) ou este álbum do Frusciante gravado num four-track recorder: Posto isto, só me resta dizer que pesquisar e brincar é, para mim, grande parte do que é "gravar". Gosto de procurar novos sons, estéticas, distâncias e cruzamentos entre microfones, hi-fi com lo-fi, etc.
  9. Tutorial - Do que precisa um home studio? Resumo: Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples ... Ver este tutorial completo
  10. Latência

    Derivada do latim "latens" (dignifica que está oculto, disfarçado), em psicologia a latência é o tempo decorrido entre o estímulo e a resposta correspondente. E isto é exactamente verdade para o caso da gravação de audio: desde que executamos o "estímulo" (tocar uma nota no instrumento) até que a nota é de facto gravada ou tocada pelas colunas que estão ligadas ao output da nossa placa de som. A latência é causada por delays (atrasos) no percurso do sinal devido ao seu processamento. Desde a conversão analógico-digital, até ao processamento interno no computador, até à conversão digital-analógico, passando pelo processamento de efeitos digitais, tudo no percurso é um potencial criador de latência uma vez que pode introduzir atrasos. As portas USB possuem um buffer (i.e. uma quantidade de memória que armazena dados temporários - e a memória tem um tempo de acesso, na ordem dos nanossegundos), os computadores têm memória RAM onde os dados ficam temporariamente antes de serem processados, os buses do computador estão sujeitos a pedidos de interrupção (IRQ), e tudo isto é susceptível de atrasar o sinal. Se nestes aspectos falamos na ordem dos nanossegundos, o acumular de vários nanossegundos pode chegar aos milissegundos, e a partir daqui as coisas complicam-se! O chamado "sample buffer", que nos drivers das interfaces audio (vulgo placas de som) é responsável por armazenar alguns milissegundos de audio que vem do instrumento para poder ser enviado para processamento e gravação pelo computador é responsável por adicionar provavelmente a maior parte da latência ao sinal. Quanto menor for este buffer, menor será o atraso do sinal. E surge a tentação de perguntar: então mas se o sample buffer gera atraso, por que não defini-lo o mais pequeno possível? A resposta a esta questão é: se se baixar em demasia, começam a aparecer "clicks" e "pops" na gravação, isto porquê? Porque no processamento do computador há sempre atrasos, e esses atrasos fazem com que a fluidez dos dados possa não ser contínua (e passa a ser discreta no tempo, com "saltos" de nível sonoro, de descontinuidade de informação Quanto mais lento for a CPU do computador, mais descontinuidades vai haver devido a não conseguir dar conta do recado. Se se subir a memória do buffer em demasia, a gravação fica "fluída" e não há descontinuidade sonora, mas há um delay muito grande entre a entrada dos dados e a gravação/saída, e portanto começa a causar-nos problemas porque quando ouvimos o nosso som já é muito "depois" de o termos tocado, o que é frustrante e nos faz sair do tempo.
  11. FRFR

    Full Range Flat Response - Gama Completa e Resposta Plana Um sistema FRFR apresenta uma resposta em frequência plana (ou quase) em todo o especto de frequências (audível), dos 20Hz aos 20kHz. A utilização de altifalantes FRFR é muito importante em aplicações musicais, principalmente nos monitores de estúdio, uma vez que permitem analisar com maior fidelidade o conteúdo da mistura. Outra aplicação no domínio musical é como "coluna de PA" ou mesmo coluna de guitarra para ser usada com simuladores de amplificadores digitais.
  12. Interessante. Nunca consegui ter um som "como deve ser" não usando um amp. Havia sempre alguma coisa que faltava, e ainda hoje não sou muito fã dessa solução. Mas este vídeo é interessante:
  13. Boas tardes, Estou com problemas como o metronomo. tenho uma musica que tem várias mudanças de tempo e queria configurar o metronomo de forma a fazer as alterações rítmicas que pretendo. mas infelizmente o garageband não me permite fazer isso. tenho utilizado uma app para ipad que gosto bastante (pro metrme) mas não me permite fazer isso. Alguém conhece uma app que me permita fazer isso?
  14. The death of mistakes...

    Não sabia onde colocar isto, mas acho que merece um tópico http://www.npr.org/sections/monitormix/2009/11/the_death_of_mistakes_means_th.html
  15. Boa tarde, Antes de tudo gostaria desde já agradecer a quem deixar a sua opinião, e a quem me puder ajudar de alguma forma. Tenho andado a gravar algumas canções em casa, que gostaria de reunir numa espécie de álbum, e neste momento já regravei nove que coloquei no soundcloud. Tenho feito tudo em casa e sem a ajuda de nenhum profissional. Gostaria por isso de conhecer a vossa opinião em relação à qualidade das mesmas, artística e de gravação. Se me puderem ajudar agradecia, algumas dicas serão bem vindas. Abraço e cumprimentos a todos. Luís Trindade https://soundcloud.com/lu-s-trindade-1/sets/first-impressions-lp-songs
  16. Apresentação ISFrame

    Boas Forumusica!! O meu nome é João Lobo e venho apresentar-me como responsável de um projecto de audiovisuais chamado ISFrame. Eu como baterista e musico gosto bastante de estar a par do que se passa nesse mesmo mundo, e também como operador de camara gosto de o filmar! Dai a ISFrame! É um projecto que como o nome indica (Imagem & Som em Frame), pretende abranger todas as áreas de Audiovisuais. Podem ver alguns trabalhos na nossa página de Facebook: https://www.facebook.com/isframe e também no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCDJjXOfpKFyEZTf8iWsm9tQ Qualquer duvida contactem! Obrigado (:
  17. Latência na Gravação de Audio

    Desde o advento da gravação no computador, os músicos podem gravar com pouco dinheiro. Mas há sempre um senão, e esse senão é a latência. É necessário compreendê-la para melhor a podermos combater.Antes de mais, o que é a latência? Derivada do latim "latens" (dignifica que está oculto, disfarçado), em psicologia a latência é o tempo decorrido entre o estímulo e a resposta correspondente. E isto é exatamente verdade para o caso da gravação de audio: desde que executamos o "estímulo" (tocar uma nota no instrumento) até que a nota é de facto gravada ou tocada pelas colunas que estão ligadas ao output da nossa placa de som. A latência é causada por delays (atrasos) no percurso do sinal devido ao seu processamento. Desde a conversão analógico-digital, até ao processamento interno no computador, até à conversão digital-analógico, passando pelo processamento de efeitos digitais, tudo no percurso é um potencial criador de latência uma vez que pode introduzir atrasos. As portas USB possuem um buffer (i.e. uma quantidade de memória que armazena dados temporários - e a memória tem um tempo de acesso, na ordem dos nanossegundos), os computadores têm memória RAM onde os dados ficam temporariamente antes de serem processados, os buses do computador estão sujeitos a pedidos de interrupção (IRQ), e tudo isto é suscetível de atrasar o sinal. Se nestes aspetos falamos na ordem dos nanossegundos, o acumular de vários nanossegundos pode chegar aos milissegundos, e a partir daqui as coisas complicam-se! O chamado "sample buffer", que nos drivers das interfaces audio (vulgo placas de som) é responsável por aramzenar alguns milissegundos de audio que vem do instrumento para poder ser enviado para processamento e gravação pelo computador é responsável por adicionar provavelmente a maior parte da latência ao sinal. Quanto menor for este buffer, menor será o atraso do sinal. E surge a tentação de perguntar: então mas se o sample buffer gera atraso, por que não defini-lo o mais pequeno possível? A resposta a esta questão é: se se baixar em demasia, começam a aparecer "clicks" e "pops" na gravação, isto porquê? Porque no processamento do computador há sempre atrasos, e esses atrasos fazem com que a fluidez dos dados possa não ser contínua (e passa a ser discreta no tempo, com "saltos" de nível sonoro, de descontinuidade de informação Quanto mais lento for a CPU do computador, mais descontinuidades vai haver devido a não conseguir dar conta do recado. Se se subir a memória do buffer em demasia, a gravação fica "fluída" e não há descontinuidade sonora, mas há um delay muito grande entre a entrada dos dados e a gravação/saída, e portanto começa a causar-nos problemas porque quando ouvimos o nosso som já é muito "depois" de o termos tocado, o que é frustrante e nos faz saír do tempo. Como diminuir a latência? Nos drivers das placas (seja o Asio4All ou outros drivers proprietários) há sempre a opção para definir os buffers, e aqui podemos jogar com eles para obter o melhor compromisso possível entre a latência e a fluidez da gravação, tendo em conta a qualidade do nosso hardware. E isto é válido também para os VSTs e programas como o Guitar Rig, Revalver, etc Como regras básicas: - Se temos demasiada latência, devemos diminuir o buffer - Se temos "clicks e pops" devemos aumentar o buffer ou diminuir a carga da CPU (usar menos VST's, menor processamento digital, menos pistas em simultâneo, etc). (ou usar um computador mais rápido ou uma interface audio melhor, ou drivers melhores.. ou tudo junto ) Que valores de referência há para a latência? Se bem que cada um de nós pode reagir de forma diferente à latência, a seguinte lista pode ajudar: 0 a 5 ms: Desejável! O nosso cérebro não interpreta este tempo como atraso, e portanto está tudo ok!5 a 10 ms: A maior parte das pessoas não tem problemas, mas algumas começam a notar alguma diferença10 a 15 ms: Aqui é quando se começa a sentir a diferença+15 ms: É melhor esquecer e tomar medidas!Normalmente podemos consultar que valores de latência estamos a obter através dos drivers ou do nosso daw: Por exemplo, na imagem acima podemos ver num DAW que a latência de entrada é de 3.7 ms (ok) e a de saída é de 7.5 ms (não muito ok), o que dá um roundtrip (desde que se toca até que o som sai pelos monitores) de 11.2 ms, o que é algo elevado. No exemplo acima seria desejável redefinir o tamanho dos buffers, tentando baixar em primeiro lugar o buffer de saída e depois o de entrada. Se por exemplo, estivéssemos a usar o driver ASIO4All, poderíamos trabalhar nas seguintes opções: Baixar os número de samples do buffer de saída (em primeiro lugar) e o número de samples do buffer de entrada (em segundo lugar) até um nível mínimo antes de começar a haver "clicks" e "pops". Dúvidas e sugestões, aproveitem para postar nos comentários! xtech Clica aqui para ver o artigo
  18. Allen & Heath lança nova mesa de som

    A Allen & Heath lançou a nova Qu-32. Segundo a marca, esta nova mesa redefine o mixing digital.A nova mesa digital tem 38 in / 28 out, um ecrã de 7 polegadas touchscreen e uma interface intuitiva. Com um canal motorizado por canal e preamps recallable, é fácil fazer o recall das misturas. A interface audio integrada é a Qu-Drive de 18 canais, USB, que permite a gravação de múltiplos instrumento. A porta dSNAKE permite conectar a um conjunto de AudioRacks através de uma porta Cat5 lan. A nova mesa custa cerca de 4120 € / R$ 12400 Clica aqui para ver o artigo
  19. Fundado em 2011, o Anexo 16 Studios é um estúdio de gravação em crecente afirmação. Aqui a perfeição não é uma utopia, mas sim um objetivo.João Baptista é um músico que se deixou apaixonar pelo outro lado da música: a produção e engenharia de som. Casou o empreendedorismo dos seus genes à sua paixão pela música e daí nasceu o Anexo 16, um estúdio onde se trabalha com um objetivo: a perfeição. Forumusica: Antes de iniciar esta entrevista, mata-nos esta curiosidade: porquê "Anexo 16"? João Baptista: É fácil, o estúdio inicialmente era num anexo no número 16 da rua Francisco Zagalo, não é que a morada tenha mudado, mas as instalações neste momento são de dimensão bastante acima da média tendo em conta o nosso panorama. Eu sei que isto não tem grande originalidade mas na altura como o estúdio já estava praticamente concluído precisei de escolher um nome à pressa e foi o que ficou. FM: Como surgiu o Anexo 16? JB: O estúdio surge no decorrer da minha formação e de me aperceber do quão difícil é arranjar emprego nesta área. Nesta altura tive a noção que se ficasse à espera de respostas por parte de terceiros dificilmente alcançaria o que pretendia, portanto decidi pôr mãos à obra. Depois de muitas noites a queimar a pestana a pesquisar, ler e calcular, fui começando a passar o projecto para o papel e daí até às obras arrancarem foi um instante. Não foi fácil chegar até aqui e nunca teria chegado não fosse o apoio que sempre tive dos meus familiares mais próximos, a obra foi feita inteiramente pela nossa mão de obra pois não tinha os meios necessários para contratar alguém para o fazer por nós, isto no final acaba por ser muito gratificante. FM: No auge de uma crise financeira, em 2011 na qual a música levou por tabela, apostaste na criação do estúdio. Foi um acto de fé ou um acto de loucura? JB: Sinceramente ainda hoje não sei responder a isso, sempre persegui o que quis ter, daí ter embarcado nesta grande cruzada. Trabalho ao máximo em tudo o que me envolvo, de modo a não deixar ninguém ficar mal, eu incluído. Tendo estes pensamentos bem assentes como princípios acredito que é realmente possível ultrapassar as dificuldades. FM: Como tem sido estes 3 anos de produção musical? JB: Honestamente têm sido bastante duros. Quando não tens um nome vincado no mercado é difícil sobressair, de modo a tentar criar um portfólio interessante e ao mesmo tempo ganhar nome, trabalhas muito tempo por pouco. De qualquer forma, a minha evolução e a do estúdio têm sido bastante positivas, sou muito melhor profissional hoje do que há 3 anos atrás e espero que esta evolução se mantenha neste ritmo de progressão. FM: Num mundo dominado pelos grandes nomes mundiais da música, como vês o papel dos estúdios independentes? JB: Os estúdios independentes vão continuar a ter o seu espaço, a grande fatia do mercado são os músicos que não têm orçamentos nem apoios para entrar nos grandes estúdios e é aí que nós, profissionais independentes, entramos. Claro que hoje em dia, na era da informação, torna-se complicado competir pois além de haver muita oferta de estúdios independentes, ao mesmo tempo, há equipamento de gravação baratíssimo que permite ter uma qualidade excelente, podes gravar um álbum do inicio ao fim sem sair do quarto. O que as pessoas têm de valorizar é o know-how dos técnicos e produtores, porque por muito bom equipamento que tenhas em casa, é preciso ter o conhecimento e a experiência para se tirar o melhor partido do material, é necessário ter a sensibilidade para perceber o que é que funciona melhor em cada banda, em cada música, etc. Pode-se aprender muita coisa na internet, mas é preciso ter a consciência que isto é uma área onde a evolução e aprendizagem é constante, para chegar onde cheguei foram precisos cerca de 8 anos e continuo a aprender e evoluir diariamente. FM: Qual a tua receita para o sucesso e para que o teu trabalho sobressaia relativamente ao que se faz noutros estúdios? JB: Não posso dizer que tenha uma receita especial para o sucesso, o que posso dizer é que em todos os projectos que trabalho dou sempre o meu melhor, sou perfeccionista por natureza. Sou extremamente exigente comigo próprio e também com os artistas que trabalham comigo, tento perceber como é que as pessoas funcionam para retirar o máximo de rendimento nas sessões, a única regra é o músico estar confortável. Não trabalho com fórmulas, isto é música e a música deve ser orgânica portanto acredito que cada caso é um caso e depois de perceber a identidade do trabalho em causa, planeio as sessões e faço as experiências necessárias para chegarmos a um resultado adequado à sonoridade, nada é ao acaso. FM: Qual foi o trabalho que te deu mais gozo produzir? Porquê? JB: Esta é difícil mas acho que tenho de referir os The Dukes of Speed. Foi a primeira banda com a qual eu trabalhei que se apresentou no estúdio extremamente bem preparada (o que é bastante mais raro do que se possa pensar) e com uma ideia bastante concisa do que pretendiam. O trabalho foi fluído, com sessões descontraídas, boa disposição e aproveitaram o facto de virem cá gravar para tirar umas mini-férias cá na zona. Além destas condições, o rock n' roll deles tem muita qualidade e quando a música é bem tocada o trabalho torna-se ainda mais agradável. Página 1 de 2 12 → Último » Clica aqui para ver o artigo
  20. Viva, Alguém sabe se e onde é possível alugar microfones para gravação profissionais? Preciso de um par de microfones bidirecionais para gravar um album num piano de cauda. Obrigado
  21. Boas! O meu nome é Jorge sou Técnico de Som e Músico, tenho 21 anos e moro na Margem Sul do Tejo. Trabalho no Audio à cerca de 1 ano mas mais ligado a Cinema/Publicidade. Estou a procura de projectos que gostariam de gravar um Single (free €) de forma a ganhar experiencia no ramo e a ajudar a Divulgação do Projecto. Caso gostem do resultado final e queiram mais que o Single.. aí discutiriamos valores. Forte Abraço e Muita Música! Qualquer duvida contactem, jorgealfaiatesantos@gmail.com