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Encontrado: 7 resultados

  1. Tratamento acústico

    Olá a todos, Muito feliz por participar no fórum. Não sei se estou na secção certa para me apresentar, mas queria cumprimentá-lo como é costume. Sou apaixonado por música e cinema e o meu trabalho está em correlação com este universo. De facto, sou um profissional de acústica e trabalho para a empresa PYT Audio. Escrevemos muito sobre isto no nosso sítio web. Não hesite em enviar-me um feedback. Estou ansioso por discutir convosco Dany
  2. Como prometido aos colegas do tópico dos Barretes do OLX no seguimento de uma conversa paralela, decidi finalmente criar esta publicação que irá abordar o tema da relação entre músicos e técnicos. Não tenciono enumerar nenhum conjunto de regras invioláveis, no entanto, espero poder deixar várias ideias para vossa consideração. Começo por me apresentar, já que muitos de certeza não me conhecem pessoalmente, e por uma questão de transparência. O meu nome é Bruno Garcia, sou neste momento, para além de músico, que considero sempre como minha ocupação principal, técnico de instrumentos musicais, e em conjunto com o meu sócio Rui Miguel Campos, luthier e designer de instrumentos na marca que estamos neste momento a desenvolver, fora isso, sempre trabalhei no ramo da música e do espectáculo de uma forma ou de outra, seja como lojista, rodie, técnico de estrada, etc. De forma alguma considerando-me dono da verdade absoluta, a minha experiência servirá de certo para estabelecer uma discussão saudável. Para simplificar, vou considerar o instrumento descrito como uma guitarra, pois os princípios básicos são quase universais. - O que saber antes de abordar um técnico: Quando o nosso instrumento necessita de manutenção é do interesse do músico dispor de alguns conhecimentos básicos acerca do mesmo. Para além da marca e do modelo, conhecer a sua "anatomia" e componentes podem permitir ao músico fazer um diagnóstico preliminar do estado, possíveis causas do problema e mesmo não sabendo efectuar a reparação, algumas noções acerca do tipo de trabalho que vai solicitar. O segundo ponto a ter em consideração é para mim um dos mais importantes, porque para além de conhecer a morfologia e algumas noções técnicas, conhecer realmente o nosso instrumento requer um pouco mais de atenção. Refiro-me ao estado geral em que o instrumento se encontra, se está de alguma forma danificado, como e quando foi danificado e se costuma estar inapropriadamente acondicionado. Para além de ser informação valiosa a transmitir a um técnico, serve também como garantia para o músico de que o instrumento será entregue após a reparação, sempre, no mesmo, ou em melhor estado de conservação. Para isto acho importante salientar alguns conselhos que devem ser habituais. Idealmente, entregar o instrumento limpo é importante, porque embora parte do trabalho do técnico, na minha opinião, passe pela limpeza e acondicionamento, um instrumento limpo permite que o músico tenha a garantia que o instrumento não lhe seja devolvido com danos estéticos adicionais. Saber que marcas de uso (ou abuso!) tem, riscos, fissuras no verniz, metais ou plásticos danificados, etc. Devem também tirar fotos antes da reparação para poderem exigir compensação no caso de dano. Da mesma forma, aconselho também aos meus colegas técnicos que criem um registo fotográfico de Antes/Depois detalhado, porque volta e meia também existem casos de aproveitamento da parte do cliente. - Abordagem: O músico tem o direito de saber que tipo de trabalho vai ser efectuado, isto deverá ser feito presencialmente, porque cada instrumento tem a uma série de particularidades que o distinguem e vão exigir diferentes tipos de trabalho. É também importante que o técnico saliente a possibilidade de ter de reajustar o orçamento durante a reparação ou manutenção, no entanto, as razões para tais alterações devem ser explicadas em detalhe e comprovadas ao cliente, por exemplo, uma guitarra que aparentemente necessitava apenas de um setup geral, pode durante a manutenção revelar que precisa de um nivelamento de trastes. No caso do cliente não aceitar a alteração, seja pelo aumento do custo ou pela necessidade de efectuar uma reparação mais invasiva (as razões mais comuns), o técnico deve reservar-se ao direito de cobrar o trabalho que foi efectuado até à altura em que se deparou com o problema inesperado, terminando obviamente o que lhe seja possível dentro do trabalho que lhe foi originalmente requisitado. Cada tipo de trabalho deve ter um valor fixo e nunca se deve pagar a um técnico ou luthier "à hora". No que toca a valores, é certo que alguns possam discordar, e claro que entendo certos argumentos nesse sentido, no entanto, é uma questão de transparência e demonstração de honestidade para com o cliente. Todos conhecemos histórias do género, normalmente, o mecânico vigarista que diz que fez tudo, durante um mês, e no fim de contas não fez absolutamente nada e foi de um dia para o outro. É desingénuo (Cunho a palavra!) da nossa parte enquanto técnicos, porque neste ponto dirijo-me directamente aos meus colegas, vamos pensar, por exemplo, num setup básico, eu já tive setups que demoraram mais de um dia a concluir, por vários motivos, e também já efectuei bastantes em 15 minutos, e recebo o mesmo, porque o resultado final, é o mesmo e o cliente não deve de pagar mais por alguma particularidade, por alguma eventualidade, e muito menos, pela nossa ineficiência. Se se opõem, por favor, voltem a ler este parágrafo com calma e atenção, e elaborem abaixo nos comentários. Da mesma forma, é importante estipular um prazo de entrega que seja confortável para ambos. Aos músicos, devo lembrar a importância de não fazerem a manutenção apenas um ou dois dias antes de uma data importante, como uma gravação ou um concerto, porque caso haja algum imprevisto e seja impossível ao técnico entregar o instrumento de acordo com a vossa urgência, podem ser forçados a falhar com o vosso próprio compromisso e a culpa é inteiramente vossa. A manutenção atempada do nosso material é parte da preparação para essas situações, claro que existem excepções, mas se possível, façam-no. - Relacionamento interpessoal: Por algum motivo os técnicos têm a "fama" de sisudos. Um dos desabafos mais comuns entre os meus cliente é a dificuldade de comunicação com vários técnicos, não só cá no país, mas também lá fora! Bem, isto é uma grande desvantagem para todos os envolvidos, se o relacionamento com o cliente for de certa forma amigável, é mais provável que ele volte a requisitar os nossos serviços, desde que não mostremos falta de profissionalismo, que é ainda mais importante. Igualmente, o cliente também deverá ser afável. Um técnico deve mostrar-se disponível para esclarecer duvidas, mesmo que não sejam directamente relacionadas com o trabalho em questão, tudo isto dentro do razoável, claro, porque nem sempre temos disponibilidade para perder o tempo necessário a aprofundar uma resposta que seja 100% satisfatória e que reflicta o nosso real conhecimento. Mais uma vez, espero que isto vos seja proveitoso e que propicie uma discussão saudável e interessante, poderia alargar-me, no entanto penso ter estabelecido uma boa base sem tornar o texto difícil de digerir. Estejam à vontade para partilharem experiências, colocar questões adicionais, memes, etc, etc, etc...
  3. Guitarra Clássica - Recomendações?

    Boa noite a todos, Toco guitarra eléctrica há alguns anos. O meu material não está comigo de momento, por isso queria comprar uma acústica para matar o bicho. Procuro uma clássica com cordas de nylon e escala 3/4. Acho que com 150€ já conseguiria algo decente e não quero gastar muito mais do que isso. Vejo algumas interessantes na Thomann, mas estou aberto para procurar outros vendedores. Nesta altura não posso ir às lojas experimentar as guitarras, por isso gostava de ouvir as vossas recomendações e/ou opiniões. Obrigado desde já.
  4. Boa tarde, Vai haver um encontro sobre Acústica na Casa da Música no Porto na Casa da Música dia 9 de Outubro com palestras sobre Acústica de Salas de Keith Yates, Philip Newell, Andy Munro and Higini Arau-Puchades Link para o evento em https://www.artnovion.com/events/acousticsummit
  5. Workshop de Acústica de Salas

    Vai-se realizar um Workshop de Acústica de Salas destinado a engenheiros, arquitectos e curiosos na área. Informações e inscrições para info@someacustica.com O Workshop engloba aspectos da acústica de salas nomeadamente relacionados com espaços como teatros, estúdios de música, salas de aulas e auditórios, igrejas. Alguns dos temas do Workshop serão: - tempos de reverberação (várias técnicas de previsão) - modos acústicos - tratamento acústico - isolamento acústico - materiais acústicos como absorsores ou difusores Temos igualmente um enfase no Workshop de construção de estúdios de música
  6. Boas, Ultimamente tenho feito algumas gravações neste meu anexo (6m x 3m x 3m), e tenho reparado que os baixos estão descontrolados. Principalmente ao tocar baixo, as notas mais graves soam muito "muddy", sem definição. Se bem que quando trago o equipamento para o exterior soa tudo impecável. Sendo então que tenho que tratar a tal sala. Antes de mais nada, umas fotos para saberem do que falo: Estou a pensar em comprar espuma da marca t.akustic (thomann), mais especificamente 2 bass traps (https://www.thomann.de/pt/the_takustik_cbt_37.htm) e 2 painéis (https://www.thomann.de/pt/the_takustik_pyramidenschaum_5020_2er_set.htm), (seriam 4 de cada no total pois veem em packs de 2). Os painéis visíveis nas fotos utilizava em zonas mais especificas pois só têm 3cm de espessura. O meu objetivo não é montar a melhor sala de gravação do mundo, mas sim ter um controlo razoável sobre as frequências baixas. Estou aberto a ideais, dicas, sugestões o que quiserem . Um abraço, Miguel Roldão.
  7. Problema com trastos em guitarra acústica

    Boas malta! Tenho uma aluna que tem um problema na guitarra sobre o qual gostava de saber a vossa opinião: A primeira corda enfia-se debaixo dos trastos! Isto é, os trastos estão ligeiramente levantados e, ao tocar, por vezes, a corda fica lá presa. Não sei se dá para perceber muito bem mas deixo aqui umas fotos. Parte disto resolver-se melhorando a forma de tocar, mas ainda assim acontece de vez em quando... Acham que isto é simples de resolver? Obrigado!