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  1. Criar o Proprio Tune ( Som)

    Boas a todos, como todos nos, cada 1 tem o seu som caracterisitco,, neste post gostaria de pedir a vossa ajuda nas regras que se teem de seguir quando estamos a mexer no nosso amp para criar o nosso proprio Tune, porque eu pareço uma criança a balancar o botoes a toa Óbrigado
  2. Supostamente, o Richie Kotzen usa o amp em conjunto com a Tech 21 RK5 Fly Rig. O amp custa cerca de 1900€ (combo). Coisas interessantes: Footswitchable boost, reverb and tremolo makes the RK50 super versatile even as a single-channel amp Speaker damping works in the power section. Off for increased bass response and cabinet/speaker resonance depending on your cab choice and volume Fx Loop (série) Specs: Power: High Power: 50 watts. Low power 9 watts Valves: 3 x 12AX7, 2 x 6L6 (swappable for EL34 with bias adjustment) Extra features: Footswitchable boost, footswitchable reverb and tremolo, speaker damping feature, high/low power options, series effects loop, bias switch for EL34/6L6 output valves, external bias test points and adjustment, skeletonised metal case with rubber handle, padded carry bag included. Single-button footswitch for boost and dual footswitch for reverb/tremolo included SIZE (mm): 342(w) x 185(h) x 185(d) including handle, feet & controls WEIGHT 8.2kg / 18.1lbs
  3. Boss Katana: é do catano?

    A Boss tem vindo a fazer alguns lançamentos mais ousados. Depois da (excelente) série Waza de pedais, seguiu-se o (ultra caro) Waza amp, e agora a Boss tenta pegar no marketing usado e desvenda uma nova série de amps, os "Katana". Katana é a espada tradicional japonesa usada pelo lendário samurai do Japão, um símbolo de honra, precisão e arte na cultura japonesa. Em termos simples: mais um amp que emula neste caso cinco tipos de sons. limpo, crunch, lead, brown (sound) e acústico - também amplifica guitarras acústicas. Incluídos estão 55 efeitos boss, que são configuráveis via software, com 3 efeitos a poderem ser usados em simultâneo. Os preços para o Katana 100 devem andar por volta dos 300€ nas lojas - quando estiverem disponíveis. A versão de 50 Watts fica-se por 199€ - um valor competitivo relativamente à concorrência. Fica aqui o vídeo introdutório: E já uma review do amp, de alguém que já teve acesso a ele:
  4. Bom dia, Tenho um amplificador Furacão solo 200 na garagem para reparar. Alguem sabe onde posso arranjar um esquema deste amplificador? Já liguei para a Norton porque me disseram que eles tinham comprado a Furacão mas foi falso alarme. Grato
  5. ISP Stealth Ultra-Lite

    A ISP lançou um mini amp solid state com 90W @4ohms e preamp incluido. Pode ser usado com pedais de distorção, etc. Segundo a marca, combina a eficiência de um amp classe D com as características de clipping dos amplificadores Classe A/B. Com um peso de apenas meio quilo e um preço a rondar os 290€, parece ser um amp ideal para trazer na pedalboard. Gostava bastante de experimentar:
  6. Tutorial - Potpourri de Amplificadores de Guitarra Resumo: Neste tutorial vamos construir um power amp e discutir algumas tipologias de amplificadores para guitarra. Aventura-te e fica a conhecer melhor o mundo dos amplificadores de guitarra! ... Ver tutorial completo
  7. Potpourri de Amplificadores de Guitarra

    Neste tutorial vamos discutir uma alguns amplificadores de guitarra de uma forma informal, discutir tipologias e ideias para experimentar na breadboard. A totalidade dos esquemas deste texto foram experimentados e funcionam. No fim vamos construir mais um power amp. A técnica de montagem será ponto a ponto e o amplificador final utilizará mosfets numa configuração em classe A pushpull. A sugestão que dou para complementar a leitura deste este texto é procurar as tipologias e referencias que vou dando ao longo do texto. As coisas aqui descritas não são rocket science mas há muitos detalhes a considerar. A explicação completa dava quase para escrever um livro sobre o assunto. Não há muita coisa escrita sobre amplificadores de guitarra solid state mas o livro de Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers” é uma excelente referência para ler no mês de férias que se aproxima (o link para download do livro completo está mais à frente no texto). Boas leituras e construções. Quando comecei a estudar amplificadores de guitarra testei na breadboard uma grande quantidade de tipologias. A ideia era perceber de uma forma práctica como soavam diferentes arranjos e que tipo de distorções se conseguiriam obter. Usando o simulador de circuitos (por exemplo o TINA-TI: http://www.ti.com/tool/tina-ti ) e uma breadboard é possível num par de meses simular e testar uma grande quantidade de circuitos. Esta maneira de estudar dá-nos muitos frutos e uma experiência hands-on que é muito difícil de se obter de outra forma, mesmo em ensino especializado. O procedimento é simples: simular o circuito, monta-lo numa breadboard e ouvir. Repetir as vezes necessárias. Claro que vou restringir este texto a amplificadores solid-state. Deixo aqui uma referência de leitura recomendada: Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers”: http://www.thatraymond.com/downloads/solidstate_guitar_amplifiers_teemu_kyttala_v1.0.pdf Uma excelente leitura técnica mas contém capítulos não técnicos que podem ser lidos sem grandes conhecimentos de eletrotécnica, em particular a secção que discute amplificadores solid state vs válvulas está muito bem escrita. Comecemos então. O primeiro da série foi inspirado no Muff Fuzz um pedal da Electro Harmonix. A ideia é a mesma do circuito original mas serve de booster para o andar de amplificação de potência que usa os dois TIP: o TIP 31 (NPN) e o TIP32 (PNP) numa configuração de emissor comum (este estágio tem apenas ganho em corrente, o ganho em tensão vem do Muff Fuzz). Ou usando um amplificador operacional usando dois transístores (o par 2N4401 e o 2N4403). O R4 controla o ganho da configuração. O ganho é controlado por feedback negativo à saída do opamp na base do TIP31. Claro que é importante o uso de um simulador de circuitos que permite simular não só o pickup da guitarra assim como o altifalante. Neste último exemplo a rede de feedback cobre não só T2 mas vai até ao estágio de saída. Uma outra configuração interessante é usar as flutuações de corrente de um opamp para controlar os transístores de saída. Só trabalham quando o opamp “puxa” mais corrente. Este exemplo curiosamente não funciona no simulador mas funciona na breadboard! O que se passa é que o simulador emula o opamp de uma forma ideal e não contabiliza as flutuações de corrente do integrado. Mas são essas flutuações que controlam o funcionamento dos transístores de saída. É um exemplo muito relevante que mostra bem alguns dos limites de aplicabilidade na utilização deste tipo de softwares para estudo de circuitos eléctricos. Há duas coisas que distinguem este último circuito dos exemplos anteriores: os transístores de potência estão numa configuração de colector comum (ganho de corrente e de tensão) e a rede de feedback controla a impedância de saída do amplificador. Os exemplos de power-amps anteriores têm uma configuração chamada de classe B. Cada um dos transístores de saída (ver a imagem anterior, TIP31 e TIP32) apenas conduzem numa das partes do sinal de entrada estando desligado (ou quase) na outra parte. Este tipo de configuração deve funcionar bem com o amplificador integrado LM386 (procurar a referência Ruby amp). O exemplo seguinte mostra um amplificador em class A, onde o transístor de saída está sempre em condução. Este não o testei mas o amplificador com a lâmpada de carro num tutorial anterior é também um amplificador em classe A. Outro exemplo que não poderia deixar de testar era o famoso amplificador Zen do Nelson Pass ( https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-zen-amplifier ) Neste caso a minha ideia foi construir uma versão pequenina, para ver, ou antes ouvir, como soava. As minhas simplificações levaram-me, depois de muitas iteradas e escutas e ao fim de 4 meses à versão que já divulguei num tutorial passado. Esta versão usa um IRFP240 (favorito do Pass) e que debita mais ou menos 3W clean (standard de guitarra). Já me esquecia que também experimentei uma versão pequena do JLH (John Linsley-Hood) mas usando transístores (não mosfet). Claro que a ideia surgiu também da versão do amplificador do Pass (https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-plh-amplifier). Esta sim uma topologia fantástica que valerá a pena voltar a fazer mais umas experiências com ela... em particular em overdrive. Outro amplificador que soa muitíssimo bem é o amplificador “Dead of Zen” (nome que dava para uma banda de heavymetal) do Rod Elliott ( http://sound.whsites.net/project36.htm ). Vejamos então mais esta ideia para um power amp. Precisamos do material seguinte: Mosfet N IRF620 Mosfet P IRFP9620 100nF x2 condensador (25V) 1mF condensador (25V) 120kOhm x4 resistências 1/4W Jacks de audio Ficha de alimentação para painel dissipador Caixa Hammond 1590BB (ou semelhante) isoladores para os transístores dissipador Fonte de alimentação de portátil (18V 6A) O poweramp com uma lâmpada divulgado num tutorial anterior partilha com este que usa dois mosfets a mesma simplicidade. O circuito é este: Usa dois mosfets, um tipo N e outro tipo P e funciona em classe A, i.e. os dois transístores estão simultaneamente a funcionar durante a parte positiva e a parte negativa do sinal de entrada para sinais de baixa amplitude. Tem um ganho de 2.5. Para sinais com maior amplitude temos distorção de crossover e achatamento dos topo da onda! A resposta em frequência é: A montagem foi feita numa Hammond 1590BB. Os mosfets foram literalmente aparafusados à caixa usando os isoladores e massa térmica. Como se pode ver a montagem não é nada do outro mundo, basta paciência. Uma das coisas importantes em circuitos de amplificação é usar uma configuração em estrela e apenas um ponto de massa (ligado à caixa metálica). O link seguinte tem a discussão deste tipo de configuração para amplificadores a válvulas mas vale também para transístores: http://www.geofex.com/Article_Folders/stargnd/stargnd.htm Outras das questões importantes que temos de ter em atenção com os amplificadores em geral em qualquer configuração e em particular com os amplificadores em classe A é a dissipação de calor. A rule of thumb é: se conseguires deixar a mão sobre o dissipador mais do que 60s então está tudo ok. Equivale a 60 graus Celsius, a temperatura ideal do café para ser bebido. Este tutorial tinha como objetivo mostrar a importância da utilização de um simulador de circuitos elétricos e a prototipagem rápida para estudo de circuitos. Tem referências e detalhes para nos manter ocupados durante este tempo de férias. E no fim a construção de outro amplificador classe A com dois mosfets tipo N e tipo P. Como soa? Melhor mesmo é montar um! Boas construções. Tiago Charters de Azevedo Lisboa, 2017
  8. Tutorial - Booster com uma válvula 6J6 a 5.3V Resumo: Aproveitando o baixo custo - 3 euros - de uma válvula 6J6, podes construir um excelente booster, que funciona muitíssimo bem para espevitar qualquer amplificador solid-state com pouco carácter. Vê aqui como! ... Ver este tutorial completo
  9. Booster com uma válvula 6J6 a 5.3V

    Na discussão sobre qual a melhor distorção, a distorção de transístores ou a de válvulas, é usual encontrarmos argumentos para todos os gostos. Do ponto de vista do DIY o principal impedimento na construção de projectos com válvulas está na utilização de voltagens perigosas e letais. As válvulas em geral necessitam de tensões elevadas para funcionarem e por isso a construção está vedada a construtores mais experientes. Para além disso as válvulas são caras, ineficientes e têm um tempo de vida limitado, ao contrário dos seus descendentes de silício, resistentes, eficientes e duradouros. Os pré-amplificadores e amplificadores de guitarra a válvulas são caros, mais caros que os correspondentes primos solid-state, e por isso o engenho da comunidade DIY mundial arranjou maneira de se construir um booster com uma válvula que funciona a tensões baixas e não letais. É disso exemplo o projecto intitulado de valvecaster: usa uma válvula 12AU7 (dois triodos) especificamente projectada para áudio. Nesse projecto usa-se uma tensão de 9V para alimentar a 12AU7. Este texto descreve a construção de um pré-amplificador semelhante mas usando um válvula 6J6 que também contém dois triodos, à semelhança da 12AU7, mas a 6J6 tem dois triodos com os cátodos comuns (numa configuração twin). A 6J6 não é em geral usada em amplificadores de áudio numa configuração de cátodo comum, é mais frequente encontra-la num divisor de fase (amplificador diferencial) para o estágio de amplificação em push-pull. Um triodo típico tem os seguintes terminais: As válvulas têm um contentor de vidro (fragilidade) e necessitam de ser aquecidas (ineficiência) para atingirem o seu ponto de funcionamento, os electrões precisam de ser aquecidos para viajarem. A 6J6 é uma válvula barata e por 3eurs temos toda a distorção de uma válvula num pacote de 7 pinos. Vamos usar um transformador de telemóvel que nos fornece 5.3V para alimentar a o heater da válvula e alimentar o circuito. O heater necessita de pelo menos 6.3V (vamos usar menos) e de uma corrente de 0.45A disponível num qualquer carregador de telemóvel. A datasheet para a 6J6 é esta: http://www.r-type.org/pdfs/6j6-1.pdf Na próxima página apresentamos a lista de materiais necessários antes de começar este projecto. Como habitualmente apresentamos a lista de materiais necessários à conclusão do projecto nos sítios mais fáceis/baratos para os adquirir. Se tiveres sugestões para sítios em conta, aproveita e diz-nos nos comentários! Material Fundamental: 6J6 válvula (ebay) Suporte de 7 pinos (ebay) 100k resistência (Pack de resistências sortidas na amazon) 22k resistência (ou 10k resistência) 2x 1M resistência 22uF condensador electrolítico (Pack de condensadores sortidos na amazon) 3x 220nF condensadores 2200uF 100k potenciómetro log (para controle de volume) (amazon) 2x jacks áudio (ebay) carregador de telémovel (5.3V 0.5A) (Isto não se compra - deve ter algum perdido aí em casa ) Material Opcional (ver justificação mais à frente no texto: http://www.muzique.com/lab/tone3.htm): 100k potenciómetro linear (para controlo de tonalidade) (Amazon) 39k resistência 22k resistência 0.01uF condensador 4000pF condensador O Circuito está esquematizado na figura seguinte: A figura seguintes mostram a vista da parte de baixo da válvula. O dois triodos correspondem a: 1º triodo: plate (pino 1), gate (pino 6) 2º triode: plate (pino 2), gate (pino 5) O cátodo comum é o pino 7 e o heater (filamento) correspondem aos pinos 3 e 4. A peça fundamental neste circuito é esta válvula: Tinha uma caixa Hammond já furada sem utilização na qual tinha desenhado um motivo de trepadeiras com um berbequim manual: Não esquecer o suporte de 7 pinos para a 6J6, este foi usado para a montagem na breadboard: O transformador foi reaproveitado dos muitos que por aqui em casa vão sobrando, não se gasta dinheiro numa coisa destas! Mas primeiro vamos aos testes, que mostramos na página seguinte. O estudo do circuito foi realizado numa pequena breadboard, a desorganização dos fios é reveladora! A figura seguinte mostra a tensão à saída para diferentes valores de amplitude do sinal de entrada e mostra bem o tipo de curvas do sinal de saída que nos dão a “boa” distorção. Desta vez não coloquei as diferentes componentes harmónicas para cada caso. É fácil descobrir as dominantes em cada caso. Optei por montar tudo no suporte da válvula, não é das montagens mais bonitas mas funciona. O esquema das ligações é este: Os cilindros amarelos na figura anterior são os condensadores de 220nF, ficaram um pouco encavalitados. Depois de testado com o amplificador achei que um tone control seria uma coisa interessante de adicionar ao circuito, e já tinha os furos feitos para adicionar mais controlos. A escolha recaiu sobre o tone control do Big Muff PI (http://www.muzique.com/lab/tone3.htm) cuja montagem foi efectuada nos pinos do potenciómetro de 100k linear. O potenciómetro log de volume corresponde ao rectângulo verde e o tone control ao cilindro prateado junto ao condensador verde de 4000pF e a um outro, velhíssimo que para aqui tinha, de 0.01uF. Inicialmente tinha uma resistência de 10k na plate do segundo triodo mas a adição do tone control atenua muito o sinal de saída, por isso se se pretender incluir o controlo de tonalidade talvez seja mais razoável substituir essa resistência de carga por outra de 22k ou mesmo de 100k. Melhor ainda será usar duas 6J6 com o tone control entre os dois estágios, futuro projecto. Alguém do Forumusica avança com a ideia? Do ponto de vista sónico e com o objectivo de construir um booster com um som de válvula o tone control é perfeitamente dispensável, mas como tudo isto é DIY podemos testar as várias hipóteses com um acender do ferro de soldar. Mas confesso que a versão que mais gosto é a simples, sem tone control e com 10k na plate do segundo triodo. O condensador C2 controla o cut-off nas frequências mais baixas (à volta de 7Hz) diminuindo o seu valor de é possível retirar mais alguns baixos, para 80Hz C2 deve ter o valor de 2uF (C2=1/(2*3.14*1000*80)). É fácil sentir o encanto de ver uma válvula a funcionar. O booster funciona muitíssimo bem para espevitar qualquer amplificador solid-state com pouco carácter. E como soa? Bom, melhor mesmo é montar um!
  10. Atenuadores

    Hoje, sem ninguém em casa foi dia de tocar com o Vox AC30 a 3/4 do volume, uma coisa só possível muito esporadicamente. E pronto, é definitivamente outro mundo, um mundo melhor. Volume a limpar o som quando é preciso, a resposta de mais ou menos intensidade no ataque às cordas, aquelas coisas... O que me leva de vez em quando a pensar " tenho de arranjar em powerbreak". Já tiveram aparelhos destes? Isto funciona mesmo bem? É preciso gastar um monte de dinheiro para ter uma coisa em condições?
  11. Aproveitem este tópico para tirar dúvidas sobre a compra de amps!
  12. GAS por AMPS

    Pode ser um destes para a mesa 2.
  13. Cápsulas do do café, dos ice teas ou do leite com chocolate são para meninos. Homem de barba rija, usa cápsulas do tone A Roland tem um conjunto de cápsulas disponíveis para a sua linha de amplificadores Roland Blues Cube, cada uma delas com o seu sabor característico. Cápsulas em formato válvula . Antes de ver o vídeo, vale a pena fazer contas: não são propriamente baratas (cerca de 200€ cada) e o amp mais barato da gama (Blues Cube Stage) fica por volta de 700€. Aqui vai o comparativo de 4 cápsulas para o amp.
  14. Tutorial - Amplificador 1W com um Mosfet – LAMP Resumo: Neste tutorial vamos construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive! Note-se: apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet a muito baixo custo! ... Ver este tutorial completo
  15. Amplificador 1W com um Mosfet – LAMP

    A construção de um amplificador de guitarra pode ser uma das experiências mais gratificantes no DIY. Vamos então construir um amplificador de guitarra usando apenas um componente activo: um Mosfet a trabalhar em classe A. É um amplificador minimalista inspirado nos projectos desenvolvidos e partilhados por Nelson Pass, o guru do hi-fi em classe A - https://www.passdiy.com A ideia deste artigo é construir um pequeno power amp que soa bem quando se faz o overdrive. Note-se que apenas vamos construir um power-amp com um fantástico 1W usando um mosfet. Como habitualmente, publicamos a lista de materiais dos nossos tutoriais e os links para os sítios onde podes encontrá-los ao melhor preço e de forma mais rápida e conveniente: 1x Mosfet: IRF610, IRF620, IRFP240,... (preços de 1 a 8 €) 1x Lâmpada de 12V21W ou 10W Farol de automóvel ou suporte para lâmpada Resistência 1MOhm, 1/4W - Provavelmente o melhor é comprar um pack destes, sai mais barato Potenciómetro 1M (opcional) - 0.9€ Condensador electrolítico 1000uF, 25V Condensador não polarizado 220nF, 25V 2 x jack fêmea de painel Fonte de alimentação de portátil (comprar em segunda mão ou pedir a um amigo(a), toda a gente tem uma guardada lá em casa ) Dissipador (80x78x35mm) - por que não aproveitá-lo de um CPU velho que tenham por aí? Pasta térmica (opcional) Isolante TO-220 l, (opcional, mas é necessário algum cuidado para evitar curto-circuitos) madeiras para montagem da caixa (ou caixa metálica) calha de alumínio parafusos vários, cola de madeira, ... Na próxima página vamos então mostrar o esquema do circuito deste power amp. A figura seguinte mostra o circuito completo do amplificador. Tal como está o Mosfet vê qualquer coisa como 3.5V no drain e tem um ganho, para uma corrente de repouso igual a 600mA, da ordem de 8 (ganho máximo para diferentes valores do potenciómetro P1). Quer isto dizer que se o sinal de entrada for 0.1V à saída teremos 0.8V, o ganho é um factor multiplicativo. A impedância de entrada é da ordem dos 50 kOhms que é mais do que suficiente para ser ligada a qualquer output de um pedal de distorção ou booster e cá temos o nosso pré-amplificador para desenrascar. Os condenadores de acoplamento, de 220nF e de 1000uF, entrada e saída respectivamente, controlam a resposta em frequência do circuito. Outros pares de valores seriam possíveis para a mesma resposta em frequência mas, ao meu ouvido, soa melhor a distorção (quando se faz o overdrive) ao deixar passar graves à entrada e cortá-los à saída com um valor mais baixo de C2. Mas isto é DIY, basta experimentar! O mosfet tem o seu ponto de funcionamento garantido através da rede de feedback composta pela resistência R2 e o potenciómetro P1, chamada rede de Schade (1938), que liga o drain à gate. O potenciómetro P1 é opcional, permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet, um trimpot escondido dentro da caixa serve para ajustar o ponto de funcionamento e que ficará fixo neste caso. Como resistência de potência vamos usar um lâmpada de carro, é a carga do componente activo, e especifica a impedância de saída do circuito. À semelhança do que acontece com os amplificadores a válvulas este amplificador tem uma impedância de saída elevada o que faz transparecer as qualidades do speaker. Uma lâmpada comporta-se como uma resistência não linear. Quanto mais quente está, maior é a resistência. A resistência aos terminais da lâmpada não obedece à lei de Ohm. Os gráficos anteriores mostram o valor da resistência de várias lâmpadas de carro de que se podem comprar. As lâmpada típicas de médios/macha-atrás e de pisca (âmbar) têm usualmente 21W e devem ser alimentadas as 12V (curvas a preto e vermelho). Arranjei também uma lâmpada de 10W (curva a verde) e ofereceram-me uma lâmpada de empilhadora de 24V de 25W (ou será de camião?). O amplificador funcionará bem qualquer uma das lâmpadas. A resistência das lâmpada de 21W é menor e por isso deverá arranjar-se um dissipador maior. A minha escolha foi a lâmpada de 24V/25W. Para ser mais fácil, ilustramos a montagem passo a passo. Utilizamos um suporte de lâmpada de um reboque : Dissipador: Optei por fazer a caixa em madeira, tem dimensões (12cmx16cm) e as laterais (4.3cmx16cm). Têm espessura de 1.5cm. A figura seguinte mostra já a caixa montada com os furos para colocar o dissipador e o farol, antes de lixada. E usei umas calhas de alumínio de 4.3cm para colocar os jacks: E confirma-se que está tudo bem: E fura-se o dissipador. Note-se no círculo interior onde se vai colocar o mosfet. Optei por montar tudo numa linha de contactos que tinha para aqui, mas podia ter usado uma stripboard: A montagem do transístor requer algum cuidado. É necessário massa térmica e um isolador de cerâmica (ou outro). Costumo colocar massa térmica entre o isolador e o dissipador e transístor. E já me esquecia... a fonte de alimentação é um carregador de portátil 18V 2.23A, mas qualquer outro serve. E já está! As fotografias seguintes mostram a clara vantagem de usarmos uma lâmpada: não ser necessário instalar um led on-off. O plástico vermelho dá aquela sensação quente que tanto gostamos em amplificadores de guitarra. Os circuitos simples, e este é um caso desses, permitem identificar muito bem os efeitos que se obtêm quando se varia um parâmetro. O potenciómetroP1 permite controlar o ponto de funcionamento do mosfet permitindo controlar a distorção e compressão do sinal final amplificado. E como soa? Bom, o melhor mesmo é montar um! Por Tiago Charters de Azevedo
  16. Converter Combo numa Head

    Boas ... Gostaria de saber se é possível converter um combo numa head ... Tenho um vox VT20+ e gostaria de saber se há alguma forma de poder utilizá lo como head, o combo em si tem 30w ... Obrigado
  17. Alguém já experimentou este amp? O que acharam? Estou interessado em comprar um combo a válvulas nesta gama de preços e versatil, entre os 40w e 50w... Pelo que li e ouvi deste amp parece-me uma boa escolha... só queria ouvir mais uns comentários acerca deste amp... Alguma sujestão?
  18. Ontem rodei um "pequeno" Peavey Vypyr de 15Watts. Já há muito tempo que não tocava num amp solid state e fiquei relativamente impressionado com o bicho. É alto (muito), acho que o speaker é muito eficiente e no que toca às emulações de amps, nos de alto ganho soa bastante bem mesmo. Gostei especialmente da emulação do 6505, e a do recto também não estava nada mal. Nos cleans não era nada de especial excepto a emulação do Tween Reverb que soava bem. Os efeitos não eram nada de especial mesmo. Impressinou-me um ampzeco destes mesmo, e agora vou querer arranjar uma coisa destas, mesmo. Para ter por casa e micar para gravações, e preencher uma lacuna que tenho que é a falta de um amp high gain pequeno. Comparativamente ao Vox Pathfinder 15, o Vypyr cobre melhor o território high gain, mas não faz o breakup e os cleans do Pathfinder que são muito "Voxy". A diferença para os line6 Spider é que as distorções aqui são analógicas,e a meu ver soam-me melhor que as da line6. Sinceramente, um pequeno grande amp este Peavey.
  19. A Joyo lançou uma série de mini amps com um conjunto de características interessantes. Pequenos, mas (relativamente) poderosos, podem ser a solução para músicos "on the move" que não queiram carregar cabeças pesadas. Ou até para ter por casa, se não houverem vizinhos chatos por perto. Os amps foram revelados na NAMM 2016, e a série consiste em 6 diferentes mini amps, com sabores a amps bem conhecidos, mas em formato head bastante reduzido. Ainda não há preços definitivos, mas devem rondar os 180 a 200€ por amp. Características Comuns Todos os amps da série partilham um conjunto de características em comum: Preamp com uma válvula 12AX7 Power amp solid state (classe D) com 20 Watts a 8 ohms Dois canais Aux in via Bluetooth Controlos de ganho, tone e volume FX loop Saída para auscultadores com emulação de coluna Características Específicas Cada amp tem o seu voicing, identificado pela cor do amp: BantamP Jackman (vermelho): esta é a emulação do Marshall JCM 800 BantamP Zombie (cinzento): emulação do Triple Rectifier - tem um opamp antes da válvula de preamp BantamP Vivo (branco): emulação Hiwatt - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Atomic (verde): emulação Vox AC30 - tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP Meteor (amarelo): emulação de "ganho" british (?)- tem um jfet antes da válvula de preamp BantamP BlueJay (azul): emulação fender (Blues Junior?) - tem um jfet antes da válvula de preamp
  20. Vox MV50

    Após a apresentação na NAMM 2017, aqui estão as primeiras demos oficiais da Vox dos seus MV50 com a tecnologia nutube:
  21. A Ceriatone revelou o Ceriatone 2202. O amp é uma espécie de "redução" do Marshall JCM800, com alguns "kitanços", num pacote mais maneirinho. Com 3 válvulas 12AX7 no pré e 2 6V6GT no power amp. Tem apenas um canal, mas flexibilidade garantida, com 3 mini switches frontais, um switch "pussy trimmer" na parte de trás, para ajustar a compressão e saturação. O Bias é ajustável externamente, e há também um loop de efeitos e um selector de impedância. Como acontece com os ceriatonres, pode ser vendido como produto acabado ou em KIT com vários graus de completude (e vários preços), consoante os gostos. Os clientes americanos podem comprá-lo completo por cerca de 600 dólares. O Kit de componentes (sem válvulas e cab), sem montagem custa cerca de 350 dólares.
  22. Novos PRS Sonzera

    A PRS vai lançar uma nova gama de amps, focados na simplicidade. Com dois canais independentes (cada um com a sua tone stack de 3 bandas), a ideia é que o utilizador controle o amp e não "seja controlado por ele", segundo a marca. O canal limpo lembra os amplificadores americanos das décadas de 60 e 70, e o canal de distorção pode funcionar com base no canal limpo com boost ou soar de maneira totalmente diferente. É interessante (ou não) a justificação da marca para o nome: "Sonzera [Portuguese]: from som (sound), meaning a cool and/ or stunning sound (in the sense of music) – a kind of slang." Não sei onde é que foram buscar esta ideia. Em Português esse termo não existe no dicionário em lado nenhum. Vai haver versões de 20W e 50W, com a versão de 20W a ter 6L6 no power e a de 50W a ter EL34's. Quanto a preços, deverão rondar os seguintes: €899 na versão combo de 20W combo €1,050 na versão combo de 50W €899 para a versão cabeça de 50W
  23. Joyo Jam Buddy

    Este é um daqueles tópicos em que tanto pode estar aqui como na parte dos pedais. A Joyo anda a lançar produtos muito interessantes. Desta vez vai lançar um "pedal amp", com características únicas: colunas incorporadas, bateria recarregável e bluetooth. O pedal/amplificador tem um power amp com 2x4 watts, dois speakers de 4 cm, dois canais (clean e distorção). A bateria é de lítio e dura 3 horas (tem 2200mah - no fundo uma powerbank). Está incluído também um efeito: delay. Fica aqui um teaser: Ainda não há preços revelados.
  24. Revv Amps - Alguém conhece?

    Alguém conhece esta marca? Encontrei-a por acaso e pelos vistos têm um coice do carvalho para o metal. Handbuilt, e tem um modelo chamado "Generator" com várias versões, incluindo este mais pequenino "7-40", com 7W ou 40W conforme se queira. No que toca a válvulas, tem 4 12AX7 e uma 12AT7 no pré e quatro 4 6V6GT no power. Melhor (ou pelo menos a review soa melhor) é o irmão grande de 120W: Quanto ao preço, parece que vale 1599 dólares americanos. O que acham?
  25. A Wampler revelou o novo Wampler Bravado - o primeiro amp da marca e cuja função é "devorar" pedais. Para os guitarristas que querem um amp que funcione bem com todos os pedais, a Wampler oferece este amp com 40 Watts de potência, com válvulas 6L6 no power, resultado da sua experiência com pedais. O amp tem um grande headroom esegundo diz a marca, funciona bem com quase todos os pedais, dando aquela compressão que os faz chegar ao "ponto de açúcar". O amp tem uma stack de equalização de 3 bandas. O loop de efeitos foi desenhado pela Friedman (é buffered). Há dois switches: um "Fat" para dar uma ênfase nos médios sem chegar a ser nasal, com duas posições, e um "bright" com 6 posições. Em conjunto, estes switches garantem uma grande flexibilidade. O amp está disponível em pré-reserva com um depósito de 950 dólares americanos para... 50% do amp. Vale a pena? Fazia falta um amp destes no mercado? Que alternativas existem?