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Encontrado: 25 resultados

  1. Pois é malta, resolvi abrir um tópico novo, o outro já estava antigo e desactualizado nos links e coisas que tal. Serve o presente então para apresentar a minha banda: PSIORB Podem encontrar-nos no youtube - https://www.youtube.com/channel/UCI4pXryXT-AgqcNcZpTYlWA/featured?view_as=subscriber, brevemente no facebook, soundcloud e bandcamp. É composta com o @A.G.E.N.T.E. nas frequências graves, comigo na guitarra e com o Pedro Santana na bateria. Somos um power trio instrumental, progressivo, experimental com sonoridade bem heavy metal, mas com bom gosto... espera-se. O conceito por detrás deste projecto é que todos os instrumentos se ouçam de forma equilibrada e com igual importância na mistura e composição final. Desta feita, as frases da guitarra, baixo e bateria são independentes, ou procuram-se como tal, resultando harmonias e melodias algo surpreendentes para o género. Há muito ainda para trabalhar, nomeadamente conseguir o equilíbrio entre os instrumentos, quer na mistura, quer na composição... a guitarra ainda sobressai um pouco relativamente aos restantes instrumentos... na minha opinião, claro. Sô @A.G.E.N.T.E., fazer favor de comentar e opinar sobre sua justiça. Bom, mas chega de paleio, o que vocês querem é sons, por isso, aqui ficam as nossas publicações: Tema 4: EVARG Tema 3: S3RT Tema 2: OMSIBA Tema 1: EPACSE ... ... EDIT: Pois é, já não falta o tema 3... Comentem e partilhem sff.
  2. Compor Midi de Bateria

    Hoje aproveitei a chuva para fazer umas brincadeiras, e como não tenho bateria caseira, decidi fazer uma pista de bateria "à mão" (via editor de midi). Dá muito trabalho mesmo. Foi a primeira vez que fiz, e aqui vai até agora o que fiz. A certa altura cansei-me de brincar no editor de midi do reaper e gravei qualquer coisa básica por cima para ver como ficava "na mix". Quem já faz esse tipo de pistas à mão, alguma coisa que se possa melhorar? teste_bateria.mp3 Esqueci-me dizer que uso o BFD Eco.
  3. Não sei se já existia, mas deparei-me com isto: Parece porreiro. 20€, não me parece exagerado para o que faz. O que acham?
  4. Do que precisa um home studio?

    Com as novas tecnologias tornou-se muito fácil ter um estúdio em casa. No entanto, há várias coisas que devemos ter em conta. Nomeadamente, a quantidade de dinheiro que queremos gastar, o que já temos e podemos utilizar, e o que queremos gravar. (Quem quer gravar guitarra acústica e voz se calhar precisa de menos material de uma pessoa que queira gravar uma banda inteira, ou pelo menos, poderá talvez gastar um pouco mais num microfone mais caro, que capture exactamente o que quer. O setup para que vamos apontar é para o mais modesto possível, mas que ainda assim nos permita ter resultados satisfatórios para (quase) todas as ocasiões. Assim, vamos dividir este tutorial em várias partes: 1. Prioridades 2. Computador e Placa de Som/Software 3. Material de gravação: a) monição e c) microfones 4. Pesquisa e sê Criativo Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples Antes de começar qualquer tipo de investigação devemos perceber o que vamos gravar, quais são as condições em que vamos gravar e onde queremos gastar mais dinheiro. Quando comecei a comprar material de gravação já tinha um bom material de guitarra. O meu objectivo sempre foi gravar guitarra eléctrica e voz. Como tal, um microfone cardioid seria o suficiente. Se quisermos gravar guitarra e voz ao mesmo tempo, devemos ter em atenção o ruído do espaço onde será, normalmente, feita a gravação para perceber se podemos usar um microfone omnidirecional, ou se deveremos optar por um set de dois microfones . Felizmente, para a quantidade de pistas de que estamos (normalmente) a falar, não é necessário ter um computador com um grande processador para se conseguir fazer boas gravações, por isso em princípio poderemos utilizar a "máquina" que temos por casa. Outra coisa boa, é que com as placas de som USB, deixa de ser "necessário" fazer modificações ao computador. Cheguei a experimentar softwares de guitarra e simuladores de coluna no computador, mas nunca cheguei a ficar satisfeito com os resultados (confesso, talvez por falta de esforço da minha parte). Resolvi optar por uma placa de som da focusrite (Scarlett 2i2) que tinha boas reviews. As Line 6 UX costumam ter boas reviews nos foruns e a M-audio (fast track) que experimentei era muito boa para o preço também. Quanto a Software, temos de perceber se queremos investir, ou se queremos ficar pelos freeware. Quando comprei a focusrite, que veio com o Ableton Live Lite. Foi muito fácil adaptar-me ao programa para fazer as coisas mais básicas. As coisas mais complexas, aprende-se através dos tutoriais. Dentro do software, também é muito importante percebermos o tipo de som que queremos fazer. O Fruity Loops já foi muito usado para música electrónica, mas é de difícil adaptação, o ableton é muito usado ao vivo porque se foca nos loops e o audacity, o mais limitado dos que já usei, no fundo só dá para fazer uma edição muito básica do som. Quanto a monitores diria que o melhor é termos várias opções à nossa disposição (como sempre ouvimos dizer, escutar a música em diferentes fontes de áudio, em casa, no carro, com phones, headphones, etc). Para usar em casa, e sei que alguns técnicos de som discordam disto, a opção mais prática e eficaz, são os headphones. Hoje em dia com relativamente pouco dinheiro compra-se uns headphones decentes (claro que quanto mais gastarmos, mais definição temos) que nos permitem fazer uma mistura que "não envergonha". Do que experimentei, tenho tendência a gostar dos Sennheiser, embora já tenha lido boas críticas a outras marcas como os Shure, Superlux. Deixei, talvez, o mais importante para o fim. De todo o set, aquilo em que notei mais diferenças foi na escolha dos microfones. No meu caso experimentei Cardioid, Condensador e Ribbon, tendo acabado por preferir a última opção. Talvez seja aqui também aquilo em que compensa (na minha opinião) gastar mais dinheiro. Se há coisa que torna as tarefas mais desafiantes são as limitações. Os Beatles serão talvez dos exemplos de maior criatividade (na luta contra as limitações da época) que se pode ter em estúdio. Não é preciso pesquisar muito para encontrar baterias gravadas com dois microfones: Que soam gigantes porque foram gravadas numa casa banho com qualidades sonoras específicas, ou EPs gravados em cassette com 8 track recorders (https://wettnurse.bandcamp.com/track/satans) ou este álbum do Frusciante gravado num four-track recorder: Posto isto, só me resta dizer que pesquisar e brincar é, para mim, grande parte do que é "gravar". Gosto de procurar novos sons, estéticas, distâncias e cruzamentos entre microfones, hi-fi com lo-fi, etc.
  5. Tutorial - Do que precisa um home studio? Resumo: Este tutorial é feito com base na minha experiência de amador, pelo que aprecio que me sejam corrigidos todos os erros. Espero, ainda assim, ajudar e incitar ao diálogo. No fundo, é um tutorial de nabo para nabo, o que pode ser que torne as coisas um pouco mais simples ... Ver este tutorial completo
  6. Whiplash "Drum Cover"

    Olá deixo aqui um cover de bateria. Obrigado
  7. Reciclagem

    Mostrem lá os vossos projectos de reciclagem de material eléctrico ou electrónico. Aqui fica a ideia de reciclar os conectores das pilhas de 9V para usar em breadboards: Passo 1: Arranjar uma bateria Passo 2: Cortar a parte de cima (com cuidado) Passo 3: Retirar os conectores Passo 4: Soldar uns fios Já está. Para usar com a breadboard.
  8. Alguém se lembra do Aquiles no casting falhado para baterista dos Dream Theater quando o Portnoy saiu? Para quem não se recorda: E agora aqui está ele a exorcisar o fantasma da sua audição falhada:
  9. A Arturia lançou o Drum Brute, um sintetizador 100% analógico de bateria, com 17 instrumentos de percussão e um sequenciador intuitivo de 64 passos. O Drum Brute tem tudo e mais alguma coisa em termos de conexões, um filtro Steiner-Parker de dois modos. Tal como toda a família de synths Brute, é totalmente polifónico: todos os seus sons podem ser tocados em simultâneo. Aqui ficam alguns samples para abrir o apetite: https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/DB_BBOYTECH1.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/DB_BBOYTECH2.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/Soft_Dropts__Sebastien_Rochard.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/RollTheHat__Valentin_Lepetit.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/Techno_137__Jean-Baptiste_ARTHUS.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/NCP086__Baptiste_Legoff.mp3 https://downloads.arturia.com/audios/drumbrute/demo_tracks/Dreamlike__Victor_Morello.mp3 No que toca à conectividade, o painel traseiro inclui USB, MIDI IN/OUT, Clock In/out para sincronização, saídas individuais para os instrumentos e saídas de 3.5mm e 1/4 stereo para auscultadores. O Arturia Brute está disponível para pré-encomenda, prevendo-se a chegada ao mercado no dia 17 de Novembro. O preço é de 449€. Fica aqui o vídeo de introdução:
  10. GAS na Bateria

    Ora aqui está a DW Performance Series: e as demos, em que soa incrivelmente bem:
  11. Pelos vistos o Mikkey Dee é agora o novo baterista "de facto" dos Scorpions. Após substituir o James Kottak durante bastante tempo, é definitivo: o lugar pertence-lhe. O que os Scorpions dizem: O que diz o Mikkey Dee:
  12. Lisbon Jazz Summer School

    até
    LISBON JAZZ SUMMER SCHOOL 6ª edição da Escola de Jazz de Verão de Lisboa 17 a 24 de Julho 2016 | Centro Cultural de Belém Estão abertas as candidaturas! Será dada prioridade às candidaturas recebidas até 5 de Junho 2016 A Lisbon Jazz Summer School está de regresso! São 8 dias cheios de jazz, concertos, jam-sessions e dois cursos a decorrer em simultâneo leccionados por grandes nomes do jazz nacional e internacional. 17 a 24 de Julho | 10h00 às 18h00 | CCB Férias com Jazz | Curso de Iniciação ao Jazz público alvo: jovens músicos dos 12 e os 15 anos (qualquer instrumento) propina: € 240 (c/ iva) | língua oficial: Português | [COMO PARTICIPAR] Os mais novos podem entrar de Férias com Jazz e mergulhar na experiência única de improvisar e fazer música em conjunto. Uma semana orientada por um grupo de excelência de músicos de jazz, com aulas práticas de improvisação, instrumento, combo, big band, entre outras atividades musicais de aprendizagem da linguagem jazz. Direcção Pedagógica: Gonçalo Marques Formadores: Ana Araújo (piano) Bruno Santos (guitarra) Claus Nymark (trombone, big band) João Guimarães (saxofone) Nelson Cascais (contrabaixo) Marcos Cavaleiro (bateria) François Choiselat (Soundpainting) [Vídeo Férias com Jazz] 18 a 23 de Julho | 10h00 às 18h00 | CCB Curso de Verão | Methods, Process and Practice of Songwriting, Collaboration, Performance and Band Leading com Tillery: Becca Stevens, Gretchen Parlato público alvo: músicos a partir dos 16 anos (qualquer instrumento) propina: € 270 (c/ iva) | língua oficial: Inglês | [COMO PARTICIPAR] Dirigido a músicos profissionais e a estudantes de música avançados, este curso conta com a direcção pedagógica do colectivo Tillery, três das mais aclamadas e respeitadas vocalistas/compositoras de Nova York, que durante uma semana irão abordar métodos e técnicas de composição, escrita e arranjos, bandleading e performance. [Vídeo Tillery] 19 de Julho | Hot Club Portugal | 22h30 20 a 22 de Julho | Sandwich Bar CCB | 22h Jam Sessions com alunos, formadores dos cursos e convidados M/6 | Entrada Livre As Jam Sessions da Lisbon Jazz Summer School são um espaço informal onde os participantes e formadores do Curso de Verão e Férias com Jazz, são convidados a subir ao palco. Sessões abertas a outros músicos e público em geral. 21 de Julho | Pequeno Auditório | 21H Concerto Tillery: Becca Stevens, Gretchen Parlato M/6 | Bilhetes: 12,5€ (Plateia), 10€ (Laterais), 8€ (Sócios HCP) Tillery é uma força coletiva potente que é mais do que a soma das suas partes. A química criativa deste trio e a orgânica do seu relacionamento pessoal contribui para uma colaboração poderosa que tem encantando o público, desde que se juntou pela primeira vez em 2010. 23 de Julho | Pequeno Auditório | 21H Concerto de Encerramento do Curso de Verão M/6 | Preço Único: 7€ | Sócios HCP: 5€ Concerto protagonizado pelos participantes do Curso de Verão, que sobem ao palco enquanto intérpretes-compositores para apresentar o resultado do trabalho desenvolvido ao longo do curso. 24 de Julho | Pequeno Auditório | 18H Concerto de Encerramento do Férias com Jazz M/6 | Preço: 6€ | Sócios HCP: 5€ O Férias com Jazz encerra em festa. A subida ao palco dos grupos que se consolidam ao longo de uma semana intensiva de trabalho proporciona aos participantes, aos formadores e ao público momentos gratificantes e de grande emoção. COMO PARTICIPAR A participação na Lisbon Jazz Summer School é feita através de uma candidatura e uma inscrição. Será dada prioridade às candidaturas recebidas até 5 de Junho 2016. Mais informações, regulamento e formulário de candidatura disponíveis em www.lisbonjazzsummerschool.org Direcção Artística: Alexandra Ávila Trindade e João Godinho Co-produção: Orelha Viva / Centro Cultural de Belém Produção Executiva: Orelha Viva Mais informações: ljss.participants@gmail.com (+351) 967 435 310
  13. Cover com bateria microfonada e trigada

    Fala pessoal do Forumusica, beleza? Venho aqui mostrar para vocês meu cover de uma música da banda Molotov Solution, toda produção do audio da bateria e a edição do vídeo fui eu que fiz, tive ajuda de um brother meu para me gravar tocando, o que acharam do resultado final? Espero que gostem, qualquer crítica ou sugestão será muito bem vinda! =D https://www.youtube.com/watch?v=F7v37Kj0xmw
  14. Cover de batera e vocal (studio quality)

    Salve galera tudo bom? Recentemente postei um vídeo no meu canal que fiz em parceria com meu brother que é vocalista, e queria saber o que vocês acharam da qualidade do áudio e do vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=BoCyLzHDqPE
  15. Gear do ano em que nasceram

    Muita malta (eu incluído) tem o desejo de ter uma peça de material musical do ano em que nasceram. Pode ser uma guitarra, um pedal, um amp, um teclado, qualquer coisa... Se pudessem escolher uma só, qual seria? No meu caso seria uma Ibanez AS-200 de 1980 como esta: Muito por culpa da AS73 que tenho andado a adorar e alguma influência do Scofield, confesso.
  16. Cover de bateria Raging Fyah (reggae)

    Cover da musica Nah Look Back dos Raging Fyah Quem pudesse dar uma vista de olhos agradecia
  17. Já disponível EP de Digno 1.0 este projeto é o cominar destes 8 anos de música. Na descrição do Youtube têm todas as informações disponíveis! Aguarda-se sugestões para o próximo que será o 2.0!
  18. Artic Monkeys - R U Mine drum cover

    Boas, sou novo neste forum, acabei de descobrir agora mesmo, espero ser bem recebido. Deixo vos aqui com um cover feito por mim, gostava que vissem, aceito comentários, criticas tudo Abraço e muitas batucadas
  19. A Gretch Drums reintroduz um dos seus sets de bateria icónicos.Fiel à produção nos Estados Unidos, a Gretch volta a introduzir o seu famoso set Broadkaster. Originalmente desenhado com uma especial atenção dada à integridade estrutural, permitiu a construção de uma bateria ressonante sem necessidade de reforços adicionais na estrutura, tendo contribuído para o "that great Gretsch sound". "É incrivelmente entusiasmante para nós pegar numa parte da história da Gretsch e recriá-la para o uso atual" diz John Palmenr, Diretor de Produto da Gretsch Drums. "Com o redesenho da Broadkaster, estudamos cuidadosamente um set de 1947 e vários outros da década de 50 para determinar como poderíamos usar a tecnologia moderna de construção de baterias e continuar a preservar as nuances que tornaram a Broadkaster original tão especial. Agora os bateristas têm a oportunidade de ter um instrumento vintage com uma construção moderna. Estas baterias falam por si próprias." A Broadkaster esta disponível em cinco configurações (com ou sem tarola) e em duas configurações de hardware: Standard ou Vintage. A configuração vintage é particularmente distinta, com o mesmo estilo e funcionalidade da Broadkaster dos anos 50. Os acabamentos disponíveis são quatro: Anniversary Sparkle, Antique Pearl (ambos Nitron wrap), Satin Classic Maple, Satin Copper (em verniz de Nitrocelulose). Estes sets chegam às lojas lá para o final do ano. Clica aqui para ver o artigo
  20. Bom dia! Procuro estúdio para ensaios na cidade de Coimbra. Alguém sabe as localizações e preços?? Obrigado WhatsApp: +556281770145 Telemóvel: 915001243 ribeiro.lucasma@gmail.com
  21. A conhecida marca brasileira de Baterias lançou o seu catálogo de 2015 com boas novidades. Clica aqui para ver o artigo
  22. Dicas de pratos para igreja!

    Fala Galeraaa! vamos trocar os pratos da batera da igreja, vamos colocar aquário e microfonar a bateria. Queria de vocês uma sugestão de pratos, qual marca vocês indicariam. to pensando em 5 pratos (pensei nesses: hithat zildjian zbt 13'', fast crash zildjian zht 15", meduim crash zildjian A custom 17", splash zildjian Kcustom 09" hybrid splash e Ride zildjian K Serie 20" heavy Ride) o que vocês acham? abraços
  23. Gostaria de partilhar convosco esta brincadeira. Por falta de tempo há algumas lacunas na sincronização mas para a próxima já corre melhor. Abraços http://www.youtube.com/watch?v=VJv5N8VT44I&list=PLh94fmiOjHjct6dyUfkjovlfqOL9B30OP
  24. Li isto no facebook da pearl. Óbvio que estão a puxar a brasa à sua sardinha, mas será que esta afirmação não tem um fundo de verdade? Enquanto que na minha opinião, a performance live de uma banda está sempre dependente de uma baterista consistente, e que precisa de ter, pelo menos, alguma dinâmica, o potencial e produtividade criativos de uma banda podem ultrapassar a qualidade do baterista. Este pode "proteger-se" com ritmos relativamente simples, tratando apenas de manter o tempo. Mas isto levanta outra questão: Como se avalia a qualidade de um baterista? Será que uma batida simples, que funcione como uma base para os restantes elementos da banda soltarem a sua criatividade, não será um objectivo mais que justo? A que é que será que aspiram os bateristas? A ficar duas horas um 4/4 básico, enquanto os restantes elementos da banda solam? Ou a distribuir pedaladas de bombo e drum rolls ao longo de toda a música? Será que os Rush seriam o mesmo sem o Neil Peart? Ou será que um baterista com beats mais complexos iria destruir o vibe de uns AC/DC? Discuss
  25. Gravar bateria com 2 inputs

    Bom dia, Já andei a ver pela net varias técnicas de gravação com dois micros, ou mesmo opções para gravar com vários micros, uma mesa de mistura e um interface de duas entradas. Tenho o seguinte material: 1 Shure Sm57 Kit de Bateria T.bone DC1000 Dois overheads T.bone EM700 Focusrite Scarlett 2i2 Phonic SonicStation 16 Sei que os micros não são os melhores, mas não há €€ para mais. Pensei nas seguintes opções: 1º Gravar 3 vezes a bateria. Prós: Assim ficava com tudo em faixas separadas era mais fácil de depois trabalhar com elas no DAW. Contras: É complicado ter um baterista que consiga repetir três vezes a mesma musica sem erros ou falhas no tempo. 2º Utilizar a mesa para os OH, Tons e Kick/Snare e o outro canal do interface para Kick/Snare, (Não sei qual escolher porque na tarola vou ter o Sm57 logo é muito provável que a qualidade seja superior à do bombo em que tenho o DC200, mas mesmo assim talvez fosse melhor ter a tarola separada) 3º Utilizar apenas dois micros (parece-me um pouco utópico porque nenhum par dos micros que tenho disponível tem qualidade suficiente para gravar a bateria com alguma qualidade) Estas são as opções que estou a ver agora, gostaria de saber opiniões e ideias. Obrigado.