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Encontrado: 8 resultados

  1. Pedal DIY com transformador

    Boas. Tenho estado a pensar em construir um pedal de distorção para baixo, baseando-me com o que há pela net e com aquele tutorial fantástico do @tca. O que eu tenho estado a pensar é que não quero fazer um pedal alimentado a pilhas. Será que poderia fazer um pedal com a entrada para aqueles transformadores normais de 9V em vez da pilha? Iria alterar nalguma coisa a eficácia do pedal? Cumps, Daniel
  2. Blackheart BH5H to combo

    Boas pessoal ! Há uns meses decidi converter a minha head Blackheart (BH5H) para um amplificador "combo" com um V30 que adquiri entre trocas. Este post não se trata de um step-by-step propriamente, mas sim de um compêndio de algumas fotos que fui tirando ao longo do projeto (o meu primeiro). Obviamente sendo o primeiro projeto, há sempre surpresas, e algumas dessas nem sempre se conseguem ocultar (ou corrigir) da forma que queríamos, portanto decidir dar este projeto como concluído (por agora ). Nota: As fotos tiveram de ser subidas com pior qualidade para efeitos de upload. Extra nota: A estrutura da head continua a servir um propósito neste planeta enquanto estante para CDs. Sem mais demoras ... E para terminar, uma pseudo-glamour shot !
  3. Sintetizador DIY

    Soube do seguinte workshop de DIY electrónico para barulhos musicais... https://www.facebook.com/events/1141803405961161/
  4. Pois é malta, deparei-me com um link interessante para leitura aquando de uma visita ao site da Premier Guitar (a propósito de uma review de uma guitarra Mayones). O link (que não é este primeiro) encaminha para a leitura ou download de um ficheiro PDF com umas 58 páginas (ainda não o vi, foi só de relance) sobre assuntos que começam nos acabamentos... Bom, deixemo-nos de suspense, https://www.dropbox.com/s/k9lv1di1kmost9k/Nov17_PG_Ebook_DIYGuitarMakeover_Vol1.pdf?dl=0 EDIT, Jan2018 - Agora também para baixistas e entusiastas dos graoves... (mistura de graves com groves... ok fica para a próxima): https://www.dropbox.com/s/w8repkgv4atm6ax/Feb18_PG_Ebook_NothingButBassVol1.pdf?dl=0 EDIT, Fev2018: Mais uma da Premier Guitar só para a malta... que acompanha a revista, claro... https://www.dropbox.com/s/l21p544hmck6buv/Feb18_PG_Ebook_DIYGuitarMakeoverVol2.pdf?dl=00 EDIT, Março 4, 2018: A Premier Guitar dá muitas dicas, este link contém umas sugestões bem interessantes aos cirurgiõesdas entranhas das guitarras... https://www.premierguitar.com/articles/21112-three-must-try-guitar-wiring-mods?page=1 Boas leituras...
  5. Pedalboard caseira

    Decidi fazer uma nova tábua para os meus pedais. Comprei umas tábuas de pinho e pus mãos à obra. Ainda dá para meter mais um pedal bem apertadinho no degrau que fiz. Ainda há possibilidade de expandir a pedaleira.
  6. China Les Paul Kit - A Odisseia

    Caros, é só para dizer que comprei um kit DIY Les paul por 34€. Estava a navegar num site de chinesices, vi isso e disse: "não pode ser". É possível que fique sem o guito ou me mandem um bocado de lenha, mas bom... literalmente paguei para ver. Supostamente o kit é este: Stay tuned for news in the next months, já a contar que a alfândega trabalha a velocidade de pedal.
  7. Tutorial - Potpourri de Amplificadores de Guitarra Resumo: Neste tutorial vamos construir um power amp e discutir algumas tipologias de amplificadores para guitarra. Aventura-te e fica a conhecer melhor o mundo dos amplificadores de guitarra! ... Ver tutorial completo
  8. Potpourri de Amplificadores de Guitarra

    Neste tutorial vamos discutir uma alguns amplificadores de guitarra de uma forma informal, discutir tipologias e ideias para experimentar na breadboard. A totalidade dos esquemas deste texto foram experimentados e funcionam. No fim vamos construir mais um power amp. A técnica de montagem será ponto a ponto e o amplificador final utilizará mosfets numa configuração em classe A pushpull. A sugestão que dou para complementar a leitura deste este texto é procurar as tipologias e referencias que vou dando ao longo do texto. As coisas aqui descritas não são rocket science mas há muitos detalhes a considerar. A explicação completa dava quase para escrever um livro sobre o assunto. Não há muita coisa escrita sobre amplificadores de guitarra solid state mas o livro de Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers” é uma excelente referência para ler no mês de férias que se aproxima (o link para download do livro completo está mais à frente no texto). Boas leituras e construções. Quando comecei a estudar amplificadores de guitarra testei na breadboard uma grande quantidade de tipologias. A ideia era perceber de uma forma práctica como soavam diferentes arranjos e que tipo de distorções se conseguiriam obter. Usando o simulador de circuitos (por exemplo o TINA-TI: http://www.ti.com/tool/tina-ti ) e uma breadboard é possível num par de meses simular e testar uma grande quantidade de circuitos. Esta maneira de estudar dá-nos muitos frutos e uma experiência hands-on que é muito difícil de se obter de outra forma, mesmo em ensino especializado. O procedimento é simples: simular o circuito, monta-lo numa breadboard e ouvir. Repetir as vezes necessárias. Claro que vou restringir este texto a amplificadores solid-state. Deixo aqui uma referência de leitura recomendada: Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers”: http://www.thatraymond.com/downloads/solidstate_guitar_amplifiers_teemu_kyttala_v1.0.pdf Uma excelente leitura técnica mas contém capítulos não técnicos que podem ser lidos sem grandes conhecimentos de eletrotécnica, em particular a secção que discute amplificadores solid state vs válvulas está muito bem escrita. Comecemos então. O primeiro da série foi inspirado no Muff Fuzz um pedal da Electro Harmonix. A ideia é a mesma do circuito original mas serve de booster para o andar de amplificação de potência que usa os dois TIP: o TIP 31 (NPN) e o TIP32 (PNP) numa configuração de emissor comum (este estágio tem apenas ganho em corrente, o ganho em tensão vem do Muff Fuzz). Ou usando um amplificador operacional usando dois transístores (o par 2N4401 e o 2N4403). O R4 controla o ganho da configuração. O ganho é controlado por feedback negativo à saída do opamp na base do TIP31. Claro que é importante o uso de um simulador de circuitos que permite simular não só o pickup da guitarra assim como o altifalante. Neste último exemplo a rede de feedback cobre não só T2 mas vai até ao estágio de saída. Uma outra configuração interessante é usar as flutuações de corrente de um opamp para controlar os transístores de saída. Só trabalham quando o opamp “puxa” mais corrente. Este exemplo curiosamente não funciona no simulador mas funciona na breadboard! O que se passa é que o simulador emula o opamp de uma forma ideal e não contabiliza as flutuações de corrente do integrado. Mas são essas flutuações que controlam o funcionamento dos transístores de saída. É um exemplo muito relevante que mostra bem alguns dos limites de aplicabilidade na utilização deste tipo de softwares para estudo de circuitos eléctricos. Há duas coisas que distinguem este último circuito dos exemplos anteriores: os transístores de potência estão numa configuração de colector comum (ganho de corrente e de tensão) e a rede de feedback controla a impedância de saída do amplificador. Os exemplos de power-amps anteriores têm uma configuração chamada de classe B. Cada um dos transístores de saída (ver a imagem anterior, TIP31 e TIP32) apenas conduzem numa das partes do sinal de entrada estando desligado (ou quase) na outra parte. Este tipo de configuração deve funcionar bem com o amplificador integrado LM386 (procurar a referência Ruby amp). O exemplo seguinte mostra um amplificador em class A, onde o transístor de saída está sempre em condução. Este não o testei mas o amplificador com a lâmpada de carro num tutorial anterior é também um amplificador em classe A. Outro exemplo que não poderia deixar de testar era o famoso amplificador Zen do Nelson Pass ( https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-zen-amplifier ) Neste caso a minha ideia foi construir uma versão pequenina, para ver, ou antes ouvir, como soava. As minhas simplificações levaram-me, depois de muitas iteradas e escutas e ao fim de 4 meses à versão que já divulguei num tutorial passado. Esta versão usa um IRFP240 (favorito do Pass) e que debita mais ou menos 3W clean (standard de guitarra). Já me esquecia que também experimentei uma versão pequena do JLH (John Linsley-Hood) mas usando transístores (não mosfet). Claro que a ideia surgiu também da versão do amplificador do Pass (https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-plh-amplifier). Esta sim uma topologia fantástica que valerá a pena voltar a fazer mais umas experiências com ela... em particular em overdrive. Outro amplificador que soa muitíssimo bem é o amplificador “Dead of Zen” (nome que dava para uma banda de heavymetal) do Rod Elliott ( http://sound.whsites.net/project36.htm ). Vejamos então mais esta ideia para um power amp. Precisamos do material seguinte: Mosfet N IRF620 Mosfet P IRFP9620 100nF x2 condensador (25V) 1mF condensador (25V) 120kOhm x4 resistências 1/4W Jacks de audio Ficha de alimentação para painel dissipador Caixa Hammond 1590BB (ou semelhante) isoladores para os transístores dissipador Fonte de alimentação de portátil (18V 6A) O poweramp com uma lâmpada divulgado num tutorial anterior partilha com este que usa dois mosfets a mesma simplicidade. O circuito é este: Usa dois mosfets, um tipo N e outro tipo P e funciona em classe A, i.e. os dois transístores estão simultaneamente a funcionar durante a parte positiva e a parte negativa do sinal de entrada para sinais de baixa amplitude. Tem um ganho de 2.5. Para sinais com maior amplitude temos distorção de crossover e achatamento dos topo da onda! A resposta em frequência é: A montagem foi feita numa Hammond 1590BB. Os mosfets foram literalmente aparafusados à caixa usando os isoladores e massa térmica. Como se pode ver a montagem não é nada do outro mundo, basta paciência. Uma das coisas importantes em circuitos de amplificação é usar uma configuração em estrela e apenas um ponto de massa (ligado à caixa metálica). O link seguinte tem a discussão deste tipo de configuração para amplificadores a válvulas mas vale também para transístores: http://www.geofex.com/Article_Folders/stargnd/stargnd.htm Outras das questões importantes que temos de ter em atenção com os amplificadores em geral em qualquer configuração e em particular com os amplificadores em classe A é a dissipação de calor. A rule of thumb é: se conseguires deixar a mão sobre o dissipador mais do que 60s então está tudo ok. Equivale a 60 graus Celsius, a temperatura ideal do café para ser bebido. Este tutorial tinha como objetivo mostrar a importância da utilização de um simulador de circuitos elétricos e a prototipagem rápida para estudo de circuitos. Tem referências e detalhes para nos manter ocupados durante este tempo de férias. E no fim a construção de outro amplificador classe A com dois mosfets tipo N e tipo P. Como soa? Melhor mesmo é montar um! Boas construções. Tiago Charters de Azevedo Lisboa, 2017