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  1. LEO BROUWER dirige por vez primera en BRAGA Teatro Circo

    até
    https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/66846-ii_estagio_internacional_de_cordas_dedilhadas-theatro_circo/
  2. novidade na pedalagem

    abro o tópico com o lançamento acabadinho de sair do forno
  3. Montra do nosso Gear

    Ainda faltam umas coisitas.
  4. Provavelmente o que hoje em dia mais usamos para afinar a guitarra é o telemóvel. Que App têm e o que acham relativamente às outras que testaram? Por acaso estive a ver a da Fender, e parece-me muito bem:
  5. new GAS

  6. GAS por AMPS

    Pode ser um destes para a mesa 2.
  7. Tutorial - Controlo do "Tone": Potenciómetro Logarítmico ou Linear? Resumo: Muitas vezes surge a dúvida sobre os potenciómetros de guitarra. Quais escolher? Porquê? Como funcionam? Quais os mais adequados ao som que procuras? Sabe aqui neste tutorial ... Ver tutorial completo
  8. Certo dia fui comprar um potenciómetro (POT) para o controlo de “Tone” e disse ao vendedor que queria um POT logarítmico. Ele respondeu que não tinha desses, só linear e acrescentou que tudo era a mesma coisa. Não comprei, porque tinha uma noção empírica que não é a mesma coisa. Num tópico aqui no fórum falou-se por acaso de cabos, de corte dos agudos, de capacitância... e veio-me a ideia de abordar o tema sobre o controlo de “Tone” e qual a diferença na utilização de potenciómetros de resposta diferente, ou seja, logarítmico ou linear. Na figura abaixo apresento uma foto de um potenciómetro. (imagem retirada de https://www.kitelectronica.com/2017/03/potenciometro-para-volumen.html ) O potenciómetro é uma resistência variável, que permite, consoante a rotação do veio, retirar uma parte do sinal (ou mesmo todo ou nada) para ser utilizado mais à frente. Para melhor compreensão do POT, imaginem que têm na vossa frente uma deliciosa torta de laranja (o nosso POT em sentido figurado). Na vossa mão têm uma faca e vão cortar uma fatia. Como não têm condicionantes, não têm que partilhar com mais ninguém, o pedaço que podem cortar só depende da vossa gulosise. Assim, se estão precisando de muito açucar fazem um corte muito grande, isto é, deixam uma fatia fina e tomam para vós quase toda a torta (ou também podem fazer um corte “nulo”, ou seja, tomam a torta por inteiro). Se a falta de açucar é média, podem cortar a torta ao meio e tomam uma metade. Se forem pessoas “normais”, tomam só uma fatia grossa e deixam o resto para mais tarde. Pois é, aqui a faca comporta-se como o veio do POT, regulando a quantidade de resistência que é utilizada no circuito. Outro aspecto que os POT's apresentam: o veio tem, normalmente, um curso de 300 graus (para quem está esquecido destas coisas da matemática, uma volta completa são 360 graus). Vamos assumir que 300 graus corresponde à posição 10 do botão “Tone” da nossa guitarra, e como tal, o ponto de partida para início da rotação. Na imagem seguinte, para um valor de 250 KOhms (normalmente conhecido como 250K), vemos a diferença de resposta dos dois POT's, consoante a rotação desde 300 até 0 graus. Um potenciómetro logarítmico tem uma resposta diferente do linear. Quando se começa a rodar gradualmente, a resistência do potenciómetro logarítmico vai-se reduzindo muito pouco e na parte final reduz-se bruscamente. Já o linear vai diminuindo a sua resistência de forma constante. O circuito mais comum que se encontra para controlar o TONE é o que se apresenta na figura seguinte. Para todos os efeitos é aquilo a que se dá pelo nome de “Circuito passa baixo” ou “Filtro passa-baixo”. E porquê este nome? Porque quando se actua no POT ligado ao condensador, esta parte do circuito vai absorvendo as frequências mais altas do sinal da fonte (neste caso do pickup) e deixa passar as baixas frequências (passa baixas, ok?). Assim, à medida que se vai rodando gradualmente o POT, de 300 para 0 graus, o sinal que saí para o controlo de volume vai sendo cada vez mais pobre em altas frequências, mantendo (mais ou menos) as baixas. Consoante os valores do condensador e do potenciómetro, assim se conseguem obter circuitos que cortam mais ou menos rapidamente as altas frequências. Falemos agora do circuito e dos elementos que o compõem. E vamos começar por imaginar algo que nos é familiar: um rio que nasce numa montanha e termina no mar. O que isto tem a ver com um circuito?... Calma, já vão entender. Que caminho escolhe o rio na sua viagem?... O mais fácil dirão vocês. Mas o que é exactamente o mais fácil? É simples, são os locais que apresentam um maior declive de descida, onde toma maior velocidade. E porquê? Porque a força da gravidade assim o impõe. Imaginem agora que aparece à frente do rio, numa das margens, um obstáculo inclinado de terra ou rochas (vamos chamar declive contrário) o que acontece? Neste caso, como as águas do rio têm velocidade, uma parte destas irá “subir” um pouco a zona do declive, transbordando a margem e irá alagar as áreas adjacentes, formando pântanos ou então entrando pelas casas das pessoas, por exemplo. A parte restante segue a sua viagem em direcção ao mar. No caso o rio perde parte da sua pujança (potencial), porque lhe apareceu um obstáculo que lhe resistiu, ou seja, ficou em presença de uma resistência. Estavam a ficar fartos da conversa, não era? Pois já chegámos a algum lado. Num circuito eléctrico a corrente comporta-se como o nosso rio. A corrente escolhe sempre o caminho mais fácil e um exemplo prático é o do curto-circuito. O que acontece? A corrente vê um enorme declive e em vez de ir alimentar a nossa TV, o frigorífico (que se comportam como resistências),... simplesmente escolhe o caminho mais fácil. Aumenta a sua velocidade (aumentam os amperes) e o quadro dispara. No caso do nosso circuito, quando o sinal saí do pickup ele quer percorrer o caminho mais fácil. E o mais fácil será ignorar a resistência do potenciómetro e o condensador. E de facto isso acontece quando o POT está nos 300 graus, pois o valor de resistência (o declive contrário) é tão elevado que se comporta como um paredão altíssimo. Nada passa neste sentido. E à medida que vamos rodando o potenciómetro no sentido do zero? Neste caso, vamos transformando o paredão num obstáculo com um declive (cada vez menor) e parte do sinal já passa a ser desviado para lá (alagando o potenciómetro e o condensador, em termos simbólicos). Mas dizem vocês, e muito bem “Se parte do sinal é desviado, é parte do sinal total, e assim não haverá mudança no tom, mas tão somente uma diminuição do sinal de saída.” E têm toda a razão se, e volto a dizer se, o sinal só tivesse uma única frequência. Confusos? Vejamos. Voltando ao nosso pickup, e explicando melhor, se ao tocar a nota Lá fosse produzido um sinal só com a frequência de 110 Hz, quando se actuasse no potenciómetro de facto só se estaria a atenuar o sinal de saída (para esta situação este circuito comportava-se como um controlo de volume). Mas o sinal não é puro, vem acompanhado dos seus harmónicos, a saber 220, 330, 440, 550 hz... e por aí fora. Ora, o que acontece é que o nosso condensador é um “bichinho” estranho. E porquê? Porque ele também comporta-se como uma resistência, mas especial. E como? Ele oferece para cada frequência uma resistência diferente. Na prática, quanto maior for a frequência menor é a resistência que oferece. E num sinal composto por várias frequências, as mais altas vêm no condensador uma espécie de curto-circuito e fogem por ele. No caso do nosso rio significaria diminuir o declive contrário para águas de cores específicas provocando um maior alagamento colorido do pântano ou das casas (neste caso se o nosso rio fosse composto por águas de várias cores, supondo e digo outra vez, supondo no nosso imaginário que fosse possível existir um rio assim). Não vou dar a fórmula da resistência do condensador (pode-se encontrar na net), a que normalmente se dá pelo nome Reactância Capacitiva (que nome monstruoso). Vou antes dar um exemplo, através de um gráfico, para um condensador de 0,022 microFarad, que nós utilizamos nas nossas guitarras. Neste gráfico é notório que quanto mais elevada for a frequência menor é a resistência, e logo, maior é a atenuação (maior é o alagamento). Perguntam agora, e muito bem: “Então se o condensador está sempre presente, porque não corta logo as altas frequências?” Se repararem, para os dados que apresentei, o POT na posição 360 graus tem uma resistência de 250K e este valor em si já é enorme (é um obstáculo muito elevado, tipo montanha). Esta resistência impede que o sinal não entre na parte do circuito de regulação do TONE e assim, este segue em frente, pelo caminho mais fácil (no caso do nosso rio não há possibilidade de alagamento). Em termos práticos, a resistência de 250K não deixa o condensador “trabalhar”, tão simples como isso. Fazemos um intervalo para falar de um aspecto particular da nossa audição. A nossa audição sente-se confortável com variações de tons que mantenham sempre a mesma relação. Se tiverem a oportunidade de se sentarem frente a um piano façam esta experiência: toquem a nota Dó mais aguda e seguir a nota Dó uma oitava abaixo, depois a nota Dó outra oitava abaixo desta, e assim sucessivamente. Que se passou? Nada de especial, não é? Tocamos aquilo que o nosso cérebro já esperava. Não houve sobressaltos nem surpresas. E porquê? Porque tocámos notas que mantiveram sempre a mesma relação entre elas. Como sabemos, a oitava acima é o dobro da frequência de uma nota, logo a oitava abaixo é metade. Assim, tocámos notas que mantiveram sempre uma relação entre si de ½ (metade), e o nosso cérebro facilmente entendeu. Agora façam esta experiência. Começam por tocar, por exemplo o Dó mais aguda e depois em cada escala que se segue toquem uma nota ao acaso, sucessivamente até chegar à escala mais grave. O que aconteceu? É isso, o nosso cérebro reagiu estranhamente, tentando perceber o que era aquilo, que melodia era, que sentido faria, etc... E tal deve-se porque não se manteve uma relação constante entre notas sucessivas, mas sim relações diferentes ao sabor do nosso toque. Esta parte é interessante para o que se segue. [pagina="A regulação do “Tone”] Quando actuamos no POT de regulação do “Tone” o que queremos? Queremos que haja uma relação coerente entre a quantidade de regulação e a porção de rotação do veio. Ninguém ficaria satisfeito em ter uma regulação tipo “tudo ou nada”, isto é, bastaria um toque no POT e já só tinhamos graves. Correto? A regulação coerente significa algo que o nosso cérebro goste, do tipo, a 3/4 do curso do POT temos 3/4 da regulação, a meio do curso metade da regulação, e assim sucessivamente. Agora entramos na parte mais difícil de entender, por isso peço um pouco de atenção. Como já vimos, a regulação do “Tone” faz-se pelo acto de actuar no POT. Para efeitos de experiência e explicação, vamos supor que o veio do POT não tem um movimento contínuo, mas que dá saltos. E vamos estabelecer que ele consegue situar-se em 10 posições separadas de 30 graus: 300, 270, 240, 210 graus... e assim sucessivamente. Tudo claro até agora, certo? Como temos posições separadas entre si do mesmo número de graus, neste caso 30, o que queremos é que a sensação de regulação seja coerente (regular). Certo? Como vamos chegar a tal solução? Tomando o exemplo do piano, vamos supor que, para efeitos didáticos, queremos que exista uma relação de 1/2 nas sucessivas regulações: Na posição 300 a frequência de “corte” é a partir de 10.200 Hz (para cima desta frequência já não se ouve praticamente nada); Na posição 270 a frequência de corte é 5.120 Hz; Na posição 240 a frequência de corte é... certo, 2.560 HZ; Na posição 210 a frequência de corte é 1.280 Hz...e assim sucessivamente. Nestes casos apresentados que valores de resistência do POT é que seriam necessários para que o nosso circuito assim respondesse? Para as frequências de corte apresentadas o nosso condensador de 0,22 microFarad tem os seguintes valores de resistência: Supondo que o circuito está equilibrado com uma resistência total de 250K (que é o mesmo valor do POT de controlo do volume de som), então o nosso POT deveria apresentar os seguintes valores de resistência: Um facto que salta que salta logo à vista é que na frequência de 20 Hz a resistência do condensador anda à volta de 360K e isto significa que sendo este valor superior a 250K, não é possível “cortar” esta frequência. Fazendo contas, a frequência para a qual o condensador apresenta uma resistência de 250K anda na ordem dos 29 Hz. Isto quer dizer que não é possível cortar as frequências abaixo dos 29 Hz com este circuito. Vamos agora pegar nos valores de resistência do nosso POT apresentados na tabela e construir um gráfico. Eis o gráfico: E o que nos salta à vista? É que os valores de resistência do nosso POT seguem uma resposta logarítmica. Agora vamos atacar o problema de outra maneira. Vamos supor que os 10 intervalos do nosso POT, referidos anteriormente, separados por 30 graus, correspondem cada um deles a um valor constante de 25K (10 X 25K = 250K) e portanto estamos na presença de um POT linear. Assim, cada vez que rodo o POT que valores de resistência de condensador devo ter para obter sempre o valor de 250K? Vejamos a tabela: E agora segue-se a pergunta: A que frequências de corte correspondem os valores apresentados para o nosso condensador? Mais uma vez esta tabela vai-nos ajudar: (Tivemos que fazer aqui um “truque”: a resistência do condensador na primeira linha foi alterada de “0” para “400” porque com “0” temos uma impossibilidade matemática de cálculo. O valor 400 foi assumido para dar um valor de “corte” dentro do espectro da audição humana.) Agora uma pergunta final: Que relações temos entre frequências entre si à medida que se roda o nosso POT Linear? Mais uma vez esta tabela vai ajudar-nos: E o que vemos? Vemos que a relação das frequências entre si vão subindo, desde 0,016 até 0,900. E isto quer dizer que a regulação do “Tone” é logo intensa com um pequeno ajuste do POT Linear (nos primeiros 75K de redução da resistência do POT a regulação fica praticamente feita), assemelhando-se quase a uma regulação de “nada ou tudo”. Deste modo nada é igual. Existem diferenças entre um potenciómetro logarítmico e um potenciómetro linear. A utilização de um ou de outro, claro está, depende dos gostos.
  9. Guitarras estranhas

    E que tal uma guitarra onde dá para testar todos os pu's?
  10. Estudo de Guitarra

    Boas noites pessoal da pesada!! Porém olho para sites atrás de sites, videos no YouTube e informação importante para me tornar melhor guitarrista não aparece. Eu não sou grande guitarrista que pelo contrário, não me encontro nem a novice nem a expert, se é que me entendem, mas ando um bocado a "nora". Quero aprender mais sobre a guitarra, quero evoluir, mas vêm a pergunta: Por onde começar? O que estudar primeiro, o que será mais importante, visto que passei anos atrás de anos a ver os cifras no CifraClub e a descobrir coisas novas, mas hoje quero evoluir mais. Todo este texto para perguntar se alguém sabe de vídeos no YouTube ou boa informação para estudar guitarra?? Revistas?? Peço desculpa se não for aqui o tópico! Cumprimentos
  11. TOCSIN - APRESENTAÇÃO

    Olá! Nós somos os TOCSIN, e somos uma banda com sede na zona de Viseu, e lançámo-nos no concurso EDP Live Bands como nossa estreia, com o tema Clairvoyance. Somos uma banda de Metal-Progressivo e procuramos trazer algo diferente à comunidade musical, com o junção de várias influências, como Tool, Deftones, A Perfect Circle, Alice In Chains, Alexisonfire, Alter Bridge, entre outros. Agradecíamos imenso se pudessem ouvir a nossa música (gravação e mistura caseira), e deixar o vosso voto para ajudar os TOCSIN a deixar a sua marca, e certamente que as próximas malhas a apresentar vão interessar imenso. Obrigado pela vossa atenção, e muita música! !!! https://edplivebandsportugal.edp.com/banda/tocsin !!!
  12. NPD - New Pedal Day

    Aproveito também para criar um tópico que espero que tenha bastante uso, é bom sinal Aqui vai a foto: Zoom MS-50G, um multi-fx tipo "faz tudo" baratinho. Ainda não o experimentei, vamos ver a que soa. Admito que tenho expectativas altas quanto ao "HD Reverb", que supostamente é o melhor efeito do pedal. De resto é para andar com ele para todo o lado.
  13. Depois do hair metal dos anos 80, em que os grandes shredders brandiam as suas guitarras cheias de bicos (vêm-me à cabeça as Jacksons, as BCRich e as ESP), será que o appeal das guitarras com bicos está morto e enterrado, ou nem por isso? Quando falam que o grunge "matou" o metal (acho sempre isso engraçado, porque metal continuou sempre a existir - à semelhança da expressão "rock and rol is dead"), matou também as guitarras de bicos? Às vezes dou por mim a pensar que que voltamos ao tradicional. Quando comprei a minha primeira guitarra eléctrica o meu sonho era ter uma Stagg de bicos , mas como era mais cara fiquei-me pela tradicional "squier bullet". Hoje em dia já não sinto tanto essa atracção pelas warlocks, pelas Jackson warrirors. Não sei se é de mim, ou se é comum. Parece que os designs "mainstream" voltaram a ser os designs pré-anos 80: stratocasters, telecasters, les pauls, e ES-335-alikes, que ganharam uma certa aura intemporal. "As guitarras de sempre", diriam algums. Vivemos uma espécie de regresso aos modelos "clássicos e intemporais" ou isto não é verdade?
  14. Dúvida sobre Fret Buzz

    Boas pessoal tenho uma Ibanez RG421 e desde os tempos iniciais que notava um som meio estranha que pela pesquisa que fiz pela internet será fret buzz. Ora bem este fret buzz só ocorre na corda mais grossa e na seguinte e só com corda solta ou a tocar nos primeiros trastes sendo que para ai a partir do 5º, 6º traste isto se deixa de notar. Se tiver ligada a guitarra ao AMP este buzz não se nota só mesmo ao tocar a seco. Alguma dica de algo que possa fazer em casa para minimizar isto? Ou seria melhor levar a dita cuja a algum sítio para fazerem um setup? Comprei online veio direta para casa e nunca levou nenhum setup. PS: Li em diversos sítios que a principal causa é fazer strumming com muita força ou carregar pouca na corda junto aos trastes, e eu como sou um gajo que abusa um bocado na força fiz a experiência de fazer o strumming mais leve, pois carregar na corda penso que faça força suficiente, e a coisa reduz um bocado mas continua perceptível.
  15. Restauro de Guitarra

    Ontem fui buscar isto, vamos ver o que consigo fazer daqui. Alguém consegue identificar esta guitarra? Não reconheço o headstock, será de fabrico artesanal?
  16. Zoom G5n

    Aqui está a minha menina nova: Ainda só a tirei da caixa e estou a instalar o firmware V2. Em termos sonoros ainda não experimentei quase nada. Em termos visuais, é bonita e engraçada, embora as boss sejam mais robustas. A ver vamos!
  17. Qual eletro-acústica escolher?

    Boas, Decidi perguntar aos mais experientes o seguinte: Ando à procura da guitarra eletro-acústica perfeita para mim, mas não encontro nada que seja de facto bom abaixo de 300€ De entre estas marcas quais é que me aconselham mais, tendo em conta a relação qualidade/preço: - Ibanez - Fender - Stagg - Tanglewood - Cort Obrigada
  18. Guitarra até 350eur

    Boas, sou novo no forum, mas venho cá para pedir uma opinião sobre uma possível futura aquisição. Costumo tocar hard rock e metal, por isso procuro uma guitarra com humbuckers. Até agora, estou de olho em uma jackson kelly performer de 1996. é uma boa opção? Recomendações?
  19. China Les Paul Kit - A Odisseia

    Caros, é só para dizer que comprei um kit DIY Les paul por 34€. Estava a navegar num site de chinesices, vi isso e disse: "não pode ser". É possível que fique sem o guito ou me mandem um bocado de lenha, mas bom... literalmente paguei para ver. Supostamente o kit é este: Stay tuned for news in the next months, já a contar que a alfândega trabalha a velocidade de pedal.
  20. Na realidade, é uma alteração muito simples. Mesmo alguém sem muitos conhecimentos de electrónica consegue o fazer. Estes são os valores mais comuns de resistência e condensador para o treble bleed. Os resultados podem variar conforme o tipo de pickup e de potenciómetros de volume ou até de tone (brilho). Uma alternativa prática a ter de testar vários valores para o condensador (qualquer entre 0,001 mFd e 0,003 mFd) e para a resistência (entre 50% a 75% da resistência do respectivo potenciómetro de volume) podemos utilizar uma resistência variável em vez de uma resistência fixa. Para tal podemos usar um trimpot e ligá-lo da mesma forma à ao que acontece com a resistência na página anterior. Como regra, aconselho um trimpot que consiga, pelo menos, metade da resistência máxima do potenciómetro do volume. Isto para que o leque de afinações possíveis seja o mais alargado possível. A resistência ajustada no trimpot vai afectar a progressividade com que os agudos prevalecem no sinal à medida que se baixa o volume da guitarra. Quanto mais baixo o valor da resistência menor efeito terá o condensador em manter os agudos e vice-versa. Por outro lado, esta resistência também afecta o modo como o volume se comporta com variações do potenciómetro: valores de resistência mais baixos afectam mais este curso. Portanto a afinação terá de ser feita de maneira a que o resultado sonoro seja o mais satisfatório possível sem comprometer demasiado o comportamento desejado para o controlo de volume.
  21. Tutorial - Esquema para manter o tom da guitarra, quando diminuir volume. Resumo: Alternar entre um som clean e crunch, utilizando apenas o volume da guitarra, é o método utilizado por muitos guitarristas. Mas ao se diminuir o volume, normalmente também se perde alguma clareza no tom. Como evitar isso? ... Ver tutorial completo
  22. Cantinho do FUzzzzzzzzzzz

    Que se fale de Fuzz! Eu tenho o EHX Russian Big Muff. Ando a ver outros como: DAM Meathead; Mad Professor Fire Red Fuzz; Skreddy Lunar Module; Fulltone 70s' Fuzz; Lista de Fuzzs mencionados neste tópico: Analogman Sunface; Baja Tech Custom Bone Bender; Blackout Effectors Musket Fuzz; Blackout Effectors Twosome Dual Fuzz; Blackout Effectors A Very Special Twosome Dual Fuzz; Boss Hyper Fuzz FZ-2; Carl Martin Crush Zone; Carl Martin The Fuzz Cusack Screamer Fuzz v2; Danelectro cool cat fuzz v1 Danelectro French Toast; DAM Meathead; Death By Audio Supersonic Fuzz Gun Devi Ever Hyperion II; Devi Ever Shoe Gazer; Dwarfcraft Devices Shiva Fuzz; Dwarfcraft Devices Eau Claire Thunder; Earthbound Audio Effects Supercollider; EHX Big Muff USA; EHX Big Muff Sovtek; EHX Big Muff Tone Wicker; EHX Black Russian Big Muff; EHX Little Big Muff; EHX Holy Stain; Fender Blender; Fulltone 70' Fuzz; Fulltone 69' Fuzz; Fulltone Octafuzz; Hartman Vintage; Ibanez standard fuzz (80s') Ibanez 60s' Fuzz; Jim Dunlop FuzzFace; Lastgasp Laboratories Moduloscillo Fuzz; Lastgasp Laboratories Super Oscillo Fuzz; Mad Professor Fire Red Fuzz; MI Audio GI Fuz; MI Audio Neo Fuz; MI Audio Pollyana Octave Pedal; Montgomery Appliances Carbon Fuzz; MXR Blue box; MXR Jimi Hendrix Classic Fuzz Pedal; Ooh la la Inferno Fuzz; OxFuzz; Seymour Duncan Tweak Fuzz; Shin-Ei Superfuzz; Skreddy Cognitive Dissonance; Skreddy Ernie; Skreddy Lunar Module; Skreddy Mayo; Skynet Octafuzz; Smallsound/bigsound Team Awesome Fuzz; Subdecay Flying Tomato; Zoom Ultra Fuzz; Zvex Fuzz Factory; Zvex Mastotron; Zvex Wooly Mammoth
  23. Backtracks para guitarra

    Boas pessoa, andei aqui a ler e ver umas coisas mas não ficou muito claro para mim. Uma vez que eu vou tocar maioritariamente sozinho em casa gostava depois de quando tiver já alguma técnica e tocar algumas coisas de meter umas backtracks de bateria a tocar para acompanhar. A questão é que nao curto muito a maior dos sons de bateria das drum machines, é muito sintético, já quando usava no teclado não me agradava muito. Sei que usando VST de Baterias é possível contornar isto. O que eu queria saber e isso não ficou muito claro para mim é, se é possível pegar em ficheiros, p.e. de guitar pro que têm os instrumentos todos ou pegar em midis e usando um VST transformar aquilo numa coisa mais natural? Sem sim, o processo é dificil? Que programas/ferramentas preciso? Em tempos já testei o guitar pro e aqueles sons também eram muito manhosos pelo que pretendia mesmo algo mais natural. Obrigado.