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    Ainda faltam umas coisitas.
  2. novidade na pedalagem

    abro o tópico com o lançamento acabadinho de sair do forno
  3. Zoom G5n

    Aqui está a minha menina nova: Ainda só a tirei da caixa e estou a instalar o firmware V2. Em termos sonoros ainda não experimentei quase nada. Em termos visuais, é bonita e engraçada, embora as boss sejam mais robustas. A ver vamos!
  4. Tutorial - Como escolher o melhor cabo de guitarra? Resumo: Estás à procura de um cabo para a tua guitarra ou para ligar os teus pedais e não sabes como escolher? Neste tutorial vamos explicar o que é verdadeiramente importante na compra de um cabo - e como ir ver para além do marketing dos fabricantes - para que possas escolher o melhor cabo, ao menor custo possível. ... Ver este tutorial completo
  5. Como escolher o melhor cabo de guitarra?

    Escolher o melhor cabo não é tarefa simples. Algumas marcas promovem os seus cabos banhados a ouro como o holy grail do "tone", outras dizem que usam materiais XPTO e que isso garante o melhor tone. É fácil ficar confuso! Para comprar o melhor cabo, é melhor compreendê-los melhor, para que possas comprar o melhor cabo ao menor custo possível. Vamos, nas próximas páginas deste tutorial, compreender melhor as características do som e sinal de guitarra, dos cabos e no final concluiremos quais as características desejáveis para um cabo de guitarra. No final recomendamos também alguns cabos (acabados ou em bruto) para quem quer fazer as melhores opções. No geral, as guitarras produzem um sinal com uma corrente eléctrica cerca de alguns miliAmperes (ou seja, uma quantidade bastante pequena) a alguns miliVolts (idem). Pela lei de Ohm, isto significa que a potência de um sinal de guitarra é muito baixo (na ordem dos miliWatts). Uma vez que o sinal não é forte, alterações relativamente pequenas às suas características terão necessariamente consequências sonoras. Interessa pois, nesta vertente, que o cabo a comprar preserve ao máximo as características do sinal original, que seja robusto contra influências externas (ex: ruído causado por fontes electromagnéticas). O som de uma guitarra tem estende-se (para a afinação standard) entre os 80 Hz e os 660 Hz, no entanto, com os harmónicos e sobretons a gama completa ronda entre os 50 Hz e os 5000 Hz. Alterações à estrutura do sinal afectarão necessariamente as frequências (quais delas, iremos ver na página seguinte) e consequentemente, o som produzido. Daí que os cabos adequados (não necessariamente caros) tenham muita influência no que ouvimos no som final. Um cabo de guitarra é um condutor, que conduz corrente eléctrica produzida pelos pickups da guitarra. Normalmente a esse condutor associam-se outras partes, como por exemplo um material isolante, isolamento contra interferências electroestáticas e ruído de manuseamento (há cabos que só de mexeres neles, fazem ruído - agora já sabes o motivo!), etc: Estrutura típica de um cabo de guitarra (fonte: procosound) Para ser compatível com o standard de 1/4 polegadas, um cabo não pode ser mais grosso que 6,7mm, caso contrário vai exigir fichas maiores. Na verdade o condutor central é bastante mais fino, uma vez que a corrente que passa também é pequena. Na próxima página vamos falar sobre o condutor central, eventualmente a parte mais importante do cabo. O condutor central, sendo responsável pela condução da corrente eléctrica, é o componente mais importante do cabo, e deve ser do material o mais condutor possível. O condutor central tem várias características, desde o material de que é feito (normalmente, de cobre), até à sua organização (entrançamento, número de fios que o compõem, etc). Entrançado é melhor e é uma necessidade. Um condutor entrançado é composto por vários pequenos fios individuais de cobre entrançados entre si de forma a fazer um condutor mais largo. Os cabos que têm apenas um fio (unifilares) são os mais baratos e fáceis de trabalhar. O problema é que rapidamente cedem à fadiga e partem quando dobrados algumas vezes. Quanto mais o número individual de fios entrançado, melhor. Normalmente os cabos com maior número de fios entrançados são mais caros devido às máquinas de maior precisão utilizadas na sua construção necessárias a entrançar os fios sem os partir. Portanto, se queres que os teus cabos durem muito, escolhe cabos com o condutor central composto pelo maior número possível de fios entrançados: vai ser mais robusto à flexão e ter uma longa vida! Grossura do Condutor Central e Calibre (Gauge) O calibre do condutor central de cobre é dada em AWGs (American Wire Gauge). Quanto maior o valor, mais fino é o cabo (menor diâmetro). Por exemplo um condutor de 20 AWG é mais fino que um condutor de 18 AWG. Normalmente os condutores de cabos de guitarra estão entre os 18 AWG e os 24 AWG, com tranças de 32 a 36 AWG. No entanto, há alguns fabricantes japoneses (Canare e Mogami) que conseguem entrançar fios muito finos de cobre (40 AWG) - e portanto conseguem fazer excelentes cabos no que à duração diz respeito. Quanto mais tranças feitas de fios mais finos o condutor central tiver, mais robusto e fiável será. Basta dizer que a causa mais comum de avaria dos cabos de guitarra está relacionada com a quebra do condutor central. Pontos de quebra consoante o calibre do condutor central (idem) Os cabos mais comuns têm o condutor central de 20 AWG, formado por 26 tranças de condutores de 34 AWG. Material do Condutor Central Às vezes os condutores centrais de cobre são banhados em estanho. Isto permite uma fácil soldadura dos conectores e previne o aparecimento de óxidos de cobre (ou seja, "ferrugem do cobre") na superfície do condutor, o que permite uma maior longevidade do cabo. No entanto um fenómeno eléctrico chamado "efeito pelicular" pode fazer com que condutores estanhados diminuam as altas frequências. De qualquer maneira, o envelhecimento do condutor central pelo aparecimento de óxidos de cobre acaba por ter o mesmo efeito... pelo que o uso de condutores de cobre estanhado (tinned copper) não é muito relevante e torna os cabos mais caros. Depois, há fabricantes que usam condutores centrais de cobre livre de oxigénio (oxygen free / linear-crystal). Estes condutores têm um menor grau de impurezas e em teoria evitam que essas impurezas distorçam o sinal nalguns detalhes. Em termos científicos é difícil provar esta afirmação, embora algunsdigam que ouvem alguma diferença... O isolamento do condutor central pode ser feito de um material termofixo (borracha, o neopreno, hypalon, etc) ou termoplásticos (polietileno, polypropileno, PVC, etc). Os isoladores termofixos são aplicados através de um processo de extrusão e temperamento e vulcanização, que os torna robustos a altas temperaturas. Mas este processo é mais caro. Os isoladores termoplásticos são mais baratos mas fundem-se rapidamente com a temperatura (por isso que na soldadura às vezes derretem!). Ultimamente, devido aos custos mais baixos, é comum utilizar isolamento com material termoplástico. O isolamento e a sua espessura afecta a maleabilidade do cabo: um isolamento mais fino permite que o cabo seja mais maleável. O politetileno é muito económico e em termos dielectricos é difícil de arranjar melhor - o teflon é ligeiramente melhor mas muito caro e tem menor flexibilidade. O único problema é o ponto de fusão, que é bastante baixo. Escudo Electrostático Quado o cabo é torcido, o isolador de cobre roça no isolador (ver primeira figura), gerando electricidade estática. O escudo electroestático actua como uma barreira entre o isolador do condutor central e o escudo de cobre. Sem ele, qualquer movimento produz ruídos "cracks", como acontece naqueles cabos finos, baratos e maus que vêm com os packs de guitarra. Em cabos coaxiais este escudo age como condutor de retorno para a corrente e evita interferências no condutor central ("hot"). Os materiais usados em isolamento e a sua constante dieléctrica. (idem) Isolamento exterior O isolamento exterior (Outer jacket) age como uma protecção geral e como meio de marketing e identificação exterior do cabo. Os materiais usados são os mesmos que os usados no isolamento do condutor central, mas aqui o ênfase é dado à estética, flexibilidade e durabilidade física e não aos critérios eléctricos. Normalmente o PVC é uma boa escolha em termos de fiabilidade. A capacitância é uma das características mais importantes de um cabo de guitarra. Basicamente, a capacitância é a capacidade de armazenar uma carga eléctrica e mede-se em pF (picoFarads) por unidade de comprimento (metro ou pé). Valores menores, indicam menor capacitância, logo menor capacidade de armazenar uma carga eléctrica. Cabos com capacitâncias maiores funcionam como um condensador maior, ou seja, armazenam mais carga eléctrica. Isto traz grandes desvantagens para o "som": a perda das altas frequências, e o som sai mais abafado - como se utilizássemos o controlo de "tone" para cortar nas altas frequências. Daqui resultam algumas consequências práticas: Cabos maiores, têm uma maior capacitância, logo tendem a abafar o som Um cabo com metade da capacitância pode ser duas vezes maior Quanto menor for a capacitância total, melhor - isto para quem quer ter um bom som de guitarra! Valores de capacitância abaixo dos 90 pF/m são considerados excelentes para um cabo de guitarra. As fichas e os conectores perfazem, em termos de comprimento, uma (muito) pequena porção do cabo. O que significa que a capacitância aqui não é relevante. E sendo exteriormente em metal, a interferência não é algo que seja muito preocupante, uma vez que esse metal exterior guarda o condutor central. Sendo assim, o que é importante nos conectores? Os conectores são a parte do cabo que mais stress físico tem que aguentar, principalmente aqueles que são ligados e desligados frequentemente. Suportam fricções, tensões dos cabos, e portanto a sua função é muito mais mecânica do que eléctrica. Sendo assim, os principais objectivos de um conector são: Proporcionar uma ligação estável e robusta, resistente a forças mecânicas Resistir ao stress da utilização Evitar ground loops, ou seja, curto circuitos causados pela transmissão de corrente entre os grounds, seja por contacto com outros conectores que estão perto, contacto com outros pedais, etc. Isto implica necessariamente que muito do marketing que as marcas de cabos fazem é ridículo, e serve para enganar o povo. Conectores banhados a ouro "porque transmitem melhor", ou de materiais exóticos... são puro marketing enganador, destinado a que as pessoas pensem que de facto devem dispender mais dinheiro desnecessariamente. O comprimento dos conectores é tão pequeno que isso é completamente insignificante. Além disso, diferentes metais em contacto têm tendência a transferir electrões entre si o que pode fazer com que um deles (ou os dois) envelheçam mais rapidamente. O que interessa, isso sim, é que os conectores tenham o tamanho certo (1/4 polegadas - 6.35mm), sejam de metal mas tenham isolamento interno para evitar ground loops, sejam fáceis de manusear e soldar (para quem quer fazer os seus próprios cabos), os conectores, tenham contactos internos robustos, e de preferência que segurem bem o cabo o mais possível (para evitar que se parta quando o cabo é puxado) e acompanhe o cabo o mais possível para evitar torções grandes à saída do conector. Que tipos de conectores? Há vários tipos de conectores de guitarra. Há os conectores direitos (os mais comuns), há os conectores em L (o cabo faz um ângulo de 90º com o conector) e os conectores tipo "panqueca", que são conectores em L mas mais "magros e espalmados" (úteis para ligações entre pedais, pois permitem poupar espaço, mas tendem a ser menos robustos e mais dados a ground loops se não forem de qualidade). Cabos com conectores em L tipo Panqueca, neste caso adequados para ligações em pedalboards Quais os mais adequados? O melhor conector a utilizar depende, claro está, do uso que se lhe quer dar. Conectar pedais lado a lado com conectores direitos não é prático, ocupa muito espaço e stressa mais os cabos devido à torção, além de requerer maiores comprimentos de cabo (que como já vimos, vai aumentar a capacitância total e "abafar" o som). Portanto, para conectar pedais lado a lado, o ideal são conectores em L (normais ou panqueca, consoante o espaço e a robustez pretendida). Da mesma forma, ligar guitarras não é prático com conectores em L, sendo mesmo mecanicamente impossível em alguns casos. Os conectores recomendados para ligar guitarras são os conectores direitos. Agora que conhecemos melhor as características dos cabos de guitarra e o que precisamos, podemos enumerar um conjunto de características desejáveis, no sentido de termos um cabo durável, fiável e que transporte o som da nossa guitarra da forma mais fiel possível. Como características desejáveis para cabos de guitarra, temos: Condutor central: quanto menor AWG, melhor. De preferência com calibre menor ou igual a 20 AWG, formado pelo maior número de tranças (pelo menos 36) o mais finas possível. Isolamentos: o mais possível para evitar ruídos, mas sem comprometer a flexibilidade do cabo. Deve ter isolador do condutor central, escudo electroestático. O condutor de retorno (que também serve como protector de interferências) deve ser feito de uma malha de fios finos e assegurar a melhor cobertura possível para uma melhor protecção electromagnética do condutor interior. O material externo (tipicamente em PVC) deve ser ao mesmo tempo o mais grosso possível desde que não comprometa a flexibilidade do cabo. Capacitância: abaixo de 90 pF por metro (cerca de 28 pF por pé (foot), em medida americana) Conectores: robustos, de preferência em metal, com isolamento plástico interno para evitar ground loops e com uma extremidade na direcção do cabo flexível que acompanhe a torção do cabo. Um dos objectivos deste tutorial é, compreendendo as características de um cabo de guitarra e a sua utilização, ajudar-nos a escolher os melhores cabos, desmascarando o marketing enganador que pulula no mercado e com isso tenta justificar preços absurdos para cabos mediocres ou que, pelo menos, estão longe de ser a melhor opção. A minha pesquisa na net não demorou muito até encontrar um exemplo típico de um marketing de cabo de guitarra cheio de meias verdades, de uma das marcas que provavelmente mais cabos vende no mercado: (Fonte: http://www.guitarsite.com) Vamos então ao fact check: Low 28 pF/ft capacitance: the "sweet spot" for superior tone - Mentira. Traduzindo essa capacitância para pF/m dá sensivelmente 91,8 pF/m. Não sendo uma capacitância grande, também não é das menores e portanto é possível ter cabos melhores. Acima de 90 pF/m não é "sweet spot" de tone nenhum. Puro marketing enganador. GeoTip Connection - Parcialmente verdade. O design "a caminho de ser" patenteado desta ponta pode segurar melhor o cabo, e é verdade e é bom. Mas o facto de ser gold plated não tem motivo de ser, como já vimos. Por ser banhado a ouro, não é melhor em termos práticos. In-line Solder joint - Parcialmente verdade. Pode assegurar uma robusta conexão, mas não há várias formas de o conseguir. É um exagero, uma hipérbole típica do marketing. 100% shield coverage with 95% tinned copper braid and conductive PVC under jacket - Verdade. Como já vimos, todos estes componentes são necessários para um bom isolamento e é possível até ver a malha de cobre estanhado que serve de protector de interferência electromagnética, e o isolador negro abaixo dele. No tocante à protecção contra ruídos, este será, sem dúvida, um bom cabo. 22 AWG Oxygen-Free copper center provides enhanced signal transfer - Mentira. Já vimos que os melhores condutores centrais têm 18 AWG de calibre. Portanto este cabo não está ao nível dos melhores no que diz respeito à transmissão do sinal, à robustez do condutor central e aqui nada é dito sobre o número de fios entrançados que o compõe. Pessoalmente, desconfio muito que não seja nada de especial quando os fabricantes não referem isso. Flexible cable construction - Parcialmente verdade. É possível ver que o PVC exterior não é muito grosso e isso confere maior flexibilidade. No entanto se fosse mais grosso protegeria mais o cabo contra impactos físicos. No fim de contas, o cabo que acabámos de ver, é um cabo perfeitamente normal. Não é excelente, e não tem motivo para ser caro, porque não tem mesmo nada de especial, apesar de todo o marketing da marca. Pessoalmente, eu não compraria este cabo, principalmente devido aos pontos "mentirosos". Porque esses dois pontos dizem respeito a características que são muito importantes: capacitância e condutor central e este cabo está bastante abaixo do que melhor se faz. Primeira coisa a dizer: desconfiem sempre quando os fabricantes omitem algumas (ou todas) as características do cabo. Um fabricante sério não tem nada a esconder e publicará os dados todos. Um fabricante sério indicará pelo menos a capacitância, a o calibre (AWG) e a constituição (pares de tranças e AWG de cada trança). Sem isso não é possível avaliar a qualidade do cabo. Por exemplo, um dos fabricantes mais "badalados", a Monster, exige 80 dólares (caríssimo!) por um cabo do qual objectivamente apenas refere que o conector é banhado a ouro, que é durável, que é trançado, tem um isolante de cobre XPTO e que tem uma tecnologia XPTO para maior claridade e presença. Isto, com todo o respeito pela marca, é gozar com o cliente. Já outras marcas menos conhecidas, como a Sommer e a Cordial, publicam todos os detalhes dos cabos que vendem. E têm excelentes preços. Na minha opinião pessoal, as melhores marcas de cabos pela sua seriedade, qualidade e preço. Por exemplo, para quem gosta de fazer os seus próprios cabos a marca vende é o cabo Spirit XXL e indica ao detalhe todas as características (separador "specifications"). Sabemos: Que condutor central tem um calibre de 18 AWG com 42 tranças de 0.15mm (do melhor que se faz) O material de que é feito Que a capacitância é de 86 pF/m (muito perto do melhor que se faz A constituição e todos os isolamentos E o melhor de tudo: conseguimos encontrá-lo nas lojas abaixo de 3€ por metro. Excelente, não é? como vemos não é preciso gastar muito dinheiro para termos cabos de qualidade que nos garantam um som impecável. Vamos então às recomendações propriamente ditas para cabos finalizados e para quem quer construir os seus próprios cabos. Excluímos destas recomendações cabos que por muito bons que possam ser, por falta de informação da marca, não podem ser provadas. Cabos Recomendados (finalizados - direitos, de 3 a 5 metros): Menor Preço - Sommer Cable The Spirit XXL Instr. 3.0 - 15.90€ - O preço é excelente, o cabo em si também. O único senão são os conectores. Qualidade-Preço - Cordial CSI 3 PP-175 - 20.40€ - Excelente cabo a todos os níveis: baixa capacitância, conectores Rean (Neutrik made in china mas de boa qualidade). Qualidade Superior - Não se justifica pagar mais que isto por um cabo! Cabos Recomendados (para DIY): Menor Preço - Cordial CGK 175 - 2,38€/m Qualidade Preço - Sommer Cable Spirit XXL - 2,60€/m - Equilibrado a todos o níveis: 18 AWG, 42 tranças de 0.15mm e 86 pF/m. Ou, para o caso de dar mais ênfase à capacitância (para cabos longos) e menos à fiabilidade, há também o Sommer Cable Spirit LLX - 2,66€/m - com uma incrível capacitância de 56 pF/m (mas tem um condutor central ligeiramente pior: 21 AWG com 19 tranças de 0.16mm Qualidade Superior - Não se justifica pagar mais que isto por um cabo! Conectores Recomendados (para DIY): Menor Preço - Linha Branca - 0.66€ Qualidade Preço - Amphenol ACPM-GN Mono - 1,44€ Qualidade Superior - Neutrik NP2 C - 3.11€ - Em Portugal, na MrJackGuitars.
  6. Tutorial - Esquema para manter o tom da guitarra, quando diminuir volume. Resumo: Alternar entre um som clean e crunch, utilizando apenas o volume da guitarra, é o método utilizado por muitos guitarristas. Mas ao se diminuir o volume, normalmente também se perde alguma clareza no tom. Como evitar isso? ... Ver tutorial completo
  7. Na realidade, é uma alteração muito simples. Mesmo alguém sem muitos conhecimentos de electrónica consegue o fazer. Estes são os valores mais comuns de resistência e condensador para o treble bleed. Os resultados podem variar conforme o tipo de pickup e de potenciómetros de volume ou até de tone (brilho). Uma alternativa prática a ter de testar vários valores para o condensador (qualquer entre 0,001 mFd e 0,003 mFd) e para a resistência (entre 50% a 75% da resistência do respectivo potenciómetro de volume) podemos utilizar uma resistência variável em vez de uma resistência fixa. Para tal podemos usar um trimpot e ligá-lo da mesma forma à ao que acontece com a resistência na página anterior. Como regra, aconselho um trimpot que consiga, pelo menos, metade da resistência máxima do potenciómetro do volume. Isto para que o leque de afinações possíveis seja o mais alargado possível. A resistência ajustada no trimpot vai afectar a progressividade com que os agudos prevalecem no sinal à medida que se baixa o volume da guitarra. Quanto mais baixo o valor da resistência menor efeito terá o condensador em manter os agudos e vice-versa. Por outro lado, esta resistência também afecta o modo como o volume se comporta com variações do potenciómetro: valores de resistência mais baixos afectam mais este curso. Portanto a afinação terá de ser feita de maneira a que o resultado sonoro seja o mais satisfatório possível sem comprometer demasiado o comportamento desejado para o controlo de volume.
  8. new GAS

  9. Guitarras estranhas

    E que tal uma guitarra onde dá para testar todos os pu's?
  10. Cantinho do FUzzzzzzzzzzz

    Que se fale de Fuzz! Eu tenho o EHX Russian Big Muff. Ando a ver outros como: DAM Meathead; Mad Professor Fire Red Fuzz; Skreddy Lunar Module; Fulltone 70s' Fuzz; Lista de Fuzzs mencionados neste tópico: Analogman Sunface; Baja Tech Custom Bone Bender; Blackout Effectors Musket Fuzz; Blackout Effectors Twosome Dual Fuzz; Blackout Effectors A Very Special Twosome Dual Fuzz; Boss Hyper Fuzz FZ-2; Carl Martin Crush Zone; Carl Martin The Fuzz Cusack Screamer Fuzz v2; Danelectro cool cat fuzz v1 Danelectro French Toast; DAM Meathead; Death By Audio Supersonic Fuzz Gun Devi Ever Hyperion II; Devi Ever Shoe Gazer; Dwarfcraft Devices Shiva Fuzz; Dwarfcraft Devices Eau Claire Thunder; Earthbound Audio Effects Supercollider; EHX Big Muff USA; EHX Big Muff Sovtek; EHX Big Muff Tone Wicker; EHX Black Russian Big Muff; EHX Little Big Muff; EHX Holy Stain; Fender Blender; Fulltone 70' Fuzz; Fulltone 69' Fuzz; Fulltone Octafuzz; Hartman Vintage; Ibanez standard fuzz (80s') Ibanez 60s' Fuzz; Jim Dunlop FuzzFace; Lastgasp Laboratories Moduloscillo Fuzz; Lastgasp Laboratories Super Oscillo Fuzz; Mad Professor Fire Red Fuzz; MI Audio GI Fuz; MI Audio Neo Fuz; MI Audio Pollyana Octave Pedal; Montgomery Appliances Carbon Fuzz; MXR Blue box; MXR Jimi Hendrix Classic Fuzz Pedal; Ooh la la Inferno Fuzz; OxFuzz; Seymour Duncan Tweak Fuzz; Shin-Ei Superfuzz; Skreddy Cognitive Dissonance; Skreddy Ernie; Skreddy Lunar Module; Skreddy Mayo; Skynet Octafuzz; Smallsound/bigsound Team Awesome Fuzz; Subdecay Flying Tomato; Zoom Ultra Fuzz; Zvex Fuzz Factory; Zvex Mastotron; Zvex Wooly Mammoth
  11. Backtracks para guitarra

    Boas pessoa, andei aqui a ler e ver umas coisas mas não ficou muito claro para mim. Uma vez que eu vou tocar maioritariamente sozinho em casa gostava depois de quando tiver já alguma técnica e tocar algumas coisas de meter umas backtracks de bateria a tocar para acompanhar. A questão é que nao curto muito a maior dos sons de bateria das drum machines, é muito sintético, já quando usava no teclado não me agradava muito. Sei que usando VST de Baterias é possível contornar isto. O que eu queria saber e isso não ficou muito claro para mim é, se é possível pegar em ficheiros, p.e. de guitar pro que têm os instrumentos todos ou pegar em midis e usando um VST transformar aquilo numa coisa mais natural? Sem sim, o processo é dificil? Que programas/ferramentas preciso? Em tempos já testei o guitar pro e aqueles sons também eram muito manhosos pelo que pretendia mesmo algo mais natural. Obrigado.
  12. Guitarra até 350eur

    Boas, sou novo no forum, mas venho cá para pedir uma opinião sobre uma possível futura aquisição. Costumo tocar hard rock e metal, por isso procuro uma guitarra com humbuckers. Até agora, estou de olho em uma jackson kelly performer de 1996. é uma boa opção? Recomendações?
  13. GAS por AMPS

    Pode ser um destes para a mesa 2.
  14. O Cantinho das Hollows e Semi-Hollows

    E a Sublime guitars lançou uma espécie de White Falcon, a um preço de 900 dólares americanos:
  15. O "cantinho" das PRS

    Boas... Há tempos foi lançado um tópico sobre as PRS e os porquês de quem as tem. Em homenagem a quem pediu um tópico sobre o assunto, cá está ele. Apresento-vos a minha PRS Singlecut 245 Artist Package PS: qualquer gajo fica bem atrás de uma coisa destas, não acham? Abraço
  16. China Les Paul Kit - A Odisseia

    Caros, é só para dizer que comprei um kit DIY Les paul por 34€. Estava a navegar num site de chinesices, vi isso e disse: "não pode ser". É possível que fique sem o guito ou me mandem um bocado de lenha, mas bom... literalmente paguei para ver. Supostamente o kit é este: Stay tuned for news in the next months, já a contar que a alfândega trabalha a velocidade de pedal.
  17. The Complete Telecaster Vol II

    O outro tópico já rebentava pelas costuras. Link para tópico anterior: Um passarinho confidenciou-me que após a bem sucedida estratégia de colocar certos modelos de telecaster feitos pela Custom Shop da Fender a baixo custo, por ocasião da NAMM, relativamente ao 60º aniversário da Telecaster, quase todos os modelos estão esgotados, principalmente os modelos Modern Thinline e a Cabronita. Este último modelo, e após vários pedidos por parte de clientes de todo o mundo para passar a haver um modelo mais acessível a nível monetário, e visto que a edição limitada a 1000 unidades da cabronita 60º aniversario ter sido um sucesso, parece que a Fender para o fim do ano vai mesmo lançar a Cabronita American Standard. :cafixe: E pelos vistos uma American Standard Modern Thinline. Esperemos que seja verdade. Já que falamos em Telecaster, aqui ficam por enquanto as minhas meninas.
  18. Comparação de 5 pedais para metal

    Olá a todos. Publiquei uma comparação de pedais de distorção em modo metal. Usei um loop para a comparação ser consistente e o amplificador com settings limpos. Há sempre alguma distorção de pré quando entram os pedais mas o power amp manteve-se limpo. Que acham das diferenças de timbre?
  19. Setup de Guitarra

    Boas, Sou novo aqui no fórum, mas há já um ano que ando a aprender a tocar guitarra. Deu-me na cabeça para mudar-me para uma eléctrica, mas já sei que tenho de fazer o setup quando ela chegar. O problema é que sou um autêntico novato nisso e não quero estragar a guitarra. Alguém conhece quem faça setup de guitarra na zona de Aveiro ou Coimbra? Na zona do Porto também não haverá problema. Esta é apenas uma das muitas dúvidas que vou colocar aqui no futuro próximo.
  20. Nova guitarra electro-acústica

    Boa tarde, Já tenho uma guitarra acústica folk com mais de 30 anos. Pretendia agora comprar uma acústica electrificada. E estou a pensar com cordas de nylon. Pretendia gastar talvez entre 400 e 500 euros. Andei a ver Alhambra, e Paco Castillo. Ainda não experimentei as Yamaha NTX700 e NCX700...(embora estas um pouco mais caras, mas queria ouvi-las) Só que por aqui não abundam. Testei uma Paco Castillo 222 e uma Alhambra 5P CW E2. Mas esta fica um pouco acima dos valores... E então pensei na Alhambra 3C CW E1. Mas não é fácil ... Vi só um tópico neste forum já com alguns anos... Também já li sobre as Takamine.. Alguém tem opinião? Obrigado
  21. Potpourri de Amplificadores de Guitarra

    Neste tutorial vamos discutir uma alguns amplificadores de guitarra de uma forma informal, discutir tipologias e ideias para experimentar na breadboard. A totalidade dos esquemas deste texto foram experimentados e funcionam. No fim vamos construir mais um power amp. A técnica de montagem será ponto a ponto e o amplificador final utilizará mosfets numa configuração em classe A pushpull. A sugestão que dou para complementar a leitura deste este texto é procurar as tipologias e referencias que vou dando ao longo do texto. As coisas aqui descritas não são rocket science mas há muitos detalhes a considerar. A explicação completa dava quase para escrever um livro sobre o assunto. Não há muita coisa escrita sobre amplificadores de guitarra solid state mas o livro de Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers” é uma excelente referência para ler no mês de férias que se aproxima (o link para download do livro completo está mais à frente no texto). Boas leituras e construções. Quando comecei a estudar amplificadores de guitarra testei na breadboard uma grande quantidade de tipologias. A ideia era perceber de uma forma práctica como soavam diferentes arranjos e que tipo de distorções se conseguiriam obter. Usando o simulador de circuitos (por exemplo o TINA-TI: http://www.ti.com/tool/tina-ti ) e uma breadboard é possível num par de meses simular e testar uma grande quantidade de circuitos. Esta maneira de estudar dá-nos muitos frutos e uma experiência hands-on que é muito difícil de se obter de outra forma, mesmo em ensino especializado. O procedimento é simples: simular o circuito, monta-lo numa breadboard e ouvir. Repetir as vezes necessárias. Claro que vou restringir este texto a amplificadores solid-state. Deixo aqui uma referência de leitura recomendada: Teemu Kyttälä, “Solid -State Guitar Amplifiers”: http://www.thatraymond.com/downloads/solidstate_guitar_amplifiers_teemu_kyttala_v1.0.pdf Uma excelente leitura técnica mas contém capítulos não técnicos que podem ser lidos sem grandes conhecimentos de eletrotécnica, em particular a secção que discute amplificadores solid state vs válvulas está muito bem escrita. Comecemos então. O primeiro da série foi inspirado no Muff Fuzz um pedal da Electro Harmonix. A ideia é a mesma do circuito original mas serve de booster para o andar de amplificação de potência que usa os dois TIP: o TIP 31 (NPN) e o TIP32 (PNP) numa configuração de emissor comum (este estágio tem apenas ganho em corrente, o ganho em tensão vem do Muff Fuzz). Ou usando um amplificador operacional usando dois transístores (o par 2N4401 e o 2N4403). O R4 controla o ganho da configuração. O ganho é controlado por feedback negativo à saída do opamp na base do TIP31. Claro que é importante o uso de um simulador de circuitos que permite simular não só o pickup da guitarra assim como o altifalante. Neste último exemplo a rede de feedback cobre não só T2 mas vai até ao estágio de saída. Uma outra configuração interessante é usar as flutuações de corrente de um opamp para controlar os transístores de saída. Só trabalham quando o opamp “puxa” mais corrente. Este exemplo curiosamente não funciona no simulador mas funciona na breadboard! O que se passa é que o simulador emula o opamp de uma forma ideal e não contabiliza as flutuações de corrente do integrado. Mas são essas flutuações que controlam o funcionamento dos transístores de saída. É um exemplo muito relevante que mostra bem alguns dos limites de aplicabilidade na utilização deste tipo de softwares para estudo de circuitos eléctricos. Há duas coisas que distinguem este último circuito dos exemplos anteriores: os transístores de potência estão numa configuração de colector comum (ganho de corrente e de tensão) e a rede de feedback controla a impedância de saída do amplificador. Os exemplos de power-amps anteriores têm uma configuração chamada de classe B. Cada um dos transístores de saída (ver a imagem anterior, TIP31 e TIP32) apenas conduzem numa das partes do sinal de entrada estando desligado (ou quase) na outra parte. Este tipo de configuração deve funcionar bem com o amplificador integrado LM386 (procurar a referência Ruby amp). O exemplo seguinte mostra um amplificador em class A, onde o transístor de saída está sempre em condução. Este não o testei mas o amplificador com a lâmpada de carro num tutorial anterior é também um amplificador em classe A. Outro exemplo que não poderia deixar de testar era o famoso amplificador Zen do Nelson Pass ( https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-zen-amplifier ) Neste caso a minha ideia foi construir uma versão pequenina, para ver, ou antes ouvir, como soava. As minhas simplificações levaram-me, depois de muitas iteradas e escutas e ao fim de 4 meses à versão que já divulguei num tutorial passado. Esta versão usa um IRFP240 (favorito do Pass) e que debita mais ou menos 3W clean (standard de guitarra). Já me esquecia que também experimentei uma versão pequena do JLH (John Linsley-Hood) mas usando transístores (não mosfet). Claro que a ideia surgiu também da versão do amplificador do Pass (https://www.passdiy.com/project/amplifiers/the-plh-amplifier). Esta sim uma topologia fantástica que valerá a pena voltar a fazer mais umas experiências com ela... em particular em overdrive. Outro amplificador que soa muitíssimo bem é o amplificador “Dead of Zen” (nome que dava para uma banda de heavymetal) do Rod Elliott ( http://sound.whsites.net/project36.htm ). Vejamos então mais esta ideia para um power amp. Precisamos do material seguinte: Mosfet N IRF620 Mosfet P IRFP9620 100nF x2 condensador (25V) 1mF condensador (25V) 120kOhm x4 resistências 1/4W Jacks de audio Ficha de alimentação para painel dissipador Caixa Hammond 1590BB (ou semelhante) isoladores para os transístores dissipador Fonte de alimentação de portátil (18V 6A) O poweramp com uma lâmpada divulgado num tutorial anterior partilha com este que usa dois mosfets a mesma simplicidade. O circuito é este: Usa dois mosfets, um tipo N e outro tipo P e funciona em classe A, i.e. os dois transístores estão simultaneamente a funcionar durante a parte positiva e a parte negativa do sinal de entrada para sinais de baixa amplitude. Tem um ganho de 2.5. Para sinais com maior amplitude temos distorção de crossover e achatamento dos topo da onda! A resposta em frequência é: A montagem foi feita numa Hammond 1590BB. Os mosfets foram literalmente aparafusados à caixa usando os isoladores e massa térmica. Como se pode ver a montagem não é nada do outro mundo, basta paciência. Uma das coisas importantes em circuitos de amplificação é usar uma configuração em estrela e apenas um ponto de massa (ligado à caixa metálica). O link seguinte tem a discussão deste tipo de configuração para amplificadores a válvulas mas vale também para transístores: http://www.geofex.com/Article_Folders/stargnd/stargnd.htm Outras das questões importantes que temos de ter em atenção com os amplificadores em geral em qualquer configuração e em particular com os amplificadores em classe A é a dissipação de calor. A rule of thumb é: se conseguires deixar a mão sobre o dissipador mais do que 60s então está tudo ok. Equivale a 60 graus Celsius, a temperatura ideal do café para ser bebido. Este tutorial tinha como objetivo mostrar a importância da utilização de um simulador de circuitos elétricos e a prototipagem rápida para estudo de circuitos. Tem referências e detalhes para nos manter ocupados durante este tempo de férias. E no fim a construção de outro amplificador classe A com dois mosfets tipo N e tipo P. Como soa? Melhor mesmo é montar um! Boas construções. Tiago Charters de Azevedo Lisboa, 2017
  22. Tutorial - Potpourri de Amplificadores de Guitarra Resumo: Neste tutorial vamos construir um power amp e discutir algumas tipologias de amplificadores para guitarra. Aventura-te e fica a conhecer melhor o mundo dos amplificadores de guitarra! ... Ver tutorial completo
  23. Restauro de Guitarra

    Ontem fui buscar isto, vamos ver o que consigo fazer daqui. Alguém consegue identificar esta guitarra? Não reconheço o headstock, será de fabrico artesanal?