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Encontrado: 59 resultados

  1. bom dia amigos, venho colocar aqui uma dúvida, que poderá ser mesmo de principiante mas..... É o seguinte, fui comprando desde à uns meses para cá vários pedais, até completar os 10 espaços disponíveis na pedalboard da Behringer. 9 são da boss, e o afinador é o polytune. coloquei 2 MOOER Micro Power para alimentar os pedais. a questão que me intriga é a seguinte, quando ligo a alimentação, há 4 pedais que se ligam logo (Boss Accoustic Simulator, Distortion, Flanger e Reverb) , os outros 6 ficam desligados até serem ligados com o pé. Desligo os 4, e uso a pedalboard sem problema algum, todos funcionam bem,..... questão mesmo.... é se é normal ligarem-se sozinhos mal os alimente....e porquê só estes 4??? Abraço Gilberto
  2. Potenciómetro

    1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta. A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los. A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado terá oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%. Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia. O que é isto da tipologia do potenciómetro (em Ingrês, entende-se como Taper)? Trata-se da relação entre o valor da resistência que o potenciómetro faz e seu do avanço (ou volta). Há de 3 tipos: linear, logarítmico e logarítmico invertido. Linear - faz o que diz, a cerca de metade do avanço, tem-se metade do valor da resistência total do potenciómetro. Logarítmico - tem uma relação logarítmica entre o avanço e o valor da resistência. Logarítmico invertido - ... não tira cafés, n'é? E para que é que servem tantas variedades? Bem, é difícil agradar a Gregos e Troianos, certo?
  3. The New Pedalboard topic

    Postem as vossa pedalboards neste espaço
  4. Pedais - boutique vs mainstream

    Boas pessoal! Gostaria de saber a vossa opinião, sobre este tema, penso que poderia ajudar quem está a começar a tocar. Assim aqui fica a minha opinião: #1 Penso que podemos concordar que acima de tudo o gosto pessoal nos pedais e ao timbre que deles retiramos, para o nosso estilo de música, é o mais importante. #2 Estúdio é uma coisa e ao vivo é outra, por isso vamos deixar o estúdio de lado. OK, ao vivo, pessoalmente, não vejo porque gastar 300€ num Strymon Delay por exemplo quando um Boss de 150€ (boss ou outra marca qualquer da mesma gama de preços) faz o mesmo, aplica delay ao sinal da guitarra. E digo isto porque a realidade é que não pondo em questão a qualidade do Strymon todas as nuances e características de um pedal boutique perdem-se na cadeia de captação do som (micro - stage box - mesa - processo - PA), e no final o público vai ouvir um som de guitarra com delay e nada mais, não vai fazer a menor diferença se se usou um pedal boutique ou não. Isto para já não falar da má acústica dos espaços, técnicos mais ou menos capazes etc, etc... Creio que o mercado, e o hype que é dado a determinado material, seja pelos media da especialidade, ou mesmo pelos próprios músicos (patrocinados ou não) ajudem a esta ideia - boutique é melhor! Não vejo razão para isto, aparte de um desejo pessoal de se ter determinado material, o que é totalmente legitimo. Assim quais são as vossas opiniões?
  5. A TC Electronic lançou uma nova série de 8 pedais - simples em features, fáceis de usar e a bom preço (custam todos cerca de 57€) e true bypass. For your viewing pleasure:
  6. novidade na pedalagem

    abro o tópico com o lançamento acabadinho de sair do forno
  7. Ordem de pedais

    Boas malta. Vou-me começar a aventurar no mundo dos pedais e gostava de ler umas opiniões sobre este assunto. Cada um tem a sua opinião e é um assunto relativo mas tenho de começar por algum lado. Tenho os seguintes pedais: - Ibanez TS-10 classic; - Ibanez Flanger Fl 301DX - Behringer EM600 - Behringer HB 01 Wah Que faziam com estes meninos? Seria mesmo: guitarra > pedais > amp. Mas se alguém quiser dar a sua opinião também para opção com effects loop de amp, estão à vontade. Num futuro próximo pode dar jeito... Obrigado.
  8. Viva! Como sabem tenho um Tiny Terror. E se por um lado gosto bastante do som do amp, por outro, dada a existência de apenas três controles, o mesmo torna-se limitado em termos de ajuste de som. A minha questão é, se eu metesse um pedal equalizador à frente do amp, dado que não tem Fx loop, conseguiria modelar o som de forma a poder ter pelo menos dois sons estáveis e distintos sem ter de estar sempre a mexer no amp e outros pedais da cadeia? Ou o equalizador vai ter efeito aparente, mas menor? Com isto não estou à espera de transformar o TT num Twin Reverb ou coisa do género, claro está! Agradeço as vossas respostas, e já agora, recomendações de pedais equalizadores. Bom e barato (à tuga) de preferência Obrigado.
  9. Modificação de pedais em lisboa

    Olá pessoal. Há uns dias ouvi falar do mod JCM800 do brian wampler para o Boss DS1, um mod que eu gostaria mesmo de fazer mas sendo um puto que não entende nada de eletrónica tenho receio de o fazer. Existe alguma loja em lisboa ou alguma oficina de eletrónica que seja capaz de fazer o mod caso eu forneça as especificações (que estão no site da premierguitar.com)?
  10. Boss CP-1X Compressor

    A Boss acabou de lançar o CP-1X, um compressor baseado na tecnologia MDP ("Multi Dimensional Processing"), que analiza a dinâmica de som para obter os melhores resultados (supostamente). O CP1X é um compressor multibandas que funciona com tudo desde as 4 às 8 cordas, incluindo guitarras acústicas. O pedal funciona também a 18v para assegurar o máximo headroom, o que faz que funcione bem com guitarras de 7 e 8 cordas, bem como guitarras com pickups de grande output. O pedal sairá no final do mês e quanto a preços, devem andar por volta dos 150€ nas lojas. E aqui está a que soa:
  11. NPD - New Pedal Day

    Aproveito também para criar um tópico que espero que tenha bastante uso, é bom sinal Aqui vai a foto: Zoom MS-50G, um multi-fx tipo "faz tudo" baratinho. Ainda não o experimentei, vamos ver a que soa. Admito que tenho expectativas altas quanto ao "HD Reverb", que supostamente é o melhor efeito do pedal. De resto é para andar com ele para todo o lado.
  12. EHX Tone Corset Compressor

    A Electro harmonix sacou mais um pedal de compressão. 4 knobs para configurar o habitual e um mini switch de pad para atenuar o sinal de entrada para evitar distorção com um sinal de entrada potente (pickups alto ganho, baixo, etc). É true bypass e ainda não há preços nem datas de lançamento até ao momento, portanto podemos ver quem acerta na lotaria. O meu palpite: 150€.
  13. ToneToys

    Ainda existem? O que lhes aconceteu?
  14. PedalBoard Caseira??

    Boas Malta!! Como é que andam?? Tudo a correr bem nas vossas guitarradas?? Precise de opiniões do pessoal Eu tenho alguns espectáculos durante o Verão já como é habitual! Este ano, vou usar uma pedaleira que adquiri recentemente, por ter umas dimensões muito pequenas, e também porque gostei muito do som da mesma, para o Pimba tanto para o Rock. A pedaleira em questão é uma Boss Me-25. Eu queria fazer uma PedalBoard para poder ter a pedaleira, mais um pedal WahWah que já usava antes que até curto dele, e também queria acrescentar o meu tablet onde este ano, terei as notas das músicas e dos solos todos que tocamos. Qual acham a melhor maneira de fazer a mesma, para ver se não me estendia no dinheiro para poder adquirir material novo ainda para o verão? Fica a questão ... já agora obrigado por estares a ler o post Thanks malta Boa continuação de guitarradas para todos
  15. Dr. No Turd Fuzz

    Ora aqui está o o expoente máximo para quem procura um tone de m***a! A Dr. No Effects, especializada em fuzzes, lançou o Turd Fuzz, com um aspecto a condizer! O pedal tem um a caixa feita num material mole, para trazer a suave textura excrementícia à nossa pedalboard: basta pisar nele para activar o efeito, e promete trazer um tone mal cheiroso para guitarristas e baixistas. O circuito é feito com base em dois transistores NOS para dar um fuzz à maneira antiga. Incrivelmente há um controlo de volume que pode ser rodado através de uma chave de fendas (internamente). Há também uma mosca com olhos de led que indica quando o efeito está ligado. Aqui está o vídeo seguinte a mostrar como realmente funciona! Mas que ninguem se iluda: a m***a não é necessariamente barata: 209€ neste caso!
  16. Daisy Chain

    Uma daisy chain é uma maneira de ligar os aparelhos (neste caso pedais) em sequência a partir de uma fonte. Ou em anel, mas não é tão comum. Neste caso dos pedais, a partir de uma fonte de alimentação tens um cabo que percorre todos pedais e alimenta-os. É uma forma mais prática e menos "custosa" de ligar todos os pedais sem ter que comprar uma fonte para cada um. Se a fonte conseguir fornecer uma "amperagem" (intensidade de corrente) suficiente , desde que todos os pedais tenham a mesma voltagem de alimentação, ligam-se com uma daisy chain (no fundo um cabo que com várias fichas que são ligadas cada uma a seu pedal) para distribuir a corrente por todos. Continua a precisar-se da fonte de alimentação, aliás, qualquer fonte de alimentação serve de base para poderes ligar uma daisy chain, desde que tenhas o cabo correcto para levar a alimentação aos pedais. Exemplo de cabo para ligação de pedais em Daisy Chain As desvantagens de uma daisy chain são: Propensão a ruídos: uma daisy chain implica que as ligações sejam em série, ou seja, se um pedal te introduzir ruído na corrente, isso vai-se reflectir nos outros pedais. Se houver maus isolamentos nos pedais, pode haver problemas. Diminução da fiabilidade: Como nas luzes da árvore de natal, se uma morrer, morrem todas e depois é necessário andar a ver uma a uma qual foi a que morreu. Requer um conhecimento básico de electricidade: o pessoal às vezes liga pedais que consomem demasiado à daisy chain, e isso vai sobrecarregar a fonte de alimentação, com potenciais efeitos no desempenho dos pedais. Numa daisy chain, para saber a amperagem necessária, devem somar-se os consumos (os mA) de cada pedal e isso dará o valor que a fonte tem que ter para alimentar todos os pedais. Exemplo: Temos 4 pedais analógicos e 2 digitais ligados à daisy chain. Os analógicos consomem 40 mA cada um, os digitais, 300 mA (valores aleatórios). A tua fonte de alimentação tem que ter pelo menos 4x40+2x300 = 760 mA (mili amperes). Na verdade até convém que a fonte tenha um bocado mais, para margem de segurança e fiabilidade. Vantagens de usar uma Daisy Chain: É uma forma barata de ligar pedais: a partir de uma simples fonte de alimentação podem alimentar-se vários pedais Não requer fontes nem cabos individuais para cada pedal: menos custos, menos cabos, melhor organização da pedalboard. Pode comprar-se um sistema de alimentação de pedais com daisy chain a um preço muito barato relativamente a fontes de alimentação com saídas individuais para cada pedal. O mais conhecido e usado pela sua relação potência-preço é o 1Spot Combo Pack, disponível em Portugal na MrJackGuitars: O 1Spot Combo pack traz consigo uma fonte de alimentação (switched mode) e um cabo para ligação em daisy chain para 8 pedais. Com 1700 mA, consegue alimentar vários pedais e é a solução ideal para quem não quer gastar muito dinheiro. Se o dinheiro não for um problema, o ideal será ligar todos os pedais a uma fonte com saídas individuais para cada pedal isoladas e com potência mais que suficiente para alimentar tudo. Permite evitar todos os problemas da daisy chain referidos. As melhores opções, consoante os preços: Mais barata: Harley Benton Jr - 5 saídas isoladas, com 120ma cada Qualidade-preço: Truetone 1Spot Pro CS7 (não confundir com a 1Spot falada anteriormente!), recomendamos comprar em Portugal na MrJackGuitars. Qualidade: Voodoo Lab Pedal Power Mondo, recomendo comprar em Portugal na MrJackGuitars.
  17. Pedaleira

    Uma pedaleira é, normalmente um suporte para os vários pedais. Pode, noutro contexto, designar um conjunto de pedais ou um sistema multi-efeitos com vários pedais. A maioria das pedaleiras permite fixar os pedais através de uma base para fita de velcro, e podem vir em múltiplos feitios (vê aqui os modelos mais conhecidos) Exemplo de pedaleira (http://www.pedaltrain.com) As pedaleiras podem ser feitas em metal (alumínio é uma boa opção devido ao menor peso), madeira etc. Podes ver aqui um tutorial de construção de uma pedaleira em madeira:
  18. DSM Noisemaker Drive Maker

    A DSM Noisemaker, sediada no Chile, lançou o Drive Maker, um pedal de distorção bastante diferente do que abunda no mercado. Num mercado onde abundam clones do Tube Screamer, Big Muff, Fuzz Face e Dist +, ou emulações digitais destes, a DSM Noisemaker quer criar um circuito novo que permita aos guitarristas encontrarem o seu próprio som. O Drive Maker O pedal, além dos controlos normais, tem também um FX loop, permite ser usado em guitarra ou baixo (tem um switch para isso), tem 3 modos de clipping, voice control, octaver, e um boost de 30 Db's, sendo um pedal muito completo e flexível. Diz o site da marca: (de: http://www.dsmnoisemaker.com/drive-maker) O pedal é flexível QB, e permite alimentação de 18v para maior headroom: O preço para a Europa fica em 289 dólares (já inclui 50 dólares de envio), e se adicionarmos 23% de taxa alfandegária, não fica barato. Mas é um grande pedal! Pessoalmente, já há muito que não via um pedal de distorção que me interessasse tanto como este.
  19. EHX Operation Overlord

    Um overdrive stereo que vai bem com vários instrumentos. Porreiraço para os B3 distorcidos à Deep Purple:
  20. EHX SYNTH9

    Mais um pedal da EHX para "sintetizar" a partir de uma guitarra ou baixo.
  21. Glou Glou Déja-Vu

    A Glou-Glou é uma fabricante francesa de pedais "boutique" "estranhos", numa especie de hipsterice chic à là française da música. Após o anterior Rendez-Vouz (que podem vê-lo aqui), a marca lançou o Déja-Vu, um pedal filter e phaser, com dois LFOs, cheio de opções. E como é apanágio da marca, 100% analógico. O melhor é ouvir mesmo este pedal-laboratório! Quanto a preços, 590€ tal como o seu irmão. Não faltarão pretendentes, digo eu! O que acham? Era bicho para estar na vossa pedalboard?
  22. Interessante. Nunca consegui ter um som "como deve ser" não usando um amp. Havia sempre alguma coisa que faltava, e ainda hoje não sou muito fã dessa solução. Mas este vídeo é interessante:
  23. Um pedal de delay digital mas a soar a analógico, com delay até 600ms. Quanto a preços, rondam os 180€. Mas há mais: a Earthquaker está a sortear um destes meninos para o dia dos namorados!! Vê em https://www.earthquakerdevices.com/eqdating-game como participar!!!
  24. O Cantinho dos Reverbs

    Como sou um fã de reverb, acho que este era um tópico imprescindível. E vai aqui o MXR M-300: