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Encontrado: 14 resultados

  1. Cabo para ligar pedais

    Alguém já utilizou este cabo: Klotz AC 106, para ligar pedais? Que opinião tem? Encontrei esta ficha técnica: https://shop.klotz-ais.com/media/msdocuments/AC106SW_e.pdf Foi-me dito que era um bom cabo, mas não o encontrei na instrução técnica do forum. O preço apresentado foi cerca de € 2,50/metro.
  2. olá a todos! antes de perguntar o que vim perguntar vou explicar a situação: comprei finalmente e não à muito tempo um amp que me deixa extremamente contente com o seu tone, é pequeno e soa estupidamente bem a qualquer volume, não tem válvulas (logo não tem stresses de manutenção) e tem potência suficiente para o levar ao vivo. enfim, perfeito e não o podia recomendar mais (dv mark micro 50, com a respectiva coluna 1x12) para quem não conhece este amp basicamente tem 2 canais: clean e overdrive. o clean é a base do tone, e é extremamente competente, e se mudar para o canal overdrive fico com alguma distorção (basicamente e segundo a explicação deles, "no canal overdrive enfiaram um pedal de overdrive em cima do canal clean: aqui tens o canal overdrive". porquê que adoro o amp e a distorção? porque o clean é incrivel, e no canal ovderdrive há excelente separação de notas, imenso sustain e não tem aquele high end fizzy e estridente que eu tento fugir: a nota é sólida grave e tem a sua distorção mas soa como estivesse em clean.. faz sentido? a distorção é perfeita e é exactamente isso que eu queria. tira muito bem o som natural da guitarra mas isso também tem em conta os pickups que uso e já agora gosto imenso (chopper t na bridge e twang king no neck) só há um problema: o canal de overdrive não tem muito gain, e gostava de ter a mesma distorção, a mesma separação de notas tudo, mas com mais distorção, mais harmónicos, mais sustain mantendo a base de tone na mesma. a aplicação desta distorção é mais para solo (rock estilo andy timmons, richie kotzen) por isso não sei se procuro por um pedal de distorção (pôr no canal clean e usar o pedal como distorção base ignorando a do amp.. ou conjugar as 2 secalhar ia dar uma confusão de som ou imenso ruído de fundo, mas de qualquer modo vieram-me à cabeça o tech 21 OMG do richie kotzen e jhs at do andy timmons que soam fantasticos..), nem acho que compressão seja o que procure porque eu gosto da "sensibilidade" do amp a sentir o que toco (aliás até gostava de acentuar ainda mais isso), eu quero usar a distorção do amp, porque a adoro, só queria manter o seu "cleaness" e o som natural da guitarra que o amp tira tão bem, acentua-lá e dar-lhe um pouco mais (não muito também) de potência/boost. nem sonho que pedal comprar para este caso.. que pedais sugerem? fazia total questão que o pedal fosse true bypass.. (má experiência com pedais wah da dunlop..) um muito obrigado antecipado e desculpem se o post foi alongado x)
  3. Tutorial - Electra Distortion Resumo: Como primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard vamos construir um circuito básico de distorção com apenas um transístor: um Electra Distortion. Com 50 cêntimos em componentes, podes iniciar-te no mundo dos efeitos com este projecto e aprender a trabalhar com o software adequado! ... Ver este tutorial completo
  4. Electra Distortion

    Como primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard vamos construir um circuito básico de distorção com apenas um transístor: um Electra distortion. Há numerosos exemplos deste tipo de circuitos e mais umas quantas modificações que uma pesquisa na net revelará, no entanto, vou restringir-me à versão standard. Este é o primeiro projecto de utilização do suporte para a breadboard. O preço do material para este Electra distortion ronda os 0.5€ em componentes. O material pode ser facilmente adquirido em qualquer loja de electrónica. No entanto, se preferires mandar vir o material online a bom preço (e que te possa eventualmente servir para outros projectos), sugerimos os melhores sítios para comprar também. No entanto, ate´pode ser que consigas aproveitar alguns destes componentes em aparelhos electrónicos antigos! 2x Condensador 100 nF no ebay 1x Resistência 2.2 MOhm (1/4W) no ebay 1x Resistência 47 kOhm (1/4W) no ebay 1x Resistência 680 Ohm, no ebay 1x 2N4401, BC108, etc, transístor no ebay 1x 1N4004, (ou outro qualquer, 1N4118, ...) no ebay O esquema da distorção Electra corresponde a uma configuração em emissor comum com um par de díodos invertidos à saída. A figura seguinte mostra o screenshot do circuito implementado no software TINA-TI da Texas Instruments (http://www.ti.com/tool/tina-ti). O software TINA-TI é excelente para simular circuitos e estudar algumas configurações antes de as concretizar. A figura seguinte mostra a forma das tensões de entrada e saída. Note-se que a tensão produzida pelos pickups (single coil) de uma guitarra são da ordem de 0.1V (apenas uma corda, força normal) ou 0.5V para um acorde (ou bordões tocados com força). Claro que depende da localização dos pickups (neck, bridge) e até mesmo do fabricante. No entanto 100mV é um bom valor inicial para ser usado como amplitude do sinal para simulação de circuitos. Devido à baixa impedância de entrada deste pequeno circuito a resposta em frequência é dependente dos pickups usados na guitarra (aqui aplica-se os mesmos comentários que se lêem sobre o fuzz-face). O esquema anterior inclui os componentes para a simulação de um pickup de guitarra assim como os pots de volume e de tone. A figura seguinte mostra a forma das tensões de entrada e saída para 1kHz e 0.1V de amplitude. Um bonito sinal limitado por diodos. Soft ou hard cliping? Podemos obter a resposta em frequência usando o mesmo software. Não tomando em consideração as características dos pickups tem-se o gráfico seguinte para o ganho em função da frequência: Um perfil mais ou menos plano depois 100Hz (um filtro passa alto) Se incluir a simulação dos pickups vê-se claramente o que acontece quando o circuito sobrecarrega a saída da guitarra. Tem uma resposta em frequência na banda dos médios. O circuito completo “guitarra+Electra” tem uma resposta em frequência como um filtro passa banda. A montagem na breadboard é simples. São poucos componentes. Note-se o conector DIY para a bateria feito de uma bateria velha. Vê aqui como fazê-la. É uma boa prática tomar notas sobre o circuito, terminais do transístor, especificidades da montagem, etc. E depois de testar o circuito com o amplificador adicionar umas notas extra, como soa, como reage, como se comporta com diferentes guitarras, pedais, condições atmosféricas, etc. Fica mais ou menos assim, não é necessário estarmos preocupado com a beleza da montagem. Note-se que não tinha nenhum condensador de 100nF, os de 150nF servem perfeitamente! Nunca é demais relembrar que as montagens em breadboard são provisórias e desde que não haja nenhum curto-circuito todas as regras são válidas! É importante para estudo construção ter um osciloscópio e um gerador de sinais. Com o gerador de sinais podemos ver se as simulações que foram feitas têm alguma correspondência com o circuito montado e visualizar a resposta no osciloscópio. A concordância neste caso é razoável, com um sinal de 1kHz à entrada, o simulador parece dar mais ganho ao transístor do que aquele realmente tem, mas tudo ok. A variabilidade dos parâmetros dos transístores é normal (sim, podia escolher um com as propriedades pretendidas com algumas medições). A figura seguinte mostra o que acontece ao sinal de saída quando se aumenta a amplitude do sinal de entrada. O sinal é “clipado” de uma forma simétrica à saída pelos díodos passando, à medida que se aumenta a amplitude do sinal, de soft-clipping a hard-cliping. Depois o transístor começa a “fugir” do seu ponto de funcionamento inicial e dá-se o hard-clipping com uma estrutura assimétrica. O som produzido pela guitarra quando o sinal sofre este tipo de alterações é bem conhecido. O clipping simétrico possui componentes harmónicas em todas as frequências, incluindo a 3ª. Resultando num som mais áspero, cortante e até dissonante. Para amplitudes maiores o clipping torna-se assimétrico e introduz harmónicas pares (duplicação de frequência, uma oitava) suprimindo, em proporção, os harmónicos cuja frequência é tripla da fundamental, adicionando ao som uma estrutura “mais quente” e agradável. Esta descrição pode ser muito bem vista analisando a resposta em frequência do sinal de saída, i.e. estudando as suas componentes de Fourier (matemático francês do sec. XIX), olhando para as diferentes parcelas que compõem o sinal de saída da distorção. Para além do efeito da resposta em frequência se alterar devido à baixa impedância deste circuito relativamente à impedância dos pickups da guitarra, temos ainda o efeito da distorção. A figura seguinte mostra bem as contribuições extra de harmónicas que este pequeno circuito adiciona ao sinal. O sinal de entrada está a amarelo o de saída a azul, o sinal roxo, parte de baixo do ecrã dá-nos o peso que cada frequência tem na composição do sinal de saída. O primeiro pico corresponde à frequência do sinal original 1kHz, o segundo à segunda harmónica de 2kHz, uma oitava acima (ver o sinal de saída deformado na parte superior do ecrã). Os picos seguintes correspondem às harmónicas seguintes 3ª , 4ª, etc. É possível também usar a guitarra como fonte de sinal para depois visualizarmos a onda de saída no osciloscópio. O sinal a amarelo é obtido directamente do colector do transístor, o sinal azul aos terminais dos díodos. Note-se em primeiro lugar as diferentes escalas usadas para registo dos dois sinais, em segundo lugar que é fácil ver a compressão que corresponde ao achatamento da amplitude do sinal de saída: a distorção. Os 3 soundclips seguintes mostram bem como soa este pequeno circuito. Nada mal para 50 cêntimos em peças! Limpa bem reduzindo o volume da guitarra O circuito com apenas um transístor é um exemplo muito relevante em como circuitos simples resultam muito bem em conjugação com instrumentos electrónicos. O exemplo também mostra como devemos ser cépticos e interrogarmos-nos relativamente aquilo que os fabricantes de efeitos para guitarra nos vendem como sendo a última criação em termos artísticos ou de mojo. Se o DIY serve para alguma coisa para além do exercício puro de experimentação e aprendizagem é o de permitir desfazer preconceitos e falsas verdades que perpetuam a ignorância e um modo de fazer as coisas pouco claro. O que pode ser mais honesto e verdadeiro do que os resultados que se obtém com uma experiência realizada à nossa frente? Acabo com uma lista de referências do Jack Orman (http://www.muzique.com) com algumas modificações ao circuito: Tone Clippers: http://www.muzique.com/lab/tclip.htm AMZ Saturation Control – Setting Distortion and Harmonic Levels: http://www.muzique.com/lab/sat.htm More Saturation Controls – Expanding the Tone of Diode Clipping: http://www.muzique.com/lab/sat2.htm Producing Asymmetrical Clipping: http://www.muzique.com/lab/warp.htm Mosfets and ZenersMore Diode Clipping for Effects: http://www.muzique.com/lab/zenmos.htm Happy hacking!
  5. Só para dizer que vou comprar hoje um pedal que não sei se é uma relíquia ou um barrete Sempre gostei do Behringer To800 e hoje vou comprar um: https://www.olx.pt/anuncio/pedal-behringer-to800-vintage-tube-overdrive-IDAhxbr.html O negócio já está combinado. A questão é que o pedal deixou de funcionar com pilha (só funciona via adaptador dc), espero que não seja nada de difícil reparação. Já alguém teve algum problema do género? Qual poderá ser o problema? É de fácil resolução? Btw: O 808 soa melhor, mas o TO800 não fica mal na foto.
  6. Comprar pedal de distorção

    Boas, Estou à procura de um pedal de distorção ou overdrive para baixo de 120€. Eu gosto bastante da distorção/drive do meu Marshall por isso estou mais inclinado para um overdrive. Queria uma coisa que me deixe um palm mute "tight" e mids porreiros para solos. Não quero nada do género do Metal Zone ou nada com gain extremo desse tipo. Tenho algumas coisas em vista: - Ibanez TS9 ou Ibanez JD9 Jet Driver - Boss MD-2 - Airis Savage Drive Aggressive - Blackstar LT Dual / Blackstar LT Drive / Blackstar LT Distortion Alguém tem experiência com algum destes pedais?
  7. Boas músicos! Venho recomendar-vos este pedal que acabei de adquirir. É o Rage Machine da Mooer, como diz no título. É um pedal de distorção com bastante gain, ou mesmo usando pouco gain ele soa lindamente para rock. Tem uma "distorção limpa", pouco ruído, som tight mesmo como eu gosto... Se puxarem pelo gain. não soa a nada perto do Metal Zone. O pedal é bem pequeno e superou a minha expectativa a 200%. Fiquei tão contente com aquele pequenote que tinha que escrever alguma coisa sobre ele para vocêzes. Ao pessoal que queira um bom pedal de distorção para Metal / Hard Rock, sugiro que dêm uma olhada neste, ele soa ainda melhor do que nas reviews que andam pela net. Um dia destes gravo qualquer coisa com ele e posto aqui. 74€ na Thomann, o que eu acho barato para o bichinho que é, daí o "not too much pain"
  8. Digitech Natural Feedback Generator

    Como não é todos os dias que vemos o lançamento de um pedal destes, aqui vai.
  9. Basicamente, uma coisa estranha: é um computador que corre patches, com o hardware de um telemóvel/tablet de baixa gama, a correr Linux, e 512 GB Ram. Misturado com uma espécie de piano. Por 500 dólares, aqui está:
  10. Ajuda: Fender Frontman 212R

    Boa Tarde. Eu tinha fechado negócio no olx por um fender mustang III v2 por 225€. Porém o vendedor apenas me pode vender no fim de semana e eu preciso de um amp potente (mais que o meu de 15w) para sexta feira porque tenho um concerto importante em que vou precisar de potência. Na minha zona encontrei outras possibilidades de bons negócios. Um deles e o que eu acho melhor é um Fender Frontman 212R. Li na net que o Mustang é mais versátil e o outro guitarrista da minha banda tem um pelo que sei da enorme possibilidade de sons que se pode fazer com aquilo. De qualquer modo, o frontman tem 2 colunas celestion pelo que deve ser mais potente. Uma vez que eu tenho um pedal multi-effects Digitech RP360, o frontman torna-se melhor ainda que o mustang ou a conjugação deste pedal com este amp não é tão boa como o mustang e os seus presets? Além disso, vi um roland cube 80x mas entre este e o frontman, parece-me que o frontman é melhor. Se não for avisem xD Obrigado Atualização: Vi um Peavey Vypur 75 w.. Não me parece tão bom como os que disse antes mas se quiserem dar opinião...
  11. Pedal de volume activo vs passivo

    Boa noite pessoas. São 3h40 da manhã e ando aqui há 2 horas a tentar perceber a diferença entre os pedais de volume da Ernie Ball (25k vs 250k). Basicamente quero usar um pedal de volume para swells. Na minha banda gosto de dar sons ambiente às músicas.
  12. Opinião Pedaleira Boss ME-50

    Boas!! Vou comprar o meu primeiro pedal para guitarra e não quero gastar dinheiro em vão, então decidi pedir-vos opinião. Um guitarrista meu conhecido tem um Boss ME-50 , e indicou-me que esse seria uma ótima opção para agora, por ser barato tendo em conta as funcionalidades ( é multiple effect: tem 3 pedais inseridos: overdrive / distortion ; delay; Modulation ;; e mais funcionalidades, reverb, modificador de tom, compressor e NS) Facilmente encontro em segunda mão entre os 80 e os 120 € pelo que seria uma boa opção se for realmente bom para o preço e para primeiro pedal, em vez de comprar pedais separados para cada função, ainda que possam ser melhores no seu objetivo... Obrigado!
  13. A Carl Martin revelou um novo pedal. Dois boosts num só!A Carl matin pegou no boost transparente de alta qualidade do "Hot Drive'n Boost", clonou-o e meteu dos gémeos num só pedal. Cada um tem o seu controlo de level e o seu footswitch true bypass. Um outro switch coloca- os em série ou paralelo na cadeia do sinal. No modo paralelo, pode ligar-se o input/output 1 antes do drive ou preamp e usar o input/Output 2 no lado do pedal para conectar no fx loop do amp. Vê aqui a demo: Clica aqui para ver o artigo
  14. Pedal de Loop Boss RC-2 ruido

    Bom dia, O meu set é o seguinte: Instrumentos: -PC + Reason + Balance propellerhead: saem daqui os pianos, baterias e orquestras (Jack left + jack right) - ligado canal Mesa yamaha - Micro (XLR) - ligado canal Mesa yamaha - Guitarra (Jack) - ligado canal Mesa yamaha Mesa yamaha: saida phones com volume autonomo para input do Pedal de Loop RC-2 Saida Output Pedal RC-2 para canal entrada canal num alesis 50. O problema é um ruido como se tivesse o volume muito alto mas estão no mínimo.. e se tiver o volume dos fones da mesa muito baixo o pedal não consegue apanhar o sinal.. e tenho que por o som do alesis, tanto o canal como o master a 3/4 para conseguir ouvir.. Acham que o problema pode ser do pedal? Um RC-30 já não teria esse problema? Help! Abraço,