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  1. descobri esse músico recentemente, vejam como se mostra um ótimo músico. músicos bons deveriam ser mais valorizados!! https://www.youtube.com/channel/UC7wqlxekDe-V-Sok4oP8Jrg
  2. Vivo em Leiria. Estou indecisa entre entrar na JBJazz (tenho oportunidade de ir para Lisboa), mas como não há possibilidade de estudar Blues em piano (pois há em guitarra) e o Jazz nunca me interessou muito (ajudou-me a aprender mínimas técnicas enquanto andava no Orfeão em Leiria em aulas livres)... O que eu sinto que precisava neste momento era aprender um bocado de teoria visto que quero melhorar o meu contributo na minha banda e no meu projeto a solo, e por isso se permanecer em Leiria entraria na Rockschool, porque me apela a liberdade de escolher o que queremos aprender. Música é algo que me faz incrivelmente feliz, adoro escrever, compor, agora estudar por mim própria sempre me foi menos entusiasmante, mas sei que se soubesse mais de teoria me ajudaria no processo criativo... Agora o que não consigo decidir é entre seguir a música como profissão (não me vejo a tocar em orquestras coisas que se calhar não gosto), ou tirar um curso que me possa dar estabilidade no futuro... Alguém me pode dar sugestões de cursos para a minha situação, ou até mesmo conselhos de experiência na área.
  3. Como é bom escutar música! não importa como estamos nos sentir-sempre existe uma música para cada momento da sua vida. Você já deve ter percebido que muitas pessoas gostam de escutar música, em especial nos casamentos, enquanto estão viajando, em uma reunião social com a família e os amigos e até mesmo quando estamos fazendo algum exercício físico. É Interessante notar que em cada ocasião citada acima, a música é escolhida com muito cuidado, Isto é-cada melodia expressa um determinado momento. Assim como um prato bem preparado atrair as pessoas, uma música bem feita chama atenção e ganha um espaço maior no playlist do público no mundo inteiro, por isso é bom se perguntar: "o que torna uma música interessante?" Nesta postagem vamos analisar formas infalíveis de melhorar seu fraseado na música. Aprenda a escutar Escutar uma música significa prestar atenção até mesmo nos mínimos detalhes, isto envolve: entrar no ritmo e perceber as transmissões das notas. Se você deseja melhorar o seu fraseado na música é importante que te lembres essas duas dicas. Como você pode fazer isso? Faça o exercício seguinte: Escute uma música; tente perceber as transições das notas musicais; faça o improviso a cada música que escutar. Nota B: O importante não é a rapidez do solo mas as interligações em harmonia com a música. Tenta o seguinte: Faça o exercício indicado acima no mínimo 15 minutos por dia. Torne-se um bom crítico Toda crítica construtiva é sempre bem-vinda! ,na sua opinião - o que podes fazer para te tornar um bom crítico? (Opção A) Avaliar a música somente a parte do título; (Opção B) Escutar uma parte da música; (Opção C) Avaliar a música nos mínimos detalhes, Isto é, começando avalia-lo pelo título até o final. Se escolheu a opção C, você está certo. por quê? não basta apenas avaliar a música pelo texto sem saber o conteúdo do mesmo e escutar uma música é o mesmo que saborear o seu prato favorito pela metade!com isso quer dizer não teria uma conclusão completa e ficaria indeciso se a música como seu estado é realmente aquilo que esperamos. Por outro lado avaliar a música nos mínimos detalhes vai te facilitar Quando é quando o assunto é classificar Tente o seguinte: Escute a música em um ambiente calmo e tente imitar a música na perfeição; Analise a música e seja um bom crítico por se perguntar:O que poderia melhorar nesta música? Tente Inovar a música 2Nota B: este blog não apoia o plágio ou seja por mais que melhores a música Temos de reconhecer os direitos autorais. Fonte:https://7segredosmusicais.blogspot.com/2018/06/formas-infaliveis-de-melhorar-o-seu.html?m=1 No estudo de um instrumento não há nada melhor do que ter um objectivo muito bem definido. Quando se tem uma banda ou um concerto ou audição mais facilmente encontramos motivação e auto-disciplina para nos concentrarmos em aprender e aperfeiçoar. Se não é esse o caso, a melhor maneira é definir um plano de estudo e segui-lo o melhor possível. Recentemente decidi que vou aprender todos os solos dos álbuns “Master of Puppets” e “..and Justice for All”. Já soube uma boa parte deles mas a maior parte já estavam esquecidos. Por isso decidi começar pelos do “Master” por serem tecnicamente menos exigentes e mais melódicos, e só depois passar para os do AJFA. Do Master of Puppets já só falta o solo do “Disposable Heroes” que foi um dos que nunca aprendi, talvez por ser muito técnico e longo para as minhas capacidades. Decidi partilhar os meus passos no estudo deste solo porque achei que poderia ser útil para quem estude guitarra eléctrica. O meu requisito para aprender um solo – especialmente em modo auto-recriação - é ter de gostar dele ou, pelo menos, que este me exerça algum fascínio. Sem isso, facilmente perco a paciência. O meu primeiro passo é sempre aprender a cantarolar o solo. Não nos detalhes. Só as linhas melódicas gerais. Comparado com pintura, é como se estivéssemos a ver o quadro de longe: dá para perceber o conceito e a composição mais ainda não para ver os detalhes técnicos. E não é só o solo, também é importante ter noção do(s) riff(s) que o acompanham. No caso do solo do “Disposable Heroes” temos 3 riffs: o primeiro é igual ao que é tocado na bridge (chamemos-lhe Riff 1), o segundo é uma breve sequência de acordes (Riff 2) e que é tocada aos 4:45 e aos 4:55 e finalmente um riff (Riff 3) que é inspirado no 1º (a partir dos 5:05). Mais tarde vai dar muito jeito. Isto tudo porquê? Porque o ouvido e a memória auditiva são o mais importante quando se toca um solo aprendido. Deveríamos tocar como se estivéssemos a cantar. Não preocupados com as notas em si mas com o “desenho” que estamos a querer reproduzir. O segundo passo é arranjar a tablatura e fazer-lhe as correcções que achemos necessárias. Eu tenho a tablatura como o ponto de partida para aprender um solo mais complexo. No meu caso, a memória visual funciona melhor que a memória auditiva: consigo mais facilmente memorizar uma pauta, tablatura ou desenho na escala da guitarra do que os sons propriamente ditos. Por isso, a tablatura ajuda-me a ir organizando as ideias. Tento ir por partes, uma secção de cada vez. Quero chamar a atenção para uma coisa: o mais normal é as tablaturas estarem erradas. Ou as notas estão erradas ou, estando certas, as posições escritas na tablatura não fazem muito sentido. Os vídeos no Youtube mostram que muitas vezes os guitarristas que escreveram os solos não os tocam como está indicado na tablatura. Eu encaro a tablatura como um ponto de partida para aprender as notas do solo. Muitas vezes reorganizo as posições conforme me faça mais sentido e corrijo as notas erradas se me parecer que elas existem. Em resumo, não se prendam à tablatura. Não é uma escritura sagrada. É o caso do Riff 1. Na maior parte das tablaturas que encontrei aparece: Só que isto não corresponde ao que oiço. Hoje, graças à internet, é possível conseguir se é problema do nosso ouvido ao da tablatura. Oiça-se a guitarra isolada aqui: e os Metallica a tocar o riff ao vivo … … para se perceber que o que afinal eles tocam será antes isto: Fonte: Songsterr (https://www.songsterr.com/a/wsa/metallica-disposable-heroes-tab-s23389t2) Se bem que acho que, nos pull-offs, eles tocam power chord. Voltando ao solo, a primeira secção que seleccionei foi: Para facilitar a memorização decidi dividir a secção do solo em frases. Para mim, a primeira frase é curta e acaba antes do bend do segundo compasso. Portanto, foi essa secção que treinei primeiro. Do primeiro compasso do solo há a reter o padrão rítmico dos bends oblíquos. Dois curtos e um mais longo e o quarto novamente longo a arrancar para a conclusão da frase. A reter: treinar as frases um a uma. Com a prática e com a 1ª etapa bem preparada, já vamos conseguindo juntar 2 ou mais frases de cada vez. É preciso não perder o foco e não avançar muito se o que ficou para trás não está bem dominado. Outra regra que tento seguir é memorizar auditivamente as frases e só recorrer à tablatura se me esquecer de determinada parte ou trecho. No meu caso, a memória auditiva tende a ser lenta a começar a funcionar mas tende a durar muito mais do que a visual. A segunda frase começa no bend e acaba no final do quarto compasso. Com a tablatura do solo também tem de se ter algum cuidado. No compasso do meio da figura acima, o que lá está escrito não corresponde exactamente ao que oiço. Para me ajudar nestas partes recorro sempre a um software que me permita ouvir o solo em velocidade reduzida mas sem mexer na tonalidade da música. Felizmente o vídeo com as guitarras isoladas permite que se reduza a velocidade até 25% da velocidade original. E nem há muita distorção do som, o que é óptimo! Se conseguirem encontrar um vídeo com o Kirk a tocar bem o solo e se vejam bem as mãozinhas, melhor. Eu não consegui… Portanto, temos de trabalhar com o material que há. Depois de muito ouvir e tentar perceber a intenção do Kirk naquela frase, decidi tocar antes assim: Para facilitar a memorização dividi a frase em partes mais pequenas indicadas pelas linhas vermelhas. A segunda parte desta secção (compassos 5 a 8) formam uma frase única. Não há nada de especial a chamar a atenção. No primeiro compasso não oiço o terceiro bend mas sim uma nota simples correspondente ao 19º trasto. Os bends são um bocadinho exigentes mas vai lá com o treino. No último bend a nota é atacada já com meio bend feito e depois sobe para 1 tom inteiro. Soa-me muito bem mas tenho dúvidas que fosse intencional ou que seja muito crítico para que o solo resulte. Eu não me preocupo e toco um bend igual aos anteriores. A 2ª secção consiste nos 4 compassos seguintes: Uma descida seguida por um breve tapping. Aqui apanhei um dos tais exemplos em que o que está escrito na tablatura não parece fazer muito sentido apesar das notas estarem correctas. A mudança de corda no final do 2º compasso interrompe a fluidez da frase e o hit-pull rápido no terceiro compasso teria de ser tocado com o 4º e 5º dedo o que, não se tratando de Steve Vai, me parece pouco lógico. O que me faz mais sentido é só trocar de corda no final do terceiro compasso e nunca ir para a corda Sol. De facto, olhando para este vídeo vê-se que o Kirk não segue o que está na tablatura “oficial” mas antes isto: O ornamento hit-pull no penúltimo compasso parece-me que não existe e pode ter sido que o transcritor tenha confundido uma repetição do delay com uma nota tocada. A parte do tapping aparece como: Mas apesar de ser isto que se percebe da gravação original, eu deduzo que a intenção do Kirk terá sido fazer um padrão caótico entre 12 – 7 – 10. A próxima secção seria: E a seguinte: Aqui só chamaria a atenção para as primeiras notas da descida. Não me parece que as notas escritas estejam todas certas. Na minha opinião, os dois primeiros compassos deveriam ser assim: E atenção também para o 3º compasso, onde começa o tremolo picking: eu não faço o bend – avanço para o trasto 18. Depois avancei para esta secção: E depois esta: Este trecho levanta duas questões: 1) não sendo melódico, como memorizá-lo? 2) As dedilhações são possíveis mas tocar na região indicada não é muito confortável. Se escutarmos esta parte do solo (5:02 a 5:07) a metade da velocidade, reparamos que algumas notas não batem certo. O Kirk parece tocar a corda Ré solta (mas também em palm mute) uma série de vezes no trecho. Decidi reescrever o trecho pelo que me parece estar correcto: Isto não só parece mais lógico (uma progressão naquilo que os teóricos chamariam de Ré Mixolídio) como se assemelha ao que o Kirk faz nos vídeos que apanhei na net (embora me pareça que ele nunca faz igual ao disco). A secção seguinte é simples: Mas a secção seguinte já tive de a separar em frases: A 1ª frase é: E a 2ª: A 3ª e 4ª são semelhantes: E por fim: Depois de sabidas as frases, comecei a colá-las. Comecei pelas 2 primeiras frases. Depois colei as 3 últimas frases e no final toquei-as todas de seguida. A dificuldade nesta secção é memorizar por causa da velocidade e porque as duas metades da secção são muito parecidas. De seguida vem uma secção repetida: E o solo termina com: Que teve de ser dividido em 3 frases: 1: 2: 3: O trabalho ainda vai a meio. É aqui que entra o terceiro passo: treinar e memorizar o solo tendo em atenção as correcções e auxiliares de estudo que marcámos na tablatura. Vou estudando as secções e vou tentando colá-las ou de memória ou com o tema a tocar na aparelhagem. Quando já está razoavelmente memorizado sigo para o quarto passo que é tocá-lo com a minha atenção focada na guitarra ritmo. Os riffs da guitarra ritmo é que sinalizam as diferentes secções do solo e me dizem se estou no tempo (ou fora dele). No meu caso, isto nunca atinge a perfeição porque é necessário praticar muitas horas e ter paciência (que só tenho quando gosto mesmo dos solos). Mas o que interessa é tirar gozo do processo de aprendizagem e dos (lentos) progressos que se vão fazendo. E pronto, foi este o meu processo para aprender o solo de “Disposable Heroes” dos Metallica. Não está certo nem errado. O objectivo é só partilhar para que outros possam aprender quer imitando quer evitando os meus erros. E claro, isto é um processo dinâmico e a abordagem ao solo ainda pode mudar entretanto.
  4. Tutorial - Aprender um solo - Disposable Heroes (Metallica) Resumo: Aprender um solo pode ser uma experiência desafiante. Neste tutorial vais aprender um método para explorar passo a passo um solo de heavy metal, neste caso em concreto o solo de Disposable Heroes dos Metallica na guitarra. ... Ver tutorial completo