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hypermnesium    1186

O módulo da Alesis parece-me bastante bom para o preço, já o resto é de qualidade mais duvidosa. A DM-10X já é bastante mais robusta, o rack é bastante robusto, já os aros e mesmo os pads, não são grande espingarda. Tenho visto muita malta a trocar o que vem de origem por mesh pads, não é muito cara a conversão nem difícil de se fazer, e os resultados são bastante interessantes.

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phillipric    207

O módulo da Alesis parece-me bastante bom para o preço, já o resto é de qualidade mais duvidosa. A DM-10X já é bastante mais robusta, o rack é bastante robusto, já os aros e mesmo os pads, não são grande espingarda. Tenho visto muita malta a trocar o que vem de origem por mesh pads, não é muito cara a conversão nem difícil de se fazer, e os resultados são bastante interessantes.

Isso já está previsto, mas não faz sentido mudar para mesh enquanto as peles actuais estiverem boas e, desde final de 2011 até agora, ainda estão bastante boas, pelo que, me parece um exagero essa ideia de que é material muito frágil. A rack não é a mais robusta, mas é uma electrónica, não é para tocar a abrir como uma acústica. Agora há que ter noção de que lógico que haverá diferenças entre uma digital de 800€ e uma de 2000€. E não me parece que a qualidade de uma para outra justifique tanta diferença no valor.

compreendo que a maioria das pessoas tenha alguma dificuldade em perceber a escolha de uma digital, mas traz vantagens em relação a uma acústica que, no nosso projecto, justificam mante-la. Agora, não é por ser digital que não precisa de manutenção, é algo onde se bate, que se massacra, lógico que vai ter desgaste e algumas peças irão falhar, tal como uma acústica precisa de manutenção, novas peles, afinações, etc.

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phillipric    207

A Alesis Dm10, que pelo que percebi é a topo de gama da Alesis, custa 800€ +-. A TD4, que é uma gama média/baixa da Roland, já custa o mesmo que a Alesis... não é por acaso...

 

Claro que se formos para a TD30, ou se tem muito dinheiro para gastar, ou mais vale comprar uma acústica... e com 4000€ compras uma acústica excelente, pratos excelentes, tripés, banco, pedais e com jeito ainda sobra dinheiro para umas cases.

 

Podes investir noutra coisa: combinação de acústica com electrónica. Ou seja, o kit principal é uma acústica e depois metes os pads da electrónica apenas como complemento para sons mais electrónicos que precises, ou mesmo para sons de percussão. Aí já poupas mais a electrónica, que tem uma manutenção mais cara e mais complexa que uma acústica...

A ideia é mesmo essa, fazer o combo. Reparem que, além de concertos como banda, cheguei a fazer também casamentos e entre o investimento de comprar uma acústica, um bom kit de microfones, uma mesa onde os ligar, cases para transporte, espaço para transporte, espaço em locais pequenos e ter um kit de bateria que pesa 20 kg, basta um canal stereo disponível na mesa, não se gasta grande espaço no transporte, não se precisam de cases e tanto se ensaia com 100 watts como com 200 ou 300 watts ou xom microfones, haviam vários aspectos a fazer nos dar primazia à digital. O feeling não é o mesmo sem dúvida e, por muito que se afinem os sons dificilmente se tem uma sonoridade dentro do que é uma acústica. Noutro aspecto, tanto tocamos música de baile, como pop rock, como kuduros, como dance, pop, ritmos brasileiros... poder escolher diferentes timbaloes ou usa-los para se ouvirem timbaloes metálicos ou ron ton tons, um crash pode ser um china, ou um gongo, ou um pau de chuva. O bombo ter diferentes pitchs, ataques, ou ter um bombo 22" standard e passar com o toque de botão a um bombo electrónico... compreendo os aspectos negativos da digital, mas agradam me muito as possibilidadez extra.

esta semana fiz um concerto de 6 horas, 3 horas um projecto onde fiz a tour deste ano e 3 horas outra banda no mesmo recinto. A banda que estava em frente a nós tinha uma bateria acústica toda com triggers. Era uma orquestra espanhola e os sons quase sempre dentro das congas, bongos, etc. De repente, começam a segunda parte do evento e parece que entrei numa discoteca. A parte final, som directo, pop rock anos 80... toda aquela variedade nota se e sente se. Sou sincero, gosto muito de tocar numa boa bateria acústica, mas as possibilidades abertas pela digital fazem me falta e agradam me. Mas a sugestão dada é muito válida e aos poucos é isso que vamos fazer.

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phillipric    207

Ora bem, abrimos um pad hoje e verificou se que o problema nem é piezos nem módulo. As esponjas torceram um pouco e o piezo saiu do sítio. Fácil de resolver e a custo zero. :)

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phillipric    207

Pequeno Update, pele Mesh da Remo na tarola. Melhor resposta, mais silenciosa, feeling muito mais próximo do real. Está já prevista a mudança dos restantes pads também.

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phillipric    207

Pessoal, estou com uma dúvida: no módulo, ligado ao pc, claro, sei que deverá haver uma hipótese de fazer um backup dos sons predefinidos e dos novos que foram criados. A ideia seria realizar a actualização do software, pois a versão mais recente é de 2014, sendo que a bateria foi comprada em 2012. A questão que me põe em dúvida é, depois haverá possibilidade de voltar a colocar os kits novos que foram criados por mim? Ainda são 10 kits e muitas horas ali perdidas e tenho receio de fazer a actualização e depois voltar a ter de criar todos os sons novamente. 

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phillipric    207

Sim, tem respondido bem. Noto que precisaria de calibrar um pouco melhor a sensibilidade, por exemplo, no bombo, bater devagar ou com força é quase a mesma coisa, tive alguns problemas com a tarola mas resolveu se com a mudança para mesh, o problema era na esponja. De resto o módulo nunca falhou, nao noto crosstalk nem nada do género.

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PCanas    994

Em princípio esse backup será feito para um ficheiro SysEx, que, se não estou em erro, é feito via MIDI.

Supostamente será possível carregar esses kits depois do backup, se não não havia utilidade nos backups. Confirma, no entanto, junto da marca se poderá haver conflitos devido à versão do software do módulo.

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