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pipes    3838

Ahaaaa, lindooo.

Acho que a minha "matéria-prima" é que não estaria ao nível, porque não tenho dúvidas de que farias um ótimo trabalho. Mas olha, esquecendo o Beato, era mais uma cena ao estilo deste camarada:

Edit: Não sei se em Portugal alguém faz este tipo de trabalho, fica a dica. Quero comissão, lol

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pipes    3838

Para não estar a abrir um novo tópico, creio que não fica mal enquadrado por aqui...

Qual a vossa experiência com teclados midi, quer seja a criar melodias como a criar drum tracks/beats? O que anda aí no mercado a preços de quarentena? Tenho lido boas críticas ao Akai MPK Mini, e custa menos de 100€ novo 

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PCanas    1033

Acho que o mais importante, principalmente para melodias, é a sensibilidade do teclado, e a mecânica do mesmo (o "feeling" a nível físico).

Eu tenho um Novation launchkey 61 e é porreiro, mas certamente haverá melhores.

Esse que referes tem atenção que tem "mini-teclas" ;)

Para tocar bateria e fazer drum tracks... eu consigo tocar bateria num... :D por isso serve perfeitamente. E por acaso nunca usei, mas a cena dos pads deve ser muito porreira para isso.

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pgranadas    2615
há 10 horas, pipes disse:

a criar drum tracks/beats?

A minha experiência nesse campo, é que uma bateria dificilmente soa realmente a bateria, seja lá com que teclado for. Por isso uso o Superior Drummer 3, e tenho uma biblioteca enorme de ritmos em MIDI, que foram gravados por bateristas, mantendo o groove natural. Depois é escolher o que se pretende, na maioria das vezes, uso o bombo de um preset com o restante dos elementos de outro, porque não encontrei o que queria na exactidão, e pronto, bateria feita, e a soar como uma verdadeira. Junta-se um fill, que também encontro na biblioteca, um prato aqui ou ali, altera-se uma coisa ou outra para melhor encaixar no tema, separa-se tarola de timbaloes e pratos para aplicar os efeitos e eq diferentes a cada coisa, no bombo aplica-se um compressor em side chain com o baixo, e no final ninguém é capaz de dizer se foi gravada em estúdio ou não.

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resolectric    2385
há 13 horas, pipes disse:

Para não estar a abrir um novo tópico, creio que não fica mal enquadrado por aqui...

Qual a vossa experiência com teclados midi, quer seja a criar melodias como a criar drum tracks/beats? O que anda aí no mercado a preços de quarentena? Tenho lido boas críticas ao Akai MPK Mini, e custa menos de 100€ novo 

Depende em absoluto de quem toca e da sensibilidade musical de quem se senta no teclado (para a Bateria, neste caso)
Como referi há minutos atrás, num outro tópico que não tem nada a ver com este, a estética, o bom gosto, é um dos factores essenciais. A capacidade técnica não é suficiente.

Gostava de pôr aqui uma gravação para dar o exemplo que vou referir mas trata-se de um trabalho de 1992 ou 93 e que só foi editado em cassette.
Tenho-o no estúdio mas como estou em "reclusão doméstica" não posso ir lá buscar a cassette e fazer uma transcrição para pôr online.

Vou tentar explicar por palavras ^_^

Um álbum de "música portuguesa", canções um bocado na linha do Zeca Afonso ou do Vitorino... uma coisa assim, com letras "sérias" e formato canção.
A Bateria foi tocada num teclado Roland W30 que é um instrumento que contém samples de 12 bits.
Prato de choques fechado numa tecla, aberto noutra, dois ou três tipos de Tarola em teclas diferentes, etc etc.
Tudo tocado à mão, em tempo real.

"E quê? Isso não comprova que soasse bem!" podem vocês dizer mas fiz um teste da mistura, antes da edição.
A mistura foi feita para CDR e tive oportunidade de o levar a casa de um amigo, audiófilo inveterado, fanático do som e que juntava em casa dele vários outros audiófilos, para encontros semanais. Divertiam-se a ouvir continuamente os mesmos trechos de 15 segundos em discos seleccionados, colunas de painel, amplificadores a válvulas vs amplificadores MOSFET e coisas assim. Ah! E os cabos, claro! Ouviam os cabos!

Esse pessoal era geralmente bastante crítico em relação a mim, na altura "um puto" de 30 e poucos anos com um estúdio onde as coisas soavam "à bruta". Diziam que "não era possível fazerem-se discos com mais de dois microfones" e "essas coisas" dos sintetizadores e dos MIDIs eram enviadas pelo "demo".
Mal eles sabiam que Enya (a favorita de todos os audiófilos do mundo) era música electrónica.

Bom, levei-lhes o CDR com a mistura do álbum em que a Bateria era Roland W30, tocada em teclas, sem overdubs.
Reacção imediata e unânime, como se me estivessem a fazer entender aquilo que me "explicavam" há anos:
"Estás a ver? Não há nada que soe como uma Bateria verdadeira, bem tocada e bem captada! Desta vez sim, tens bom som. Deixa-te mas é dessas m***as dos sints e dos midis. Isto sim, é o som real, sente-se o palco, a profundidade, a dinâmica..."

Yeah. Right.

Não os desiludi e nunca lhes disse como é que aquilo foi gravado. Iam achar que estava a mentir e que só os pretenderia rebaixar.
Uns doutores.

  • Riso 5

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Rui T    1779
há 4 horas, resolectric disse:

Não os desiludi e nunca lhes disse como é que aquilo foi gravado. Iam achar que estava a mentir e que só os pretenderia rebaixar.
Uns doutores.

A minha avó dizia assim: "não contraries os malucos".

Eu uso, custou 98 euros, um Arturia Keystep. Mas não faço muitas coisas de bateria.

O meu setup portátil para ter em frente à televisão - enquanto vejo as notícias do Covid -, para fazer uns blips e uns boinks é Arturia Keystep-> iPad (com vários synths e orgão (o Galileo 2 é muito fixe) -> Fender Newport.

 

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pipes    3838

Obrigado a todos pelo feedback. Não pretendo "recriar" o som de uma bateria acústica, atenção. Para isso, pago um par de horas num estúdio, e peço a um baterista para me gravar baterias…

Quero mesmo entrar por outros caminhos, de base mais eletrónica (a nível de secção rítmica). Calma, não vou fazer dance music (acho eu, lol), mas tenho vontade de explorar outras sonoridades, e esta fase de quarentena, fez-me perceber que preciso de ser mais autónomo relativamente a disponibilidade de terceiros para fazer música, que é algo que me irrita à brava (hoje um não pode ensaiar, amanhã o outro, depois o estúdio está ocupado quando todos podem, gastar gasolina, horas de estúdio, enfim)! 

edit

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resolectric    2385

Mas olha que podes! (e refiro-me a duas das coisas que dizes aí)

"Recriar" o som de uma Bateria acústica é possível até certo ponto. Digamos que podes convencer muita gente de que o resultado é, realmente, o de uma captação de Bateria acústica mas és capaz de não conseguir convencer um baterista ou um técnico de som muito crítico que ouça a tua gravação, com muita atenção, numa excelente aparelhagem.
A parte mais difícil (na mina opinião - é sempre SÓ a minha opinião) será recriar o que um baterista faria! O som pode ficar tão próximo do "real" que numa mistura completa, com outros instrumentos, pode nem se notar a diferença.
A performance é que às vezes denuncia o aspecto "virtual" da Bateria.

Há tempos fiz umas misturas para o nosso colega @Nónio e a Bateria que vinha gravada era virtual, em pistas separadas e o som estava excelente; muito real, com boa dinâmica e até com uma "performance" (nesta caso era uma programação) bastante convincente.

Portanto, usar Bateria virtual é possível e é muito frequente em muita música que ouves por aí, de grandes produções internacionais.

A outra coisa que podes, é fazer dance-music!
Porque não?
É uma aprendizagem como para qualquer outro estilo musical e como em tudo, há a boa e a má.
Claro que vais tentar fazer "boa" e para isso, tens de desenvolver determinadas técnicas e até a sensibilidade para o género.

Eu tive alguma experiência nesse estilo, durante meia-dúzia de anos e foi muito enriquecedor. Tive um grupo muito profissional nessa área, muitos concertos (centenas) e aprendi a fazer uma série de coisas que não aprenderia se tivesse passado o tempo todo ligado ao rock, ou ao folclore ou ao Fado... é uma aprendizagem e vale a pena por isso.
Não me prejudicou em nada, pelo contrário e não me impediu de criar coisas, posteriormente, em estilos completamente diferentes; Unplayable Sofa Guitar, por exemplo, foi o projecto que fiz um ano depois de "parar" de fazer dance-music e foi também bastante bem sucedido. Não tinha nada a ver. Só guitarras, Bateria e um sintetizador monofónico a fazer baixos.
Nem loops, nem samples, nem TchiPum nem nada :D

Avança!

Olha, eu tenho tocado mais Slide nestes 15 dias do que toquei nos últimos 12 anos! :D

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xtech    3347
há 17 horas, pipes disse:

Quero mesmo entrar por outros caminhos, de base mais eletrónica (a nível de secção rítmica). Calma, não vou fazer dance music (acho eu, lol), mas tenho vontade de explorar outras sonoridades, e esta fase de quarentena, fez-me perceber que preciso de ser mais autónomo relativamente a disponibilidade de terceiros para fazer música, que é algo que me irrita à brava (hoje um não pode ensaiar, amanhã o outro, depois o estúdio está ocupado quando todos podem, gastar gasolina, horas de estúdio, enfim)! 

 

Podes comprar um teclado MIDI baratinho e com poucas teclas, qualquer com teclas e sensibilidade dá para isso. E se fores mais na onda electrónica e tal, uns pads também funcionam. E podes usá-los para lançar "samples" e tal.

Eu sei que a malta agora só usa teclados ligados via usb, e até certo ponto nos dias de hoje justifica-se. O problema está se quiseres usar o instrumento ligado a "algo midi" tipo módulos de sons, outros teclados. Daí que eu prefira sempre com saídas midi também, mas é uma questão de gosto. Os mais baratinhos só têm usb, e para 90% das situações nos dias de hoje desenrasca, ligas o iphone ou PC e tá a bombar.

Depois há a questão do controlo do DAW. Queres controlar o daw a partir do teclado? Se sim, tem que ter os botões adequados. Depois há os knobs de pitch e modulation, que a meu ver são um must, e transpose (que todos têm, especialmente os mais pequenos).

Material barato e digno... assim de repente:

https://www.olx.pt/anuncio/novation-launchkey-25-mk2-IDF1ywI.html#9f055f5264

https://www.olx.pt/anuncio/akai-mpk-25-IDFybaT.html#9f055f5264

E sim, também dá para tocar Rock and Roll :D

 

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