GANHA 1 pedal Digitech TRIO Band Creator aqui no Forumusica! Consulta aqui o regulamento!
phillipric

Acordes, Graus e Progressões



Posts Recomendados:

phillipric    136

Tenho de procurar é uns "standards" assim de acordes para começar a fazer uns upgrades na minha forma de usar as teclas. Era dentro deste género e pentatónicas de Blues ou Jazz. Outro dia vi um duo ao vivo, a miúda tinha uma voz quente, mais para  o grave, o teclista, com um piano... até me benzi. O que não é fácil, diga-se de passagem. O gajo tinha um "arsenal" de harmonizações e passagens que nem é bom. 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
PCanas    738
há 19 horas, phillipric disse:

Tenho de procurar é uns "standards" assim de acordes para começar a fazer uns upgrades na minha forma de usar as teclas. Era dentro deste género e pentatónicas de Blues ou Jazz. Outro dia vi um duo ao vivo, a miúda tinha uma voz quente, mais para  o grave, o teclista, com um piano... até me benzi. O que não é fácil, diga-se de passagem. O gajo tinha um "arsenal" de harmonizações e passagens que nem é bom. 

Diverte-te

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    136

Boa... reconheço algumas pelo que tive a ler assim por alto... vou ler alguma coisa, quanto mais não seja, aprendo mais alguns instrumentais e pode ser que progressões de acordes ajudem a adicionar algumas ideias. 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
exmusico    48
On 04/11/2016 at 18:16, phillipric disse:

Tenho de procurar é uns "standards" assim de acordes para começar a fazer uns upgrades na minha forma de usar as teclas. Era dentro deste género e pentatónicas de Blues ou Jazz. Outro dia vi um duo ao vivo, a miúda tinha uma voz quente, mais para  o grave, o teclista, com um piano... até me benzi. O que não é fácil, diga-se de passagem. O gajo tinha um "arsenal" de harmonizações e passagens que nem é bom. 

Para começar,  eu recomendaria as progressões do o Autumn Leaves. 1º decorar bem as posições depois e depois improvisar na escala...

Vale mesmo a pena. No meu caso  esse tema foi o ponto de viragem  na minha técnica pessoal de tocar piano.

Basta aprender bem isto:

http://www.jazzpiano.co.nz/documents/JazzPianoWorkshop.pdf

E dás facilmente show ( desde que consigas improvisar um pouco na escala - nem toda gente consegue).

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
PCanas    738

Odeio cifras tipo Am7(b5)... porque é que só no fim da cifra é que dizem que a 5ª é diminuta?!?!?!  Digam logo Aº7 ou Adim7.

E reparei também nesse pdf que os "m" dos menores parecem "M", o que pode induzir em erro e parecer Maior.

Outro exercício que podes fazer é tentar decorar uma progressão por graus e não por acordes específicos. Ou seja, pegando no exemplo do Automn Leaves, em vez de decorares Cm7 - F7 - Bbmaj7 - Ebmaj7 - Adim7 - D7 - G7, decoras como i7 - IV7 - bVIImaj7 - bIIImaj7 - viº7 - II7 - V7.
Esta dica foi-me ensinada pelo Filipe Melo, mas é preciso muito treino e "pensa rápido". A vantagem é que não ficas bloqueado a um tom. Se te aparecer alguém a dizer que quer tocar isso mas me Fám, basta adaptares os graus à tonalidade de Fám.

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
PCanas    738

Sim, são os graus. O bVII significa que é o VII grau, mas meio tom abaixo do "original". Por exemplo, numa tonalidade de Dó Maior, se indicares apenas VII, representa o acorde de Si Maior. Se quiseres o acorde de Sib, tens que indicar que é para tocar o VII baixado meio tom, ou seja, bVII.

Quando os graus são escritos com letra grande, tipo II, IV, VII, significa que os acordes são maiores. Se forem escritos com letra pequena, tipo ii, iv, vii, significa que os acordes são menores.

A vantagem de decorares uma música assim é que nunca estás preso a um tom específico, podes sempre adaptar a qualquer tom. Por exemplo, eu sei a Garota de Ipanema de cor, mas só em Fá, se me pedirem noutro tom, já tenho que fazer contas e escrever no papel.

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    136

O transpor eu faço sem problemas de maior a partir do momento em que aprendo o que quer que seja, quase instantâneo. 

A apresentação dos graus dessa forma é que nunca tinha visto. Vou experimentar e depois digo de minha justiça. ;) 

On 06/11/2016 at 10:12, exmusico disse:

Para começar,  eu recomendaria as progressões do o Autumn Leaves. 1º decorar bem as posições depois e depois improvisar na escala...

Vale mesmo a pena. No meu caso  esse tema foi o ponto de viragem  na minha técnica pessoal de tocar piano.

Basta aprender bem isto:

http://www.jazzpiano.co.nz/documents/JazzPianoWorkshop.pdf

E dás facilmente show ( desde que consigas improvisar um pouco na escala - nem toda gente consegue).

Bem me parecia que reconhecia o nome, mas pronto... este tipo de arranjo eu já faço habitualmente. Agora, já se sabe que há muita coisa que não está na teoria. Estava a olhar para a partitura a fazer contas dos aumentados e diminutos, mais inversões, etc. quando intuitivamente já faço aqueles acordes e aquele tipo de progressão que, vá, é daquelas básicas dentro do género. Agora já se sabe, se atacas a mão esquerda em oitavas ou em acordes, quando fazes uma passagem de uma mão por cima da outra e que tipo de arpejo fazes... isso é que depois preciso de procurar melhor. 

Mas agradeço a dica, já não tocava à algum tempo este tema, cheguei a fazer um arranjo de harmonização para coro com este tema na universidade. 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
PCanas    738

Tendo em conta que são standards de jazz, o ideal seria fazeres um walking bass com a mão esquerda e com a direita tocar harmonia e melodia. Na impossibilidade (leia-se "falta de prática"... como eu :P ) podes fazer as harmonias na esquerda e a melodia na direita.

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    136

Não, já é um pouco a minha forma de tocar, bass na esquerda com progressões e mistura de melodia com acordes na mão direita. O meu problema não é falta de técnica. É mesmo ter começado o raio da vida musical "agarrado" aos pimbas por causa do meu pai, que sendo de Pte. de Lima, era um fanático da concertina, dos teclados e tinham montanhas de k7 em casa e eu punha-me a tirar aquilo de ouvido com os meus 7/8 anos. Depois lá tentei passar um pouco pela parte clássica mas irritava-me o "quadradão" que eram a maioria dos professores, sempre presos às ideias e "manias" do género que tocavam. Toquei também um ano e meio na escola de música da Sé do Porto, passei um pouco pela parte do órgão de tubos... fui misturando um pouco de todos os conhecimentos na minha forma de tocar. 

Nunca fui um particular amante do Jazz, sabendo apreciar e aceitar que são dos melhores que existem em nível musical e gostaria de dar esse "passo" na minha aprendizagem, até por ter começado a participar num projecto Pop Rock em que a base é o piano, tanto a nível de harmonizações como solos. Mas também estou a fazer alguns bares com piano e Baixo (é estranho, eu sei) e tem funcionado bem. Só que por vezes sinto que falta algum tipo de "progressão" para preencher a passagem de acompanhamento da voz para parte melódica solo do piano (espero fazer-me entender). Esta semana saquei 3 partituras para ver alguns arranjos e pronto, já juntei mais algumas coisas ao "arsenal". Mas queria incidir mais aí, bem como em algum tipo de cifras que foi a primeira vez que vi na vida... vi por exemplo um Ao7... - o que raio é o "o" ali? 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais

Regista-te ou entra para comentar!

Para deixar um comentário é necessário estar registado. É muito fácil!

Criar uma conta

Regista-te e vem fazer parte desta comunidade! É fácil!

Registar-me

Entrar

Já estás registado? Entra aqui!

Entrar agora