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Mercado: preço das actuações (Guia de Referência)



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Desventrar    848

Pela experiência que tenho tanto a tocar como a organizar eventos, uma banda que peça 500/600 pode baixar até aos 200/300, uma que peça 1000/1200 pode baixar até aos 400/600. Ou o que tenho feito algumas vezes é pagar 200 e depois de pagas as despesas de som ficam com o restante da bilheteira.

Uma coisa é certa, muito ou pouco, quem vem tocar a um evento organizado por mim recebe, faço questão que assim o seja, SEMPRE.

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xtech    2081
há 6 minutos, Desventrar disse:

Uma coisa é certa, muito ou pouco, quem vem tocar a um evento organizado por mim recebe, faço questão que assim o seja, SEMPRE.

Ora aqui está, assim é que deve ser. Fossem todos assim!

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nando    1190
há 43 minutos, xtech disse:

Segundo me disseram, em teoria só podes passar um. Mas se passares dois, ninguém te vai chatear desde que não seja à mesma entidade.

Acho que a ideia é que o acto isolado é para quem não exerce uma actividade regular, o que não implica que seja apenas um.

Faz sentido. Senão deviam mudar o nome para acto único!
Contudo há a ideia de que apenas se pode emitir 1 por ano.
Isto porque há muitas pessoas a "recibos verdes", pois pensam que o Acto isolado é somente 1x/ano, e por vezes passam 1 ou 2 recibos ano, não justificando estar colectado por isso...

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xtech    2081

Sim, se bem que colectar nas finanças acaba por compensar, podes passar os recibos que quiseres sem teres que te preocupar com isso a partir do momento em que o faças.

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nando    1190
há 5 minutos, xtech disse:

Sim, se bem que colectar nas finanças acaba por compensar, podes passar os recibos que quiseres sem teres que te preocupar com isso a partir do momento em que o faças.

Por outro lado tens o antigo problema que caso estivesses colectado, e fosses despedido do teu trabalho fixo, como estavas colectado não havia direito ao subsidio de desemprego.
Não sei se isso é verdade, mas ouvi essa história por parte de muitas pessoas, à uns anos atrás.
Não sei se entretanto mudou, ou se era mais uma história que aconteceu ao primo do amigo do tio, que tem um vizinho que tem um primo no canadá e tal e coiso...

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stratocosta    3408
há 10 horas, Desventrar disse:

Pela experiência que tenho tanto a tocar como a organizar eventos, uma banda que peça 500/600 pode baixar até aos 200/300, uma que peça 1000/1200 pode baixar até aos 400/600. Ou o que tenho feito algumas vezes é pagar 200 e depois de pagas as despesas de som ficam com o restante da bilheteira.

 

músicos , cambada de ciganos :rolleyes:

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amrest    34
há 12 horas, nando disse:

Por outro lado tens o antigo problema que caso estivesses colectado, e fosses despedido do teu trabalho fixo, como estavas colectado não havia direito ao subsidio de desemprego.

As leis mudam constantemente mas as últimas informações que tive (podem já estar desactualizadas) diziam que tinha direito a subsidio mas não na totalidade, que era proporcional. Claro que o contribuinte fica sempre a perder mas é melhor que nada.

Quanto ao acto isolado está previsto ser só um mas ninguém deixa de trabalhar por já ter passado um recibo de acto isolado. Não convém é abusar.

 

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Pedro Jesus    6
On 12/14/2016 at 16:30, Npereira disse:

E será que o mercado está preparado para pagar aos musicos que estão legalizados. Ou seja, no cachet estar já contemplado os impostos?

No que conheço dos bares, há 1 ou outro que é by the book, de resto, todos eles até agradecem que não haja recibos.

Esse é o maior problema - a ignorância dos gerentes dos bares em questões fiscais. A questão é que se se fizer tudo "by the book" ninguém fica a perder. O promotor paga a retenção na fonte mas apresenta os recibos - na totalidade - como despesa. Ou seja, abate no IRC. O músico tem na retenção da fonte uma ajuda fiscal para pagar o seu IRS podendo, dependendo dos valores declarados, receber estorno. O Estado recebe os impostos. Ficam todos bem.

Portanto, o problema não está no mercado nem na fiscalidade - está mesmo na casmurrice e na ignorância de alguns gerentes de bares. E também na velha cantiga do bandido de que fugir ao fisco é fixe.

On 12/14/2016 at 16:45, xtech disse:

Isso até é pacífico, dado que até 10000 não se paga IVA. Quem conseguir tirar acima desse valor da música por ano já é um herói.

O artigo 53º não se aplica à atividade de músico. A esta atividade aplica-se o artigo 9º e o limite de rendimentos sujeitos à isenção do pagamento do IVA são os 200.000€ anuais. Essa estória dos 10.000€ é para outras atividades não abrangidas pelo artigo 9º.

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stratocosta    3408
há 12 horas, Pedro Jesus disse:

  
Portanto, o problema não está no mercado nem na fiscalidade - está mesmo na casmurrice e na ignorância de alguns gerentes de bares. E também na velha cantiga do bandido de que fugir ao fisco é fixe.

 

o "problema" é que têm mais despesas que faturação.

por isso é que se abastecem nos hiper com faturas emitidas a c/final

e mais não digo :rolleyes:

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Eu tocar de borla na tv? Estás a imaginar a audiência qui eles ganham connosco?  

-Gastamos o combustível

-compramos roupas

-gastamos as nossas vozes

 E nem se quer oferecem almoços ou jantares  

  • Gosto 1

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