AlexMartins

Criar o Proprio Tune ( Som)



Posts Recomendados:

LuisEmanuel    128

@tmo,já não é a primeira vez que fico agradavelmente atento ao que wscreves acerca do som de cada um! Parabéns pela forma como o vês: metódico mas artístico!

 

Se é que posso, aproveito apenas para acrescentar uma ideia como um pequeno contributo:

Talvez o som de cada um, mais tarde, até comece a fugir das bandas de que mais gostamos... Mas, penso eu, é interessante chegar a um ponto em que começamos a gostar daquele nosso som em específico que já é muito parecido com alguns e, ao mesmo tempo, diferente de todos... Sempre achei piada a tentar encontrar o meu som e não o das minhas bandas de eleição...

Claro que acabamos, como disse, por chegar perto de muitos... Mas a maneira de tocar juntamente com o material que temos e a nossa atitude habitual, bem como o estado de espírito com que nos encontramos hoje, cria uma sopa única... A nossa...

  • Gosto 1
  • Amo 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
tmo    492

@LuisEmanuel não sei se deixo... huuummm, vá, desta vez escapa :P

É, a cena acaba por ser essa, no início, sintonizamo-nos muito com o som dos outros, pois são as poucas referências que temos, mas à medida que vamos crescendo, vamos aumentando o nosso horizonte (e eu a dar-lhe com o horizonte) e começamos a experimentar mais coisas, mais pedais, diferentes EQs e cenas dessas... No fim, a coisa resume-se muito ao como atacamos a guitarra.

No tópico da Montra do nosso gear (ver ligação seguinte) 

... tenho lá postado o meu estaminé caseiro. Raramente sai de casa, dá trabalho a arrumar e desarrumar os cabos e as ligações para ter apenas 2 horas de ensaio (por semana) em sala alugada, pelo que acabo por utilizar os amps do estúdio (Marshall MG100?). É claro que prefiro as minhas tralhas, mas desenrasco-me bem com o que apanhar pela frente. No fim de contas, como disse o Vai a propósito duma visita do Van Halen ao seu estúdio, o tone está nos dedos (que mexem na guitarra... e nos botões dos amps e pedais).

Acho que a verdade disto tudo está em não sermos fechados, o timbre é algo que mexe ao nível do psicológico, se um dia estamos bem, as válvulas estão quentinhas, se estamos constipados, puta que as pariu que não aquecem nem por nada (mesmo ao fim de duas horas a puxar por elas... e desculpem-me a linguagem). Relativizar é a palavra chave nisto tudo. O cérebro é plástico, adapta-se facilmente se estivermos disponíveis.

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
pgranadas    1447
há 6 horas, tmo disse:

... e pronto, desculpem-me as divagações. O @AlexMartins entretanto deve ter-se assustado...

Ou senti-o-se inspirado e está a fazer experimentações mexendo em todos os settings e explorando o horizonte.

Eu, muito honestamente gostei da tua filosofia timbrica e identifico-me com ela.

Permite-me apenas acrescentar o seguinte:

Por vezes é muito útil voltar atrás e fazer um reset. Pegar num antigo patch ou anotações e recomeçar de novo.

Passo a explicar, estou a desenvolver um tema, e tenho andado a explorar um pouco o timbre, por algum motivo que nem sei explicar, não estava plenamente satisfeito. E então andava a mexer aqui e ali, mas não parecia que estava mais perto.

Resolvi pegar numa guitarra diferente, e recomeçar, então recarreguei o timbre com que tinha iniciado. Et voilá, parecia algo novo, quando na realidade era algo velho e que soava muito bem. Voltei à guitarra anterior, e fiquei com a sensação que afinal nunca deveria ter mexido tanto, porque no início estava mais perto do que pretendia, do que no fim.

 Outra dica, que pelo menos tem funcionado bem comigo. Tem a ver com timbre distorcidos. Não sei se acontece o mesmo convosco, mas quando estou a tocar com algo ganho, tenho mais dificuldade em me aperceber das diferenças de timbre, ao mexer na EQ. Algo muda, mas nem sempre consigo perceber claramente se foi para melhor. Cheguei à conclusão, eu ao  preparar timbres que pretendo com alto ganho/distorção, que consigo melhor resultado ao começar com um timbre Clean, mexer na eq até ficar satisfeito, e só depois aumentar o ganho. E refiro-me a ganho e não volume na guitarra, porque, também dependendo provavelmente da guitarra ou pickup, o timbre que sai dela, com o potenciomero em baixo volume alternando com o maximo, pode ser diferente, por isso ao iniciar o processo, normalmente controlo o ganho no amplificador para ter um som limpo e o volume da guitarra no maximo. Só então, quando estou satisfeito com o timbre limpo, começo a subir o ganho. Isto ao usar modelações de amplificadores de alto ganho, sublinho.

E agora, bate lá este disparate...:D

  • Riso 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais

Regista-te ou entra para comentar!

Para deixar um comentário é necessário estar registado. É muito fácil!

Criar uma conta

Regista-te e vem fazer parte desta comunidade! É fácil!

Registar-me

Entrar

Já estás registado? Entra aqui!

Entrar agora