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xtech

Conta-me como foi: rejeição pelo pessoal da banda



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phillipric    136

Já me aconteceu o inverso, estando no outro lado da barricada. Aguentar algum tempo o pessoal, na esperança que possam melhorar e progredir. Por vezes um músico menos bom tem também menos "vícios" e os que tem são mais simples de corrigir. Mas já tive um guitarrista na sala de ensaio durante 15 minutos que, ao fim de 5 minutos de conversa e 2 a tocar, apetecia-me despachar logo o tipo que tinha a mania que era o melhor do mundo, era preciso era dar-lhe tempo para aprender os temas... quando eu lhe disse para tocar somente qualquer coisa que ele tocasse à vontade, fosse a música que fosse. 

De estar em bandas em que fui eu que procurei, tive numa banda de baile em que ao fim de 10 minutos disseram logo que queriam que eu ficasse, no final da época eu vim embora, disseram-me que queriam mesmo que eu ficasse, que me pagavam mais, mas por vários factores acabei por vir embora. Haviam uns "egos" estranhos lá, depois disso, fazia 5 horas para ensaiar. 1 hora de caminho para cada lado, mais 3 horas de ensaio, aos domingos à noite. 

Cheguei a reunir-me com outro responsável de outra banda, em que ele gostava que ficasse, mas disse que honestamente, dada a distância, iria ser difícil, pois faziam 2 ensaios semanais. Tinham concertos a montes mesmo. 

De resto, nunca senti muito a ideia de... ok, não é isto que pretendo. Estou neste momento num projecto em que sei que tenho de me "reinventar" e dar no duro, pois o director musical é pura e simplesmente uma monstruosidade a nível musical, domina guitarra, piano, toca bateria e baixo muito bem. Brasileiro. Faz arranjos pura e simplesmente loucos, sobretudo porque adora tocar Jazz. Mas tenho aprendido muito com ele, é o lado positivo. Nunca disse nada, mas sei que tenho muito que pedalar para fazer as coisas ao nível que ele deve achar ideal. 

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A.G.E.N.T.E.    39

o @tmo não contou, mas conto eu ...

O primeiro baterista com que tocámos ( moço 5 estrelas, por sinal) aliciou-nos desde o dia 1, para experimentar-mos tocar com ele num outro projeto paralelo que  tinha com outro guitarrista. Bom, certo dia lá alinhámos e aparece o "rapazito", nos seus 50`s com as suas guitarras, uma meia maltarada com o jack todo fanado e cheio de ruidos e lá nos mostrou os temas a um volume ensurdecedor. Os temas nem eram muitos maus, mas estavam longe de ser tão bons quanto ele os julgava. Foi um bocado sofrido porque para além do volume no 11, quando tentava-mos falar sobre os temas ou a abordagem a adotar... ele tocava por cima das conversas (coisa que nem é nada irritante) . Quando tentámos tocar os temas com ele, deu-lhe o amock e bazou de repente da sala de ensaio como se estivesse lá estado o tempo todo sozinho e tivesse sido assaltado por uma súbita e violenta vontade de defecar :wacko:

Cortando a direito ...  depois de um segundo ensaio e de um copo na esplanada, ele e o baterista propõem-nos  fazer mundos e fundos, concertos, gravações, etc. Para meu espanto, no  dia seguinte, o tal guitarrista manda-me um mail a dizer que me deixava ficar no projeto mas que  o tmo estava excluído e que já tinha outro guitarrista. O cromo em causa nem sequer se deu ao trabalho de informar nem o TMO ou  sondar a opinião do baterista.  A banda era ele.

Convenhamos que c@gou tudo para o alucinado do moço, inclusive o baterista com quem tocava há anos e se fartou deste tipo de palhaçadas.

Caro guitarrista, se andares aqui pelo forum, leres isto e se de alguma forma esta história te soa  familiar... partilha a tua visão!!!  porque havia de ser hilariante perceber o que raio ia nessa pinha!

 

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tmo    667

Do que te foste lembrar @A.G.E.N.T.E.. Não é que o mesmo moço uns meses depois resolveu enviar-me um email a dizer que os temas eram dele e que se eu os copiasse era plágio e o raio... disse-lhe para não se armar em vedeta e que fosse pentear macacos, mas foi uma troca de emails duradoura. Acabei por bloqueá-lo aos diferentes emails dos quais me contactou. Enfim, aquele tinha mesmo um parafuso a menos... e sim, já o apanhei por aqui nos classificados dos músicos...

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tmo    667

@xtechO oxigen ainda me perguntou algumas vezes se quereria formar banda com ele, mas graciosamente declinei. O único contacto que tive com ele foi via net Não posso dizer que o conheça...

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paulosergio    303

De engraçado, lembro-me dos tempos em que tocava numa banda formada nos tempos da escola secundária. Todos tinham o seu instrumento, eram tipos endinheirados, mas não tinham jeitinho nenhum. Um deles aprendeu a tocar saxofone numa escola de música, mas se lhe pedissem para improvisar alguma coisa ou acompanhar uma música nova, não conseguia, tinha de ter a pauta.

O baterista, estava a aprender a tocar, mas fartava-se de fazer barulho na sala (o cubículo que tresandava a fumo de cigarros- eu era um delas, agora já não fumo). O tipo das teclas, tinha um "orgão" que ligava a um amplificador. Tinha a mania que nunca conseguiu ouvir os seus acordes e estava sempre a aumentar o som. Sabia tocar meia dúzia de acordes.

O vocalista, também achava que sabia cantar.

Eu, não tinha guitarra elétrica, levei a minha acústica (a coisa mais fraquinha que podia haver). Entre eles, lá compraram uma guitarra. Como lhes estava agradecido, e como era fixe estar numa banda, lá aguentei aquela chinfrineira.

Lembro-me uma vez o "saxofonista", que tinha um bocado a mania que tinha estudado música e tal, ver-me a afinar a guitarra e eu para o testar perguntei-lhe" olha, vais-me dizer quando achas que estava afinada". Fiz de conta que estava a finar a corda (mas nem mexia) e ele ía dizendo "mais agudo....mais grave...mais aguso". E eu a rir-me cá para mim...apetecia-me dizer bem alto "Oh pá, vocês não são músicos, sois uns nabos que não sabem distinguir um som de outro! Ide passear!". Mas enfim, era também para a brincadeira e tal.

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John10    343

Este tópico é ouro.

Não tenho nenhuma historieta tão engraçada como algumas que passaram aqui. Mas lembro-me de meter um anúncio na Blitz à procura de baterista e encontrei um motard de quarenta e tal anos que tinha uma bateria lá no clube motard. Ele até tocava bem mas a meio dos ensaios ia à casa de banho e quando voltava já não era a mesma coisa. Não se lembrava de nada e trocava-se todo. Mas pronto. Primeira experiência um gajo deixa andar.

Ensaiamos três músicas originais e uma cover e no último dia de ensaio após tocarmos umas vinte vezes cada música ele lá atinou. Obviamente no concerto, depois de enfrascar umas quantas já se estava a ver. Antes de tudo ia arranjar um PA do cacete de não sei quantos mil watts, quando chego lá está um tipo com ar de janado com uma coluna de amp de guitarra e uma mesa do tamanho de um portátil.

Primeira música acabava com um solo pequeno. Chega ao solo, meto o delay e o wah que eram necessários e o baterista pára de tocar. Ainda tentei disfarçar com os efeitos e tal mas :lindo:

Segunda música. Cover do Johnny Cash, já contei esta história aqui. O gajo vira-se "Ah os motards adoram Johnny Cash, vão se passar só de anunciarmos". Começamos a tocar e toda a gente a cagar para aquilo. Era a Folsom Prison Blues. As outras duas a mesma coisa. Tudo cheio de marteladas. Devíamos ter tocado durante 17 minutos e despachou-se tudo em 11 minutos.

No fim o outro guitarrista vai-se embora a correr "Ei foi uma vergonha, foi uma vergonha". Tipo, foi uma barracada, mas é só um concerto num bar de motards que nem sequer era um bar era um barraco com umas mesas e um bilhar no meio lá no meio do monte. Não era preciso ficar tão transtornado. (depois descobri que o moço estava a entrar em depressão, mas na altura não sabia)

O baterista vem à minha beira e diz que NÓS cometemos muitos erros. Por mim "tá-se". A banda seguinte gamou-me um jack. E ainda os motards disseram para eu deixar lá a minha guitarra...

Escusado será dizer que nunca mais vi o baterista. Ligou-me uma vez para dizer que a mãe dele tinha falecido :hum2:. Deve-se ter enganado porque não éramos íntimos de todo. Ainda toquei mais umas vezes com o outro guitarrista, mas nunca deu nada de especial. Um dia ele arranjou uma moça que veio nos ver a tocar e disse que nós éramos uma m****. Muito gêntil da parte dela. Nunca mais toquei com ele (porque ele não quis. Somos amigos e era sempre uma ocasião para pôr a conversa em dia e passar um bom tempo.)

De resto há pouco tempo fui tocar com um tipo que conheci aqui pelo fórum. Fui a casa dele e foi simpático e super amigável, mas basicamente estivemos para ali a tocar sobre jams de blues e não se desenvolveu nada de especial, mas depois "ah e tal tenho de preparar um set de dj para uma festa" e "ah eu já tenho uma outra banda". Ainda trocamos mais uns mails em que ele disse que garantia que iríamos tocar outra vez, mas bem, até hoje. Isto já deve ter sido há um ano.

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pgranadas    1593

É como digo, bandas, só se for sem baterista. Não sei porque raio, mas além da minha própria experiência, cada vez que se conta uma história de banda em que deu bronca, há lá um baterista cromo.

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pipes    3384

Nunca fiz nenhum "casting", pois sempre integrei bandas nas quais fundei ou co-fundei.

Fdx, vocês dão-se com malta estranha, lol

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xtech    2314
há 8 horas, John10 disse:

E ainda os motards disseram para eu deixar lá a minha guitarra...

Disseram tipo confisco?

há 8 horas, John10 disse:

Um dia ele arranjou uma moça que veio nos ver a tocar e disse que nós éramos uma m****.

:D :D Muito bom! Então a gaja entra logo assim a matar?

 

Em termos de eu "rejeitar", por acaso já me aconteceu. Uma vez conheci um pessoal (ainda através do saudoso zingadin). Malta jovem, na altura mais que eu. Era um moço e uma moça que se auto-intitulavam os "rythems" (não é typo, era mesmo assim) que eram vocalistas. Tinham uma página web no sapo.pt com fotos deles e uma música toda ranhosa gravada em computador, tipo Maria Leal mas em pior. Deviam ter para aí uns 15 anos. Conheciam um baixista colega deles, aka "Cipri" que também convidaram. Não sei como, lá arranjaram um baterista. O baterista era bom, o Cipri era um gajo muito competente no baixo, e eu desenrascava na guitarra.

Decidimos fazer o primeiro ensaio no Baixa a Tola de Matosinhos. Quando cheguei lá os "vocalistas" pareciam saídos daqueles filmes estúpidos de teens. Extremamente armados, a moça era histérica até dizer chega. Tínhamos combinado ensaiar um tema dos evanescence para começar. Um aparte: chego lá e o méne do Baixa a tola não me deixou ligar a minha Digitech GNX300 directamente à mesa porque "queimava os prés" :facepalm:... fiquei logo lixado com isso porque sou muito picuinhas quanto ao meu equipamento, e lá tive que ligar aquilo num marshall valvestate que tinha lá, fiquei logo com um som merdoso :D 

O pessoal pôs-se no seu sítio, ligou-se o material, tudo ok e eu disse "bom, vamos então começar"? Que nada, os dois meninos foram masé agarrar uma máquina digital, tiraram fotografias a todos, a gaja pôs-se a fazer poses para a câmara e tal. Eu começo a perder a paciência e então eles lá atinam. Começamos a tocar, esquece. O rapaz era um poser (cantar zero) a moça desafinava MUITO mesmo e berrava que se fartava.

O ensaio acabou, os moços queriam combinar outro ensaio. O baterista disse que não podia porque tinha que fazer e tal, o baixista não disse nada porque era amigo deles, eu disse que tinha que ver e depois falávamos.

No dia seguinte falei com a moça e disse que não queria tocar mais com eles, que o ensaio foi horrível, e disse-lhe mesmo: não me leves a mal, mas o teu lugar não é na música. E ela "porquê? tens a mania que és melhor que nós?". Por mim, over and out.

Ah, e depois descobri para que eram as fotos. Apareceram no Hi5, com eles em grande plano, os restantes elementos em pequeno e auto intitularam a banda de "Cherish the doom".

:facepalm:

E foi aí que me lembrei de um ditado da minha terra: "quem com garotos se deita, cagado se levanta" :D 

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