andreb

Porque insistir em rock e metal em PT ?



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Antonio    985
há 17 horas, andreb disse:

Claro que a maior parte da música que atinge os tops é uma porcaria,

:wacko:

 

Pode não ser ao teu gosto.... 

 

Adele, Joss Stone, Stevie Wonder, Daft punk (granda groove), etc... Porra há tanta coisa boa! Então em vozes, temos aí com cada performance... 

Pode dar-se o caso de estarem um bocadinho fechados num género... talvez, não sei.... 

 

 

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John10    678
há 15 horas, stratocosta disse:

sso faz-me lembrar uma conversa com um amigo músico:

"tu usas o computador , isso é fácil !"

"ai é ? então senta-te aí , abre o word e escreve-me um livro "  pois............

Esse argumento não tem nada a ver. A questão é que os recursos informáticos que existem permitem a qualquer um criar beats básicos e melodias básicas que se tornam sucessos e ficam muito mais baratos do que algo feito em estúdio com não sei quantos músicos e em não sei quantas horas.

Adicionalmente, aquilo a que o pessoal se refere quando fala de pcs é o mesmo que o @pgranadas falava há uns dias de Dj's que estão ali nas mesas e não percebem nada. Não é preciso saber muito para compor material básico com impacto a nível de vendas num software de música.

É como a produção de pão. Antigamente toda a gente fazia pão artesanalmente e maior parte dele era muito bom. Agora o pessoal compra panrico feito às manadas e que não vale nada.

O teu argumento encaixaria numa óptica de processo criativo. Claro que não é o pc que faz as coisas por ti. Da mesma maneira que a guitarra não as faz pelo músico. Ainda tens de compor e criar.

Para mim a questão de ter sucesso em nada tem que ver com qualidade. Antigamente as bandas tocavam e o que tinha sucesso as editoras assinavam, muitas vezes arriscando capital que nunca recuperaram. Agora as editoras jogam pelo seguro e escolhem a dedo os Sheerans e as Adeles deste mundo que têm talento, talvez, mas que depois são empacotados e servidos aos mesmos consumidores over and over. Há aí muita banda da treta que vai-se a ver os créditos e os compositores aparecem repetidos de banda para banda. Já não há individualidade nem originalidade. Quando muito há pressão das editoras para seres mais como eles querem. Alguém falou aí da Joss Stone, que é um dos casos claríssimos disso. A indústria discográfica rege-se apenas e só por fazer dinheiro e só investem no que dá dinheiro na certa (ou quase).

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stratocosta    4165

@John10

 "Não é preciso saber muito para compor material básico com impacto a nível de vendas num software de música."

é o novo punk , mas em vez de guitarras , são computadores. :rolleyes:

e o o pessoal do jazz / clássico olha para o rock da mesma forma que vocês olham para um dj que se limita a rodar botões:

os tempos mudam , eu pessoalmente já não sei se a culpa é das editoras ou dos "clientes" que querem música a borla. 

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Antonio    985
há 50 minutos, stratocosta disse:

"clientes" que querem música a borla. 

TAU! Já disse isto de forma brusca a muita gente! 

Querem discos de qualidade, tocados por bons músicos e captados em bons estúdios em vez de serem programados no PC? 

Então comprem! Querem de borla e bom? LOL

 

Mas segue em frente que isto é assunto para outro tópico. :ph34r:

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hypermnesium    1188

Começo por avisar que não li o tópico todo e que provavelmente vou repetir coisas que já foram ditas.

Quem vive da música, muitas vezes sujeita-se a tocar o que não gosta para viver, mas a mim acontece-me o mesmo fora da música, não tenho o meu emprego de sonho, não disfruto a trabalhar (admito, prefiro muito mais estar em casa a ouvir música e a tocar), mas o que ganho no meu trabalho paga-me os meus vícios e permite-me fazer depois o que realmente gosto. Isto aplica-se á grande maioria do mercado laboral, tanto em Portugal como fora, portanto, não sei porque tratar os músicos de forma diferente quando não tocam o que gostam.

Quanto á insistencia no Rock e no Metal, eu não vejo isso assim. Há muitas bandas rock e metal em Portugal, como as há em Espanha, Itália e por aí fora, e a grande maioria delas não tem ambição de viver disso ou serem os próximos Zeppelin ou Metallica, fazerem fortunas e terem legiões de seguidores pelo mundo fora. Simplesmente tocam porque gostam do género. Eu ouço um bocado de tudo mas honestamente gosto de tocar rock e dificilmente me vejo a tocar num projecto que fuja muito ao rock, faço-o por gozo, por disfrutar de compor, por disfrutar de ensaiar e tocar com outras pessoas. Porque é um estilo que não vende devia-me dedicar a outro género? Não vejo porquê.

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JebusSantos    30

Nem quer dizer que seja bom.

Vemos "artistas" a lançar albuns, ou disponibilizar em plataformas digitais, que se estivessem sossegadinhos não sabiam o bem que faziam ao mundo.

A sociedade vive a um ritmo muito rapido, e a propria musica é de consumo rapido e facil. Isso facilita formulas existentes. As empresas apostam naquilo que sabem que lhes pode dar lucro rapido. O ser bom é secundário.
 

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