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F.Coelho    148

Musica só faz sentido com pessoas. Música é uma forma de comunicar, de transmitir emoções, de dar palavra às pessoas, dar expressão ao grupo.

A música formata as pessoas e as pessoas modelam a música. É uma saudável "luta" entre músicos e audiência que permite evolução. Para alguns autores, nos primórdios, a música constituía a ordem perante o caos da natureza. Com o evoluir dos tempos, a música foi a ordem perante os caos das sociedades.

Que pessoas temos? O que lhes afectam? Que música querem ouvir? Estão sensibilizadas para a música? Gostariam de aprender ou dão cada vez mais ou menos importância à música?

Há algo de errado, ou caminha-se na direcção certa?

Que músicos temos?

A música será uma forma de profissão?

Que papel tem a evolução tecnológica?

As escolas de música prestam um bom serviço público?

 

Deixo estas perguntas para reflexão.

Será igualmente interessante rever o vídeo abaixo, para tentar ver as tendências futuras:

 

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F.Coelho    148

Ontem à noite, saturado de ver TV, pus-me a fazer uma ronda pela net sobre assuntos de guitarra eléctrica e deparei-me com este artigo:

 

https://www.washingtonpost.com/graphics/2017/lifestyle/the-slow-secret-death-of-the-electric-guitar/?utm_term=.18f61e19c971

 

mas só consegui ler este resumo (estava na TV e a net apresenta aqui algumas limitações):

 

https://musicenthusiast.net/2017/07/09/the-death-of-the-electric-guitar/comment-page-1/

 

No fundo a questão é:

“A GUITARRA ELÉCTRICA ESTÁ A MORRER LENTAMENTE?”

 

e consequentemente: “O ROCK ESTÁ A MORRER LENTAMENTE?”

 

Depois reparei que existem inúmeras intervenções em inúmeros artigos, que não li. Fiquei a pensar sobre o assunto e depois vi que esta matéria se encaixa neste tópico.

Com milhões de opiniões que já se expressaram na net, é provável que me torne repetitivo de outras opiniões.

A minha opinião tem por base só o artigo que li e alguns artigos e livros ao longo da vida e respeita tudo o que é para se respeitar à luz dos direitos humanos.

 

Na cultura ocidental, os instrumentos de cordas sempre tiveram um privilégio desde os tempos mais remotos da nossa história. Desde da Grécia Antiga até à actualidade, as cordas sempre estiveram presentes na vida das comunidades ocidentais. (Noutras culturas, especialmente na Ásia também, embora com formas e escalas diferentes).

O piano (que também é um instrumento de cordas) surgiu imponente em muitas peças clássicas e deixou em 2.º plano os outros instrumentos.

Escreveram-se muitas peças para piano, flauta, violino, etc, no plano clássico. Para guitarras não me lembro. (Só tenho memórias recentes. Tenho em mente a excelente actuação de Paco de Lucia executando o Concerto de Arranjuez. E as inúmeras bandas de rock que actuaram com bandas filamórnicas. A primeira que me ocorre é a banda “Procol Harum”.)

 

A guitarra tem o seu “boom” com a evolução tecnológica. O aparecimento de amplificadores e, posteriormente, os efeitos, vieram conferir à guitarra uma supremacia. Isto por meados do século XX.

As pequenas bandas destronam as grandes bandas filarmónicas. Agora, quatro elementos em palco têm a capacidade de emtir tanta intensidade de som que permite chegar longe e juntar multidões.

São tempos conturbados na sociedade ocidental. Problemas sociais, tal como o desemprego, guerras, incluindo a guerra Fria, colocam uma pressão sobre a sociedade e o rock (e os blues) apresenta-se como arma de combate ou factor de minimização das perdas sociais.

A padronização de comportamentos imposta na sociedade: segurança, família, emprego, casa, carro e educação tem na sua sombra a possibilidade de: insegurança, solidão, desemprego e marginalização.

O rock junta todos num estádio onde as diferenças entre pessoas deixam de existir enquanto dura o espectáculo. E prolonga-se essa sensação em casa, nos bares, no carro... dando uso às aparelhagens de alta fidelidade.

 

Neste preciso momento, o mundo está em transformação pelo motor chamado teconologia digital e inteligência artificial.

 

Num primeiro plano, desde logo, a padronização de comportamentos é questionável. A globalização permitiu um aumento vertiginoso na circulação de pessoas. Igualmente, permite a fixação de pessoas noutras comunidades. Pessoas são identidade, cultura e ideias. Num ambiente pacífico as culturas de povos têm beliscado a cultura ocidental, introduzindo nesta novos elementos de criação artística.

Do que vemos, do processo de globalização, só sobrevive o que realmente tem qualidade (o queijo da Serra, as tortas de Azeitão,...). Tudo o resto é substituído por algo novo que ainda não tem forma definida mas que procura um equilíbrio.

 

Faça-se um a pequena pausa sobre a questão da globalização.

Os jovens são o motor das sociedades. Há cerca de 50 anos atrás a vida dura, fruto da padronização, começa logo cedo. A música representa o escape mental para os casais mais novos. Os filhos que nascem vão viver uma importante fase inicial da sua vida a ouvir certas harmonias, particulares dos primórdios do rock, que educam o ouvido para determinadas sequências de acordes.

O rock evolui e encontra uma vasta audiência preparada para absorver todas as emoções que este lhe transmite. Existe uma sintonia perfeita entre músicos e audiência. Uns são alimentados por outros e vice-versa.

A criatividade artística tem um pico notável e uma multidão de jovens são atraídos pelas artes e, em especial, por aquele instrumento maravilhoso que transmite sons nunca antes ouvidos: a guitarra eléctrica. De uma forma ou doutra, todos acabam por ter contacto com uma guitarra. Num universo de milhares de milhões que tocam, ou procuram tocar, temos uma possibilidade de selecção de músicos de excelência, trazendo, consequentemente um enriquecimento na música, no rock.

 

A guitarra é um instrumento exigente e de dureza. Sem disciplina, será difícil tocá-la (assim como a generalidade dos instrumentos). A agressividade para os dedos é incomparável maior do que por exemplo, um piano. A dor dos calos só pode ser superada por uma grande vontade. A tediosa execução de escalas só pode ser ultrapassada com uma disciplina e rigor. E isto aplica-se a todos, mesmo aqueles que são considerados, digamos “anarcas” ou que se pretendem colocar à margem da sociedade. Os calos não são mais fáceis para uns que para outros.

 

Voltando à globalização e à revolução digital.

Hoje as aparelhagens estereofónicas são mais como adorno de casa. O digital venceu. (muito embora o mercado de vinil, por exemplo, esteja a tentar ganhar o seu espaço. Será que o ganha?).

O digital ocupa o tempo precioso dos jovens. Costumo dizer.”Se estás 4 horas agarrado ao computador, essas 4 horas não foram utilizadas para outra tarefa, tal como: estudar, fazer desporto ou tocar um instrumento.” (Dantes, juntavam-se os amigos e ouvia-se música, agora tudo se junta nas redes sociais para falar de banalidades).

As redes sociais, os jogos,... o mundo virtual retiraram o vigor artístico aos jovens. O tempo livre passou a tempo de escravidão da máquina. Foi-se a disciplina em favor da facilidade.

O universo de pessoas que pretendem tocar guitarra decresceu, pois a sociedade tecnológica desviou-as para coisas mais fáceis. Coisas que dão satisfação e recompensa, a curto prazo, sem muito esforço.

Baixou-se o patamar de exigência musical (entre outros). A um nível de massas, faz-se música de forma simples deitando cá para fora umas palavras e tendo por fundo uns sons repetitivos “de vanguarda”(?). >Música que sofre boas ou más influências de outras culturas, conforme o gosto. Faz-se música para jogos. Bandas sonoras completas. Com computadores e efeitos digitais. E neste ambiente, as guitarras estão mudas.

Um outro aspecto é o ensino. Eu por exemplo, tive no ciclo preparatório, introdução à música, dada por um maestro, onde aprendi a teoria musical. E mais tarde no liceu também tive algum ensino de música. Esses conhecimentos sempre me acompanharam. Hoje não sei como é. Mas os meus filhos nada tiveram de música na escola.

As bandas filarmónicas das terriolas têm um papel muito importante. No entanto elas não têm guitarra. Hoje assiste-se a muitos jovens que aprenderam a tocar instrumentos de sopro ou percussão a tentar evoluir, no jazz, por exemplo, fruto do trabalho naquelas bandas.

As escolas de música, são na maioria dos casos, um mau exemplo de ensino. Penso que na maioria, são máquinas de fazer dinheiro, sem métodos rigorosos e sem disciplina. A aprendizagem é deixada à vontade do aluno??? Sem avaliações. Sem interacções.

Tenho notado que muitas têm fechado.

 

Existem os resistentes que vão mantendo a chama acesas. Tocar muito ou pouco bem ou menos bem não interessa. O importante é manter viva a guitarra pois, para além de um instrumento de elevada riqueza, os tempos são feitos de ciclos.

Imaginem se na idade média as guitarras tivessem sido apagadas da memória humana. Os músicos da altura foram uns heróis e dignos resistentes.

A peça já vai longa, muito mais havia para dizer. Mantenho a assunto em aberto.

 

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Antonio    382

 

 

A guitarra está LONGE de estar morta.  Acho que nunca houve tantos guitarristas! 

 

Dito isto faço um pequeno "Rant" que é relacionado com o tema. Deixando claro que estou apenas a expressar a minha opinião e não tenho intenção de ofender ninguém:  

Acho que os músicos são, na generalidade, criaturas muito agarradas a hábitos e com inercia de mudar. Muita gente está a fazer o luto á figura de "Rock Star". O gajo de licra ás cores e cabelo espampanante a tocar solos malucos num palco ao rubro.  

Com enorme respeito por todos, e sem querer ferir susceptibilidades, para os padrões de hoje em dia esse tipo de demonstração artística é tida como pirosa.  

Mas, se procurarmos bem, encontramos muitos músicos novos, com novas ideias e novas formas de apresentar a sua arte, que estão mais em conformidade com a estética artística dos dias de hoje.  

"Ah e tal mas não há guitarra na musica de hoje em dia, blabla", não há é solos "shred" na musica de hoje em dia! Guitarra há! 

Eu gosto muito  de evoluir e procurar aprender novas linguagens. Como o Kizomba está na moda andei a ver ritmos africanos na guitarra. São brutais e divertidissimos (difíceis) de tocar. Conheço muito bem o guitarrista do C4 Pedro e as coisas que ele faz ao vivo nesses concertos são fantásticas. 

E o Matt dos Muse? Fogo, o som  que ele saca com aquele fuzz e o faz funcionar em musica cheia de sons de sintetizador!    

ETC!!

 

Agora, acho que o problema maior é que se pedirmos a um guitarrista para compor uma linha de guitarra para um HIPOP/POP/Kizomba/etc actual e ele for fazer uma cena rock, claro que o pessoal vai dizer "desculpa lá mas afinal não era bem isto que queriamos, se calhar guitarra não funciona". Culpa do guitarrista que não procurou fazer o seu instrumento funcionar nesse tipo de linguagem musical!   

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F.Coelho    148

Gostei do vídeo e da tua excelente intervenção.

No vídeo que coloquei (história da música em 5 minutos), existe uma coerência na evolução (pelo menos aparenta). E o que se pretende abordar é o que se segue. O que é que este desenhista daqui a 30 ou 40 anos irá desenhar a partir do ponto em que terminou o desenho.

E já agora, será que as guitarras lá estarão? Pela tua opinião achas que sim. Eu também acho, mas a competição é muito elevada com outros sectores onde (como o interveniente diz) o dinheiro passou a circular (e já agora: Porque tal aconteceu?)

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pgranadas    2129
há 21 horas, Coelho135 disse:

. A agressividade para os dedos é incomparável maior do que por exemplo, um piano. 

Tirando esta afirmação, da qual discordo completamente, gostei de ler o texto, ainda que longo, e até concordo com muito do que foi dito. 

Os jovens hoje em dia querem algo imediato e fácil. Para quê aprender um instrumento, se com I-Pad se se pode disparar uns samples e ser-se chamado de "músico"? 

Triste, deficiente, mas é a verdade. 

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F.Coelho    148

Obrigado Pgranadas.

Voltei a ler o texto e de facto, a frase a que se refere, não tem o melhor contexto (é o defeito de não rever os textos, por isso as minhas desculpas).

Queria referir que essa agressividade é nos primeiros contactos com o instrumento e pode ser um motivo para a desistência de muitos iniciantes.

Mas a título de curiosidade, e graça, Guthrie Govan refere no seu livro "Creative Guitar 1, Cutting-Edge Techniques", na página 18 o seguinte:

"...Stevie's (refere-se a Stevie Ray Vaughan) top E string was normally a .013,  and it's been suggested that he somestimes went as heavy as an .018 (although admittedly this would have been tuned a little lower than concert pitch). Being a Texas blues kind of guy, Stevie used a lote af wide bends in his playing style, and you can imagine how his fingertips reacted to this insentive treatment: occasionally, they simply couldn't cope. Stevie's solution was to stick his left-hand onto his right forearm with Superglue, wait for it to dry and then rip!"

Mas isto são excepções.:wacko::)!

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pgranadas    2129
há 29 minutos, Coelho135 disse:

Obrigado Pgranadas.

Voltei a ler o texto e de facto, a frase a que se refere, não tem o melhor contexto (é o defeito de não rever os textos, por isso as minhas desculpas).

Queria referir que essa agressividade é nos primeiros contactos com o instrumento e pode ser um motivo para a desistência de muitos iniciantes.

Mas a título de curiosidade, e graça, Guthrie Govan refere no seu livro "Creative Guitar 1, Cutting-Edge Techniques", na página 18 o seguinte:

"...Stevie's (refere-se a Stevie Ray Vaughan) top E string was normally a .013,  and it's been suggested that he somestimes went as heavy as an .018 (although admittedly this would have been tuned a little lower than concert pitch). Being a Texas blues kind of guy, Stevie used a lote af wide bends in his playing style, and you can imagine how his fingertips reacted to this insentive treatment: occasionally, they simply couldn't cope. Stevie's solution was to stick his left-hand onto his right forearm with Superglue, wait for it to dry and then rip!"

Mas isto são excepções.:wacko::)!

Quando falaste em agressividade, pensei que te estarias a referir à dificuldade técnica do instrumento. Toco ambos, e acho a guitarra mais intuitiva, e por isso, mais fácil de apreender. Daí, também haver muitos mais alunos de guitarra do que piano.

Mas quanto ao facto de ser difícil, porque há quem use cordas mais "difíceis" como 0.12 para cima. Bom, aí é problema de quem faz a escolha, não do instrumento, na minha opinião. Eu já testei 0.10, em termos de tom não vi vantagens, voltei a 0,09. Nao me passa pela cabeça voltar a 0,10, e bem longe estará a possibilidade de usar 0,13. Mas se há quem goste, porque não?

Mas voltando à guitarra vs piano. O que mais gosto na guitarra, é a facilidade de se subir ou descer o tom de uma música. Meio tom acima, traste seguinte, meio tom abaixo, traste anterior, e etc... Já o desgraçado do pianista/teclista, meio tom acima ..."Ora bem, era DóMaior, passa a Dó#Maior, portanto, Dó# + Mi# + Fá#, tudo nas pretas portanto..." e entretanto já está o guitarrista, "entāo? Tocamos ou quê?", e o teclista a pensar: "Nāo tarda, levas é com a porra do teclado nos cornos".

Resumindo: a culpa do fim de muitas bandas, é do vocalista....

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F.Coelho    148

Eu no início usava .09.

Na minha vida toquei (arranhei, sempre que pude, pois não sou profissional) guitarra de caixa e principalmente temas clássicos. Só há cerca de 5 anos que me dedico à guitarra eléctrica. Pensava que seria mais fácil, mas enganei-me.

Engane-se que quem toca bem clássica que agarra numa eléctrica e já está. É um mundo completamente diferente. Por exemplo, a começar pela posição da mão que trabalha na escala (eu costumo dizer que a mão da escala é a mão do software e a mão do corpo é a mão do hardware).

Na clássica é "feio" mostrar o dedo polegar. Este deve ficar sempre escondido, atrás do braço.

Claro que sempre ajuda já saber alguma coisa de escalas e teoria (e ter alguns calos).

O que eu sinto é que a clássica exige um esforço de mãos específico e a eléctrica tem outra dinâmica (pode haver um conjunto de intersecção de performances entre ambas, mas sinto que o peso não será muito). Na clássica, por um lado, o amplificador é a mão que dedilha e para volumes mais altos -> mais força no toque; e por outro, a mão da escala por vezes tem que permanecer quietinha em torno de um acorde o que exige uma musculatura específica.

Quando agarrei-me à eléctrica transportei esse "defeito" que só agora sinto que estou a corrigir (porque apesar de algumas aulas, parece que tive azar nos professores que só se interessaram por, não sei o quê... (eu sei só não o digo) e portanto sou fundamentalmente um autodidacta).

Ou seja, no início "muita força e pouco ganho"... e muitas cordas partidas, especialmente a .09. Em resultado, mudei para 0.10. Ainda tentei a 0.11, mas não havia força de dedos para bends. Fiquei-me por .10 e tenho mantido esse set.

Parabéns pela sua versatilidade em tocar também teclas.

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F.Coelho    148

Depois de um intervalo para café e troca de experiências, volto ao tema principal.

Fiquei a "matutar" no número de vendas de guitarras nos USA que é apresentado no vídeo do António: "Um número é um número. Isolado sem tratamento de que serve?".

As tendências da música... Resolvi dar uma volta pelo Youtube e retirar alguns números e tratá-los de uma forma muito trivial. Este tratamento, que é o número de visualizações do vídeo por ano resulta da divisão do número de visualizações totais pelo número de anos desde a sua publicação.

Este método é arcaico, pois sabemos que no início existem muitas visualizações e que com o tempo vai havendo um gradual decréscimo. Este é um bom problema para os matemáticos, psicólogos, sociólogos, ... mas fiquemos pelos números mais simples.

Escolhi alguns temas do meu (grande) agrado e outros nem por isso. Tive em conta um número de peso analisando o número de visualizações em cada área da música. Este trabalho (pequeníssimo) está de longe pretender avaliar ou criticar o valor artístico dos músicos. Nem pensar. Todos têm muito valor. Procuro é descortinar se existe alguma tendência da música. Para onde caminhamos?.

Seria interessante o forum participar com outros números de artistas do seu agrado para rebater os valores apresentados, que com certeza estão pouco correctos dada a amostragem feita. Mas é um começo.

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stratocosta    3647
On 11/05/2018 at 14:33, pgranadas disse:

  e acho a guitarra mais intuitiva, e por isso, mais fácil de apreender. Daí, também haver muitos mais alunos de guitarra do que piano.

 

há mais alunos de guitarra porque é um instrumento barato e transportável.

não dá muito jeito arrastar um piano de cauda para a praia para impressionar as garotas :P 

quanto ao ser mais intuitivo, no teclado é muito fácil decorar as notas , as notas são sempre no mesmo sítio , só muda a oitava.

e nem é preciso saber afinar , tocar cordas etc.

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