Posts Recomendados:

resolectric    869
On 20/09/2018 at 10:30, F.Coelho disse:

...
Afinal a música continua a ser a forma mais prática de passar mensagens e abrir as mentes das pessoas para os assuntos importantes.

 

On 20/09/2018 at 11:27, PCanas disse:

...
Um estilo que tem nalgumas músicas o seu quê de intervenção é o hip hop. Não me refiro àquela vertente bling bling de gajas, carros, e coca. Há certas músicas que retratam bem o dia a dia das pessoas e as suas lutas, e acabam por ser um bom exemplo de música de intervenção.
...


Faço essas duas citações aí em cima porque concordo e as subscrevo.

E nessa concordância de quão importante é a música como "arma" de intervenção, refiro regularmente o Linton Kwesi Johnson, um negro jamaicano, MC e poeta, segundo escritor vivo (e o único negro) a ser publicado na editora Penguin, para além de lhe terem sido atribuídos já vários prémios literários e doutoramentos honoris causa de instituições muito conceituadas.

É rapper/MC/cantor e usou a música para dizer alguma coisa.
Infelizmente, não reflecte uma tendência para o futuro da música.

 

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pipes    3581

Algumas dicas de um dos maiores agentes da indústria

 

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pgranadas    2137
On 20/09/2018 at 12:27, PCanas disse:

Pormenores...

 

Um estilo que tem nalgumas músicas o seu quê de intervenção é o hip hop. Não me refiro àquela vertente bling bling de gajas, carros, e coca. Há certas músicas que retratam bem o dia a dia das pessoas e as suas lutas, e acabam por ser um bom exemplo de música de intervenção.

Não consigo dar grandes exemplos porque é um estilo que não sigo, e das que ouvi que se encaixem nessa vertente não me lembro do nome, mas vou tentar encontrar alguma.

Com o negócio que está por detrás dos "views" e playlists do Spotify e afins, não surpreende que mais tarde ou mais cedo algo assim surgiria.

Antigamente pagava-se aos animadores de rádio para passarem o single e dessa forma se lançavam artistas. Agora os meios são outros, mas os métodos acabam por ser os mesmos.

A falha aqui foi apenas uma, esqueceram-se de encher a sala, que poderiam ter feito com ofertas de bilhetes ou algo do estilo. Assim deu estrilho e foi-lhes descoberta a careca.

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pipes    3581
há 40 minutos, pgranadas disse:

Com o negócio que está por detrás dos "views" e playlists do Spotify e afins, não surpreende que mais tarde ou mais cedo algo assim surgiria.

Antigamente pagava-se aos animadores de rádio para passarem o single e dessa forma se lançavam artistas. Agora os meios são outros, mas os métodos acabam por ser os mesmos.

A falha aqui foi apenas uma, esqueceram-se de encher a sala, que poderiam ter feito com ofertas de bilhetes ou algo do estilo. Assim deu estrilho e foi-lhes descoberta a careca.

Antigamente?! lol

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