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F.Coelho    256

Bom post @pipes

Vou espevitar um pouco isto.

Num sentido mais "perverso" quase que dá vontade de exclamar:

" Se se sentem roubados porque continuam a alimentar isso!? Parem de fazer música!"

O problema dos músicos é que são uma classe profissional competitiva (muito e muito). Não é preciso ir muito longe basta ver o filme Wolfgan Amadeus Mozart onde a profunda inveja de Antonio Salieri pelo talento alheio é sobejamente retratada.

Nesta classe profissional o que conta é rebaixar o próximo, ter fama e ganhar muito dinheiro. Tempos idos em que se fazia música para simplesmente pôr a comida na mesa para a família.

Hoje em dia quem faz música pensa no sonho do dinheiro fácil, comprar iates, vivendas com piscinas (muitas), carros de top, alimentar vícios, blá, blá, blá...

O problema dos músicos é a falta de humildade.

Enquanto cultivarem este tipo de mentalidade serão explorados porque estão divididos.

Por isso: Não se queixem. Mexam-se. Mudem o estado de cousas ou o que quiserem...

De outra modo, costuma-se dizer que "Vozes de burros não chegam aos céus."

(PS: Estas palavras não se aplicam a todos os músicos, mas a uma grande maioria... talvez).

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pipes    3614

Nada contra ganhar dinheiro (muito de preferência) com a música. Não vejo é isso a acontecer através das plataformas digitais, lol, tirando isso...

Aliás, mentira. As plataformas digitais dão muito dinheiro, menos para os artistas.

  • Gosto 1

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hypermnesium    1184
On 2/27/2019 at 20:02, F.Coelho disse:

Não é preciso ir muito longe basta ver o filme Wolfgan Amadeus Mozart onde a profunda inveja de Antonio Salieri pelo talento alheio é sobejamente retratada.

Amadeus não é exactamente uma biopic, é uma obra de ficção que usa personagens reais, mas não deixa de ser ficção.

On 2/27/2019 at 20:02, F.Coelho disse:

Nesta classe profissional o que conta é rebaixar o próximo, ter fama e ganhar muito dinheiro. Tempos idos em que se fazia música para simplesmente pôr a comida na mesa para a família.

Hoje em dia quem faz música pensa no sonho do dinheiro fácil, comprar iates, vivendas com piscinas (muitas), carros de top, alimentar vícios, blá, blá, blá...

O problema dos músicos é a falta de humildade.

Enquanto cultivarem este tipo de mentalidade serão explorados porque estão divididos.

Não podia estar mais em desacordo. A grande maioria dos músicos continua a fazer música, praticar e a tocar onde consegue para pôr comida na mesa e os que tem sonhos (e consequentes desilusões) de grandeza são uma incrível minoria.

Não sei se se falou disto aqui, mas gostei deste "documental".

 

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F.Coelho    256
On 08/03/2019 at 12:49, hypermnesium disse:

Não podia estar mais em desacordo. A grande maioria dos músicos continua a fazer música, praticar e a tocar onde consegue para pôr comida na mesa e os que tem sonhos (e consequentes desilusões) de grandeza são uma incrível minoria.

Músicos somos todos nós um pouco. Poder-se-ia dizer que quase toda a população mundial tem algo de músico.

Tendo em conta um um universo mais alargado, estarei de acordo contigo.

Mas vejamos, a música (e suas tendências) é veiculada por quem vende e, por exemplo, passa na rádio. Quando falamos de música, por exemplo, nos anos 70's, 80's, falamos das famosas bandas de rock. Não falamos de outros artistas que passaram despercebidos. São as grandes bandas, cantores, etc, que ditam o universo da música. Esta minoria, como tu lhe chamas, detém o poder da música. E tudo gira em torno deste grupo. Quer queiramos ou não, para o bem, ou para o mal... eles são a música!

Ainda há dias estava a ouvir a rádio e falou-se numa grande cantora dos anos 20 que pelos 12 anos de idade teve de ir limpar uma casa de prostituição para poder sustentar a mãe. Chegou a prostituir-se. Mais tarde tentou dançar. Não tinha jeito e perguntaram-lhe se sabia cantar. E descobriu-se uma voz com talento. Morreu com cerca de 40 anos vítima do vício de heroína. Fiquei chocado e ao mesmo tempo triste com esta história.

Naquele tempo a música era uma forma de sustento. Não de luxo.

Hoje, os músicos, desculpem a alavirdade, são quase como os políticos que disputam um eleitorado. Refiro-me quase à grande maioria dos músicos que ditam a música e suas tendência (friso mais uma vez). Estes músicos até podem trazer para a ribalta palavras "mansas", mas penso que tudo isso faz parte de um enredo necessário. A opção por causas e o combate a isto e àquilo são formas de se manterem vivos e manter o seu eleitorado e, por conseguinte, fama e, finalmente, um estatuto social fora do comum.

Mas não são eles que têm a culpa. Nós ouvimos, compramos e alimentamos. Começa na adolescência. Imitam-se os cortes de cabelo, a forma de vestir, a dicção nas palavras,... que fazer? O mundo é mesmo assim...

Como a história que ouvi e que aqui contei, poderão haver outras similares, mas têm um impacto numa área reduzida e durante um tempo diminuto.

Penso ter complementado e esclarecido o meu anterior post.

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