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MMoloch    1
há 1 hora, resolectric disse:

Pela descrição é exactamente a mesma coisa que o External Signal Processor da KORG, o que vinha incluído no MS20 e que também existia como módulo standalone (MS-03).

Se conheceres ambos indica-me as diferenças pois utilizo muito as coisas desse género.

É diferente, nunca brinquei com o ms20 mas conheço bem, já andou na minha lista must have, já tive um minilogue e tenho um monologue, o External Signal Processor da korg e de qualquer synth de outras marcas funciona de outra forma.

O audio input pelo External Signal Processor de qualquer synth nunca passa pelo oscilador, o audio entra no synth e vai sempre directo ao filtro, depois do filtro pode ir a um envelope, a um delay, a um overdrive... depois do filtro o caminho do audio dependente do synth, no monologue vai do filtro ao overdrive e depois vca para o output.

Na verdade o External Signal Processor da KORG é ligeiramente diferente das restantes marcas e é por isso que o ms20 pode parece igual ao ACO... nos synths da korg o audio que entra pelo External Signal Processor só é ouvido quando tocas numa tecla do synth (o gate abre), no caso do ms20 tens dois osc, tocas numa tecla o gate abre e vais ouvir os dois osciladores misturados com o som do audio input, agora desliga os dois vco's do ms20, toca um tecla e vais ouvir apenas o audio input a passar pelo filtro e pelos restantes módulos que estiverem no caminho, o pitch o audio input nunca é alterado.

A diferença entre o External Signal Processor da korg e de outras marcas é o gate, noutras marcas o gate esta sempre aberto, não precisas de tocar um tecla para o som passar, se enviares um audio input continuou, uma sine wave e abrires e fechares o filtro controlas o audio sem tocar em nenhuma tecla. Nos korgs precisas de abrir o gate tocando uma tecla.

Depois tens os truques old school para contornar este funcionamento da korg, fita cola a prender uma tecla para o gate estar sempre aberto lol, mais new school no monologue gravo uma única nota a ocupar os 16 steps do sequenciador e desligo os vco´s no vca.

No ACO o trigger do osc é o audio input, configuras o ACO para uma saw wave, ligas um microphone e cantas um dó e vais ouvir uma saw wave em dó, agora canta um "glide" de um dó para uma oitava a cima, e é isso que a saw wave vai fazer, daqui para a frente é só modular como em qualquer synth.

ACO com vocais 

 

 

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resolectric    1262
há 1 hora, MMoloch disse:

É diferente, nunca brinquei com o ms20 mas conheço bem, já andou na minha lista must have, já tive um minilogue e tenho um monologue, o External Signal Processor da korg e de qualquer synth de outras marcas funciona de outra forma.

O audio input pelo External Signal Processor de qualquer synth nunca passa pelo oscilador, o audio entra no synth e vai sempre directo ao filtro, depois do filtro pode ir a um envelope, a um delay, a um overdrive... depois do filtro o caminho do audio dependente do synth, no monologue vai do filtro ao overdrive e depois vca para o output.

Na verdade o External Signal Processor da KORG é ligeiramente diferente das restantes marcas e é por isso que o ms20 pode parece igual ao ACO... nos synths da korg o audio que entra pelo External Signal Processor só é ouvido quando tocas numa tecla do synth (o gate abre), no caso do ms20 tens dois osc, tocas numa tecla o gate abre e vais ouvir os dois osciladores misturados com o som do audio input, agora desliga os dois vco's do ms20, toca um tecla e vais ouvir apenas o audio input a passar pelo filtro e pelos restantes módulos que estiverem no caminho, o pitch o audio input nunca é alterado.

A diferença entre o External Signal Processor da korg e de outras marcas é o gate, noutras marcas o gate esta sempre aberto, não precisas de tocar um tecla para o som passar, se enviares um audio input continuou, uma sine wave e abrires e fechares o filtro controlas o audio sem tocar em nenhuma tecla. Nos korgs precisas de abrir o gate tocando uma tecla.

Depois tens os truques old school para contornar este funcionamento da korg, fita cola a prender uma tecla para o gate estar sempre aberto lol, mais new school no monologue gravo uma única nota a ocupar os 16 steps do sequenciador e desligo os vco´s no vca.

No ACO o trigger do osc é o audio input, configuras o ACO para uma saw wave, ligas um microphone e cantas um dó e vais ouvir uma saw wave em dó, agora canta um "glide" de um dó para uma oitava a cima, e é isso que a saw wave vai fazer, daqui para a frente é só modular como em qualquer synth.

Não, o ESP da Korg, nomeadamente o do MS20 (tenho um desde 1981) faz exactamente o que (aparentemente) o ACO faz: para além de enviar o sinal externo para qualquer parte do sint também cria um CV que permite controlar o pitch dos osciladores.
Tem saídas pré e pós filtros (HPF e LPF para melhorar o tracking) tem saída de Envelope, de CV e de Trigger.
Portanto, pode-se "tocar" o sint, com "notas" provenientes dos VCOs a partir de qualquer sinal de pitch definido que entre pelo ESP.
Também pode gerar Trigger e pode ser enviado para filtros, como disse antes, sendo adicionado (ou não) ao som dos VCOs mas pode servir de sinal de controle da frequência dos VCOs.

Portanto, faz o mesmo.
Vamos lá a ver por partes:

 

há 1 hora, MMoloch disse:

É diferente, nunca brinquei com o ms20 mas conheço bem, já andou na minha lista must have, já tive um minilogue e tenho um monologue, o External Signal Processor da korg e de qualquer synth de outras marcas funciona de outra forma.

O audio input pelo External Signal Processor de qualquer synth nunca passa pelo oscilador, o audio entra no synth e vai sempre directo ao filtro, depois do filtro pode ir a um envelope, a um delay, a um overdrive... depois do filtro o caminho do audio dependente do synth, no monologue vai do filtro ao overdrive e depois vca para o output.

...

Não é verdade.
O Audio Input do ESP da Korg vai para onde se quiser. Não vai nem directo ao filtro (como dizes) passa pelo Oscilados se quiseres (não como dizes, que "nunca passa") não vai a delay nenhum pois não existe nenhum no MS20 nem no MS-02 e quanto a "overdrive", só se saturares a entrada do ESP.


 

há 1 hora, MMoloch disse:

...
Na verdade o External Signal Processor da KORG é ligeiramente diferente das restantes marcas e é por isso que o ms20 pode parece igual ao ACO... nos synths da korg o audio que entra pelo External Signal Processor só é ouvido quando tocas numa tecla do synth (o gate abre), no caso do ms20 tens dois osc, tocas numa tecla o gate abre e vais ouvir os dois osciladores misturados com o som do audio input, agora desliga os dois vco's do ms20, toca um tecla e vais ouvir apenas o audio input a passar pelo filtro e pelos restantes módulos que estiverem no caminho, o pitch o audio input nunca é alterado.
...

Não acontece isso que dizes.
O sinal que entra pelo ESP pode ser ouvido sem carregar em nenhuma tecla (ao contrário do que dizes) e pode também servir para activar os osciladores, produzindo som como se carregasses numa tecla, pois o ESP produz Trigger e CV a partir do sinal de entrada.
Pode-se ouvir o sinal do ESP sózinho, limpo ou filtrado, pode-se ouvir o sinal do ESP misturado com os VCOs activados por teclas e pode-se usar o sinal do ESP para produzir notas. Por exemplo, podes tocar sintetizador através das cordas da guitarra, ou podes "cantar" sintetizador.

 

 

 

há 1 hora, MMoloch disse:

...
A diferença entre o External Signal Processor da korg e de outras marcas é o gate, noutras marcas o gate esta sempre aberto, não precisas de tocar um tecla para o som passar, se enviares um audio input continuou, uma sine wave e abrires e fechares o filtro controlas o audio sem tocar em nenhuma tecla. Nos korgs precisas de abrir o gate tocando uma tecla.
...

Também aqui estás a laborar em erro pois não é o Gate que activa as teclas mas sim o Trigger.
O ESP da Korg produz sinal de Trigger portanto, funciona como substituto do teclado. Pode activar as notas/sons produzidos pelos VCOs.

 

 

 

há 1 hora, MMoloch disse:

...
Depois tens os truques old school para contornar este funcionamento da korg, fita cola a prender uma tecla para o gate estar sempre aberto lol, mais new school no monologue gravo uma única nota a ocupar os 16 steps do sequenciador e desligo os vco´s no vca.
...

Isso não é Old School. É preguiça.
No MS20 basta passar um patch cable para o Trigger Input a partir de vários pontos opcionais, conforme pretendas um som infinito ou um pulsar infinito.
No MiniMoog, por exemplo, basta inserir uma ficha "ponto-traço" curto-circuitada (shunt) no terminal que tem na parte superior do lado esquerdo e o som não termina mais.
Não precisa de fita cola. O ARP Odyssey também não... etc.
Se tiverem acessos a Triggers e etc, podem-se usar cabos e fichas. É ainda mais old school.

Portanto, não tem nada a ver com tendências nem futuro da música.
É tecnologia do passado.

 

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MMoloch    1
há 1 hora, resolectric disse:

Não, o ESP da Korg, nomeadamente o do MS20 (tenho um desde 1981) faz exactamente o que (aparentementeO o ACO faz: para além de enviar o sinal externo para qualquer parte do sint também cria um CV que permite controlar o pitch dos osciladores.
portanto, pode-se "tocar" o sint, com "notas" provenientes dos VCOs a partir de qualquer sinal de pitch definido que entre pelo ESP.
Também pode gerar Trigger e pode ser enviado para filtors, como disse antes, sendo adicionado (ou não) ao som dos VCOs mas pode servir de sinal de controle da frequência dos VCOs.

Portanto, faz o mesmo.

Parece que não conheço o ms20 tão bem como achava, e sim tens toda a razão, faz exactamente o mesmo, estive agora a ler a descrição do ESP do ms20 mini. Brutal, acabei de por um ms20 mini na minha wishlist (ou não).

Quando encontrei estes ACO's achei  que seria algo que poderia acelerar o meu workflow e a criatividade, volta e meia já usava um meio arcaico para fazer o mesmo, gravo  vocais  no  ableton que tem uma funcionalidade para converter o audio em midi, depois envio o midi para os synths externos.

O preço destes ACO's VS funcionalidades é proibitivo para mim, mas quando o ms20 mini com as capacidades brutais de modulação é mais barato que o melhor aco a escolha é fácil.

Não me tenho dado muito bem a korg, passava horas a brincar com o minilogue standalone e era excelente mas sempre que tentava juntar outros synths o tom da minilogue nunca encaixava bem, agora tenho o mesmo problema com o monologue, nem passando o output do monologue pelo filtro de outro synth resolveu o problema, mas o maior problema que tenho com o monologue é ser demasiado clean lol, gosto daquele noise analógico dos synths, o monologue não o têm, quase parece digital.

Alguma vez passaste por algo idêntico?... problemas a encaixar na mix o tom do ms20

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resolectric    1262
há 37 minutos, MMoloch disse:

...

Alguma vez passaste por algo idêntico?... problemas a encaixar na mix o tom do ms20

Agora o assunto já fica demasiadamente off-topic, não achas?
Sugeria que abrisses um novo tópico com este assunto. Enquanto que o anterior ainda poderia ser defensável em termos de se aplicar (ou não) à utilização de novas tecnologias em música, nesta tua última pergunta já requer um novo tópico.

Visita o Fórum, vê as secções que existem e decide por aquela em que o assunto te pareça "encaixar" com maior naturalidade.
Depois disso, terei imenso gosto em alargar a conversa :yes:

___________________________
 

Sobre o tópico aqui em discussão, gostaria de acrescentar isto:

The future of music or any other art can never be inferred from its past.

Richard Wagner

 

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F.Coelho    256

Richard Wagner escreveu alguns ensaios antissemitas e por essa razão, e pelo aspecto nacionalista de sua obra, sua imagem foi empanada no século XX pelo fato do nazismo tê-lo tomado como exemplo da superioridade da música e do intelecto alemães, contrapondo-o a músicos também românticos como Mendelssohn, que era judeu. O ensaio mais polêmico foi Das Judentum in der Musik[25], publicado em 1850, no qual ele atacava a influência de judeus na cultura alemã em geral e na música em particular. Nesta obra descreve os judeus como: "ex-canibais, agora treinados para ser agentes de negócios da sociedade". Segundo Wagner, os judeus corromperam a língua do país onde vivem há gerações. A sua natureza, continua Wagner, torna-os incapazes de penetrar a essência das coisas. A crítica era dirigida particularmente aos compositores judeus Giacomo Meyerbeer e Felix Mendelssohn, que eram seus rivais. Wagner insistia em defender que os judeus que viviam na Alemanha deveriam abandonar a prática do judaísmo e se integrar totalmente à cultura alemã. Apesar de, por essas razões, ser geralmente tachado de antissemita, Wagner sempre teve amigos e colaboradores judeus durante sua vida inteira.[53]

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Wagner

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resolectric    1262
há 16 horas, F.Coelho disse:

Richard Wagner...

Para além daquilo que se convencionou ser "o que dizer de Wagner quando se fala de Wagner no século XXI" sugiro muitas vezes a clientes meus que passem alguns meses ou anos a ouvir as obras de Wagner pois são um tratado sobre "como fazer com que tudo se ouça".

O senhor conseguiu criar música onde mais de 200 fontes sonoras são audíveis e compreensíveis, não percebo como é que hoje em dia, quando um grupo de rock adiciona uma segunda voz e um teclista a um par de guitarras e uma bateria, já não se percebe nada.

Arranjos.
Ouvir Wagner é elucidativo.

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Rui T    1544
há 10 horas, resolectric disse:

Ouvir Wagner é elucidativo.

Não posso ouvir Wagner.

Fico com vontade de invadir a Polónia.

 

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resolectric    1262
há 12 horas, Rui T disse:

Não posso ouvir Wagner.

Fico com vontade de invadir a Polónia.

 

há 22 horas, resolectric disse:

Para além daquilo que se convencionou ser "o que dizer de Wagner quando se fala de Wagner no século XXI"

 

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PCanas    994
há 12 horas, Rui T disse:

Não posso ouvir Wagner.

Fico com vontade de invadir a Polónia.

 

E destruir uma vila piscatória no Vietnam, pela manhã? :D

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