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pgranadas    2137
há 2 horas, stratocosta disse:

há mais alunos de guitarra porque é um instrumento barato e transportável.

não dá muito jeito arrastar um piano de cauda para a praia para impressionar as garotas :P 

quanto ao ser mais intuitivo, no teclado é muito fácil decorar as notas , as notas são sempre no mesmo sítio , só muda a oitava.

e nem é preciso saber afinar , tocar cordas etc.

Mas na guitarra é muito mais fácil decorar acordes...

E as notas também não é nada de outro mundo, basta saber a 5 e 6 corda, e pelas oitavas apanha-se o resto

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PCanas    913
há 15 horas, stratocosta disse:

há mais alunos de guitarra porque é um instrumento barato e transportável.

não dá muito jeito arrastar um piano de cauda para a praia para impressionar as garotas :P 

quanto ao ser mais intuitivo, no teclado é muito fácil decorar as notas , as notas são sempre no mesmo sítio , só muda a oitava.

e nem é preciso saber afinar , tocar cordas etc.

E é mais fácil perceber acordes e intervalos, pela disposição das notas.

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F.Coelho    162

Vamos supor que um determinado vídeo publicado na net, num período de 12 anos tem cerca de 45 milhões de visualizações.

Como varia as visualizações ao longo dos anos?

Mais uma vez vamos entrar no campo da especulação, mas é sempre bom para reflexão.

5b016c1d18b7c_Grfico1.png.03a3043f421de9ab9148dde2ad59ece3.png

Neste gráfico é utilizada uma função matemática que exprime muitos comportamentos na natureza. Não interessa o nome da função mas está associada a uma queda sucessivamente até manter um valor estável mas num valor muito baixo.

Vejamos outro gráfico:

5b016cc0ad7eb_Grfico2.png.46e5129ba700b5fc380118cc4f704eec.png

Neste gráfico mantém-se algum nível de popularidade durante os primeiros anos, mas depois a queda é a pique. Este gráfico teve como base o anterior, mas introduziu-se uma função que tempera.

Como dizia num post anterior,  a média do número de visualizações por ano, que é um número constante já é um indicador.

Mas se começarmos a brincar com os números e a elaborar relações, começamos a chegar a outras conclusões (que neste caso não está certo ou errado, é só um caso hipotético).

E como também disse anteriormente, para se chegar a uma boa aproximação é necessária uma boa equipa de investigação.

Será que chove daqui a 3 dias? Imaginem os cálculos que estão associados a esta resposta. O caso que apresentei não anda longe.

Bom Domingo.

Gráfico 1.png

Gráfico 2.png

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paulosergio    387

As melodias simples e bonitas como as dos Beatles dos anos 60 são difíceis de repetir, uma vez que já se fizeram e registaram muuuitas. Apesar de se poder reinventar muita coisa, acho que a música com alguma qualidade que tenha muita audiênca terá que ter uma viragem a nível conceptual. As guitarras elétricas já não são novidade? Mas a sua abordagem trará sempre mais valias. A batida pode mudar, mas a música terá sempre ritmo. Talvez se regresse um pouco aos ritmos ancestrais, com sons psicadélicos, etc.

 

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Antonio    389
há 20 horas, Coelho135 disse:

 

E como também disse anteriormente, para se chegar a uma boa aproximação é necessária uma boa equipa de investigação.

 

Eu acho mais interessante concentrarmos os esforços a fazer boa musica do que andar a investigar isto a fundo :D

Dito isto: 

Já dou aulas de guitarra à 13 anos. Posso dizer que são muito menos os alunos que pedem para aprender os clássicos tipo "Nothing else matters", "Stairway to heaven", "Enter sandman", etc...  Virtualmente isso desapareceu e no inicio eram quase todos!

Posso dizer que sempre dei o "Smoke on the water" na primeira aula porque todos conheciam, gostavam e conseguiam tocar o riff principal numa aula (simplificado claro). Iam para casa todos contentes! Agora, os novos, já não conhecem o tema e nem acham piada ao riff.

Isto indica o fim da musica, ou da guitarra? Não me parece! Eles conhecem outros temas e têm outros gostos! Só isso :yes: Durante uns meses era toda a malta a pedir o Riff do "Do I wanna know" dos Artic Monkeys.  Mas, regra geral, tenho notado um grande interesse em canções simples.

Uma coisa que me pedem muito: Vão ao youtube ver versões acústicas de temas POP/Electronicos actuais e pedem-me para sacar/ensinar os acordes. Eles estão a gostar muito da cena de simplificar as musicas a simplesmente harmonia e melodia para tocar os acordes numa gtr acústica e cantar. 

Pessoalmente, eu gosto disso! E tenho a teoria de que isto acontece porque a malta anda farta de ouvir tudo "over produced". Mas é só uma teoria minha, sem grande fundamento factual. 

 

 

  

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stratocosta    3667
há 54 minutos, Antonio disse:

Eu acho mais interessante concentrarmos os esforços a fazer boa musica do que andar a investigar isto a fundo :D

Dito isto: 

Já dou aulas de guitarra à 13 anos. Posso dizer que são muito menos os alunos que pedem para aprender os clássicos tipo "Nothing else matters", "Stairway to heaven", "Enter sandman", etc...  Virtualmente isso desapareceu e no inicio eram quase todos!

Posso dizer que sempre dei o "Smoke on the water" na primeira aula porque todos conheciam, gostavam e conseguiam tocar o riff principal numa aula (simplificado claro). Iam para casa todos contentes! Agora, os novos, já não conhecem o tema e nem acham piada ao riff.

Isto indica o fim da musica, ou da guitarra? Não me parece! Eles conhecem outros temas e têm outros gostos! Só isso :yes: Durante uns meses era toda a malta a pedir o Riff do "Do I wanna know" dos Artic Monkeys.  Mas, regra geral, tenho notado um grande interesse em canções simples.

Uma coisa que me pedem muito: Vão ao youtube ver versões acústicas de temas POP/Electronicos actuais e pedem-me para sacar/ensinar os acordes. Eles estão a gostar muito da cena de simplificar as musicas a simplesmente harmonia e melodia para tocar os acordes numa gtr acústica e cantar. 

Pessoalmente, eu gosto disso! E tenho a teoria de que isto acontece porque a malta anda farta de ouvir tudo "over produced". Mas é só uma teoria minha, sem grande fundamento factual. 

 

 

  

acho que isso também  reflecte o facto de apesar de existirem grandes guitarristas , se calhar tecnicamente superiores aos anteriores , a musica deles 

não aparece nos tops , não me parece que seja só um "complot" das editoras , é musica simplesmente desinteressante , imho 

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pgranadas    2137
há 2 horas, Antonio disse:

a malta anda farta de ouvir tudo "over produced".

Isso mesmo, é o facto de as coisas terem a tendência de serem cíclicas. Os vinis nos anos 80 estavam mortos e enterrado, porque o CD é que era, mas no sábado entrei numa loja que tinha mais do dobro de discos em vinil à venda do que de CD's.

As modas têem essa característica, e a música também tem a tendência de ser de alguma forma cíclica. Veja-se o início dos anos 80 com a música electrónica da altura. Todos queriam usar sintetizadores e aparecem N bandas que anularam a guitarra, finais dos 80, e os sintetizadores eram mal amados e a guitarra era rainha, e os ciclos continuam. Agora são de novo amados, a guitarra odiada, daqui a uns tempos veremos.

Curiosamente, os bateristas e os baixistas, que estão sempre em segundo plano, nunca saíram de moda....LOL

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tmo    1405

Eu não ia por nenhum desses caminhos, a mim parece-me que a situação que o @Antonio descreve se relaciona com a possibilidade dos alunos poderem fazer brilharete nas escolas a tocar uma música na guitarra que inicialmente não tem esse instrumento. Cena reconhecível, que todos conseguem acompanhar e que faz do rapaz uma estrela. Para todos os efeitos, a guitarra continua a ser o instrumento de eleição nos acampamentos e viagens de estudo. Nos intervalos das aulas nas escolas, não se vêm putos a trocar de flautas ou de oboés, violinos, pianos... já de violas há muito o "ensina-me lá os acordes da música...".

Daqui para os virtuosismos vai um grande salto, muito tempo de prática e estudo, mas este começo é igual em todas as gerações... digo eu que não percebo nada disto...

@pgranadas, relativamente aos baixistas e bateristas estás enganado, os anos 80 foram igualmente responsáveis pelos baixos synth e pelas baterias electrónicas programadas. Pet Shop Boys e New Kids on the Block de certeza que não tinham bateristas nem baixistas a fazerem suporte (posso estar enganado) excepto em espectáculos e muitas vezes eram para o show off e a fazerem playback. Os baixos synth e as baterias electrónicas/sampladas também permitiram o surgimento dos movimentos HipHop, Bipbop e companhias, que incluem sons percussivos de origens diversas que não baterias, geralmente beat box...

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Antonio    389

@tmo Talvez... mas olha que eu mostro cenas para tentar aliciar. Tanto dentro dos clássicos como os virtuosos contemporâneos. Não vejo interesse nenhum por parte deles nesse tipo de linguagem musical. 

Tenho alguns que curtem grunge. E 2 ou 3 que já tocam os solos todos do "Fade to black" e alguns outros clássicos do género. Mas são minoria. 

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LuisEmanuel    260
há 1 hora, Antonio disse:

@tmo Talvez... mas olha que eu mostro cenas para tentar aliciar. Tanto dentro dos clássicos como os virtuosos contemporâneos. Não vejo interesse nenhum por parte deles nesse tipo de linguagem musical. 

Tenho alguns que curtem grunge. E 2 ou 3 que já tocam os solos todos do "Fade to black" e alguns outros clássicos do género. Mas são minoria. 

Aqui é um pouco mais do mesmo. Não tão extremo mas sim, é um bocado isso.

No entanto, vejo que quanto mais aprendem mais querem aprender e começam a procurar outras linguagens e técnicas. 

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