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resolectric    1176

Também podem ler Wagner.
A correspondência com Nietzsche é muito interessante.

Seja como for, mesmo tendo em conta eventuais intenções humorísticas dos comentários, avaliar Wagner pelo prisma dos nacionalistas que lhe sucederam décadas depois de ele próprio ter morrido, é redutor.
No mínimo.

Já agora, o responsável por essa merda toda a que se referem era austríaco.
Talvez um dos povos mais inteligentes do planeta pois convenceram todo o mundo que o Hitler era alemão e o Beethoven, austríaco.

Seja como for, não ouvindo Wagner a única coisa que sobra é essa visão minimalista.
 

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Antonio    487
On 8/15/2019 at 10:45, resolectric disse:

 

Arranjos.
Ouvir Wagner é elucidativo.

A facilidade e subsequente qualidade da mistura é directamente proporcional à qualidade do arranjo. Sem dúvida nenhuma. 

Um bom arranjo, bem gravado e executado, soa logo bem só levantando os faders. São brutais de misturar. Porque o processo de mistura passa a ser focado na parte criativa em vez de na resolução de problemas... 

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resolectric    1176
On 8/15/2019 at 20:55, Rui T disse:

Não posso ouvir Wagner.

Fico com vontade de invadir a Polónia.

 

Oh... olha que coisa incrível aconteceu umas 20 horas depois desse teu post (não, não foi outra invasão da Polónia)
Hoje à tarde decidi fazer "feriado" e fiquei em casa a ver um filme, o «Manhattan Murder Mistery» do Woddy Allen (1993) e não é que ele diz exactamente isso quando sai da ópera, depois de assistir a uma ópera de Wagner?! :D

Muito fixe e o filme é excelente. A parte do "i command you to sleep! I command you to sleep!" é dos melhores momentos do Allen.

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Rui T    1534
On 16/08/2019 at 19:33, resolectric disse:

Oh... olha que coisa incrível aconteceu umas 20 horas depois desse teu post (não, não foi outra invasão da Polónia)
Hoje à tarde decidi fazer "feriado" e fiquei em casa a ver um filme, o «Manhattan Murder Mistery» do Woddy Allen (1993) e não é que ele diz exactamente isso quando sai da ópera, depois de assistir a uma ópera de Wagner?! :D

Muito fixe e o filme é excelente. A parte do "i command you to sleep! I command you to sleep!" é dos melhores momentos do Allen.

Eu não vi o filme, mas a piada original é mesmo do Woody Allen.

E acho que era mais antiga do que esse filme. Talvez de um dos livros...

Aliás, esse filme não vi, apesar de ter visto muitos filmes dele durante os anos 80 e lido os livros.

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resolectric    1176

Pois, eu tambem nao tinha visto!
Tenho tres livros dele, vi imensos filmes mas este ]e de uma decada de que vi poucos filmes dele.

 

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Antonio    487

@pipes Concordo com o gajo numa cena:  Se as pessoas não compram musica temos de nos desenrascar de outras maneiras.

Não está certo. O nosso trabalho tem valor. Mas infelizmente isto é o que é. Ou aceitamos e mudamos completamente o modelo de negocio ou não fazemos guito nenhum. Ponto.  

Acho que ficar agarrado ao antigo modelo de negocio e a refilar que as pessoas sacam as musicas todas e os serviços de streaming dão pouco, não vai resolver o problema… 

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pipes    3613

Sim, ambas as visões têm a sua "razão". 

E não sei até que ponto é que esta nova era da música digital "sem valor", será uma fase, vamos ver...

Continuo a achar que o modelo antigo, com todos os defeitos e máfias, funcionava melhor. Havia mais dinheiro a "fundo perdido" para investir em novas bandas, financiar discos, meter as máquinas de mkt a trabalhar, etc

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Antonio    487
há 47 minutos, pipes disse:

Sim, ambas as visões têm a sua "razão". 

E não sei até que ponto é que esta nova era da música digital "sem valor", será uma fase, vamos ver...

Continuo a achar que o modelo antigo, com todos os defeitos e máfias, funcionava melhor. Havia mais dinheiro a "fundo perdido" para investir em novas bandas, financiar discos, meter as máquinas de mkt a trabalhar, etc

Yah. O modelo antigo pelo menos tentava ser certo e fazer as pessoas pagarem pelo trabalho criativo. 

Por outro lado tudo está a ficar mais barato de produzir. Desde as músicas ao marketing. 

Hoje em dia pelo preço que se gravava um álbum num estúdio monta-se um alta estúdio em casa para gravar tudo o que se quizer. 

Em relação ao marketing, hoje em dia é super fácil ter acesso e utilizar programas de imagem. Tanto foto como vídeo. E com 30 ou 40 paus pagar-se publicidade nas redes sociais que chegam a milhares de pessoas. Antigamente para fazeres publicidade com a mesma projecção tinhas de pagar milhares. 

Portanto, as coisas estão diferentes. Não melhores nem piores. 

 

Eu acho que o maior stress hoje em dia é subresair de todo o "noise" que há online e ter a atenção das pessoas... 

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pipes    3613
há 2 horas, Antonio disse:

Yah. O modelo antigo pelo menos tentava ser certo e fazer as pessoas pagarem pelo trabalho criativo. 

Por outro lado tudo está a ficar mais barato de produzir. Desde as músicas ao marketing. 

Hoje em dia pelo preço que se gravava um álbum num estúdio monta-se um alta estúdio em casa para gravar tudo o que se quizer. 

Em relação ao marketing, hoje em dia é super fácil ter acesso e utilizar programas de imagem. Tanto foto como vídeo. E com 30 ou 40 paus pagar-se publicidade nas redes sociais que chegam a milhares de pessoas. Antigamente para fazeres publicidade com a mesma projecção tinhas de pagar milhares. 

Portanto, as coisas estão diferentes. Não melhores nem piores. 

 

Eu acho que o maior stress hoje em dia é subresair de todo o "noise" que há online e ter a atenção das pessoas... 

O problema é mesmo esse. Acaba por ser uma contradição, ou melhor, acaba por cair em saco roto. Todos temos demasiado tempo de antena hoje em dia, e a publicidade acaba por ser inconsequente.

No modelo anterior, tinhas uma "máquina" (com todas as injustiças e esquemas que esse modelo tem/tinha) que tinha uma força e uma legitimidade tal, que te empurrava para patamares de exposição, exponencialmente maiores.

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