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pgranadas    2316
há 1 hora, stratocosta disse:

tipo remar contra a maré ?

Basicamente isso, se bem que não posso de deixar de ficar impressionado com o movimento do vinil. Aqui no burgo fazem feiras dedicadas a isso, e são muito frequentadas também. Mas não sei se será a velha guarda a procurar manter a nostalgia, ou se haverá público jovem.  Nunca lá fui para perceber isso.

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Antonio    507

Nah.. Não é para combater nada. É só mais uma cena. Eu gosto, é bonito, soa bem e sabe a hobbie é séria :yes:

Tambem ouço e descubro bué musica em streaming. Mas sabe bem, quando de tem um bocadinho de tempo livre, ir buscar o disco, admirar a artwork, pôr no prato, baixar agulha, etc.. É um ritual de relaxamento  

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tmo    1745
há 37 minutos, Antonio disse:

Nah.. Não é para combater nada. É só mais uma cena. Eu gosto, é bonito, soa bem e sabe a hobbie é séria :yes:

Tambem ouço e descubro bué musica em streaming. Mas sabe bem, quando de tem um bocadinho de tempo livre, ir buscar o disco, admirar a artwork, pôr no prato, baixar agulha, etc.. É um ritual de relaxamento  

Tocaste no ponto, o "ritual" de ouvir música pelo propósito de ouvir música está bastante diferente na actualidade quando comparado com o que acontecia há 30 anos atrás...

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John10    585
há 12 horas, mpexus disse:

Sentas-te só a ouvir os discos de enfiada como se fazia há uns 20-30 anos?  Era ai que queria chegar e foi o que referi, estar simplesmente só a ouvir sem entrar em outras actividades fisicas e usar a musica como background. Eu quando estou a trabalhar tenho sempre musica a tocar nos phones, nem que seja para não ouvir o barulho de fora.

Sim sento-me. Mas o que eu faço ou deixo de fazer não tem importância.

E mais, tanto quanto sei há 20/30 anos também ninguém se sentava só para ouvir música. O pessoal juntava-se e ouvia-se enquanto se conversava, ou enquanto se lia um livro ou uma revista, ou enquanto jogavas (fosse às cartas ou damas ou mais recentemente jogos no pc). Ou como o @pipes enquanto se lia o artwork. Tenho um amigo meu que dirigia a Valentim de Carvalho em Guimarães era grande conhecedor de música, tinha infinitos discos, e ele também não se sentava para se concentrar na música. Ia ouvindo e ia absorvendo o que ouvia.

Mas bem, isto para mim nem é importante, porque eu não acho que os momentos em que se ouve música seja assim tão diferentes. Para mim, simplesmente, perdeu-se a ideia de ouvir o álbum. Agora o pessoal ouve músicas de formas mais dispersas que impedem a construção de uma espécie de base de dados (por assim dizer) coerente. Por exemplo. Lembro-me de ir ver os dEUS ao Sá da Bandeira após eles terem lançado o disco Keep You Close, que tinha uma música que fez algum furor chamada Ghosts (pela música e pelo vídeo) e quando fui ao concerto, onde normalmente raramente se via pessoal mais novo do que 30, nesse ano chego lá e há montes de miúdas de vinte e poucos anos (o que não me importa de todo lol. Aparte curioso uma delas viria a ser colega de curso da minha namorada mais tarde). E a banda tocou basicamente as músicas do último disco todas de fiada e depois tocou as "antigas" que os fans mais habituais queriam ouvir. Essa juventude toda curtiu imenso duas músicas e no resto do concerto via-se claramente que não conheciam nada.

Isto para dizer que entre eles e eu a diferença é que eu ouvi os discos e conheço a tal "base de dados" onde se reúne a música deles. Eles conheciam um ou dois ficheiros. E isto não é bom nem mau. É diferente apenas. Hoje ouvem-se as músicas sem a noção de pertencerem a um trabalho mais global. Como digo, não é bom nem mau. É diferente.

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pgranadas    2316

No entanto, para mim pessoalmente. Não faz nenhum sentido ir a um concerto, so porque gosto de uma música, assim como não compro um álbum por causa de uma música. Ou aprecio a generalidade do seu trabalho, ou não e não vou nem compro.

O que me leva à questão: se não ouvem os álbuns, como é que os bilhetes dos concertos esgotam? Vão lá por causa de uma música?!?!

Nao me parece, porque basta ver um vídeo ao vivo do Justino Bibas, e as pitas estão agarradas às grades a cantar as musicas todas do início ao fim. Pode-se dizer que essas sejam as verdadeiras fans, mas e o resto do recinto? Ainda que metade seja fan, e a outra metade sejam os namorados para se certificar que elas não se despem, ainda assim...

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John10    585

@pgranadasEssa questão não é linear. Já se sabe que na adolescência há exacerbação e idolatria (em muitos casos). É quando o pessoal decora letras e cola os posters na parede. E também, se em Portugal, entre dez milhões existem 5, 10 ou 15 mil que queiram ir ver o concerto isso não é fora do normal. Mas há uma diferença sempre entre concertos para adolescentes e concertos para adultos, por assim dizer.

Quando perguntas se há gente que vai por causa de uma música, claro que há. Esse concerto dos dEUS a que eu fui é a prova disso. Mas mais, quanto pessoal não foi ver os Rammstein porque gostaram da Du Hast? Ou da Ich Will? E isso vai de encontro ao que eu disse antes. Muita gente dirá "eu gosto de Rammstein" mas se calhar gostam de algumas músicas. E se calhar até ouviram os discos uma vez, e pouco se lembram, para além de terem gostado de música A ou B. Há aí muito pessoal que diz que gosta de Rage Against the Machine e só conhece a Killing in the name. E de qualquer das formas ir a um concerto é, em muitos casos, um evento social também.

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mpexus    633
há 8 horas, John10 disse:

Sim sento-me. Mas o que eu faço ou deixo de fazer não tem importância.

E mais, tanto quanto sei há 20/30 anos também ninguém se sentava só para ouvir música. O pessoal juntava-se e ouvia-se enquanto se conversava, ou enquanto se lia um livro ou uma revista, ou enquanto jogavas (fosse às cartas ou damas ou mais recentemente jogos no pc). Ou como o @pipes enquanto se lia o artwork. Tenho um amigo meu que dirigia a Valentim de Carvalho em Guimarães era grande conhecedor de música, tinha infinitos discos, e ele também não se sentava para se concentrar na música. Ia ouvindo e ia absorvendo o que ouvia.

 

Eu muita vez metia discos a girar e deitava-me na cama com as luzes apagadas a apreciar só a musica, fiz isso centenas de vezes. Por preguiça chegava a ouvir o mesmo lado 2-3Xs só para não me levantar ;) 
 

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paulosergio    401
há 36 minutos, mpexus disse:

Eu muita vez metia discos a girar e deitava-me na cama com as luzes apagadas a apreciar só a musica, fiz isso centenas de vezes. Por preguiça chegava a ouvir o mesmo lado 2-3Xs só para não me levantar ;) 
 

Eu deitava-me no chão a ouvir vezes sem conta "alchemy" dos Dire Straits, ou Pink Floyd...

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stratocosta    3685

o alchemy é um álbum extraordinário mas muito esquecido quando de fala de álbuns ao vivo.

do ponto de vista "guitarristico" arrasa com muitos !clássicos"

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