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Rukas    1700
há 21 horas, pipes disse:

 

Mais uma vez os mafiosos dos Clinton fizeram das deles.

Make Rock great again!

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F.Coelho    256
há 24 minutos, Rukas disse:

Ja agora deixo-vos este video.

Este vídeo está muito bem feito e encaminha o tema para aquilo que é muito importante: "Que sociedade estamos a criar? Estaremos a ser manipulados? E se sim porquê?"

Outras questões: "Será que a música mais complexa é uma ameaça? Quais os perigos da música tipo "hamburger"? A música pode disciplinar comportamentos? Que comportamentos querem que tenhamos?... e segue. Merece uma análise, ou tentativa.

 

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F.Coelho    256

Que sociedade estamos a criar?

Nunca se ouviu tanto a palavra sobrevivência, comparativamente com as últimas 4 décadas.

A sobrevivência da UE, a sobrevivência de povos, a sobrevivência das empresas, a sobrevivência do colectivo, a sobrevivência do eu, enquanto pessoa individual...

E porquê? Porque algo se alterou ou foi introduzido no xadrez mundial.

A sobrevivência tem a haver com os recursos mais básicos: alimentação, saúde e segurança.

Factores que contribuem para uma ameaça à sobrevivência: aumento da população mundial, em proporções insustentáveis face aos recursos existentes; concentração da maior parte do capital nas mãos de tão poucos; alterações e imprevisibilidades climáticas; aumento do desemprego a par de um aumento do emprego precário (muitas pessoas desistiram de procurar emprego; o emprego que se cria é precário porque de um momento para o outro pode desaparecer).

Se estamos ameaçados pela falta de comida e pelo problema da água potável nas próximas décadas, tal poderá ser minimizado por um controlo mundial humanizado do crescimento da população a par de medidas que reponham leitos de água e da criação de alimentação com elementos básicos, que não esgotem a capacidade produtiva das terras e dos mares, mas que atendam às necessidades fisiológicas.

No caso da saúde e segurança as coisas complicam-se.

Mais saúde significa mais anos de vida e menos natalidade. Menos natalidade significa menos potencial humano, já que mais anos de vida não implicam necessariamente mais trabalho, mais criatividade e mais pujança para o planeta. Mais saúde implica alocação de recursos preciosos, também necessários noutras áreas.

Não significa isto, nem haverá o direito seja a quem for, que sejam postos na gaveta os “direitos humanos” e se criem mecanismos disfarçados para diminuir a esperança de vida.

Neste âmbito, convém acrescentar que, se assistimos a um aumento da esperança de vida tal refere-se a uma geração que nasceu em torno dos anos 50 do século XX. Nas últimas décadas foram cometidos tantos atentados e crimes à população mundial (alimentos com químicos; a proliferação de alimentos processados; medicamentos com nefastos efeitos secundários; proliferação de drogas; fugas radioactivas, contaminação dos mares com plásticos, são alguns exemplos) que as novas gerações se verão, com certeza, confrontadas com uma maior debilidade de saúde num estágio mais cedo da vida.

O caso da segurança pode ser observado sob diversos prismas. A segurança no emprego, a segurança física do dia a dia e o sentimento de segurança quanto ao futuro.

No que respeita ao emprego, a revolução digital está a desertificar a floresta dos empregos. Tal fenómeno será mais nefasto à medida que a Inteligência Artificial se vá instalando no mundo. Está-se a criar um mundo que pode dispensar muitas pessoas e as pessoas de hoje cometem um pecado capital, por só não serem reactivos quanto ao fenómeno, como pelo contrário, alimentam-no a todo o instante (os consumidores) e dão parte das suas vidas procurando criar novas técnicas mais nefastas que favorecem o cavar das desigualdades sociais (os criadores e as empresas). Se por um lado o mundo está mais unido, as acções de controlo e formatação tendem a um maior empobrecimento do espírito humano.

Numa sociedade deste tipo é natural que a segurança física do dia a dia se vá deteriorando bem como a segurança quanto ao futuro.

As acções de controlo e formatação passam pela existência, criação ou invenção de ameaças devastadoras de efeito mundial. Ameaças de guerra, terramotos, ciclones, pandemias, colapsos de bolsas, perigos de asteróides... são tudo fenómenos amplamente divulgados pelos órgãos de comunicação que amedrontam e que acabam por condicionar as acções individuais e no somatório, a acção do colectivo. Também se acrescenta o controlo das pessoas através das comunicações, redes sociais e hábitos ou estilos de vida tendo em conta o registo pessoal em empresas de vendas de bens e serviços. Só possível com o digital.

 

Que papel cabe à música numa sociedade desta natureza?

Nas sociedades primitivas a música era simples. Normalmente estava associada a rituais. Quer fosse por uma caçada mais abundante, quer por uma maior protecção dos deuses contra desastres naturais, quer fosse por questões de fertilidade. Se repararmos, todos eles se encaixam no capítulo da sobrevivência.

As músicas não eram expressivas, poucas palavras entravam nos cantos, tinham poucas notas, mas eram fortes de intensidade, talvez para impor autoridade, respeito, competição, medo... A música pertencia a todos e incitava à união, embora houvesse uma entidade reconhecida por todos que encarnava uma quase divindade nos rituais que se realizavam.

A música só teve evolução, no que respeita à complexidade, à medida que as sociedades se começaram a revelar mais humanas e mais abastadas. No mundo ocidental, a Grécia Clássica, será o exemplo mais antigo (muito embora, a guerra estivesse presente, mas longe de casa, pelo menos durante longos períodos).

Nos tempos modernos, a música terá tido um papel forte durante a guerra do Vietnam, como factor opositor a uma dada política.

Na actualidade, vivemos momentos num momento de transição. Ainda até bem pouco tempo, ouvíamos as peças quase clássicas de Procol Harum, Genesis, com Peter Gabriel, Pink Floyd, Yes... com letras expressivas e profundas de Led Zepplin, The Doors, David Bowie,...

Peças dignas de análise constante. Que precisavam sempre de uma nova audição para descobrir um novo detalhe aqui, outro acolá.

O vídeo posto anteriormente pelo Rukas é interessante. E se repararmos com atenção a música actual pode ter uma comparação aos rituais primitivos. É pobre na complexidade, é forte na batida, é banal, une os povos que a ela aderem mas não provocam transtornos nas sociedades, pois a palavra de ordem é sobrevivência.

Para onde vamos? Só o tempo o dirá. Mas no meu entendimento, numa altura em que assistimos a uma evolução tecnológica em exponencial, parece que o "Eu" tem cada vez menos importância. E como exemplo disso, sublinho aqui o facto de determinadas disciplinas terem deixado de constar no ensino geral dos jovens, como o caso da Música e da Filosofia. O ensino e a formação é outro problema.

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John10    585
On 05/06/2018 at 21:03, Coelho135 disse:

Este vídeo está muito bem feito e encaminha o tema para aquilo que é muito importante: "Que sociedade estamos a criar? Estaremos a ser manipulados? E se sim porquê?"

Sim estamos a ser manipulados. Deixo aqui um vídeo, comédia é certo, mas que toca no ponto de uma forma com a qual concordo. É tudo para vender. "A good clean country! Heil! Heil! Heil!"

 

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F.Coelho    256

Nas minhas pesquisas pela net encontrei este artigo interessante, que poderá dar algum contributo para este tópico.

O autor para análise da economia dos EUA (em 2013) faz uma introdução focando-se na indústria do Rock and Roll. Fiz um extracto daquilo que considerei mais pertinente para o tópico, sem fazer comentários.

Para quem quiser aprofundar mais a leitura apresento o seguinte link:

https://obamawhitehouse.archives.gov/blog/2013/06/12/rock-and-roll-economics-and-rebuilding-middle-class

 

Rock and Roll, Economics, and Rebuilding the Middle Class

June 12, 2013 at 3:00 PM ET by David Vandivier

I gave this talk the title, “Land of Hope and Dreams: Rock and Roll, Economics and Rebuilding the Middle Class” because many of the forces that are buffeting the U.S. economy can be understood in the context of the music industry.

The music industry is a microcosm of what is happening in the U.S. economy at large. We are increasingly becoming a “winner-take-all economy,” a phenomenon that the music industry has long experienced.

The music industry has undergone a profound shift over the last 30 years. The price of the average concert ticket increased by nearly 400% from 1981 to 2012, much faster than the 150% rise in overall consumer price inflation.

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And prices for the best seats for the best performers have increased even faster.

At the same time, the share of concert revenue taken home by the top 1% of performers has more than doubled, rising from 26 percent in 1982 to 56 percent in 2003.

 

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The top 5 percent take home almost 90 percent of all concert revenues.

 

Rockonomics

I want to highlight four factors that are important in generating a superstar economy. These are technology, scale, luck and an erosion of social norms that compress prices and incomes. All of these factors are affecting the music industry.

He concluded that changes in communications technology allowed “a man exceptionally favored by genius and good luck” to command “undertakings vaster, and extending over a wider area, than ever before.”

The economist Sherwin Rosen developed a theoretical model in which super star effects are driven by “imperfect substitution” and “scale” in production. Simply put, imperfect substitution means that you would rather listen to one song by your favorite singer than a song and a half by someone else.

 

Scale means that one performer can reach a large audience.

Technological changes through the centuries have long made the music industry a super star industry. Advances over time including amplification, radio, records, 8-tracks, music videos, CDs, iPods, etc., have made it possible for the best performers to reach an ever wider audiencewith high fidelity.

 

But advances in technology have also had an unexpected effect. Recorded music has become cheap to replicate and distribute, and it is difficult to police unauthorized reproductions. This has cut into the revenue stream of the best performers, and caused them to raise their prices for live performances.

 

My research suggests that this is the primary reason why concert prices have risen so much since the late 1990s. In this spirit, David Bowie once predicted that “music itself is going to become like running water or electricity,” and, that as a result, artists should “be prepared for doing a lot of touring because that’s really the only unique situation that’s going to be left.” While concerts used to be a loss leader to sell albums, today concerts are a profit center.

 

If artists charge too much for their tickets, they risk losing their appeal. In this sense, the market for rock ‘n roll music is different from the market for commodities, or stocks and bonds. Considerations of fair treatment exert pressure on how much musicians can charge, even superstars.

 

They also protest when tickets sell for a higher price on the secondary market, and often try to prevent the secondary market entirely. And it is considered scandalous when performers sell tickets on the secondary market themselves.

 

Prices have risen for the best seats at the hottest shows – and made it possible for the best artists to make over $100 million for one tour – but this has come with a backlash from many fans who feel that rock ‘n roll is straying from its roots. And this is a risk to the entire industry.

 

Luck plays a major role in the rock ‘n roll industry. Success is hard to judge ahead of time, and definitely not guaranteed, even for the best performers.

 

Even the experts, with much at stake, have difficulty picking winners. Columbia Records turned down Elvis Presley in 1955 and the Beatles in 1963. They turned down Bob Dylan in 1963, and almost rejected “Like a Rolling Stone” in 1965, which was later named the greatest rock ‘n roll song ever by Rolling Stone magazine.

 

Both good and bad luck play a huge role in the rock ‘n roll industry. And the impact of luck is amplified in a superstar economy.

By the end of the experiment, the top song (“She Said” by Parker Theory) had been downloaded over 500 times, while the least popular song (“Florence” by Post Break Tragedy) had been downloaded just 29 times – so the natural outcome of the experiment was that the most popular song was nearly 20 times more popular than the least popular song.

This demonstrates that the belief that a song is popular has a profound effect on its popularity, even if it wasn’t truly popular to start with.

A more general lesson is that, in addition to talent, arbitrary factors can lead to success or failure, like whether another band happens to release a more popular song than your band at the same time. The difference between a Sugar Man, a Dylan and a Post Break Tragedy depends a lot more on luck than is commonly acknowledged.

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F.Coelho    256

Lembram-se daquela canção que dizia: “Video kill the radio stars”.

Diria: “A tecnologia digital matou (ou acabará por matar) as estrelas por completo”.

O texto do meu anterior post é muito pertinente (assim como tudo o resto).

 

A música sempre fez parte da vida de todos nos tempos mais remotos. Todos cantavam à volta de uma fogueira. Só há bem pouco tempo na História da civilização a sociedade entregou nas mãos de poucas pessoas a missão de produzir música para ela.

A História repete-se... que o digam os historiadores.

 

A sociedade nunca conheceu tanta acumulação de riqueza nas mãos de tão poucas estrelas. Mas esta tendência está por um fio. E porquê?

Longe vão os tempos em que uma super banda se dava ao luxo de ficar em casa e colher os lucros das vendas de discos (e tudo o que lhe estava à volta, desde canetas, revistas, crachás, camisas, guitarras com assinaturas e outras coisas da indústria montada em cima destes talentos). Quando decidiam fazer uma tournée tinham a opção de escolha onde iriam actuar (ou não). Lembro-me de um tempo em que os jovens em Portugal sofriam para saber se determinada banda passaria por cá ou não.

A tecnologia pôs toda a música a descoberto. Uma super banda já não faz fortunas com a venda de discos. Agora têm que sair da sua zona de conforto se querem facturar.

A industria musical tradicional tem vindo a apresentar sinais de declínio pois a nova geração aderiu a outra música. Para esta geração o que conta é o que “sacam” da Internet. E o que “sacam” é aquilo que “parece” estar na moda. E o que está na moda?

 

A indústria montada em cima do rock angariou fortunas de valor incalculável. Enquanto foi rentável manteve uma campanha agressiva que levou as pessoas a consumirem rock e só rock. Eu quando coloco num dos tópicos deste fórum a questão se o rock and roll chegou a nascer tem um carácter subtil. De facto o movimento nasceu por questões de diversa ordem e uma delas pode ser mesmo a questão do racismo nos EUA. A grande maioria das bandas são de raça branca... sou respeitador dos direitos humanos e como tal não falarei mais nesta vertente sob pena de ser mal interpretado. Mas diria que o rock “abafou” os blues (e mesmo o jazz).

Mas o rock floresceu porque também havia potencial para gerar fortunas. Arte e dinheiro, são para algumas pessoas algo que não têm pontos comuns. Para elas o dinheiro conspurca a arte (o punk nasceu e estava um pouco nesta linha).

Mas foi a indústria do Rock que contribuiu para a matança da galinha dos ovos de ouro, com as suas políticas de selecção de talentos e catalogação de toda a música produzida como rock.

Escolher quem mais pudesse vender, tudo em torno do lucro, foi o seu lema principal.

As sociedades foram manipuladas e tiveram a música que a industria impôs.

 

Voltando aos jovens. Existe um conflito geracional, como sempre existiu e existirá. Os jovens podem ouvir ainda alguma coisa do passado, mas estão mais focados no futuro. Por razões conhecidas, o hip hop tem tido uma grande ascensão porque as fronteiras de raça têm-se diluído nos últimos anos. Na camada mais velha da sociedade, que representa o rock, já ninguém compra nada e a ida a espectáculos ao vivo é um acontecimento raro. A indústria da música teve que direccionar as baterias para outra população alvo. Por isso o hip hop está na moda.

 

Mas será que vai ter longa vida?

 

No tempo dos grandes clássicos (Mozart, Bach, Verdi,...), a música era composta na esperança que algum rei europeu comprasse a composição. Esta era apresentada e tocada em eventos especiais. Geograficamente falando, a música tinha pouco impacto. Ou seja, tinha um “consumo” muito restrito e era, principalmente, dirigido à casta da sociedade. A música do povo continuava suportada na música tradicional.

 

Voltando ao presente.

Uma pergunta que se pode fazer é: Quem está disposto nos nossos dias a arriscar financeiramente por uma carreira de um talento? Parece-me que a resposta a isso é: ninguém.

Hoje a música é como um bem de consumo que aparece e desaparece num piscar de olhos.

As super bandas do rock estão a dar os últimos suspiros. Na tentativa de angariarem lucro perdido, estão a fazer tournées por tudo o que é sítio aproveitando a camada etária da sociedade que em tempos idos lhes compraram os discos. Quando estas bandas desaparecerem o que restará?

 

Restarão talentos criados de um dia para o outro e que desaparecerão no dia seguinte. E assim o será porque os jovens assim o querem e a tecnologia assim o permite. Têm mais liberdade de escolha e são mais individualistas. Mudam rapidamente de gostos pela dinâmica das coisas.

 

Muito provavelmente, nos próximos 50 anos vamos fazer a História se repetir. Canais como o Youtube darão a oportunidade a alguns artistas virem a ter alguma ascensão e terem um limitado valor, numa mistura de sons improváveis. A música popular será esta. Sem género específico ao gosto da anarquia.

No meio desta confusão, poderá haver um ou outro fenómeno de fama e fortuna, pagas por quem detiver o capital para o pagar. E temos assistido a casos, como o caso de Jasper Kid, que tem facturado imenso na produção de bandas sonoras para jogos. Mas este tipo de música terá um consumo restrito a quem joga e tenha gosto por música. É na tecnologia digital que está o capital, e só esta poderá pagar fortunas a tão poucos. Tal como os Reis pagavam aos compositores no tempo que assinalei anteriormente.

Não será um futuro risonho para a música, a não ser que entretanto haja uma revolução nos instrumentos. Pois, sempre que um instrumento teve uma melhoraria tecnológica foi aberta uma porta para nova música.

Tal aconteceu com o fenómeno guitarra eléctrica. O mundo estava condenado, no bom sentido, a conhecer o potencial desta nova tecnologia. E não foi pelo facto de se chamar rock que tal aconteceu, já estava destinado. O facto de lhe terem chamado rock (a tudo!) acabou por nos conduzir à situação que hoje vivemos de incerteza. Pois dando o rock como morto, ninguém quererá produzir algo sobre uma campa.

 

...ou então uma revolução na biogenética poderá vir a alterar a forma de se fazer e ouvir música.

 

A não ser que alguém do fórum coloque questões pertinentes (e que fundamentalmente leia todos os textos antes do debate), dou este tópico por encerrado, pela minha parte.

 

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pgranadas    2305
há 1 hora, F.Coelho disse:

De facto o movimento nasceu por questões de diversa ordem e uma delas pode ser mesmo a questão do racismo nos EUA. A grande maioria das bandas são de raça branca...

Portanto o Jimi Hendrix, deu origem a uma cena branca....

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F.Coelho    256
há 1 hora, pgranadas disse:

Portanto o Jimi Hendrix, deu origem a uma cena branca....

Podes elaborar mais por favor. Não consigo argumentar com frases soltas ao vento.

Obrigado.

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pgranadas    2305
há 3 horas, F.Coelho disse:

Podes elaborar mais por favor. Não consigo argumentar com frases soltas ao vento.

Obrigado.

Queres que desenvolva? 

Lamento mas não tenho a capacidade que tens em passar tanto tempo a escrever. Prefiro passar o meu tempo a fazer música.

Simplesmente a tua afirmação é especulação e é ridícula.

Não pretendo nem vou iniciar uma discussão.

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