paulo.mendes

Mãos demasiado pequenas?



Posts Recomendados:

mpexus    633

As guitarras caras não são caras por causa das Madeiras, mas sim pelos salários que os trabalhadores que as fazem recebem. Mão de obra é sempre o factor mais caro em qualquer produto. 

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
John10    585
há 15 horas, Coelho135 disse:

Um carro de 30 mil euros não garante nada. Se falarmos de um carro de 100 mil euros, tenho a certeza que o fabricante teve o cuidado de um controlo de qualidade muito elevado. E esses não darão problemas.

Isso é que era bom! O problema dos carros é que antigamente só tinham motor, caixa e direcção. Hoje têm uma panóplia de componentes electrónicos, relativamente frágeis e que são bastante falíveis. Não interessa se o carro é de 30 ou de 100.  Por isso comprem carros dos anos 90 para trás. Nada melhor.

há 15 horas, Coelho135 disse:

Electrónica, pickup's e afins. Hoje com tantos processadores de sinal e amplificações XPO,  metas uma guitarra de €200 ou de €3000 o sinal que saí é o mesmo. E eu digo isto porque tenho um primitiva ZOOM G3 e ela já faz isso para os vários tipos de pickup's e humbuckers das minhas guitarras.

Pessoalmente discordo. Nas pedaleiras multi Fx antigas, sim, tudo soava um bocado ao mesmo, mas se hoje em dia as multi fx afirmam estar super próximo se não mesmo equivalentes ao analógico de qualidade (bons amps a válvulas etc) então isso não pode ser verdade. Eu ainda uso pedalboard e amp a válvulas e noto bem a diferença entre uma Squier CV e a minha Fender Am standard. E isto não é para dizer mal da Squier. É apenas para realçar que a diferença continua lá.

Na minha lag que custo 250€ mudei o humbucker de stock para um EMG81 e notei a diferença, portanto, continuo a achar que set ups e qualidade em geral das guitarras continua a ser evidente. O que não quer dizer que preço seja qualidade atenção!

  • Gosto 2

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
pgranadas    2307
há 7 horas, Antonio disse:

No meu rig ouve-se muito bem a diferença de palheta! Quanto mais de guitarra! :P

Eu que do uso digital, também noto claramente as diferenças, tanto de palheta, como de pickups. Tenho 3 Strats SSS, e todas são muito diferentes entre si.

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
F.Coelho    256
On 01/06/2018 at 12:15, Coelho135 disse:

Electrónica, pickup's e afins. Hoje com tantos processadores de sinal e amplificações XPO,  metas uma guitarra de €200 ou de €3000 o sinal que saí é o mesmo.

No contexto em que escrevi a frase, deveria ter acrescentado, no final: "para efeitos práticos".

Acredito que hajam diferenças, mas são menos perceptíveis quando se aplicam efeitos "pesados", como por exemplo "distortion" ou excesso de overdriven.

Ou mesmo se se aplicar o delay em "cascatas".

Sou anti-digital e por isso, compreendam o meu discurso tendencioso e no vosso entendimento, pouco preciso.

Sou apologista de que o digital deve servir o homem e não o contrário. Quando se passa muito tempo de volta de um processador de sinais, muitas vezes à procura de nada, estamos a ser escravos da máquina. Por outro lado, vejo aqui no fórum que o pessoal gosta de mudar de processador. Isto significa que os seus "timbres" estão sempre a mudar. Mas afinal, o objectivo é tocar música ou andar a fazer combinações de efeitos. Por exemplo, 4 pedais, permitem uma combinação de 14 sets (mantendo-os na mesma ordem e sem contar com a infinidade de possibilidades dadas pelos individuais reguladores de tempo, volume, ganho, etc.). Num processador FX, nem quero pensar na infinidade de sets possíveis (acho que uma vida não chega para fazer todas as combinações).

Por outro lado, existe uma indústria exploratória associada a estes devices. Os patchs para executar o som daquele ou do outro guitarrista... que soam quase sempre a fake (e depois o mais giro é que grande parte dos bons guitarristas tocam com analógico). A propaganda do sempre melhor, mais próximo da realidade, blá, blá, blá. A realidade já existe há muito tempo. O analógico é a realidade.

A minha G3 é utilizada para treinar técnica, fazer exercícios, martelar partes de músicas (não me apanha a fazer combinações) . Assim poupo as válvulas do amp. O set é o mais simples. Está aqui para me servir.

Para sentir a música... manter tudo simples... tudo analógico.

Por fim... Teoria da conspiração... Acho que é sempre bom abordar este ponto de vista... Pelo menos permite-nos especular, abrir a imaginação...

Os devices digitais empurram-nos para a gravação nos PC's com a utilização de aplicações.

Ainda há pouco tempo tivemos o problema da protecção de dados no Facebook. Para quem compõe, quem lhes garante que a sua propriedade intelectual está a ser protegida quando grava no PC? (Provavelmente isto não fará sentido, pois penso que quem estiver ciente disto e for mais precavido fará as suas gravações em "banda magnética" sem possibilidades de fugas).

 

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
F.Coelho    256

Só por curiosidade. A pedaleira Zoom Gn5 tem a possibilidade de utilizar 9 efeitos em simultâneo. Nove posições dá um total de 510 combinações (2^1+2^2+2^3+2^4+2^5+2^6+2^7+2^8)* possíveis. Se o fabricante oferecer, por exemplo, 5 tipos de pedais de delay, as combinações sobem para 5X510= 2.550. Se considerarmos 8 tipos de amplificador:

8X2.550= 20.400 combinações... e assim sucessivamente. Peço desculpa, mas estes fabricantes estão a gozar com as pessoas e deviam ser castigados.

nota: * 2^3, por exemplo, significa 2 elevado à potência de 3, que é igual a 8.

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
pgranadas    2307
há 11 horas, Coelho135 disse:

Por outro lado, vejo aqui no fórum que o pessoal gosta de mudar de processador. Isto significa que os seus "timbres" estão sempre a mudar. Mas afinal, o objectivo é tocar música ou andar a fazer combinações de efeitos.

Ha quem goste de ter variedade no seu som, de experimentar novas estéticas sonoras. Isso permite não só cortar a monotonia, mas muito mais importante, desenvolver técnicas. Para alguns, ter muitas possibilidades na lhes diz nada, e há que respeitar isso. O pessoal do jazz é tendencialmente minimalista, e não é por isso que são limitados, bem pelo contrário. Mas no meu caso, gosto de ter a possibilidade de se me apetecer, poder o fazer, e o digital permite fazer iso de forma simples, fácil, e muito importante, barata.

Se fosse a investir em equipamento analógico, para fazer o que faço no digital, teria de vender a casa.

Para uns o que parece exagerado ou confuso, para outros é um mundo maravilhoso a explorar. Sou um admirador de guitarristas como David Guilmour ou The Edge, que usam toneladas de efeitos.

Quanto ao em efeitos mesmo pesados, não se notar a diferença...Repito o que já disse lá atras. Eu noto, mesmo entre as guitarras com a mesma configuração de pickups, e sim, em digital.

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
John10    585
há 13 horas, Coelho135 disse:

Por outro lado, vejo aqui no fórum que o pessoal gosta de mudar de processador. Isto significa que os seus "timbres" estão sempre a mudar. Mas afinal, o objectivo é tocar música ou andar a fazer combinações de efeitos.

Também há pessoal que é tudo analógico e gasta montes de dinheiro a comprar delays diferentes e amps diferentes. Isso não é grande comparação. Para mim, nem tenho grandes questões que digital esteja a aproximar-se do analógico. Para mim o analógico atrai-me porque é mais plug and play. Não há cá grandes tretas. Digital dá mais trabalho para termos as coisas como queremos e isso para mim desmotiva-me.

Depois há dois tipos de consumidores. O consumidor que quer o espectáculo e o que quer o conteúdo. Vejo muito pessoal que considero de qualidade (até aqui no fórum)  a usar imensas ferramentas diferentes do analógico ao digital e os resultados são bons, pelo que o conteúdo destas novas ferramentas digitais não pode ser assim tão mau. Claro que também há pessoa que se calhar vai à loja e pede a multi fx mais cara e uns monitores condizentes e acha-se o maior, mas isso é o pessoal que quer espectáculo. Isso vai sempre existir.

Quanto às combinações, bem, normalmente o pessoal passa uma vez pelos sons todos e depois assenta numa base. Eu tenho uma pedalboard e é o que faço. Quando compro os pedais experimento tudo mas depois quero chegar a um ponto onde diga "É assim que gosto" e sei que tenho outras possibilidades, mas mantenho sempre mais ou menos o setting, um tweak aqui e ali mas tudo menor. Pessoal com Multi Fx deve fazer a mesma coisa, com a única vantagem de poder guarda presets e variar facilmente entre eles, pelo que, compreendo o apelo. Eu se tivesse uma banda era bem capaz de comprar uma pedaleira multi fx só para ensaios e não ter de andar a acarretar o material. E usaria só o meu rig #1 em coisas sérias, tipo concertos e gravações.

  • Gosto 2

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
tmo    1732

... onde isto já foi parar... abram um novo tópico sobre o assunto até pelo menos o autor deste se manifestar sobre as mãos demasiado pequenas e soluções apresentadas.

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais

Regista-te ou entra para comentar!

Para deixar um comentário é necessário estar registado. É muito fácil!

Criar uma conta

Regista-te e vem fazer parte desta comunidade! É fácil!

Registar-me

Entrar

Já estás registado? Entra aqui!

Entrar agora