F.Coelho

Uma coisa velhinha, ou não.



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F.Coelho    117

Neste tópico os membros são convidados a apresentar o dispositivo mais antigo que têm e que ainda utilizam, apontando as vantagens da sua utilização. Não interessa a sua natureza (desde afinadores, passando por pedais e até bancos, etc). Também pode ser a peça mais antiga que guardam com estima.

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Tinha esta peça guardada já há bastante tempo, comprada na altura que tocava guitarra clássica. Há pouco tempo deparava-me com um problema relacionado com evolução do treino em termos de velocidade. Passo a explicar:

Vamos supor que estamos perante uma parte de um solo que tem 4 grupos de 8 fusas (uma fusa é 1/8 de uma semínima), num compasso 4/4 e que cada semínima tem uma duração correspondente a 55 BPM.

Isto significa que, cada fusa tem de ser tocada à velocidade de 440 BPM (8X55) :wacko:. A partir de determinadas velocidades as frases (partes de solo) têm de ser tocadas de “atacado”. Isto é, mentalmente não dá para contar 1,2,3,..,8 – 1,2,3,..,8 – 1,2,3,..,8 - 1,2,3,..,8 com o metrónomo a uma velocidade de 55 BPM (pelo menos para mim não dá).

Este metrónomo tem uma particularidade: pode soar uma campainha consoante o compasso seleccionado (um Plim!). Ou seja:

No compasso 3/4 temos: Tique, Taque, Plim! Tique, Taque, Plim!...

No compasso 4/4 temos: Tique, Taque, Tique, Plim!, Tique, Taque; Tique, Plim!...

Qual é o método que utilizo?

Selecciono o compasso 4/4 no metrónomo (Ah! Primeiro tenho de dar corda ao metrónomo:D)

Ponho o metrónomo na velocidade 55, conferindo a velocidade com o TAP do metrónomo digital;

Aguardo por um Plim! e dou início à execução das 32 notas e a 33ª nota, que se segue ao grupo, terá que coincidir com o seguinte Plim! do metrónomo.

O metrónomo digital que normalmente utilizo está associado à Zoom G3 e não tem esta funcionalidade.

Desde que fui recuperar esta peça antiga, melhorei a performance.:yes:

 

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resolectric    729

Aqui no estúdio, um MiniMoog de 1979 e um Banjo de 1977.
Em casa é um livro com sermões da Inquisição :ph34r:

 

MoogWide.JPG

Banjo.jpg

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F.Coelho    117
há 10 minutos, resolectric disse:

Aqui no estúdio, um MiniMoog de 1979 e um Banjo de 1977.

Ainda são utilizados? Ou simplesmente são guardados com carinho?

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paulosergio    374
há 19 minutos, resolectric disse:

Aqui no estúdio, um MiniMoog de 1979 e um Banjo de 1977.
Em casa é um livro com sermões da Inquisição :ph34r:

 

MoogWide.JPG

Banjo.jpg

Em 1979, aquele Oscilator do MiniMoog deve ter feito sensação lol...

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resolectric    729
há 14 minutos, Coelho135 disse:

Ainda são utilizados? Ou simplesmente são guardados com carinho?

Ainda são utilizados, mais o Moog do que o Banjo.
Aliás, estou neste momento a misturar um album para uma banda sem teclista em que metade das músicas levaram Moog.
É muito útil, facilmente programável e com um som absolutamente fabuloso.

 

 

há 4 minutos, paulosergio disse:

Em 1979, aquele Oscilator do MiniMoog deve ter feito sensação lol...

Na realidade acho que os osciladores e os filtros do MiniMoog fazem mais sensação hoje em dia do que fizeram quando o sint era novidade!

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resolectric    729
Agora mesmo, paulosergio disse:

Acredito, também queria ter um...

Aparecem à venda no ebay. Fizeram-se muitos.
Eu já tive dois e vendi um em 1987 a um tipo que, segundo me segredou, o tem guardado debaixo da cama :D

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paulosergio    374
há 1 minuto, resolectric disse:

Ainda são utilizados, mais o Moog do que o Banjo.
Aliás, estou neste momento a misturar um album para uma banda sem teclista em que metade das músicas levaram Moog.
É muito útil, facilmente programável e com um som absolutamente fabuloso.

 

 

Na realidade acho que os osciladores e os filtros do MiniMoog fazem mais sensação hoje em dia do que fizeram quando o sint era novidade!

....Pois...se calhar...era tão novidade que a malta achava demasiado estranho?  Curioso

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resolectric    729
há 7 minutos, paulosergio disse:

....Pois...se calhar...era tão novidade que a malta achava demasiado estranho?  Curioso

Não, não era estranheza. Era mais porque aquilo que existia em sintetizadores era mais completo do que o MiniMoog.
O Mini fez sucesso não pelo som mas pelo facto de ser portátil e de ter um bom som para "solos".
Mais tarde e até hoje, começou a ganhar fama pelos baixos impressionantes que produz.

Mesmo os concorrentes portáteis que surgiram quase em simultâneo ganhavam muitas vezes ao MiniMoog por terem características mais interessantes. Por exemplo, o ARP Odyssey era duofónico (permitia que se tocassem acordes com duas teclas) enquanto o Mini é monofónico. Alguns sints da Yamaha que surgiram a seguir eram bastante mais estáveis na afinação, como eram também os Korg. O MiniMoog era muitas vezes apontado como "um problema" por causa da instabilidade na afinação. E eles sabiam-no, na fábrica, pois inclui um oscilador fixo, a 440Hz, para se afinarem os osciladores "in loco".
Por acaso o meu é incrívelmente estável mas o outro que vendi desafinava num instante.

Ganhou mais fama com o tempo do que aquela que tinha na época.
 

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