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PCanas    866

Compassos irracionais são coisas raras e podem ser confusos para quem não está habituado ou nunca ouviu falar.

O vídeo desmistificou a coisa, de forma simples, explicando o conceito.

Não estando errado o que escreveste, acho que conseguiste complicar a coisa ainda mais do que já era antes do vídeo :D

Fez lembrar as aulas de matemática, a professora explica o 2+2, o TPC é 2+5-4+3, e o teste é ((cos5^3 + 22/8)*44-9*sqrt(8)) / (3.14^2 - 8sen45) :D

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Deixo outro vídeo, ligeiramente offtopic

 

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F.Coelho    127

Tens razão que está complicado. Mas foi tudo ao correr da pena.

Agora com tempo vou adornando os post para se tornarem mais amigos.

Mais te digo que após o estudo sobre esta matéria, deixaram de existir mistificações sobre estes compassos, que se tornaram bastante amigáveis.

Quando o esforço é recompensado vale a pena. Foi oportuno o teu post sobre o assunto.:yes:

 

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F.Coelho    127
há 3 horas, PCanas disse:

Deixo outro vídeo, ligeiramente offtopic

Mais um excelente post.

A única forma de tornar a música infinita é introduzir pelo menos uma variável que seja infinita.

O número de frequências que existem entre 20Hz e 21Hz é igual ao número de frequências que existem entre 20 Hz e 20.000 Hz.:wacko:

Portanto, existe um número infinito de sons.

Quem quiser ouvir música nova terá que ensinar o seu cérebro a gostar de "outros sons".

Caso contrário: "volta o disco e toca o mesmo".:D

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stratocosta    3576
On 08/08/2018 at 15:47, F.Coelho disse:

Mais um excelente post.

A única forma de tornar a música infinita é introduzir pelo menos uma variável que seja infinita.

O número de frequências que existem entre 20Hz e 21Hz é igual ao número de frequências que existem entre 20 Hz e 20.000 Hz.:wacko:

Portanto, existe um número infinito de sons.

Quem quiser ouvir música nova terá que ensinar o seu cérebro a gostar de "outros sons".

Caso contrário: "volta o disco e toca o mesmo".:D

"sons" é uma coisa e música é outra. :nojento:

 

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F.Coelho    127
há 2 horas, stratocosta disse:

"sons" é uma coisa e música é outra. :nojento:

Tens razão. Mas também sem sons não há música. E ficamos como a "pescadinha de rabo na boca".

Mas acrescento ao meu post (na altura não acrescentei porque me parecia óbvio) ao ter infinitos sons (frequências) tenho infinitas relações de frequências. Se ordenar essas relações de forma "inteligente" tenho música, por mais estranha que soe aos nossos ouvidos.

Fomos ensinados desde muito pequenos às relações que se traduzem na escala natural e a isso ficámos "agarrados" como ponto de partida para entender e apreciar aquilo a que se chama música.

Talvez numa galáxia distante exista um planeta onde uns serem estranhos apreciem aquilo a que chamamos "ruído branco".

Quando se está no campo da matemática todas as hipóteses são válidas de se colocarem, mesmo por absurdo e essa foi a intenção do meu post.

De qualquer forma obrigado pela tua critica.

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stratocosta    3576
há 30 minutos, F.Coelho disse:

Tens razão. Mas também sem sons não há música. E ficamos como a "pescadinha de rabo na boca".

Mas acrescento ao meu post (na altura não acrescentei porque me parecia óbvio) ao ter infinitos sons (frequências) tenho infinitas relações de frequências. Se ordenar essas relações de forma "inteligente" tenho música, por mais estranha que soe aos nossos ouvidos.

Fomos ensinados desde muito pequenos às relações que se traduzem na escala natural e a isso ficámos "agarrados" como ponto de partida para entender e apreciar aquilo a que se chama música.

Talvez numa galáxia distante exista um planeta onde uns serem estranhos apreciem aquilo a que chamamos "ruído branco".

Quando se está no campo da matemática todas as hipóteses são válidas de se colocarem, mesmo por absurdo e essa foi a intenção do meu post.

De qualquer forma obrigado pela tua critica.

o ruído branco não tem groove :(

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F.Coelho    127
há 1 hora, stratocosta disse:

o ruído branco não tem groove

Deixa lá, aqueles extraterrestres curtem na mesma.:)

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paulosergio    375

Tal como já tinha referido num outro tema aqui no forum, o que nos agrada ouvir está relacionado com a "educação" dos nossos ouvidos. Mas, independente do estilo de música, mais ou menos complexo, julgo que está um pouco saturado o atual panorama musical. Daí que para fazer algo de novo e que seja também agradável ouvir, talvez seja mesmo necessário experimentar. Os sons não têm que ter exatamente as frequências correspondentes às notas musicais, desde que o resultado final seja harmónico. Mesmo que à primeira impressão pareça estranho, ou diferente.

Mas para isso, não vou fazer contas de matemática. Mas não me admiraria se um dia um software matemático compusesse umas sinfonias musicais...

 

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