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phillipric    189
há 21 horas, resolectric disse:

Que tal correu?

Melhor do que pensava. Confesso que quase sempre, prefiro fazer o meu próprio som. Comprei há meses uma mackie profx8V2, estou a gostar muito da mesa. Pena não ter PFL. Comprei esta por ser uma mesa pequena e portátil. Para a banda tenho uma Yamaha de 12 canais, mas está montada na rack geral e para andar sempre com a rack atrás é muito peso. Bom, na Mackie, liguei então, Baixo, através de DI, em palco o baixista tinha um Hartke 350w com 1 2x10 Hartke e 1x15 Eden Nemesis. Micro com processador Boss VE-20, micro para 2ª voz, 2 teclados... mesa cheia... :P 

Do geral da mesa, enviei para a mesa de palco, uma allen & heath 32 canais, antiga, mas pareceu-me muito boa. Daí, processamento Soundstandard, 2 amplificadores Soundstandard 1 CA9 e um CA12, a trabalhar com 4 tops Wharfdale e 4 subs da mesma marca.

 

Ao início, quem estava no salão a dizer que o som estava bom, mas não me estava a soar bem. Pedi para irem ver se na mesa estava tudo bem ligado, andaram a ver cabos, equalizador... no final, os 2 canais de entrada tinham o Phantom power ligado. Descoberto isso, o som geral ficou muito bom. Quase 1000 pessoas no salão... foi um concerto porreiro. 

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resolectric    1057
há 6 horas, phillipric disse:

...
....foi um concerto porreiro. 

Então é porque toda a gente trabalhou bem e isso é que conta!
Show business! ;-)
É assim mesmo.

E não há como a adrenalina dos concertos ao vivo! Em estúdio a única coisa que se pode comparar são os primeiros takes que saem bem e em que fica tudo a olhar "ei... isto saiu bem à primeira?"
Mas palco é palco e toda a gente está "em bicos de pés". É um trabalho super empolgante.

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phillipric    189
há 18 horas, resolectric disse:

Então é porque toda a gente trabalhou bem e isso é que conta!
Show business! ;-)
É assim mesmo.

E não há como a adrenalina dos concertos ao vivo! Em estúdio a única coisa que se pode comparar são os primeiros takes que saem bem e em que fica tudo a olhar "ei... isto saiu bem à primeira?"
Mas palco é palco e toda a gente está "em bicos de pés". É um trabalho super empolgante.

Sem dúvida. Já levo uns bons anos disto, embora numa área que não seja a que me agrada particularmente (baile e animação), mas um gajo habitua-se e tem dado para ajudar a pagar algumas contas. Comecei com 14 anitos, tive anos com perto de 60 concertos. Há uns anos investi um pouco mais para fazer palcos com banda, mas é um mundo em que é preciso gastar muito dinheiro sem retorno garantido. 

Na berlinda está um projecto mesmo dentro daquilo em que me sinto mais feliz, uma espécie de banda cover mas com toque pessoal de bandas icónicas (mais comerciais é certo, como Coldplay, U2, Guns, Queen, Disturbed, Scorpions, entre outros)... está a ser preparado há 2 anos e meio, mas acredito que vamos conseguir algo muito "curioso". 

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resolectric    1057
há 42 minutos, phillipric disse:

Sem dúvida. Já levo uns bons anos disto, embora numa área que não seja a que me agrada particularmente (baile e animação), mas um gajo habitua-se e tem dado para ajudar a pagar algumas contas. Comecei com 14 anitos, tive anos com perto de 60 concertos. Há uns anos investi um pouco mais para fazer palcos com banda, mas é um mundo em que é preciso gastar muito dinheiro sem retorno garantido. 

Na berlinda está um projecto mesmo dentro daquilo em que me sinto mais feliz, uma espécie de banda cover mas com toque pessoal de bandas icónicas (mais comerciais é certo, como Coldplay, U2, Guns, Queen, Disturbed, Scorpions, entre outros)... está a ser preparado há 2 anos e meio, mas acredito que vamos conseguir algo muito "curioso". 

Excelente!
O que interessa mesmo é fazer aquilo de que se gosta.
Já reconsiderei muitas vezes a carreira que escolhi mas quando penso nas opções (algumas que experimentei) acho que não conseguia estar mais do que umas semanas a trabalhar em algo que não envolvesse música.
Mesmo nos períodos de alta crise e de falência pessoal completa, a barriga fica vazia mas o espírito está preenchido.
E um tipo sempre pode morrer à fome mas orgulhoso por ter feito o que quis.

Nos últimos anos quase não fiz som ao vivo e acho que a última vez foi em 2017, uns 3 ou 4 concertos para uma banda "pimba" com uma cantora que era uma peça de arrogância extraordinária.
Como não tenho muita pachorra para isso, voltei para "casa" passados esses concertos e não aceitei mais.
Fazer som para um artista, regularmente, sempre o mesmo, gosto porque permite apurar o trabalho e ir melhorando a cada concerto. Dá uma certa estabilidade evolutiva que acho importante.
Fazer som ao vivo como freelancer é um "filme". Ou um tipo se torna esquisito e faz só daquilo que gosta ou então tem de aguentar com coisas aterradoras.
 

Som para Teatro também é muito fixe! Uma adrenalina fantástica e um mundo um bocado à parte do da música, apesar da técnica ser comum a ambas as artes.

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phillipric    189
há 3 horas, resolectric disse:

Excelente!
O que interessa mesmo é fazer aquilo de que se gosta.
Já reconsiderei muitas vezes a carreira que escolhi mas quando penso nas opções (algumas que experimentei) acho que não conseguia estar mais do que umas semanas a trabalhar em algo que não envolvesse música.
Mesmo nos períodos de alta crise e de falência pessoal completa, a barriga fica vazia mas o espírito está preenchido.
E um tipo sempre pode morrer à fome mas orgulhoso por ter feito o que quis.

Nos últimos anos quase não fiz som ao vivo e acho que a última vez foi em 2017, uns 3 ou 4 concertos para uma banda "pimba" com uma cantora que era uma peça de arrogância extraordinária.
Como não tenho muita pachorra para isso, voltei para "casa" passados esses concertos e não aceitei mais.
Fazer som para um artista, regularmente, sempre o mesmo, gosto porque permite apurar o trabalho e ir melhorando a cada concerto. Dá uma certa estabilidade evolutiva que acho importante.
Fazer som ao vivo como freelancer é um "filme". Ou um tipo se torna esquisito e faz só daquilo que gosta ou então tem de aguentar com coisas aterradoras.
 

Som para Teatro também é muito fixe! Uma adrenalina fantástica e um mundo um bocado à parte do da música, apesar da técnica ser comum a ambas as artes.

Entendo perfeitamente o que dizes. E acho que também já notei alguma "capa" de protecção do pessoal que faz som. Já com aquele receio. Eu entendo. Parei de fazer casamentos porque já entrava no salão a fazer os "filmes". Aquele vai ser o bêbado da festa, aquele o chato, aquele o que vem pedir para cantar, aquela a que vem pedir a música X e Y que um gajo nunca ouviu na vida mas tem que saber à força toda. Aquele vai ser o violento e se não começar a prometer porrada já não vai ser mau... foi aí que mudei para a ideia da banda. Mas apanhei muito empresário a ganhar aos 1000€ e  muito mais por evento, a dizer que músicos de uma banda não podiam ganhar mais de 40/50€ por concerto. Comecei a ver os "leilões" no facebook, do género, mas real, acreditem: comissão de festas procura banda com camião palco, gerador, para dia X do mês Y por 1200€.... eu ria-me daquilo e passadas umas horas eram carradas de bandas a oferecerem os seus serviços. Ora eu, com uma banda com 10 elementos, a ter de pagar entre 1000/1250€ para empresa de som e se fosse na minha zona, vou fazer o quê? Dívidas? Ainda fiz uma média de 5/6 concertos por ano, mas também percebi que não valia a pena andar a bater de porta em porta, a batalhar porque a oferta é isto. Agora, acabei por voltar um pouco às origens, a tocar sozinho ou em duo, por forma a conseguir fazer valores mais acessíveis e começou a aparecer trabalho outra vez. Não muito, mas algum. Deu para voltar a desenferrujar. Há 2 anos fiz 16 concertos com um músico com alguma fama aqui nas redondezas e arredores... trabalha muito, mas sozinho, o Domingos Moça. Depois ele próprio desligou um pouco, disse que trabalhar com banda era difícil e pedia muita organização e que ele não tinha tempo. Mas curti os concertos que fiz com ele. Ele tinha um director musical brutal, o tipo tocava tudo, mas mesmo tudo, teclas, guitarra, bateria, baixo, com uma qualidade brutal. Ouvido absoluto. Mas era um "arrogante" de primeira. Era mesmo "eu tou certo e tu estás errado". 

Esse projecto já veio com 2 músicos que conheci com um músico anterior e acabamos por ficar sempre "ligados", até que decidimos fazer uma coisa nossa. Encontramos um guitarrista, mais novo que nós os 3, mas que domina mesmo. Vamos ver. Este é aquele tal projecto que é para ser "o tal". 

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