phillipric

Opiniões sobre os últimos Workstation Gama Média



Posts Recomendados:

phillipric    207

A Roland já lançou o FA há alguns anos. Na altura li por cá, numa troca de opiniões, que a Roland estava para trás na qualidade dos seus samples e que já só reciclava teclados. Comprei o meu Fantom X já há alguns anos. Há uns tempos acabei por ir a uma loja para comprar umas peças para bateria e tendo visto lá o FA, pedi para tocar um pouco. Os samples, pelo menos de Piano, que foram os que experimentei, são de maior qualidade em relação ao Fantom X. A interface e colocação dos botões também me pareceu muito melhor arrumada e mais intuitiva. Acho que fizeram mais do que só uma nova "caixa". 

 

Em pesquisa também verifiquei que a Korg fez uma reciclagem muito positiva ao Krome, sendo agora denominado Korg EX. Enormes samples de piano. O touch-screen é enorme e dá uma acessibilidade brutal. No entanto, não sei se não é uma peça que no futuro virá a dar chatices. Tive há muitos anos um arranger Roland E-600 e foi uma das minhas dores de cabeça. 

 

Por fim, nunca tive contacto com os Yamaha, mas vi que os MODX andam pelos mesmos valores dos 2 modelos referidos acima. Encontrei um comparativo no youtube entre este e o Krome EX e confesso que não consegui precisar qual dos dois seria o melhor. 

 

 

Alguém já com experiência em algum destes modelos? 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    207

Pelo pouco que tenho visto no youtube, para já, a nível de inovação acho que a escolha recai no... Yamaha. Pelo simples facto de que o FA foi o primeiro a ser feito e, ainda assim, penso que facilitou a interface e acessibilidade na utilização do teclado. A Korg reciclou o que tinha com mais alguns samples e pouco mais. 

 

A nível de comparativos de pianos... bom, é difícil. Mais uma vez penso que a Roland deu o salto, sobretudo face ao FantomX que conheço e os presets de fábrica não soam daquela forma. Não consigo decidir por nenhum... O mais realista será o Yamaha, porventura. São especialistas na área. 

Parece-me que o Korg também não permite adicionar samples externos. 

 

Existem muitos outros recursos, mas, pelo menos a meu ver, o primeiro aspecto a analisar é a qualidade dos samples de fábrica. E confesso que, entre os 3, se tivesse de comprar algum, ficaria ainda indeciso. 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
xtech    2972

A única coisa da Gama Roland actual que gosto é o Integra 7. Soa muito bem. De resto, a Roland não tem tido coisas que me cativem. Tem feito render o peixe, como a meu ver, todos. A yamaha também, as novidades dos arrangers de geração para geração são muito poucas... e a Korg também. O negócio assim obriga.

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    207

Mas o FA usa o motor do Íntegra. 

Quanto ao que dizes, acredito que seja assim mas eu, por exemplo, nunca comprei um novo e o último que tenho já é de 2006, penso eu. E acredito que tenha evoluído algo desde aí.

  • Gosto 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
pgranadas    2316

Pessoalmente, sempre fui um fan da Korg. Desde o Wavestation e o M1 que sou fascinado pela marca.

Mas a verdade seja dita, nos últimos anos, não tem havido grandes evoluções nas ofertas.

Nem da Korg, nem dos restantes. Parece que estagnaram e lhes falta ideias.

Os samples, seja de que marca for, são todos excelentes. Uns mais para um gosto, outros par outro, mas no geral não se conseguem apontar falhas.

Se hoje fosse comprar uma workstation (que não o faço, porque sinceramente considero que os preços praticados são exagerados para o que oferecem) provavelmente olharia mais para a qualidade do hardware em si, e possivelmente um ponto decisivo seria a possibilidade de carregar samples. Porque neste tipo de equipamento, isso é algo que hoje já deveria ser um standart da indústria e não uma limitação imposta por eles para terem a possibilidade futura de ainda vender mais uns produtos, vendas essas justificadas não por causa da evolução do equipamento, porque essa é praticamente inexistente, mas porque o banco de sons dos novos teclados tem mais uns samples dos hits da radio carregados.

A oferta neste momento é tão fraca, que recentemente fui à Musicstore, e passei por eles sem sequer pestanejar. Tive muito mais interesse no Prophet (que maquinão) que achei um mimo. Porque de resto, há carradas de vst’s por aí com qualidade incrível, que não justificam ficar-se preso a uma workstation.

  • Gosto 2

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    207

@pgranadas... na verdade, já tive 2 korgs como experiência. Um X50, que foi o primeiro synth que tive, mas não me adaptei àquilo e ainda tenho o arranger PA50. A verdade é que tenho ido para muitos eventos com ele e não desilude. Sábado fui acompanhar uma banda com bateria, baixo, guitarra, piano, flauta transversal, Trompete, Trombone, Saxofone... e o pessoal estava todo no fim a gabar o som daquilo. Pads, strings, E. Pianos, os Brass também não são nada maus, os sopros muito razoáveis. Pianos, tem 1 digo razoável, porque perto de muitos outros fica um pouco longe da qualidade... mas o que mais me admirou quando comprei este PA50 e que, na altura, foi recurso para ter um arranjador, mas acabei por ficar fascinado por ele, foi o produto já "pronto". Ou seja, escolhe-se um som e parece já "afinado", com os FX certos. Soa bem. Num PA, sem ver a marca, duvido que muita gente diga algo de negativo sobre os sons. E isso tem-me orientado para a Korg, sou franco. Roland, tive  arrangers, o E-600, o E-50 e agora tenho o Fantom X6. Sempre me pareceu que falta algo. No Fantom, tem recursos fantásticos, mas custa-me a perceber porque é que eu tenho de fazer o trabalho dos programadores. O que parece já bem mais trabalhado na Korg. Agora, acho que, apesar de parecer que avançou pouco, o FA corrige essa questão, pelo menos em relação a todos os anteriores. 

O Korg, acho que foi uma reciclagem e parece-me redutor em relação aos outros dois, mas lá está, adoro os samples.

Nunca tive experiência com os Yamaha, além do meu primeiro PSR500, que ainda guardo com estima, oferecido pelo recém-falecido pai. Nunca ponderei vender e está bem "quinado", com as teclas todas amarelas, mas ficará para sempre guardado comigo. Até o tenho na escola de música onde dou aulas, porque na garagem do meu prédio estava a avariar. 

Tendo visto os vídeos de apresentação da YAMAHA confesso que fiquei agradado com o MODX. 

 

Nunca fui amante de trabalhar com VST's, apesar de no ano passado já ter começado a explorar esse mundo para não ficar na ignorância. Mas não me cativou propriamente. 

No futuro, quero comprar um destes 3 workstation. Porque nunca comprei 1 novo e o FantomX tem alguns problemas derivado a ser usado e porque acho que está datado. Tenho o leitor de cartões de memória estragado e a única forma de fazer um backup é guardando no cartão. Apesar de ter USB, não permite fazê-lo no pc. Por outro lado, continuo a sentir necessidade de 73/88 teclas e juntam-se todos estes factores: teclado novo, recente, fácil ligação ao pc/portátil, novos samples mais "afinados" e preparados e maiores recursos, bancos de sons maiores, maior memória interna. Entre adquirir um portátil de qualidade, placa de som, comprar programa e VST's, teclado controlador,  além de levar tudo isso para palco, com a fragilidade que todos esses elementos representam, estou mesmo inclinado para a compra de um teclado. 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
resolectric    1216

Não terá muito a ver com o tópico em questão, pelo menos em aspectos concretos, pois os meus sints são bastante antigos mas mando aqui um bitaite (inútil... mais um) porque tenho essas marcas:

. os meus sints mais antigos (dessas marcas) são Korg de 1980 e 1981. Ainda hoje funcionam, andaram na estrada e nunca viram um ferro de soldar nem uma mudança de fusível.

. os meus sints no "segundo lugar" de antiguidade são Yamaha. São de 1986 e 1987, uma ficha multipino de um teclado ganhou algum óxido (limpou-se com spray da Phillips) e uma fonte de alimentação precisou de condensadores ao fim de 30 anos.

. o sint mais recente é Roland, de 1995. Caíram os pesos que estavam colados por baixo das teclas, a cola derreteu, a fita de contactos do teclado desintegrou-se com corrosão da cola, todos os faders do painel estão gastos (e são imensos! É um JD800) e levou metade de um teclado de um D50. O teclado nunca mais funcionou. Funciona como sint, controlado via MIDI.
Soa bem* mas é lixo.

O resto é de outras marcas: um Moog dos 70's que funciona na perfeição e um Casio dos 80's que também funciona bem. Tive um ARP que deixou de funcionar e foi embora. Pouco fiável.

 

Portanto, Korg e Yamaha, sim. Roland, nunca mais.

 

* quando digo que "soa bem" devo salientar que isso acontece com os efeitos incorporados. Os sons "secos" da síntese própria deste sintetizador (de wavetables) são bastante miseráveis.

  • Gosto 2

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
phillipric    207

Não sei até que ponto será relativo. O meu Fantom tem problemas, sim. 3 ou 4 botões em que é preciso quase pôr-me em cima para funcionarem, a placa do leitor de memória estava com as soldas partidas, o meu sogro ainda tentou soldar, mas acabou por estragar a placa. Não sei se ali terá muita salvação. Quando o comprei também o anterior dono tinha substituído o encaixe do cabo de alimentação e o botão porque dizia que era muito frágil e acabou por partir. 

Tive um E-600 que teve problemas no touch-screen. Quase 200€ para reparar aquilo. Tive um E-50 que fez muita estrada e nunca deu problemas. Tenho um AX Synth e, até ver, também sem qualquer problema. 

 

O Korg que tenho, já foi aberto várias vezes. As fichas saem do sítio com o transporte e o ecrã começa a falhar e provoca ruídos. Teve uma altura em que deixou de passar som pelos outputs. Acabei por colocar um adaptador para passar do sinal dos altifalantes para RCA/Jack. Mais tarde, andamos a ver no esquema, tiramos um qualquer integrado que fazia um "mute" e nunca mais tive chatices com isso. O controlo do pitch bend deixou de funcionar direito. Ao subir ia subindo o tom às notas e ao descer ia descendo. O teclado por si normalizada ao fim de uns segundos. 

 

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
resolectric    1216
há 3 horas, phillipric disse:

...O controlo do pitch bend deixou de funcionar direito. Ao subir ia subindo o tom às notas e ao descer ia descendo. O teclado por si normalizada ao fim de uns segundos. 

 

Isso parece-se muito com problemas de corrente. Condensador que entregou a alma ao criador? Parece...

  • Gosto 2

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais
xtech    2972

@phillipric o que andas a fazer aos teclados? :D 

Para quem anda na estrada, investir em equipamento protector tira muitas chatices. Uma boa hardcase ajuda a evitar muitos problemas!

  • Riso 1

Partilhar este post


Link para o post
Partilhar nas redes sociais

Regista-te ou entra para comentar!

Para deixar um comentário é necessário estar registado. É muito fácil!

Criar uma conta

Regista-te e vem fazer parte desta comunidade! É fácil!

Registar-me

Entrar

Já estás registado? Entra aqui!

Entrar agora