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Criação de Solo



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Top24    3

Bom dia,

Estou com uma banda de originais em que vamos compondo as nossas músicas em conjunto durante os ensaios (método mais eficaz para nós).

Tenho bastantes dificuldades em improvisar um solo e mesmo em compor um solo em casa mesmo com as gravações... Tenho poucos anos de guitarra e não tenho ainda nível técnico para solos muito complicados mas ainda assim qualquer coisa que saco não me soa bem.

Alguém tem alguma técnica que possa partilhar comigo ou uma pequena ajuda que me possa dar de forma a conseguir ultrapassar este pequeno obstáculo?

Já agora, a banda apenas tem um guitarrista (eu) portanto os solos terão de ser compostos com essa base.

Obrigado a todos!

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tmo    1765

Para te podermos responder de forma útil e perceptível de tua parte, é necessário contextualizar as vossas composições para podermos analisar melhor a situação. Neste sentido, permite-me as perguntas:

  • Como é que compõem?, dá-nos um exemplo de uma composição vossa no que respeita à sequência de notas e/ou acordes.
  • Vocês compõem por "ouvido" ou estruturam as vossas músicas em escalas predefinidas ou em cadências harmónicas estruturadas/predefinidas?
  • Que conhecimentos teóricos musicais têm e aplicam nas vossas composições?

Por fim, tem em atenção que o "não me soa bem" é muito subjectivo. Uma nota só está errada em função da que vier a seguir. Na minha banda (clica aí no link da minha assinatura) temos uma piada que diz mais ou menos assim, se a nota soar estranha, não está errada, é jazz... isto é, reafirmo, uma piada, mas salienta um estado de espírito importante que é o DIVERTIMENTO, pois isso é ferramenta imprescindível a uma boa expressão musical.

Pronto, devolvi-te a bola, agora é a tua vez de jogar.

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Top24    3

@tmo Obrigado pela resposta! Vou tentar responder o melhor possível para que me possam ajudar:

Em primeiro lugar a banda é de rock (procuro algo tipo muse ou royal blood ou parecido). As composições variam bastante de dia para dia... umas estamos a fazer uma jam e alguém saca algo porreiro e depois procuramos um refrão ou verso que se enquadre, outras são uma sequência de acordes sacada pela pianista (música profissional) e outras surgem porque alguém ouviu uma música e se inspirou nela para fazer outra... sei que não ajuda muito mas é completamente aleatório o método de composição. 

Quando sou eu ou outro membro que não a pianista vamos tocando uns acordes na escala pentatónica ou diatónica e monta-se alguma coisa, uns arranjos em cima, acordes com arpejos, etc e pouco mais... ela já não sei bem porque são muitos anos de música clássica com certeza se inspira em algo.

O meu conhecimento como guitarrista é limitado, sei as pentatónicas, diatónicas e harmónicas mas tenho pouca experiência em utiliza-las sem ser como som principal (tipo acordes ou pequenos riffs no meio da música) quando se trata de solos sai-me sempre algo confuso e desorganizado.

Não procuro nada de transcendente mas temos uma música que puxa mesmo por um solo e depois quando eu vou solar parece um pintainho a piar porque sai um som horrível (na minha perspectiva)... Eu diria que as notas que posso tocar vou sabendo mais ou menos (se for dentro das regras e não jazz :D ) mas o tempo, os bends, os harmónicos, uso de floyd rose, efeitos, vibratos, espaço entre notas sou absolutamente horrível...

"A música é o que se ouve no espaço entre notas" alguém já me disse isto mas eu não sei respeitar... ouvir Gilmour a tocar por exemplo é algo incrível porque ele respeita muito o espaço e usa poucas notas porque é quase tudo pentatónica... Já Iron Maiden é mais melódico e mais rápido mas também sabem bem respeitar os espaços nos solos... Não sei se consegui esclarecer bem mas aguardo novos comentários e críticas construtivas para que consiga sacar um solo.

Cumprimentos!

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Antonio    509

Se houvesse uma formula para compor boas melodias toda a gente era granda ídolo musical... e talvez o pop não andasse tão mau :rolleyes:

 

Dito isto, deixo aqui um método que costumo usar para desbloquear alunos e leva-los numa direção porreira:  

Primeiro passo, analisa bem a harmonia sobre  a qual estás a solar. Certifica-te que sabes de cor os acordes e as notas individuais que os compõem.   Depois disso tenta criar uma melodia MUITO básica que acompanhe os acordes. ou seja, a melodia toca sempre uma das notas que pertence ao acorde sobre o qual estás a tocar no momento. Nesta fase é proibido tocar notas que não sejam tiradas diretamente do acorde.  

Depois de teres esta melodia formada, acrescentas as "passagens". Ou seja, complicas a coisa de forma a ligar as notas que já tens e estão dentro da harmonia com notas "fora" que criam tensão para resolver nas outras. Aqui podes usar a escala que quiseres e que esteja dentro da tonalidade. Pentatónica, diatónica, modos Gregos, etc.. Até pode ser cromático! Desde que aterres numa nota pertencente ao acorde vai estar nice!  Atenção que aqui é que entra o bom gosto. E não existem escolas de bom gosto… 

Espero que esteja claro o suficiente. Isto em pessoa, com exemplos, é tão fácil de explicar. 

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tmo    1765

Fantástica intervenção @Antonio, obrigado.

@Top24, compreendido o contexto. Permite-me então algumas considerações.

  1. Não ponhas a carroça à frente dos bois, quer isto dizer, evita utilizar argumentos musicais para os quais ainda não tenhas agilidade. Ambição é bom e serve para desenvolvimento pessoal a par de objectivos claros e definidos, mas nas artes pode ter o efeito contrário de gerar ansiedade e isso é contraproducente.
  2. Pensa sobre qual é o OBJECTIVO de um solo numa música, o que é que se pretende com este momento de destaque (seja de que instrumento for)? Tenho essa questão bastante presente na minha banda, pois expressamo-nos instrumentalmente... ou seja, toda a música é um solo... ou talvez não? Recuperando a ideia, na minha opinião, um solo é uma oportunidade de enfatizar, realçar ou salientar emoções através de uma expressão mais projectada relativamente aos restantes contribuintes do projecto musical, ou seja, CONTRASTA com o resto.
  3. CONTRASTE é a palavra chave de qualquer solo, caso contrário, tal evidência não se mostraria tão clara e a inexistência de contraste (ou a nossa incapacidade de o perceber) é a justificação pela qual muitas músicas se mostram aos nossos ouvidos como uma longa sequência de ruído. Que tipos de contraste tens em música? Usa-os em teu favor... Os contrastes são referentes obviamente às qualidades do som:
    1. TIMBRE (som limpo / som distorcido ou guitarra / flauta),
    2. ALTURA (graves / agudos),
    3. INTENSIDADE (Forte / suave) e
    4. DURAÇÃO ou RITMO (rápido /lento como sendo o exemplo mais básico).
  4. Pega nas sugestões do @Antonio a aplica-lhes contrastes nestas 4 qualidades do som... explora e experimenta até encontrares a tua linguagem/expressão... agora atenção, se usares os opostos em excesso tornas-te aberrante e não creio que seja isso que pretendes. O uso dos contrastes deve ser feito com suavidade e de forma harmoniosa com o contexto em que se inserem, contudo, é necessário estar bastante presente dos objectivos e meta conceitos das composições pois o choque é um dos muitos argumentos artísticos.

Por fim, por teres na composição da banda alguém com conhecimentos musicais aprofundados, recorre a esse elemento do grupo para tirares dúvidas a nível de teoria musical, pois certamente que tal te ajudará a limar ideias.

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jlcosta    731
há 10 horas, Top24 disse:

Tenho bastantes dificuldades em improvisar um solo e mesmo em compor um solo em casa mesmo com as gravações... Tenho poucos anos de guitarra e não tenho ainda nível técnico para solos muito complicados mas ainda assim qualquer coisa que saco não me soa bem.

É muito comum que tendo poucos anos de guitarra:

- Primeiro, não ter a destreza para "embelezar as notas" através da técnica.

- Segundo, não ter a destreza mental e ouvido para se perceber o que se está a fazer certo ou errado mesmo que alguém te diga que a escala a usar é a "X".

- Terceiro, a teoria musical é igual para todos, como cada um lhe pega depende do gosto pessoal, da criatividade e do talento e todos estes se trabalham.

- Quarto e não menos importante, é normal não gostares de te ouvir quando gravas, acontece com todos os vocalistas quando iniciam carreira, guitarristas, baixistas... todos. Há que relativizar isso, gravar mal, não ser demasiado exigente numa primeira instância e aceitar que faz parte e ninguém nasceu ensinado.

Há gajos que têm bom gosto, criatividade, identidade, diferença, é isso que separa os grandes músicos dos normais, os génios dos mortais.
Mas tudo isso de uma forma ou de outra é possível de trabalhar, com tempo, com dedicação e sobretudo... muita humildade.

Sugiro aprenderes muitos solos, tira covers fáceis, médios e depois difíceis para ganhares destreza.
Olha para os "fáceis" para perceber que nem sempre a beleza de um solo está diretamente ligada à velocidade e às 500 notas por segundo, mas sim na emoção das notas.

De resto, ficar chateado por não conseguires fazer um Solo hoje, mas voltares a tocar no instrumento amanhã... já faz de ti um bom músico, daqueles que não desistem!
Não desistas.

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Top24    3

Bom dia, um muito obrigado a todos pelas vossas sugestões!

Vou tentar ter isso em consideração logo à noite quando pegar na menina :D

Para o exemplo em concreto toda a banda sente que a música precisa de algo diferente e mais impactante naquela parte... A música tem o formato típico:

Intro, verso, refrão, verso, refrão, solo, refrão. Ao entrar no solo fazemos um crescendo na primeira nota do verso, algo muito ritmico e que puxa por mais uma vez que toco o mesmo riff (tipo papa roach - last resort) 2 vezes uma em grave e outra em agudo e, no final do riff em agudo o ritmo volta para o refrão e pede um solo na guitarra (toda a banda concorda com isso) mas sinto-me literalmente só (é um solo mas acho que me entendem). A música cresce muito com guitarra, baixo e bateria a puxar bem por ela e depois entro num solo sem guitarra ritmica por trás e parece que qualquer coisa que faça soa mal... 

Sei que grande parte do que toco está mal por ser completamente "aleatório" e sem qualquer melodia rítmica e é aí que queria melhorar.... Depois do crescendo queria fazer algo tipo bend duplo à pearl jam e até acerto nesse bend mas depois disso é caos xD

Compreendo a vossa dificuldade em me ajudar por escrito num fórum (é similar à que tenho para me expressar em pedir ajuda) mas acreditem que estes pequenos conselhos ajudam bastante...

Já tentei pegar nos arpejos do acorde mas soa-me a algo pouco impactante para aquilo que a música pede... eu sei o que queria tocar (na minha cabeça toco um solo incrível) mas também sei que não tenho técnica nem a vou adquiri tão cedo para tocar como imagino.

Tenho umas dezenas de covers de músicas mas todas de solos de baixa ou média baixa complexidade... eu diria que o solo da música Say it ain't so dos weezer é algo que pretendo atingir nesta música por ser algo bastante simples mas impactante. 

Tenho Whammy, Wha, flanger, delay, chorus, fuzz, etc mas não faço ideia como aplicar qualquer um destes efeitos talvez por ser um original e ter de ser eu a imaginar... Parece tão obvia e fácil a utilização do Whammy nos covers que tocamos de audioslave ou RATM mas naturalmente não somos todos um Tom Morello x)

 

Dito isto agradeço uma vez mais as vossas opiniões e se entretanto tiverem mais ideias agradecia que partilhassem comigo!

Um abraço

Já agora e a título de completar o já sugerido... a pianista é música profissional e altamente experiente mas nunca na vida compôs... é música clássica e toca qualquer coisa que lhe ponham à frente com uma técnica impressionante tanto no piano como violino mas também não tem experiência em compor o que por vezes não me ajuda tanto :D

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tmo    1765

Ok, então vamos a isto.

  1. Primeiro, tens acesso a gravações da música com o beat certo e forma de tocares em casa com a música em Backing Track?
    1. Sim?, óptimo, faz um loop da zona do solo, mas com um ligeiro espaço antes e depois, para saberes quando entrar e quando acabar.
    2. Não? Precisas de construir um loop da zona do solo para tocares por cima. Esta construção faz-se com um interface áudio e um DAW (gravador multipistas em software para PC/Mac) ou com um pedal de LOOP tipo Boss RC30, por exemplo.
  2. Põe o loop a tocar em casa (com headphones para não chateares os vizinhos), no teu canto sem a presença do pessoal da banda, pois isto é trabalho TEU e precisas do TEU espaço para explorares.
  3. Põe-te 1 a 2 horas consecutivas a experimentar por cima do loop.
    1. Quando encontrares uma frase que te interesse, repete-a no loop seguinte e parte daí.
    2. Se te enganares num loop, NÃO PARES, continua até te reencontrares.
      1. Podes eventualmente fazer uma pausa na performance, mas apenas até te re-encontrares e não pares a continuidade do loop.
    3. Começa SIMPLES, a apanhar notas CHAVE e depois é que procuras as ligações entre elas, como sugeriu o @Antonio
    4. Vai procurando contrastes em termos de TIMBRE e/ou INTENSIDADE, que são os mais fáceis de gerir num solo. Pedal de boost ou um ganho diferente no amp ajudam para isto, uns Delays/Reverbs/Wahs/etc também contribuem, mas aplica-os apenas APÓS teres as frases solidificadas.
    5. Os ornamentos musicais ajudam a dar um toque mais refinado, mas, novamente aplica-os apenas no fim se te sentes inseguro.

Não há regras ou caminhos seguros no que respeita à criatividade, há sugestões e terás de perceber o que é funciona contigo. Pelo que me parece tens muita pedra para partir e não há nada como fechares-te no teu mundo e partí-la, para que quando estiveres mais seguro o possas partilhar com o resto do pessoal.

Não sei que meios tens para gravação em casa. É algo que considero imprescindível nos dias de hoje pois permite-nos ouvirmo-nos na 3ª pessoa. Quantas vezes toco coisas que achei que toquei muito fixe e depois vou ouvir e tenho o tempo a oscilar tipo folhas ao vento? Mais do que fazer gravações finais, estes meios permitem fazer pré-produção, gravações de estudo para análise e partilha com os companheiros.

Na minha banda trabalhamos TODOS com o mesmo DAW (para o caso o Reaper) e temos os ficheiros das músicas numa CLOUD para que estes estejam sempre sincronizados e não seja necessário enviar ficheiros uns aos outros. É um processo de trabalho que permite partilha de ideias e que ajuda substancialmente a composição e estruturação dos temas em formato de pré-produção e até mesmo de produção final se nos aplicarmos a isso.

Um pedal de looper permite resultados idênticos, pelo menos no que respeita ao estudo. Fazes uma primeira gravação com a frase rítmica que serve de backing track e depois tocas por cima ininterruptamente até te acender a lâmpada do "EUREKA"... Não é instantâneo e poderás demorar mais do que uma sessão de 2 horas por cada investigação.

No meu caso, os solos vão-se construindo à medida que os vou tocando, vou percebendo pormenores que no início não sentia e incorporo-os, pormenores como ornamentos, efeitos de vibrato (Floyd Rose), whas, etc... é imperativo que respires e transpires o solo para que estes momentos aconteçam... ou talvez não...?

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Top24    3

@tmo  Obrigado pela tua sugestão!

Ontem à noite estive cerca de uma hora a ouvir a gravação da banda (não tenho os meus pedais em casa mas sim no estúdio e dava mais trabalho estar a instalar software de gravação e criar o loop do que ouvir a gravação do solo) e estou com uma boa ideia de início!

Tentei aproveitar algumas das sugestões e parece ter 4 ou 5 notas que gosto delas e da entrada como eu queria. Agora vem a parte mais difícil para mim que é "encher" enquanto se toca mas vamos indo e vamos vendo :D

 

OFF TOPIC: Qual o software mais simples para se instalar e fazer como sugeriste (cada um ter em casa e partilhar ficheiros) ? Nós fazemos isso com o audacity porque é o mais simples que conheço de usar mas também é extremamente limitado...

Já instalei uma série deles mas não consegui ainda aprender a trabalhar com eles (sou engenheiro eletrotécnico e até me desenrrasco bem com softwares novos mas não tenho qualquer formação em música e em alguns dos termos o que não ajuda...)

Entretanto o meu pai até comprou e me ofereceu o Music Maker mas ainda nem instalei lol... Alguma sugestão de como aprender a fazer coisas tão simples como gravar algumas faixas e geri-las? 

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tmo    1765

@Top24

O Audacity é extremamente limitado, nem o considerei quando andámos a investigar formas de termos os ficheiros sincronizados em vez de andarmos aos MP3s para trás e para a frente.

Não tenho muita experiência com DAWs, mas já passaram pelas minhas mãos os seguintes: Cubase (da Steinberger), StudioOne (da PreSonus) e o Reaper. Optámos (a banda) por usar o Reaper, é o mais barato de todos com todas as top features, no entanto, os plugins nativos não têm um aspecto visual sofisticado (nada mesmo). O preço tem de se abater em qualquer lado.

Há um outro DAW gratuito que é o BAND LAB (anteriormente chamado de Cakewalk se não me engano) mas ainda não experimentei e de momento o Reaper tem dado conta do recado. Desconheço o Music Maker.

Em termos de qualidade de gravação, é indiferente o DAW que usas, mais importante é o interface áudio que estiver ligado. Se precisares de investir, a Focusrite e a Presonus têm bons aparelhos a preços convidativos (a partir dos 100€ já arranjas coisas porreiras).

Posto isto, fala com o pessoal da tua banda, argumentem entre vós e decidam-se a usar TODOS o mesmo DAW (interface áudio fica ao gosto e necessidades de cada um). Se usarem sistemas informáticos diferentes (PC/Mac/Linux?), convém usarem um DAW compatível com os sistemas todos. Depois montem uma CLOUD na qual gravem os ficheiros em estudo e estruturem os vossos computadores para sincronizarem com a cloud. O serviço a usarem deverá ter um programa para instalação que faça automaticamente a sincronização entre as pastas do computador e as pastas da cloud. No nosso caso, usamos a MEGA.NZ, na altura conseguimos uma conta com 50GB gratuita, mas agora acho que se ficam pelos 15GBs...

...

Depois de terem o sistema montado, é começarem a construir as vossas músicas no DAW, uma pasta/projecto diferente para cada música, ou facilmente vão ficar com os ficheiros todos baralhados.

Convém irem apagando os ficheiros que se tornem obsoletos (porque foram para construção/estudo e/ou resultaram de erros, etc), pois a acumulação destes com os diversos instrumentos enchem a CLOUD num instante.

Uma vez estruturadas as músicas, podes, através do DAW, fazer loops de secções para teres como playback enquanto estudas por cima. Alguns DAWs permitem inclusivamente atrasar o tempo para facilitar o estudo sem que com isso se altere o pitch do que estiver gravado (o Reaper faz isto sem problemas, mas é necessário ter alguns cuidados ou facilmente baralhamos o tempos todos).

Assim de momento é o que me lembro que te possa ser útil... vai-nos mantendo a par da aventura...?

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