mastersamu

Multi efeitos ou pedais em separado?



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Ricardo Pinto    100
On 23/12/2019 at 09:10, mastersamu disse:

A saída de phones tem ali qualquer coisa que simula um amp e até faz um bom trabalho.

Mas já reparei que a saída para os phones é bastante baixa.. podes até aumentar o volume nos efeitos mas vai alterar o teu som, o ideal que é o que vou fazer é arranjar um mini amp de phones para ouvir como deve de ser.

agora para mandar para a mesa de mistura sem amp deve ser na boa, não experimentei..

Mas a minha ideia é precisamente o contrário.. ou seja, aproveitar o som do amp e usar apenas efeitos.

também tive a ver a Nova System e a G System.. 
 

mas para o uso que dou!!

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mastersamu    38
On 22/12/2019 at 10:53, resolectric disse:

Também há um "detalhezito" que passa ao lado da maior parte do pessoal que carrega os sons com pedais e pedaleiras e que é a forma como injectam o sinal dos pedais/pedaleira no amplificador.

Ligar a guitarra aos pedais/pedaleira e da saída da pedaleira à entrada do amplificador, dá um resultado. Dessa forma estão a injectar o som processado no PRÉamplificador.
Se ligarem a guitarra à entrada do amplificador e usarem os pedais/pedaleira inserida na secção SEND/RETURN aí estão a injectar o sinal no AMP, depois do Préamplificador.

O resultado é diferente. Muito diferente.
 

Por exemplo, usar um pedal de Overdrive injectado na primeira entrada do Amp significa que podem dar overdrive ao overdrive uma vez que o overdrive é dado na secção de PRÉ.
 

Outra coisa que é possível fazer e pouca gente faz (quase ninguém?) é usar um Amp para a guitarra, sem qualquer processamento, e um outro Amp para o som processado por pedais/pedaleira.
Daí também o motivo de alguns pedais/pedaleiras terem saídas DRY ao lado das saídas processadas.

Estas "pequenas" nuances nas ligações fazem toda a diferença entre pedais/pedaleiras e uma configuração que dá um som desinteressante de uma forma, revela-se de outra forma.

As possibilidades são imensas mas o pessoal gosta mais de conduzir sempre em frente na autoestrada, com os outros, do que explorar estradas de montanha, cheias de curvas.
Daí que há muito tempo não se ouça nada de novo em termos de sonoridade.
Em épocas passadas ainda apareciam tipos que, com um pedal faziam coisas surpreendentes e inovadoras.
Hoje com 12 pedais em série ficam todos a soar igual.

(exemplo: Dick Dale)

Às vezes less is more como costumam dizer..

Eu sou teclista e no mundo da programação de um som é fácil uma pessoa se perder com tantas opções e layers em cima de layers para criar um som que procuro e no fim com acabo com um som complexo mas por vezes desinteressante.

Hoje em dia simplifico e muito com umas programações básicas nos efeitos e no máximo 3 layers de sons e consigo ir buscar sons com mais dinâmica e expressividade.
Tenho uns sintetizadores antigos de onde originaram alguns sons famosos e apenas com uns tweeks mínimos e um processador de efeitos (reverb,delay,choros,etc..) tiram um som brutal, de fazer frente a workstations topo de gama que  custam milhares..

E foi com este conceito que me virei para a parte mais analógica da guitarra, quero ter opções limitadas mas com um som que me dê prazer criar texturas com os efeitos mas tendo como base o “meu som” ou seja aquele que me dá mais vontade de tocar do que passar a vida a fazer programações.

E isso aconteceu , quando passei de uma pedaleira multi efeitos para uns poucos pedais, amp e já está , com uns tweeks nos knobs e combinação dos pedais passo horas a tocar coisa que não acontecia antes.

Sons e texturas originais.. epa acho que todos têm os seus sons originais, já não há muito para inventar só terem a sorte de a banda vencer no mundo da música, ficar famosa e não fugirem do som que criaram e aperfeiçoaram e o reconhecimento vem por acréscimo.

Vejo mesmo em bandas de covers ao vivo o som da guitarra inconsistente só para tentar copiar o som original nos multi efeitos e isso a meu ver tira muito a personalidade do guitarrista.

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resolectric    2232
On 1/2/2020 at 02:12, mastersamu disse:

Às vezes less is more como costumam dizer..

Eu sou teclista e no mundo da programação de um som é fácil uma pessoa se perder com tantas opções e layers em cima de layers para criar um som que procuro e no fim com acabo com um som complexo mas por vezes desinteressante.

...

Isso que dizes vai ao encontro de algo que disse a um cliente que estava a produzir aqui no estúdio.
Numa fase ainda bastante inicial do projecto, em pré-produção, com os temas ainda a serem construídos, ele de vez em quando aparecia no estúdio para analisarmos a composição dos temas, a estrutura e os sons.
Tratava-se de um trabalho para um álbum de música electrónica e um dos problemas que estava a surgir era exactamente na dispersão dos sons ao longo do álbum. Não havia coerência de tema para tema em termos de instrumentos. Existia coerência em estilo mas não parecia um álbum de UM artista e sim uma compilação de vários do mesmo género.
Para além disso eu notava que um dos grandes dilemas que ele enfrentava era na dúvida sobre qual "o melhor Baixo, o melhor Kick, o melhor Pad, o melhor Piano..." etc.

A sugestão que lhe dei foi a de criar uma banda com os sintetizadores. Limitar o número de opções sonoras.
Usar um ou dois "kits" de Bateria, um ou dois Baixos, um par de pads, etc.
Como se cada naipe fosse tocado por um músico com um número limitado de instrumentos, como acontece na "vida real".

Depois disso o trabalho avançou muito mais depressa e ao fim de umas semanas já só trabalhávamos na estrutura dos temas.

 

On 1/2/2020 at 02:12, mastersamu disse:

...
Tenho uns sintetizadores antigos de onde originaram alguns sons famosos e apenas com uns tweeks mínimos e um processador de efeitos (reverb,delay,choros,etc..) tiram um som brutal, de fazer frente a workstations topo de gama que  custam milhares..
...

Mostra aí o teu arsenal! ;)

Também me dedico a isso, o que leva a que desinstale 99% dos VSTi que testo.

2014-04-03-15-07-06.jpg

Aqua (LazyLens 20180208 041749 HD).jpg

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mastersamu    38
On 02/01/2020 at 09:38, resolectric disse:

Isso que dizes vai ao encontro de algo que disse a um cliente que estava a produzir aqui no estúdio.
Numa fase ainda bastante inicial do projecto, em pré-produção, com os temas ainda a serem construídos, ele de vez em quando aparecia no estúdio para analisarmos a composição dos temas, a estrutura e os sons.
Tratava-se de um trabalho para um álbum de música electrónica e um dos problemas que estava a surgir era exactamente na dispersão dos sons ao longo do álbum. Não havia coerência de tema para tema em termos de instrumentos. Existia coerência em estilo mas não parecia um álbum de UM artista e sim uma compilação de vários do mesmo género.
Para além disso eu notava que um dos grandes dilemas que ele enfrentava era na dúvida sobre qual "o melhor Baixo, o melhor Kick, o melhor Pad, o melhor Piano..." etc.

A sugestão que lhe dei foi a de criar uma banda com os sintetizadores. Limitar o número de opções sonoras.
Usar um ou dois "kits" de Bateria, um ou dois Baixos, um par de pads, etc.
Como se cada naipe fosse tocado por um músico com um número limitado de instrumentos, como acontece na "vida real".

Depois disso o trabalho avançou muito mais depressa e ao fim de umas semanas já só trabalhávamos na estrutura dos temas.

 

Mostra aí o teu aresenal! ;)

Também me dedico a isso, o que leva a que desinstale 99% dos VSTi que testo.

2014-04-03-15-07-06.jpg

Aqua (LazyLens 20180208 041749 HD).jpg

Ui tenho tudo numa arrecadação , mudei de casa á algum tempo mas ainda não consegui organizar um espaço para mim..

tenho em uso um teclado “faz tudo” para tirar o gosto aos dedos e já gozas .. hehe

Mas assim que fizer o meu espaço falamos , deixei um Crumar Trilogy a meio de uma restauração que ainda está a minha espera coitado..

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resolectric    2232
há 12 horas, mastersamu disse:

Ui tenho tudo numa arrecadação , mudei de casa á algum tempo mas ainda não consegui organizar um espaço para mim..

tenho em uso um teclado “faz tudo” para tirar o gosto aos dedos e já gozas .. hehe

Mas assim que fizer o meu espaço falamos , deixei um Crumar Trilogy a meio de uma restauração que ainda está a minha espera coitado..

Eia! Lembro-me de ter experimentado esse sintetizador, novo, na loja Custódio Cardoso Pereira, que ardeu no incêndio do Chiado.
O Trilogy deve ter ardido também.

Eu tive um orgão Crumar T2, de dois teclados, que era maravilhoso.
"Tive" porque o ofereci.
Aquele bicho tinha uns 5000 circuitos integrados lá dentro. Nada de digital, tudo analógico mas em chips.
Era um exemplo do esforço que a Crumar fazia para ser melhor que as marcas americanas da época (Oberheim, ARP) e conseguiam, só que as leis do mercado e o esforço da publicidade cara e bem colocada, em revistas como a Keyboard, faziam com que a Crumar nunca se elevasse até onde merecia.

Não sei se alguma vez viste ou experimentaste o Bit One da Crumar.
Um monstro da síntese sonora. Muito mal cotado e subvalorizado mas é um maquinão.

Os Crumar e os Teisco, lembrei-me agora desta marca, que também eram poderosos e lindíssimos!

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Freaking Prawn    338
há 3 horas, resolectric disse:

Eia! Lembro-me de ter experimentado esse sintetizador, novo, na loja Custódio Cardoso Pereira, que ardeu no incêndio do Chiado.
O Trilogy deve ter ardido também.

Eu tive um orgão Crumar T2, de dois teclados, que era maravilhoso.
"Tive" porque o ofereci.
Aquele bicho tinha uns 5000 circuitos integrados lá dentro. Nada de digital, tudo analógico mas em chips.
Era um exemplo do esforço que a Crumar fazia para ser melhor que as marcas americanas da época (Oberheim, ARP) e conseguiam, só que as leis do mercado e o esforço da publicidade cara e bem colocada, em revistas como a Keyboard, faziam com que a Crumar nunca se elevasse até onde merecia.

Não sei se alguma vez viste ou experimentaste o Bit One da Crumar.
Um monstro da síntese sonora. Muito mal cotado e subvalorizado mas é um maquinão.

Os Crumar e os Teisco, lembrei-me agora desta marca, que também eram poderosos e lindíssimos!

Ha múitos anos atras toquei num Crumar Mutiman e num Yamaha SK30. Maquinas maravilhosas.

Mas entre as duas, gostaria que a Behringer lançasse o SK30 [com extras]. Aparentemente a Behringer vai lançar o Solina e o Logan STRING MELODY [não sei se o 1 ou o 2], o que e excelente.

Entretanto a Waldorf finalmente lançou o STVC. Ainda estou a debater comigo mesmo se devo ou não comprar um... È interessante e "hands on"... mas algo limitado [e de certeza que para as minhas pobres funções consigo sacar mais ou menos o som de uma string machine com os meus sints... pelo menos uma especie de Farfisa e Hammond consigo... mais ou menos...

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resolectric    2232
há 1 hora, Freaking Prawn disse:

Ha múitos anos atras toquei num Crumar Mutiman e num Yamaha SK30. Maquinas maravilhosas.

...

Ah! A série SK da Yamaha era maravilhosa!
Maravilhosa e cara. Eram sintetizadores de luxo e também arderam no incêndio do Chiado.
A loja Valentim de Carvalho tinha alguns lá dentro, já não sei se no 1º ou no 2º andar.
Perderam-se muitos instrumentos valiosíssimos naquele incêndio. E imensos discos! Milhares!

Na Yamaha também existia, contemporânea dos SK, a série CS. Um amigo meu tinha o CS10 e era muito porreiro.
Eram mais baratos, tinham as laterais em plástico mas a qualidade era de topo. Yamaha. Não brincavam em serviço.
Depois desses terem sido lançados comprei o sistema completo que eles lançaram de "Computer Music": Rack TX816 (oito sintetizadores DX7) teclado master KX88 e sequenciado QX1, com diskettes de 5 1/4" e com capacidade para 100.000 notas.
De notar que a concorrência ficou a ver "papéis" pois o sequenciador Roland da altura era o CSQ600, para 600 notas.

Comprei-os cerca de 2 anos antes do famigerado incêndio e como o lançamento de equipamentos era mais lento nessa época (os equipamentos também duravam mais) é bem provável que alguns destes sints e acessórios tenham ardido também.

Os outros que referes (da Behringer) não conheço. Nunca os ouvi nem os vi.

Para Hammond também uso VSTi. Depois de ter oferecido o Crumar T2 fiquei sem alternativa para Orgão.
Para strings uso o meu Korg Lambda. Ocasionalmente um VSTi mas o Lambda faz isso tudo com "defeitos" muito mais bonitos :)

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Freaking Prawn    338

Quanto ao topico em questão, eu comecei pelas pedaleiras [DOD x4... Boss GT 6... Digitech RP 500... etc], passei pelas racks [TC Electronic G Force, Digitech 2112] e para os pedais [que ainda tenho alguns].

Eu penso ter um sentido pragmatico no que toca ao material. Não gosto de um tipo acima do outro. Vejo as coisas mais pela conveniencia.

O meu exemplo em concreto:

Não me interessavam os modelos de amp das pedaleiras nem gostei muito da maior parte dos efeitos, vendi-as [juntamente com outras coias] e comprei um Fender Mustang 3v2 [e um Ultranova]
Não gosto dos overdrives da Boss nem das distorções. Com a venda das pedaleiras comprei tambem um Tweek Fuzz da Seymour Duncan em 2ª mão [que ofereci], um compressor da Joyo/Harley Benton, um MXR super badass [em 2ª mão poucos meses depois dele ter sido lançado] e um Zoom MS70CDR para os delays, reverbs e chorus [recomendo especialmente se não quiserem gastar dinheiro nestes efeitos em separado. O interface podia ser melhor, mas e um bom pedal... especialmente com sints].
Comprei tambem um Joyo/Harley Benton American sound, um EHX Deluxe Big Muff pi e um Dod Phasor [em 2ª mão].
O EHX pifou e a Thomann trocou-o por um TC Dittox2, que troquei por uma acustica.

Ha tanto por onde escolher hoje em dia e a bons preços [e outros não muito bons] que, no fim, devemos olhar para o material de forma conveniente.

Multi efeitos [com amp modeler]:

A Helix e muito boa... a Mooer lançou uma para competir... A Boss GT-1000 serve perfeitamente... algumas pedaleiras mais antigas são muito boas [VOX Tone Lab SE]...  muito por onde escolher

Pre amps /amp Modelers:

Se não fosse por utilizar VSTs [novamente, por conveniencia] compraria o Mooer Micro Preamp Live [porque efeitos que goste ja tenho]. Mas ha mais por ai.

Multi efeitos:

Zoom MS70CDR. A maioria dos efeitos são muito bons, outros nem por isso. A Line 6 tambem tem alguns. Mooer, etc..

Racks:

E a escolha do freguês.





 

há 3 minutos, resolectric disse:

Ah! A série SK da Yamaha era maravilhosa!
Maravilhosa e cara. Eram sintetizadores de luxo e também arderam no incêndio do Chiado.
A loja Valentim de Carvalho tinha alguns lá dentro, já não sei se no 1º ou no 2º andar.
Perderam-se muitos instrumentos valiosíssimos naquele incêndio. E imensos discos! Milhares!

Na Yamaha também existia, contemporânea dos SK, a série CS. Um amigo meu tinha o CS10 e era muito porreiro.
Eram mais baratos, tinham as laterais em plástico mas a qualidade era de topo. Yamaha. Não brincavam em serviço.
Depois desses terem sido lançados comprei o sistema completo que eles lançaram de "Computer Music": Rack TX816 (oito sintetizadores DX7) teclado master KX88 e sequenciado QX1, com diskettes de 5 1/4" e com capacidade para 100.000 notas.
De notar que a concorrência ficou a ver "papéis" pois o sequenciador Roland da altura era o CSQ600, para 600 notas.

Comprei-os cerca de 2 anos antes do famigerado incêndio e como o lançamento de equipamentos era mais lento nessa época (os equipamentos também duravam mais) é bem provável que alguns destes sints e acessórios tenham ardido também.

Os outros que referes (da Behringer) não conheço. Nunca os ouvi nem os vi.

Para Hammond também uso VSTi. Depois de ter oferecido o Crumar T2 fiquei sem alternativa para Orgão.
Para strings uso o meu Korg Lambda. Ocasionalmente um VSTi mas o Lambda faz isso tudo com "defeitos" muito mais bonitos :)

o SK30 e brutal. 4 em 1. Gostaria MESMO que a Behringer o lançasse.... não vejo a Yamaha a faze-lo. A Waldorf fez um excelente trabalho com o STVC para quem queira ter um "all in one" String Machine. Mas os puristas poderão não apreciar. E tambem algo níche [fans de JMJ, Vangelis, Floyd e Tangerine Dream parecem adorar, porem].
 


Grande bicho!!!!! :yes::yes:

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resolectric    2232
há 21 minutos, Freaking Prawn disse:

...
Mas os puristas poderão não apreciar. E tambem algo níche [fans de JMJ, Vangelis, Floyd e Tangerine Dream parecem adorar, porem].


...


Grande bicho!!!!! :yes::yes:

Pois, é um monstro.
Pôr exactamente o mesmo som em todos os módulos e abrir 8 canais na mesa com oito sints a dar o mesmo som é uma coisa surreal :P

É que o som não é exactamente o mesmo. É fantástico.
O simples facto de as saídas de sinal serem em XLR dá assim "um certo peso" :D

Vangelis e Floyd nunca vi ao vivo mas tenho muito vinil do Vangelis.

Jarre e Tangerine Dream vi. Foram ambos brutais. TD vi no concerto de apresentação do "Tangram". Fantásticos.
Só me faltaria ver Klaus Schulze que é mais ou menos a razão de eu ter vendido uma Stratocaster americana de 1977 por 70 "contos" (350 Euros) para comprar o meu primeiro sint.
Tenho os álbuns todos do KS lançados até 1990, em vinil. Desde o primeiríssimo, de 1972.

05TangerineDream.jpg


_______________


Para não ficar demasiadamente off-topic poderia acrescentar que um Korg MS20 é dos melhores "pedais" de guitarra que já ouvi :D

O Vocoder não fica muito atrás.
O MiniMoog é mais limitado em termos de processamento de sinal externo.

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Freaking Prawn    338
há 1 minuto, resolectric disse:

Pois, é um monstro.
Pôr exactamente o mesmo som em todos os módulos e abrir 8 canais na mesa com oito sints a dar o mesmo som é uma coisa surreal :P

É que o som não é exactamente o mesmo. É fantástico.
O simples facto de as saídas de sinal serem em XLR dá assim "um certo peso" :D

Vangelis e Floyd nunca vi ao vivo mas tenho muito vinil do Vangelis.

Jarre e Tangerine Dream vi. Foram ambos brutais. TD vi no concerto de apresentação do "Tangram". Fantásticos.
Só me faltaria ver Klaus Schulze que é mais ou menos a razão de eu ter vendido uma Stratocaster americana de 1977 por 70 "contos" (350 Euros) para comprar o meu primeiro sint.
Tenho os álbuns todos do KS lançados até 1990, em vinil. Desde o primeiríssimo, de 1972.

05TangerineDream.jpg

Eu sou fã de Floyd, Jarre e Vangelis!!! Tive os bilhetes na mão em 94 para ver Floyd em LX e não pude ir [pneumonia]. Devia ter ido, mesmo que morresse no dia a seguir :P

Publiquei algo nos teclados. Se pudesse dar ali um saltinho agradecia. Ando com duvidas quanto a proxima compra :D

Eu tambem comecei com guitarra, mas o que eu queria era fazer sons de sint nelas. Vendi uma Strat Aerodyne e outras coisas para comprar "the real deal". Melhor decisão de sempre.

TD e the Orb e muito bom!!

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