stratocosta

Altura dourada para seguir uma carreira na música



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pipes    3759

Ainda não entendi essa cena da "democratização da música". Há 30 anos atrás, se querias gravar um disco, tal como hoje em dia, arrotavas o guito e gravavas, e depois ias bater à porta das editoras se assim o desejasses.

Antes também fazias mixtapes e gravações caseiras (super manhosas é certo), e vendias nos concertos e no liceu, whatever. Ganhavas mais guita do que hoje em dia, lol

A cena é que no modelo antigo, apenas 1 em 1000 conseguia viver disto... agora é 1 num milhão, o que é muito mais "democrático"...

Edit: Juro que não ando à procura destes vídeos, lol. Acabei de ver este:

 

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Antonio    816

@pipes o problema é pensar assim. Por isso a minha frase anterior "tentar vender música hoje em dia é só parvo". Não estou com isto a dizer que acho certo as pessoas não pagarem a música. Até por está a desprover de valor algo muito valioso! É apenas a realidade nua e crua. As pessoas deixaram de comprar música então temos de vender outra coisa.

Uma anogia parva, se quizeres vender ar não consegues porque as pessoas têm todas ar de borla (quase todas lol). Mas se fores a um lugar turístico, tiraras uma foto a um turista e pedes para ele soprar para uma lata. Depois estampas na lata a foto dele nesse local turístico e vendes a recordação da foto na lata que tem o ar que ele respirou lá! Isto é um exemplo completamente idiota que inventei agora que pretende demonstrar que com imaginação consegue-se vender algo que todos têm de borla. Tens é que criar a experiência, o laço emocional. 

Uma das coisas que estou a pensar fazer, era para não revelar porque o segredo é a alma do negócio, é vender chandas Skype! Nós na página Facebook do projecto Anya Karin temos montes de mensagens de malta a querer falar com ela. Já perguntámos a muitos se estariam dispostos a pagar por uns minutos com nós OS DOIS (para não dar ideias) no Skype. Responderam quase todos que sim! Estamos só a montar as cenas. Paypal para receber, conta à parte no Skype só para isso, verificar se é possível virem a saber a localização, etc... 

Ou seja, ofereces a música e crias laços emocionais com o público. Depois exploras esses laços emocionais e vendes experiências! As pessoas pagam muito mais por memórias que por qualquer outra coisa. ;)

A parte de ser mais democrático é simplesmente porque estamos mais no controlo. Não estamos dependentes de um A&R qualquer agarrar ou descartar baseado numa gravação foleira de um ensaio. 

 

Pronto... Já escrevi o testamento agora vou ver o teu vídeo com calma. Depois comento. 

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Antonio    816

@pipesjá vi o vídeo.

Percebo muito do que ele diz. Está a constatar a realidade, tal como eu :rolleyes::D

Há uma coisa que não percebo. Quando ele fala dos "gate keepers". Quem raio são os tipos das discográficas para decidirem sozinhos quem pode mostrar a música ao mundo e quem não pode? Essa decisão não deve ser do público? 

Tipo, cada artista faz a arte de quer e cada membro do público aprecia a arte que quer! Será mesmo bom haver um grupo reduzido de pessoas que dizem simultaneamente ao artista que a arte dele não presta e ao publico que não lhes vai dar a chance de apreciar e decidir por eles se gostam ou não? 

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stratocosta    4036
há 20 horas, pipes disse:

Ainda não entendi essa cena da "democratização da música". Há 30 anos atrás, se querias gravar um disco, tal como hoje em dia, arrotavas o guito e gravavas, e depois ias bater à porta das editoras se assim o desejasses.

Antes também fazias mixtapes e gravações caseiras (super manhosas é certo), e vendias nos concertos e no liceu, whatever. Ganhavas mais guita do que hoje em dia, lol

A cena é que no modelo antigo, apenas 1 em 1000 conseguia viver disto... agora é 1 num milhão, o que é muito mais "democrático"...

Edit: Juro que não ando à procura destes vídeos, lol. Acabei de ver este:

 

esse sr está preso ao passado. não vale a pena perder tempo com algo que não vai voltar.

e eu não sou propriamente um  "puto".

o cd / dvd já não faz qualquer sentido, é um desperdício de plástico , logística etc. 

agora parece que está de volta a k7. devem ser uns palermas que nunca a tiveram de usar todos os dias :devil:

 

edit: tenho a minha frente 1 caixote com 100 cds da banda.

se tivéssemos optado unicamente por distribuição online, não havia desperdício de stock  

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Antonio    816
há 19 minutos, stratocosta disse:

esse sr está preso ao passado. não vale a pena perder tempo com algo que não vai voltar.

e eu não sou propriamente um  "puto".

o cd / dvd já não faz qualquer sentido, é um desperdício de plástico , logística etc. 

agora parece que está de volta a k7. devem ser uns palermas que nunca a tiveram de usar todos os dias :devil:

 

edit: tenho a minha frente 1 caixote com 100 cds da banda.

se tivéssemos optado unicamente por distribuição online, não havia desperdício de stock  

Há uns anos atrás, não muitos, ofereci a um sobrinho um CD de uma banda que ele gosta. O puto olhou para aquilo e perguntou o que era... Lol depois descobri que ele nem tem onde ouvir! Guardou como recordação e ouve na net. 

Nem nos carros já há leitor de CD. 

 

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stratocosta    4036
há 57 minutos, Antonio disse:

Há uns anos atrás, não muitos, ofereci a um sobrinho um CD de uma banda que ele gosta. O puto olhou para aquilo e perguntou o que era... Lol depois descobri que ele nem tem onde ouvir! Guardou como recordação e ouve na net. 

Nem nos carros já há leitor de CD. 

 

ainda compro cd´s , mas muito raramente , só se estiverem em promoção.

mas sinto-me um otário , preferia comprar directamente ao artista

há 17 horas, Antonio disse:

@pipesjá vi o vídeo.

Percebo muito do que ele diz. Está a constatar a realidade, tal como eu :rolleyes::D

Há uma coisa que não percebo. Quando ele fala dos "gate keepers". Quem raio são os tipos das discográficas para decidirem sozinhos quem pode mostrar a música ao mundo e quem não pode? Essa decisão não deve ser do público? 

Tipo, cada artista faz a arte de quer e cada membro do público aprecia a arte que quer! Será mesmo bom haver um grupo reduzido de pessoas que dizem simultaneamente ao artista que a arte dele não presta e ao publico que não lhes vai dar a chance de apreciar e decidir por eles se gostam ou não? 

esses "keepers" não impediram de passar muita merda.

o objectivo principal de uma editora é fazer dinheiro. e isso é perfeitamente aceitável , são uma empresa como qualquer outra.

de vez em quando a arte e o negócio cruzam-se e é win win.

e pergunto:  se ainda estivéssemos ainda no modelo antigo aonde estão os novos Yes , Pink Floyd, Beatles ?

pois......

não que eu queira outros Yes, isso é impossível .

está provado agora que o Chris Squire faleceu e o Anderson saltou fora :P

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resolectric    1968
há 41 minutos, stratocosta disse:

...

está provado agora que o Chris Squire faleceu e o Anderson saltou fora :P

Depois do post maravilhoso em modo [mete nojo] onde referi o Mike Oldfield, posso referir em modo [mete nojo novamente] que vi o Sr. Jon Anderson ao vivo.
Duas vezes.
Dois dias seguidos.
A acompanhar o Sr. Rick Wakeman.

 

 

Ah... tou velho :ph34r:

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stratocosta    4036
há 10 minutos, resolectric disse:

Depois do post maravilhoso em modo [mete nojo] onde referi o Mike Oldfield, posso referir em modo [mete nojo novamente] que vi o Sr. Jon Anderson ao vivo.
Duas vezes.
Dois dias seguidos.
A acompanhar o Sr. Rick Wakeman.

 

 

Ah... tou velho :ph34r:

estamos todos, é o que a humanidade toda faz em simultâneo : envelhecer :P

sir Rick Wakeman e a sua capa.... é preciso tê-los , ah ah ah 

em modo mete nojo, já vi Anselmo Ralph , D.A.M.A. , Fatias Dámasio e outros ilustres do género .

o amor pela família tem destas coisas , o que vale é que isso foi tudo empurrado para baixo com finos , pão com chouriço e farturas.....

também ponderei as drogas, mas esqueci-me das aspirinas em casa ....

o que me custou mais foi o Tonio Zambujo , a seguir ao teste da covid está no top.....

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resolectric    1968

Eu ia escrever aqui o nome de coisas que já vi e que batem aos pontos essas que viste mas como alguns foram gravados por mim, é melhor não dizer :rolleyes:

Ao longo dos anos que tenho vivido aqui (em VCT) fiz vários programas numa das rádios locais da cidade e houve uma altura em que, depois de ter andadao a "consultar" a discoteca da rádio, pedi autorização ao Director de Programas para fazer um programa, uma horinha semanal, onde passasse as maiores "preciosidades" que os tipos lá tinham. Discos que NUNCA passaram na rádio!
É uma pena, como tanto talento estava tão oculto e desperdiçado.

Agora não, nesta época dourada podemos ouvir todos os talentos na mesma plataforma e com a mesma projecção, sem distinções e sem que haja um maldito director de programas a escolher o que passa e o que não passa.
Assim, já podemos ouvir em "loop" os maravilhosos discos que eu queria passar naquele programa.
Pouparam-me o sacrifício :D

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