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pgranadas    2619

Não há NAMM, mas as novidades começam a chegar.

O novo teclado da Kurzweil, vem pelos vistos com intenções de ser uma alternativa ao Kronos.

Vejam aqui: https://www.musicradar.com/news/kurzweil-goes-beyond-the-k2-workstations-with-the-mighty-k2700

A Korg pelos vistos apanhou o gosto aos teclados compactos. Foi o Wavestate, depois o Opsix, e agora é o Modwave, que além de ter um editor para Mac e PC, ainda permite carregar waves dos utilizadores. Rumores dizem queo futuro firmware do wavestate também o permitirá (tomara que seja verdade) no entanto já está prometido e confirmado pela Korg, que o Wavestate também terá um editor para computador.

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xtech    3351

Confesso que fiquei super curioso com o post e vi o vídeo de fio a pavio.

Para quem almeja lugar com o Kronos, precisa daquilo que a Kurzwel falha há muito tempo: um ecrã digno desse nome. De 7 a 10 polegadas. 

De resto, Kurzweil para mim é sinónimo de qualidade e som "orgânico", nada plástico.

De resto, acertaram e em tudo: aumento da memória para samples, continuando a manter o que é bom em termos sonoros. E emendaram a mão e voltaram a pôr o que nunca deviam ter tirado: o keybed TP-40 da Fatar que tinha o anterior PC3. É, para mim, o melhor keybed em termos de feeling a "piano" que já pus as unhas num teclado eletrónico.

A única coisa é um ecrã muito pequeno, mas bom, se pudermos abstraír-nos disso não tenho dúvidas que está aqui grande máquina.

 

 

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Antonio    1043

Em 2021 devia ter touchscreen! Acho uma falha enorme que torna difícil competir com o workflow do Kronos. 

 

PS - Já faz um tempo que ando a pôr uns trocos de parte para oferecer um Kronos à Anya. Este ainda me suscitou interesse. Mas sem touchscreen não sei... 

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Freaking Prawn    383

Kurzweil vai chateando a malta que deseja um K3, com lançamentos que não são exactamente aquilo que os fãs desejam. PC4 e Forte por exemplo.

Mas - parece-me - que o Forte ainda e o que tem as "melhores" specs. Mais memoria, mais samples, etc.

Concordo com a qualidade [e profundeza] das samples e do VAST, mas deixa-me algo perplexo como em 2021 ainda não deram aos utilizadores um bom touch-screen. Qualquer Workstation hoje em dia os tem [ate o Triton o tinha ha decadas]. O Kronos [tem uma decada ou mais], o Montage/Modx, o Fantom... ate os Casio teem.
Especialmente por causa do VAST. E daquelas decisões que não fazem muito sentido.


A Korg esta a dar-lhes bem tambem. Aquele miniKorg 700FS... hmmmmmmmmmm.... apesar de não me interessarem os monosynths, ha alguns que gostaria de lhes dar uma dentadinha.

Confesso que não fiquei grande fã do Wavestate. Tem muitas capacidades mas tem 3 grandes limitações [IMHO]: não da para importar samples, muitos menus e submenus juntamente com um ecra minusculo e muitos SHIFT para chegar seja aonde for; e so tem 3 oitavas.
O OPsix parece bem desenhado a nivel de interface [bem melhor que muitos FM] e o Modwave - apesar de me parecer o mais interessante dos 3 - parece mais um horror de menus [posso estar enganado].
Ate agora, o Hydra e o unico teclado que me aguça o apetite para VA e Wavetable [não tenho guito para o Quantum, e o Iridium não tem teclado]

O Nautilus tambem não me fascina minimamente. Kronos super-redux? Nah, passo.


A Behringer ainda anda não lançou a versão deles do OBXa nem do CS80, mas la vai lançado monosynths que ate chateia [nada contra quem gosta de monos, atenção]. Fico deveras satisfeito que a malta tenha acesso a clones a preço muito abaixo dos originais. Agora [finalmente] resolveram mostrar o clone do VCS 3 e do Kobol [alem do Monopoly e do 2600 que ja estao acessiveis].

A Yamaha lembrou-se de juntar os 2 produtos anteriores [piano e orgão] num so, como se ninguem estivesse a espera disso, na forma de YC88.
A Hammond resolveu entrar no mesmo percurso com o SKpro [orgão, piano, strings e synth]. Parece um produto interessante e em parte reminiscente do Yamaha SK30... so que não [pode ser que a Yamaha se lembre de entrar com um revamp do SK30... era bom era]

A Roland lançou mais um produto, o Verselab

A Boss lançou uma nova gama de pedalboards [mas alguem usa as pedalboards deles?] e aparentemente vai lançar o Tonebender

O ano ainda agora começou e ja ha algumas novidades





 

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Antonio    1043
há 39 minutos, Freaking Prawn disse:

Kurzweil vai chateando a malta que deseja um K3, com lançamentos que não são exactamente aquilo que os fãs desejam. PC4 e Forte por exemplo.

Mas - parece-me - que o Forte ainda e o que tem as "melhores" specs. Mais memoria, mais samples, etc.

Concordo com a qualidade [e profundeza] das samples e do VAST, mas deixa-me algo perplexo como em 2021 ainda não deram aos utilizadores um bom touch-screen. Qualquer Workstation hoje em dia os tem [ate o Triton o tinha ha decadas]. O Kronos [tem uma decada ou mais], o Montage/Modx, o Fantom... ate os Casio teem.
Especialmente por causa do VAST. E daquelas decisões que não fazem muito sentido.


A Korg esta a dar-lhes bem tambem. Aquele miniKorg 700FS... hmmmmmmmmmm.... apesar de não me interessarem os monosynths, ha alguns que gostaria de lhes dar uma dentadinha.

Confesso que não fiquei grande fã do Wavestate. Tem muitas capacidades mas tem 3 grandes limitações [IMHO]: não da para importar samples, muitos menus e submenus juntamente com um ecra minusculo e muitos SHIFT para chegar seja aonde for; e so tem 3 oitavas.
O OPsix parece bem desenhado a nivel de interface [bem melhor que muitos FM] e o Modwave - apesar de me parecer o mais interessante dos 3 - parece mais um horror de menus [posso estar enganado].
Ate agora, o Hydra e o unico teclado que me aguça o apetite para VA e Wavetable [não tenho guito para o Quantum, e o Iridium não tem teclado]

O Nautilus tambem não me fascina minimamente. Kronos super-redux? Nah, passo.


A Behringer ainda anda não lançou a versão deles do OBXa nem do CS80, mas la vai lançado monosynths que ate chateia [nada contra quem gosta de monos, atenção]. Fico deveras satisfeito que a malta tenha acesso a clones a preço muito abaixo dos originais. Agora [finalmente] resolveram mostrar o clone do VCS 3 e do Kobol [alem do Monopoly e do 2600 que ja estao acessiveis].

A Yamaha lembrou-se de juntar os 2 produtos anteriores [piano e orgão] num so, como se ninguem estivesse a espera disso, na forma de YC88.
A Hammond resolveu entrar no mesmo percurso com o SKpro [orgão, piano, strings e synth]. Parece um produto interessante e em parte reminiscente do Yamaha SK30... so que não [pode ser que a Yamaha se lembre de entrar com um revamp do SK30... era bom era]

A Roland lançou mais um produto, o Verselab

A Boss lançou uma nova gama de pedalboards [mas alguem usa as pedalboards deles?] e aparentemente vai lançar o Tonebender

O ano ainda agora começou e ja ha algumas novidades





 

A Behringer tem alguma alternativa ao Kronos? Ou outra marca qualquer mais em conta que a korg? 

Eu ando a ver o Kronos porque me parece ser quase um standard e, pelos vídeos de vi, o workflow é fixe para a Anya que não é muito dada a cenas muito técnicas. Portanto o touchscreen com os gráficos dos instrumentos Parece-me fixe. Depois se ela quiser ir mais a fundo na programação eu faço isso com ela.. 

Mas eu não sou muito conhecedor do mundo dos teclados. Se calhar há opções mais em conta que são fixes... 

Ah, ia me esquecendo... 

Uma coisa que acho brutal no kronos é a função de playlist com os quadradinhos coloridos. É ideal. Assim estou com a Anya umas horas a programar aquilo e ela depois só carrega nos quadradinhos. Ou usa um footswitch para fazer scroll pela playlist durante os concertos.... Fácil para ela ;)

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Freaking Prawn    383
Agora mesmo, Antonio disse:

A Behringer tem alguma alternativa ao Kronos? Ou outra marca qualquer mais em conta que a korg? 

Eu ando a ver o Kronos porque me parece ser quase um standard e, pelos vídeos de vi, o workflow é fixe para a Anya que não é muito dada a cenas muito técnicas. Portanto o touchscreen com os gráficos os instrumentos Parece-me fixe. Depois se ela quiser ir mais a fundo na programação eu faço isso com ela.. 

Mas eu não sou muito conhecedor do mundo dos teclados. Se calhar há opções mais em conta que são fixes... 

Ate agora a Behringer não lançou nenhuma Workstation. Eles estão mais na onda de clonar todos os synth analogicos que possam [e alguns digitais, mas ainda nao aconteceu].

O Kronos e um bicho e pode ser muito complexo na programação por causa dos inumeros menus que tem [e o display ja esta velhinho].

A pergunta que se coloca e a seguinte: o que tu ou a Anya pretendem a nivel de som e como obte-lo?

A meu ver [opinião muito pessoal]:

Kronos - ate agora o que tem o maior catalogo 3rd party de samples [cenas da SoundIron são brutais], tem 9 Engines separados para sons diferentes que podem se juntar em layers [um para piano, um para orgão, uma emulação digital do polysix, etc], muitos menus com muito por onde mexer.

Montage/Modx - tem 2 Engines principais: um de samples [piano, synths, etc] e um de FM muito potente. Excelentes efeitos, mas e um pesadelo para navegar naquilo [alem de ter uma linguagem algo estranha]. Mas e muito potente no geral. As samples do Bosendorf e muito boa, os pianos electricos são muito bons, os orgãos tambem. Touch-Screen tambem.

Kurzweil SP4 ou Forte - tem uma sonoridade muito propria e "elegante" [na falta de melhor termo], especialmente os pianos e as samples de orquestra. MUITO potente mas MUITO lixado de se mexer. Tem o chamado sistema VAST que o torna numa especie de sintetizador modular virtual onde praticamente tudo se liga a tudo. A linguagem usada e mais "cientifica". Não tem touch-screen o que e uma pena. Os efeitos tambem são muito bons.

Roland Fantom - a nova serie e 2 em 1: samples e VA. Tem a benesse de ter um sequenciador jeitoso mesmo a mao e usa filtros analogicos. Tem emulações digitais dos synths deles e samples de piano etc. Como não me encanta muito o som da Roland, não posso dizer nada a esse respeito.

Diria que em termos de facilidade de manuseio:

Fantom
Kronos
Montage/Modx
Kurzweil
 

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Antonio    1043
há 17 minutos, Freaking Prawn disse:

Ate agora a Behringer não lançou nenhuma Workstation. Eles estão mais na onda de clonar todos os synth analogicos que possam [e alguns digitais, mas ainda nao aconteceu].

O Kronos e um bicho e pode ser muito complexo na programação por causa dos inumeros menus que tem [e o display ja esta velhinho].

A pergunta que se coloca e a seguinte: o que tu ou a Anya pretendem a nivel de som e como obte-lo?

A meu ver [opinião muito pessoal]:

Kronos - ate agora o que tem o maior catalogo 3rd party de samples [cenas da SoundIron são brutais], tem 9 Engines separados para sons diferentes que podem se juntar em layers [um para piano, um para orgão, uma emulação digital do polysix, etc], muitos menus com muito por onde mexer.

Montage/Modx - tem 2 Engines principais: um de samples [piano, synths, etc] e um de FM muito potente. Excelentes efeitos, mas e um pesadelo para navegar naquilo [alem de ter uma linguagem algo estranha]. Mas e muito potente no geral. As samples do Bosendorf e muito boa, os pianos electricos são muito bons, os orgãos tambem. Touch-Screen tambem.

Kurzweil SP4 ou Forte - tem uma sonoridade muito propria e "elegante" [na falta de melhor termo], especialmente os pianos e as samples de orquestra. MUITO potente mas MUITO lixado de se mexer. Tem o chamado sistema VAST que o torna numa especie de sintetizador modular virtual onde praticamente tudo se liga a tudo. A linguagem usada e mais "cientifica". Não tem touch-screen o que e uma pena. Os efeitos tambem são muito bons.

Roland Fantom - a nova serie e 2 em 1: samples e VA. Tem a benesse de ter um sequenciador jeitoso mesmo a mao e usa filtros analogicos. Tem emulações digitais dos synths deles e samples de piano etc. Como não me encanta muito o som da Roland, não posso dizer nada a esse respeito.

Diria que em termos de facilidade de manuseio:

Fantom
Kronos
Montage/Modx
Kurzweil
 

Eu tenho noção da complexidade do Kronos. A mim não me assunta pois estou muito habituado a lidar com esse tipo de coisas... Em VSTs e tal, mas sim. O que me pareceu é que aquilo dá para eu programar as cenas como ela quiser, depois fica tudo organizado em playlists e ela só carrega nos quadradinhos... Foi isso que me atraiu. 

Já experimentámos o MODX e ela não curtiu os pianos. Pelas pesquizas que fiz o Kronos tem pianos melhores. 

 

O que pretendemos: 

Em primeiro lugar: Pianos, Rhodes e Hammonds bons! Principalmente piano. Temos um piano digital barato, da Thomann, que ela até gosta das teclas pesadas mas não gosta nada do som. O plano era comprar a versão de 61 teclas do Kronos para ser portátil para gigs e depois usar o Piano que temos como controlador quando é necessário teclas pesadas aqui no estúdio. Para palco ela diz que as 61 teclas normais dão na boa. 

Orquestra: Strings fixes mas não precisam de ser ultra realistas. A ideia principal é fazer layers com piano.

Synths: Dá jeito uns pads, synth bass com power e um lead porreiro. Não é preciso alta cena de synths. 

 

Antes de dizeres que um stage piano era o ideal, gostava que tivesse funcionalidade de gravar umas cenas e servir de worksation. Isto para ela ter uma forma simples de gravar as ideias para os originais... Se funcionar também como um simples audio interface é a cereja no topo do bolo.  

 

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Freaking Prawn    383
há 5 minutos, Antonio disse:

Eu tenho noção da complexidade do Kronos. A mim não me assunta pois estou muito habituado a lidar com esse tipo de coisas... Em VSTs e tal, mas sim. O que me pareceu é que aquilo dá para eu programar as cenas como ela quiser, depois fica tudo organizado em playlists e ela só carrega nos quadradinhos... Foi isso que me atraiu. 

Já experimentámos o MODX e ela não curtiu os pianos. Pelas pesquizas que fiz o Kronos tem pianos melhores. 

 

O que pretendemos: 

Em primeiro lugar: Pianos, Rhodes e Hammonds bons! Principalmente piano. Temos um piano digital barato, da Thomann, que ela até gosta das teclas pesadas mas não gosta nada do som. O plano era comprar a versão de 61 teclas do Kronos para ser portátil para gigs e depois usar o Piano que temos como controlador quando é necessário teclas pesadas aqui no estúdio. Para palco ela diz que as 61 teclas normais dão na boa. 

Orquestra: Strings fixes mas não precisam de ser ultra realistas. A ideia principal é fazer layers com piano.

Synths: Dá jeito uns pads, synth bass com power e um lead porreiro. Não é preciso alta cena de synths. 

 

Antes de dizeres que um stage piano era o ideal, gostava que tivesse funcionalidade de gravar umas cenas e servir de worksation. Isto para ela ter uma forma simples de gravar as ideias para os originais... Se funcionar também como um simples audio interface é a cereja no topo do bolo.  

 

Por acaso ia mesmo dizer Stage Piano [e dava-te o Kawai MP11SE como um excelente exemplar a todos os niveis].

Se achas que o Kronos satisfaz os requisitos [mesmo o de 61 teclas... tambem nao vejo a necessidade de mais, a nao ser que vão interpretar Chopin ou Liszt], então força. E um bicho muito completo e com bastantes samples 3rd party caso queiram novos sabores. Tem secção de polysynth e monosynth que podem misturar em layers ou separar no teclado. Os faders servem como stops para os orgãos e tem samples de piano bacanos que podem ser alterados no Engine deles mesmo.

A cena dos "pianos melhores" etc e muito relativo e pessoal. Ha quem goste dos samples da Korg, ha quem prefira os CPX da Yamaha [ou os Bosendorf que eles usam [porque lhes pertence] como e o meu caso] como ha quem prefira os da Kurzweil. Neste momento tens pianos brutais da Kawai nos pianos de palco deles [bons mesmo, sem loops como nas workstations]. Rhodes, prefiro os da Yamaha, mas nenhum ate agora captou correctamente o processo mecanico dos Rhodes em teclados. Hammonds [e demais orgãos] são relativamente faceis de clonar, mesmo atraves de sintese. O lixado e teres um Leslie que soe autentico [ate agora o unico leslie que gostei de ouvir em teclados modernos e o dos orgãos da Crumar, e - curiosamente - os que estão no Amplitube5 (embora lhes falte poder mexer nos mics livremente para os agudos e graves. Estranha decisão deles)], mas ate para isso ha solução em efeitos/pedais externos.


Não ficas - de todo - mal servido com o Kronos. Muito antes pelo contrario

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pgranadas    2619

Vocês sentem falta do touchscreen, já eu não acho isso essencial, talvez porque tenho um com touchscreen e não foi isso que me ajudou ou facilitou, ou me levou a programar nele. (Na realidade, acho que nunca fiz algum som nele)

Acho muito mais importante hoje em dia que o teclado tenha um editor para computador, onde seja mais fácil trabalhar os sons. Isso está no forno para o Wavestate, o Modwave já vem com um, desconheço se o Kurzweil tem um.

Se tiver, prefiro isso a um ecrã enorme e com toque, até porque o écran só é importante mesmo para navegar entre sons e isso um pequeno serve perfeitamente.

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Freaking Prawn    383
Agora mesmo, pgranadas disse:

Vocês sentem falta do touchscreen, já eu não acho isso essencial, talvez porque tenho um com touchscreen e não foi isso que me ajudou ou facilitou, ou me levou a programar nele. (Na realidade, acho que nunca fiz algum som nele)

Acho muito mais importante hoje em dia que o teclado tenha um editor para computador, onde seja mais fácil trabalhar os sons. Isso está no forno para o Wavestate, o Modwave já vem com um, desconheço se o Kurzweil tem um.

Se tiver, prefiro isso a um ecrã enorme e com toque, até porque o écran só é importante mesmo para navegar entre sons e isso um pequeno serve perfeitamente.

A cena do touch e que este tipo de teclados não possuem muito a nivel de botoes/faders e knobs para se mexer e fazer alterações logo ali. Tambem seria muito dificil colocar fisicamente todas as funções ou mesmo as mais relevantes no chassi. Ter a representação virtual dessas funções e meio caminho andado.

A outra e que a ideia de uma WS e a de fazeres tudo nela sem a necessidade de utilizares algo externo para as programares. Mesmo quando sãoo 3 da manha, nao tens sono e queres apenas brincar uma beca.

E algo que me apoquenta imenso no MODX. Nao tem como alterar as samples [os loops, por exemplo] a nao ser atravez do pc. Não faz sentido. Se e uma "Estação de Trabalho", ela deve conter todos os utensilios para se poder trabalhar. Então a porra das sequencias, gahhhhhhhh.

No caso dos Kurt e mesmo so porcausa da imensidão do VAST.

A Roland nesse aspecto desenhou muito bem o Fantom. Tambem se entende: e principalmente um sint... com uns sons extra.

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