Rukas

Quantos amps é que nós realmente precisamos?



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amrest    160

Tal como no vídeo das guitarras há algumas inverdades.  Dizer que pode não precisar de amplificador só é verdade se tocar com uma acústica e numa sala pequena. Caso contrário ou usa amplificador de guitarra ou de PA mas precisa de amplificador. Logo a necessidade de amplificador depende da guitarra e do momento. Eu tenho 4 ( 30w, 35w, 100w e 100w válvulas) mas gostava de ter outros. De momento não uso nenhum, nem em casa.

 

 

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tmo    2702
há 1 hora, Antonio disse:

Era esse mesmo. 

Não sei se é assim tão parvo... Entre andar com uma pedaleira ou essa head apenas com um footswitch... E tinha atenuação dando também para ligar por DI sem CAB. Era tipo, levar a guitarra numa mão e a head na outra, estava feito 

Leste-me mal, o "parvo" era para caracterizar o layout dos botões, não o conceito do amp. O conceito foi ter um "tudo em um" canivete alemão da guitarrada a valvulinas. O problema foi o tamanho, na minha opinião. É que quem carrega um cabeço também carrega uma pedaleira. Quem procura ter o tudo-em-um geralmente procura portabilidade e o VHX deverá ser assim para o pesado e grande, exactamente o oposto a uma Helix ou Axe FM3 (a pedaleira mais recente do Axe FX). Daí o falhanço, penso eu de que... mas o layout dos botões é assim para o parvo mesmo, vai buscar ao VH4 em termos de design, mas para coordenar com um ecrã, botões afastados só porque sim... eh pah, contribui para o falhanço, na minha opinião, claro.

Reitero, controlo digital de amps a válvulas, venham mais escolhas!

@amrest - arranja uma Loadbox e dá-lhe com os headphones! Passas a curtir os amps sem chatear os vizinhos!

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amrest    160
há 8 minutos, tmo disse:

arranja uma Loadbox e dá-lhe com os headphones!

Tenho aqui uma pedaleira com saída para auscultadores (headphones) que é o que tenho usado. Não tenho usado nenhum dos 4 até porque só tenho um cá em casa e está arrumadinho.

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bandit    327
há 6 horas, mr store disse:

Nota: Tive um Laney lionheart L20T-112 que me deixa saudades

 

Completamente. Acabei por vender porque não me dava um som limpo em volumes mais altos, mas certo é que desde aí que não voltei a ter um amp que me deixe completamente feliz.

 

Neste momento estou só com a Helix LT e tenho um Fender Deluxe 112 que uso com alguns pedais para quando passo ao almoço em casa dos meus pais.

Que amps teria? De repente, o Lionheart e, talvez, um Hot Rod Deluxe. Modesto, sim, mas sei que comigo resulta bem.

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tmo    2702
há 9 minutos, bandit disse:

blá blá blá

... Modesto, sim, mas sei que comigo resulta bem.

Nem todos precisamos de um Ferrari na garagem, há quem prefira um Mini, um Carocha ou um 2 Cavalos!... Os amps são ferramentas, há quem os use como concebidos para tal e há quem os use como pisa-papéis.

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Antonio    1038
há 8 horas, tmo disse:

Nem todos precisamos de um Ferrari na garagem, há quem prefira um Mini, um Carocha ou um 2 Cavalos!... Os amps são ferramentas, há quem os use como concebidos para tal e há quem os use como pisa-papéis.

Acho que encontraste uma boa função que eu poderia dar aos Marshall! Pisa papeis! Ou mesas de chá, acho que dariam boas mesas de chá. :P

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tmo    2702

... ou mesinhas de cabeceira com despertador incluído... despertador para a cara metade, claro... "ah e tal espreguiçar e nada melhor que um bom acorde de Mi maior no canal crunch do meu Marshall...", isto depois dum "querida, acorda, são horas" e de ter como resposta um "deixa-me dormir..."...

... se calhar é melhor não...

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gilly    210

Xi... onde isto já vai...

Pronto, vou dar o meu contributo.

 

Comecei com um pequeno combo Marshall VS-15. Valvestate, 2ª geração. 1 canal, 8". Servia para o gasto, mas eu queria tocar "nirvanadas", não tinha pedal para trocar o canal. (Com o tempo, aprendi a apreciar o som deste combo, adoro-o! Para gravar solos com um microfone é brutal! Para gravar harmonias de guitarra é ainda melhor!)
Mas entretanto, por trocas e destrocas, "herdei" um Vantage VG-50. Não valia nada. 2 canais (na verdade um, com um "overdrive" comutável com pedal). Nunca ouvi coisa tão ranhosa. Mas foi dando para o gasto! (Acabei por despachá-lo passado uns anos... não tinha interesse.)

Para juntar a isto, comprei um pedal Zoom 505. Que escolinha!!! Brutal!!! Aprendi muito com esse pedal, toquei imenso com ele. Aquilo tudo até soava bastante bem!

 

Até que... bom negócio na altura, comprei um DSP de rack: Behringer Virtualizer PRO. Foi quando saiu, em 2000. Ora, como tinha dois amps e uma pedaleira que já dava em stereo e tudo, foi a evolução lógica: cabo stereo do 505 ao Behringer e um cabo para cada amp. A partir daí, todos os meus rigs são stereo.

Depois, mais um bom negócio, deitei mãos num Rocktron Chameleon. Ainda o uso (e não me vou desfazer dele). MIDI, faz rigorosamente tudo (e se arranjarmos um interface MIDI, aposto que dá para controlar as máquinas da Nespresso, Delta Q e Dolce Gusto).
Mas como comecei a dar uns toques mais a sério com bandas, precisava de um amp decente. É quando entra o Marshall V-8240R (Valvestate da 1ª geração, com uma válvula de pré e effect returns em stereo). Perfeito!
O gajo, só por si, já manda um tone espectacular. Contudo, quase sempre era usado como "power amp" para o Chameleon (que, com MIDI, dá para fazer tudo - eu já tinha dito isto antes?)...

A certa altura, com a banda que tinha na altura (os The Crew), começámos a ensaiar de auscultadores (os nossos ouvidos agradeceram imenso), e comprei uma pedaleira/pré Yamaha DG-stomp (assim, só precisava de levar 2 malas - guitarra e acessórios) para o ensaio. Ah... e, como de costume, sempre em stereo!

Quando comprei a Yamaha RGX-820Z (guitarra eléctrica com piezo), decidi comprar também um pré de acústica. Como gostei muito do DG-stomp, optei por um Yamaha AG-stomp. Muito bom também!

 

A coisa foi evoluindo, até que comecei a tocar em venues maiores e precisava de um amp completo. Ou tipo isso.

Deitei mãos num power-amp Rocktron Velocity 100 (2 x 50W), para emparelhar com o Chameleon, mas a coisa era insuficiente para o que eu queria e precisava na altura. Comprei um Peavey Classic 50/50 (12 válvulas!!!) e pouco depois comprei um pré Carvin Quad X-Amp.
O rack lá acabou por ser populado com mais dois DSPs (para referência, Rocktron Intellifex e Lexicon MX-300) e ainda é o meu main rig, emparelhado com duas colunas 4x12" slant.

E uma vez que, na estada, convém ter sempre um backup, acabei por juntar o Chameleon com o Velocity 100, que pouco depois foi substituido por um Rocktron Velocity 300 (2 x 150W), caso algo acontecesse com o rack acima mencionado.

 

Actualmente, e para gravações, mantenho sempre em casa o Yamaha DG-stomp e o Rocktron Chameleon. Para gigs pequenos, levo o V-8240R e ligo o DG-stomp nos returns (em stereo, sempre).

 

Assim sendo, a lista é:

Combos:

  • Marshall VS-15
  • Marshall V-8240R

Pré-amps:

  • Carvin Quad X-amp
  • Rocktron Chameleon
  • Yamaha AG-stomp
  • Yamaha DG-stomp

Power-amps:

  • Peavey Classic 50/50
  • Rocktron Velocity 300

 

 

Isto é demasiado gear...

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tmo    2702

@gilly - é assim mesmo, sempre a bombar. Essa rack deve ser levezinha, tem rodas?

... e agora lembrei-me que não fiz referência ao meu primeiro setup... composto por uma guitarra eléctrica Kaman HSS (marca mãe de marcas como a Ovation) e um amp Peavey de 10" (acho) dois canais e não me lembro de mais. São peças que não deixaram saudades, apesar do Peavey até se safar benzinho e a guitarra não ser má de todo, mas isto da memória tem as suas particularidades de ser selectiva, e assim que me livro de um mono, geralmente não lhe sinto falta... exceptuo apenas 3 peças de gear que depois de vendidas ainda suscitam alguma saudade, mas nada que me leve atrás delas: uma Ibanez S540 preta que comprei e vendi para investir noutra guitarra; o Roland GP100, que apesar de antigo tinha umas características que faziam inveja a muitos processadores de efeitos mais recentes e o Boss VF-1, que tinha um ring modulator que me deixou saudades e que ainda não consegui substituir, mas a vida é assim...

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gilly    210
há 1 hora, tmo disse:

@gilly - é assim mesmo, sempre a bombar. Essa rack deve ser levezinha, tem rodas?

... e agora lembrei-me que não fiz referência ao meu primeiro setup... composto por uma guitarra eléctrica Kaman HSS (marca mãe de marcas como a Ovation) e um amp Peavey de 10" (acho) dois canais e não me lembro de mais. São peças que não deixaram saudades, apesar do Peavey até se safar benzinho e a guitarra não ser má de todo, mas isto da memória tem as suas particularidades de ser selectiva, e assim que me livro de um mono, geralmente não lhe sinto falta... exceptuo apenas 3 peças de gear que depois de vendidas ainda suscitam alguma saudade, mas nada que me leve atrás delas: uma Ibanez S540 preta que comprei e vendi para investir noutra guitarra; o Roland GP100, que apesar de antigo tinha umas características que faziam inveja a muitos processadores de efeitos mais recentes e o Boss VF-1, que tinha um ring modulato r que me deixou saudades e que ainda não consegui substituir, mas a vida é assim...

Não tem rodas. Melhor que isso! Tem uma plataforma em baixo que dá para levar os dois racks!

Passo a explicar: rack principal 8U tem o Carvin e o Peavey (e tudo o resto que é DSP e afins) e rack backup 2U tem apenas o Chameleon e o V300. Assim, ponho uma em cima da outra, tudo em cima de uma plataforma com rodinhas e tudo atado com uma cinta de tensão (tipo pronto-socorro). Feito!

(Na foto ainda tinha o Behringer e não o Lexicon.)

WP_20160511_002.jpgWP_20160512_001_blur.jpg

E a respectiva configuração ao vivo...

My rig 2016.jpg

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