Brick_top

Eu a tocar uns riffs de de Steve Vai com o Axe-Fx 3



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Brick_top    10
há 16 horas, ncarmona disse:

Em termos de sensações (de tocar um amp ao volume ideal para debitar o seu "tone") eu concordo que um modelador não consegue recrear a sensação de tocar com um amplificador a bombar.

Para gravar ou tocar a baixos volumes, a minha experiência é que - com software e máquinas que existem hoje em dia - os modeladores são melhor solução que os amplificadores. Mesmo em termos de "tone"

Olha que tocar com o axe-fx 3 em altos volumes é divertido

há 15 horas, stratocosta disse:

são ambos "ferramentas" 

eu mesmo a tocar "baixinho" prefiro amps analógicos ,

mas para praticar , mandar umas malhas , gravar umas demos o digital é pratico.

neste momento uso isto ( além de amps a válvulas ):

http://hughes-and-kettner.com/products/spirit/black-spirit-200-floor/

som analógico , controle e efeitos digitais e muito versátil.

tem bom aspeto isso

há 14 horas, tmo disse:

Eu tive durante muitos anos um modelador digital, mas dos "iniciais", um Roland GP100 (saiu para o mercado em 1995, comprei-o em 1998) Aquilo era uma máquina (para a altura) e sacava uns sons porreiros. Tinha pequenos pormenores de programação que não tenho encontrado nos processadores mais recentes e dos quais tenho saudades.

Há coisa de 10/12 anos resolvi aventurar-me nas valvulinas com um Mesa Boogie Triaxis V2 (2ª versão, em 2ª mão, preço mais acessível, claro) e o timbre geral mudou substancialmente, mas mesmo muito. Depois foi arranjar um poweramp a condizer e recentemente arranjei duas loadbox para poder usar o amp em casa com auscultadores (o Triaxis tem saída compensada, usava essa para monitorizar com headphones).

Na minha humilde opinião, ainda não há software que se mostre tão bom como o real thing, estão perto, muito mesmo, mas ainda há qualquer coisa no feel que parece artificial, talvez por ser demasiado "regrado". A distorção analógica tem flutuações no grão/textura, fruto das flutuações das vibrações das cordas. Isso sente-se e o digital parece que regulariza essas flutuações e torna a textura num padrão previsível... Estou a delirar um pouco e muito provavelmente, se me fizessem um blind test falharia redondamente, no entanto, ressalvo que o analógico é tão mais fácil acertar com o timbre que o digital que não há competição, pelo menos para mim... mas o digital tem uma conveniência de portabilidade e versatilidade que o analógico apenas sonha. O Triaxis acaba por ser o melhor dos dois mundos, para mim, pelo menos.

Resumindo, se puderem, amp analógico ligado a uma LoadBox e depois à placa de som e fazem a festa pela noite dentro com headphones e sem chatices dos vizinhos... e com bom som!

Eu tive um boss gx-700 que acho que foi precursor desse GP-100

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tmo    2836

O GX700 era o irmão mais novo do GP100. Penso que o GP100 saiu primeiro para o mercado...

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stratocosta    4181

boss gx-700 , também tive e dei-lhe bom uso , usei-o uns 4 anos ao vivo , portanto rendeu bem !

acho que o  digital tem demasiada compressão ( acho que feitio , eles têm de controlar bem o input )  , o que é fixe em solos high-gain , mas para ritmo , não gosto.

soa-me fixe com instrumentação virtual , mas com banda ao vivo / estúdio.......

mas também depende dos estilos que se toca.

 

 

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Brick_top    10

stratocosta falas como se digital só tivesse uma forma de funcionar e que soa tudo igual.

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tmo    2836

o @stratocosta afirmou que "depende dos estilos que se toca"... e necessariamente, dos gostos de cada um. Agora, os conversores A/D avançaram muito desde os anos 90 para cá e agora estão MUITO mais dinâmicos...

 

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Brick_top    10
há 3 horas, tmo disse:

o @stratocosta afirmou que "depende dos estilos que se toca"... e necessariamente, dos gostos de cada um. Agora, os conversores A/D avançaram muito desde os anos 90 para cá e agora estão MUITO mais dinâmicos...

 

Afirmou isso na última frase, mas não foi a isso que lhe respondi. Entendo pouco mas acho que a conversão A/D não é o mais importante numa simulação digital.

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stratocosta    4181
há 7 horas, Brick_top disse:

stratocosta falas como se digital só tivesse uma forma de funcionar e que soa tudo igual.

por acaso , com o Kemper ligado a um amplificador de potência +  uma coluna de guitarra e fazendo bypass da parte simulação do altifalante 

soava-me tudo ao mesmo, com mais ou menos ganho.

acho que a "magia" estava mais na captura da parte do altifalante do que propriamente na simulação do pré / poweramp.

mas DI , colunas estúdio , auscultadores , notavas-se bem as nuances dos tipos de amplificadores . 

no fim , despachei-o , comprei o H&K Blackspirit e ainda sobrou umas boas massas. 

menos opções , mas tem power amp ( 200 watts) e pedaleira incluída.  

há 1 hora, Brick_top disse:

  Entendo pouco mas acho que a conversão A/D não é o mais importante numa simulação digital.

é bastante importante , mas não foi só isso que avançou : processadores mais rápidos permitem melhores simulações . 

e a tecnologia dos IR´s que era inexistente.

@Brick_top desculpa isto ter descarrilado do tópico inicial :D

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tmo    2836

@Brick_top A conversão A/D é importantíssima pois define o material com o qual os processadores vão trabalhar. Sim, não foi só isto que avançou, a memória rom e ram e o processamento / CPU também avançaram, assim como (igualmente importante) os algorítmos e a programação dos efeitos e simulação dos amps.

@stratocosta - Os modeladores actuais estão optimizados para trabalharem com sistemas FRFR (Full Range Flat Response) / PAs. As colunas para guitarra têm uma influência enorme no timbre final, mas mesmo muito grande, daí ter-te soado tudo ao mesmo. Lembro-me de ligar o GP100 a PAs e aquilo soava muito bem.

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