Como usar processadores multiFX para Guitarra/Baixo/outros

    Por tmo    7.969 Visualizações     26 comentários    


O que há anos era heresia total, hoje em dia começa a ser cada vez mais aceite: a utilização de preamps digitais (em formato pedaleira, rack ou software para PC/Mac ou tablet) e multiefeitos pelos guitarristas e baixistas, pode afinal ser uma excelente escolha e soar bem. Neste tutorial mostra-se como tirar o máximo partido deles.

tmo
Por tmo

WHAT IS NOT TOLD ABOUT MULTIFXs

 

Uma conto repescagem de 2007 (a pedido de algumas gentes) por tmo...

Ora bem, qual é a grande vantagem de utilizar um pré digital ao invés de usar um analógico? Pondo de parte o rombo no orçamento que os diferentes prés fazem, a grande vantagem destes sobre os outros é a versatilidade de timbres que podem gerar. E para quê? Perguntais vós... simplesmente para poder chegar a mais pessoas e permitir o estudo do “Holly Grail of Tone” sem se ficar a pedir nas ruas. O que se irá abordar de seguida torna-se válido para Guitarristas, Baixistas ou outros instrumentistas que usem Setups idênticos aos que aqui se indicarão.

Nota informativa ao leitor: o texto que se apresenta de seguida contém linguagem eventualmente chocante e disruptiva. Convenhamos que o texto original tem pouco mais de 10 anos... contudo, os princípios aqui referidos mantém-se sólidos uma vez que são transversais a praticamente qualquer setup.

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Excelente tópico, master tmö! Era boa ideia porem isto como topico fixo. master tmö para presidente!!! :) :)

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Excelente tópico, master tmö! Era boa ideia porem isto como topico fixo. master tmö para presidente!!! :):)

Subscrevo em absoluto, no entanto e para tópico fixo:

1 - O título do tópico poderia ser um pouco menos poético;

2 - O título do tópico poderia ser um pouco mais pedagógico (mais objectivo em relação ao assunto tratado).

Isto se o tópico fosse para fixo e à consideração do autor é claro. O mais importante é o conteúdo e nisso está excelente. Aguardo com expectativa futuros desenvolvimentos.

Cumprimentos,

AE

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Excelente tutorial @tmo.

Agora, se não te importas, te "convidava" a desenvolver um pouco a questão da pedaleira controladora MIDI.

Pelo que percebi noutro post, usas a famosa Behringer FC1010.

Ja estive tentando em a comprar, mas li algures, que a sua implementação com os softwares do mercado, não é directa, havendo quem venda uns chips, para que o seja.

Qual é a tua experiência com esse "problema"?

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@pgranadas Não tenho esses problemas porque não uso essa pedaleira, apenas a refiro como possibilidade. A que uso é a Roland FC200 (desde 1998 sem qualquer problema, diga-se), vem apenas com 1 pedal de expressão, mas tem possibilidade de ligar +6. No total uso 3 pedais de expressão: um para gerir o drive/nível de distorção, um para os efeitos que me apetecer no momento (nos quais posso misturar whas com whammys ou outras avarias em diversos parâmetros de diversos efeitos, que ligo e desligo com pedais on/off) e outro para gerir a mistura entre o "Direct level" e o "Wet level" do reverb.

Assim que tiver oportunidade, aprofundo, de facto, a página do CHAOS CONTROL...

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Eu ja uso este esquema de guitar+pc+ pedaleira fcb 1010 à  4 anos e é expetacular o que eu consigo fazer!

O novo amplitube 4 lançado està ao nivel dos processadores profissionais tais como kemper, axe fx  com grande vantagem na ediçao muito mais facil no pc...

 

Sabendo que nao é a toa que encontras marcas licenciadas no amplitube 4 tais com orange, fender, mesa boogie, orange, etc.. com 1 som soberbo

Eu ja migrei para um MUNDO VIRTUAL E SOU FELIZ!!! (e sem preconceitos o meu ouvido é o meu juiz!!!)

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há 19 horas, flip79 disse:

Eu ja uso este esquema de guitar+pc+ pedaleira fcb 1010 à  4 anos e é expetacular o que eu consigo fazer!

E que tal foi ligar a fc1010 ao Amplitube? Tiveste de fazer algum mod, ou foi uma configuração pacífica?

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desculpem o testamento nas a vida nem sempre e simples...

Infelizmente tem muitos truques e dicas:

O sistema operativo e o windows seven que é onde a minha placa de som é mais estavel.

O reaper foi o programa que tornou o amplitube a fcb 1010 trabalhar sem erros nenhum, estabilizou o o funcionamento e 5 horas seguidas diarias todos os dias sem crash! O modo stand alone com a fcb 1010 .nunca funcionou estavel.

Eu uso pc windows mas 1 pequeno i3 2,20 4ghz e chega me . (esta geraçao de i3, i5, i7 são mais fiáveis para o amplitube.

A minha placa de som e uma esi esu sao 24 bits 94hzs e são a garantia de 1 som melhor...tem entrada hi-z propria para guitaras e parace me que o som que não sai tanto comprimido como outras placas que eu usei.

De todos programas o que mais gosto sao o amplitube 4 eu uso o meu baixo fender no amplitube fender e o som e bom.

A minha guitarra acustica tambem uso no amplitube .

A pedaleira da behirnger que eu suso tem 4 anos e uso todos os dias e é excelentemente contruida, duravel, 110€ uso a todos os dias, ate o pedal wh funciona direito.

Ligo a pedlaira ao portatil via cabo midi usb converter 13€ porque a minha placa de som não tem midi in.

A edicao da pedaleira é 1 pouco dificil e aconselho a usar o UNO que já e 1 solução já preparada.

Embora existam muitos tutoriais na net sobre congfigurar a fcb 1010 e o amplitube... eu confugurei sempre tudo mao... mas para as pessoas aconselho 1 chipe uno.

 

As pessoas esquecem muitas vezes e para se ter um som optimo de guitarra nos phone é preciso ter 1 phone profissional pelo menos 100€ porque reproduzir as frequencias da guitarras não é facil e so os bons phones reproduzem perfeitamente estas frequencias e uso 1 phones de studio da sony a à 17 anos todos os dias 5 horas e estao perfeitos mesmo quando se puxa por 1 amplitube mesa boogie eles aguentam a vibraçao e o massacre...

 

 

 

 

Eu uso para ensaiar e para tocar com amigos musicos que estam no mundo todo e menviam wav com as musicas ,eu faço e baixo, a guitarra eletrica, acustica e envio pela net os meus amigos montam o som numa daw e eu sou pago!

 

Toco em casa com muitos amigos que tem edrums, teclados baixos,

 

Eu toquei mais de 20 em bandas e a banda acabou e com mulher e filhos fiquei com numa depressão, entao foi a procura de ser feliz e à 5 anos que hoje tenho estes projetos todos na minha casa....a minha filha ta na sala com a minha mulher a ver tv e eu tou a lado delas a tocar no meu pc guitarra sem chatear ninguém... mesmo com 1 edrum, o baixo ou synth não se ouve nada...

 

Pode parecer estranho eu vendi a maior parte do meu material profissional so fiquei cm 1 PRS custom.... eu nem afinador tenho, não toco com 1 ampli a mais de 5 anos...

 

MIGREI PARA VIRTUAL E SOU FELIZ A TOCAR COM MUSICOS DO MUNDO TODO QUE ME MANDAM AS MUSICAS EM WAV E FAFEMOS MUITAS MUSICAS NOSSAS! Quantas vezes o teclista meu amigo na turquia tem 1 ideia grava e me envia e eu fico logo todo ansioso por criar algo,,,, tenho amigos que emigragaram musicos no brasil, canada, turquia, israel, uk e em vez de chorar a distancia faço coisa boas, agora ate conheci 1 amigo frances que toca teclado e canta e me esta a mandar as musicas.. e este é o meu novo projeto!!!!

 

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    • Cláudia Brito
      O meu nome é Cláudia Brito, sou licenciada em Audiovisual e Multimédia pela Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa e sou freelancer designer e estou à procura de clientes músicos em Lisboa ou para outro distrito remotamente.
      Sempre gostei de música desde muito jovem um exemplo disso é a minha paixão pela bateria nos meus tempos livres, por outro lado sempre gostei de design gráfico, fotografia e tudo o que tenha a ver com a área da comunicação.
      Um dos meus maiores sonhos foi sempre trabalhar em algo onde pudesse conciliar estas duas áreas criativas.
      Se alguém estiver interessado nos meus serviços, pode contactar-me através do email: claudianobregabrito@hotmail.com  e podem espreitar o meu portfólio a partir do meu behance: behance.net/claudianbrito 
      Espero conversar com algum de vocês em breve.
      Obrigada
    • The Passion

      Como prometido aos colegas do tópico dos Barretes do OLX no seguimento de uma conversa paralela, decidi finalmente criar esta publicação que irá abordar o tema da relação entre músicos e técnicos. Não tenciono enumerar nenhum conjunto de regras invioláveis, no entanto, espero poder deixar várias ideias para vossa consideração.
      Começo por me apresentar, já que muitos de certeza não me conhecem pessoalmente, e por uma questão de transparência. O meu nome é Bruno Garcia, sou neste momento, para além de músico, que considero sempre como minha ocupação principal, técnico de instrumentos musicais, e em conjunto com o meu sócio Rui Miguel Campos, luthier e designer de instrumentos na marca que estamos neste momento a desenvolver, fora isso, sempre trabalhei no ramo da música e do espectáculo de uma forma ou de outra, seja como lojista, rodie, técnico de estrada, etc.
      De forma alguma considerando-me dono da verdade absoluta, a minha experiência servirá de certo para estabelecer uma discussão saudável.
      Para simplificar, vou considerar o instrumento descrito como uma guitarra, pois os princípios básicos são quase universais.
       
      - O que saber antes de abordar um técnico:
      Quando o nosso instrumento necessita de manutenção é do interesse do músico dispor de alguns conhecimentos básicos acerca do mesmo. Para além da marca e do modelo, conhecer a sua "anatomia" e componentes podem permitir ao músico fazer um diagnóstico preliminar do estado, possíveis causas do problema e mesmo não sabendo efectuar a reparação, algumas noções acerca do tipo de trabalho que vai solicitar.
      O segundo ponto a ter em consideração é para mim um dos mais importantes, porque para além de conhecer a morfologia e algumas noções técnicas, conhecer realmente o nosso instrumento requer um pouco mais de atenção. Refiro-me ao estado geral em que o instrumento se encontra, se está de alguma forma danificado, como e quando foi danificado e se costuma estar inapropriadamente acondicionado. Para além de ser informação valiosa a transmitir a um técnico, serve também como garantia para o músico de que o instrumento será entregue após a reparação, sempre, no mesmo, ou em melhor estado de conservação.
      Para isto acho importante salientar alguns conselhos que devem ser habituais. Idealmente, entregar o instrumento limpo é importante, porque embora parte do trabalho do técnico, na minha opinião, passe pela limpeza e acondicionamento, um instrumento limpo permite que o músico tenha a garantia que o instrumento não lhe seja devolvido com danos estéticos adicionais. Saber que marcas de uso (ou abuso!) tem, riscos, fissuras no verniz, metais ou plásticos danificados, etc. Devem também tirar fotos antes da reparação para poderem exigir compensação no caso de dano. Da mesma forma, aconselho também aos meus colegas técnicos que criem um registo fotográfico de Antes/Depois detalhado, porque volta e meia também existem casos de aproveitamento da parte do cliente.
      - Abordagem:
      O músico tem o direito de saber que tipo de trabalho vai ser efectuado, isto deverá ser feito presencialmente, porque cada instrumento tem a uma série de particularidades que o distinguem e vão exigir diferentes tipos de trabalho. É também importante que o técnico saliente a possibilidade de ter de reajustar o orçamento durante a reparação ou manutenção, no entanto, as razões para tais alterações devem ser explicadas em detalhe e comprovadas ao cliente, por exemplo, uma guitarra que aparentemente necessitava apenas de um setup geral, pode durante a manutenção revelar que precisa de um nivelamento de trastes. No caso do cliente não aceitar a alteração, seja pelo aumento do custo ou pela necessidade de efectuar uma reparação mais invasiva (as razões mais comuns), o técnico deve reservar-se ao direito de cobrar o trabalho que foi efectuado até à altura em que se deparou com o problema inesperado, terminando obviamente o que lhe seja possível dentro do trabalho que lhe foi originalmente requisitado.
      Cada tipo de trabalho deve ter um valor fixo e nunca se deve pagar a um técnico ou luthier "à hora". No que toca a valores, é certo que alguns possam discordar, e claro que entendo certos argumentos nesse sentido, no entanto, é uma questão de transparência e demonstração de honestidade para com o cliente. Todos conhecemos histórias do género, normalmente, o mecânico vigarista que diz que fez tudo, durante um mês, e no fim de contas não fez absolutamente nada e foi de um dia para o outro. É desingénuo (Cunho a palavra!) da nossa parte enquanto técnicos, porque neste ponto dirijo-me directamente aos meus colegas, vamos pensar, por exemplo, num setup básico, eu já tive setups que demoraram mais de um dia a concluir, por vários motivos, e também já efectuei bastantes em 15 minutos, e recebo o mesmo, porque o resultado final, é o mesmo e o cliente não deve de pagar mais por alguma particularidade, por alguma eventualidade, e muito menos, pela nossa ineficiência. Se se opõem, por favor, voltem a ler este parágrafo com calma e atenção, e elaborem abaixo nos comentários.
      Da mesma forma, é importante estipular um prazo de entrega que seja confortável para ambos. Aos músicos, devo lembrar a importância de não fazerem a manutenção apenas um ou dois dias antes de uma data importante, como uma gravação ou um concerto, porque caso haja algum imprevisto e seja impossível ao técnico entregar o instrumento de acordo com a vossa urgência, podem ser forçados a falhar com o vosso próprio compromisso e a culpa é inteiramente vossa. A manutenção atempada do nosso material é parte da preparação para essas situações, claro que existem excepções, mas se possível, façam-no.
      - Relacionamento interpessoal:
      Por algum motivo os técnicos têm a "fama" de sisudos. Um dos desabafos mais comuns entre os meus cliente é a dificuldade de comunicação com vários técnicos, não só cá no país, mas também lá fora! Bem, isto é uma grande desvantagem para todos os envolvidos, se o relacionamento com o cliente for de certa forma amigável, é mais provável que ele volte a requisitar os nossos serviços, desde que não mostremos falta de profissionalismo, que é ainda mais importante.  Igualmente, o cliente também deverá ser afável.
      Um técnico deve mostrar-se disponível para esclarecer duvidas, mesmo que não sejam directamente relacionadas com o trabalho em questão, tudo isto dentro do razoável, claro, porque nem sempre temos disponibilidade para perder o tempo necessário a aprofundar uma resposta que seja 100% satisfatória e que reflicta o nosso real conhecimento.
       
       
      Mais uma vez, espero que isto vos seja proveitoso e que propicie uma discussão saudável e interessante, poderia alargar-me, no entanto penso ter estabelecido uma boa base sem tornar o texto difícil de digerir.
      Estejam à vontade para partilharem experiências, colocar questões adicionais, memes, etc, etc, etc...
    • AntCossia1
      Olá pessoas,
      Poderiam por favor ver se este improviso em guitarra feito por mim está bom? Poderiam dar a vossa opinião no que posso melhorar?
      É este o link 
      Obrigado!
    • inespd
      Boa tarde, tenho uma guitarra portuguesa de Coimbra e comecei a aprender a tocar há uns meses mas continuo a ter alguma dificuldade em "carregar" nas cordas com a mão esquerda. Apesar de já não me custar como no início, os acordes continuam a sair muito a custo. Um amigo disse-me que o cavalete poderá estar um bocadinho alto e daí custar mais... como resolvo isso? Há alguma maneira de resolver em casa? Obrigada
      Nota: o cavalete é em plástico
    • Afonso Martins
      Boas pessoal. Sou utilizador de pedaleiras multi-efeitos já há uns bons anos mas reparo que ao usar headphones diferentes, especificamente 2 que tenho em casa, que o som é diferente em cada um. A minha questão é se existe um determinado tipo, gama, de headphones que seja mais indicado para uso em pedaleiras de guitarra ou se um headphone básico normal daqueles que eu tenho é suficiente. se for interesse, o que uso neste momento é o Sennheiser HD 4.20s.
    • jm.customguitars
      não sei se é o melhor local para deixar esta info mas se acharem melhor eu colocarei onde me pedirem ok?
      eu vou estar de regresso a Portugal la para agosto, e depois de isto tudo acalmar, talvez pro ano vou começar a fazer cursos, ainda não sei como irei fazer pois existem varias possiblidlidades em cima da mesa.
      Aqui no UK fiz varias maneiras, instrumento completo, ou compra de pacotes de horas etc. eu gosto de tentar perceber oque o cliente quer e focar nessas ideias.
      se alguém quiser entrar na lista de espera envie me um email.
      Abraço
      JM