Como usar processadores multiFX para Guitarra/Baixo/outros

    Por tmo    1.708 Visualizações     19 comentários    


O que há anos era heresia total, hoje em dia começa a ser cada vez mais aceite: a utilização de preamps digitais (em formato pedaleira, rack ou software para PC/Mac ou tablet) e multiefeitos pelos guitarristas e baixistas, pode afinal ser uma excelente escolha e soar bem. Neste tutorial mostra-se como tirar o máximo partido deles.

tmo
Por tmo

WHAT IS NOT TOLD ABOUT MULTIFXs

 

Uma conto repescagem de 2007 (a pedido de algumas gentes) por tmo...

Ora bem, qual é a grande vantagem de utilizar um pré digital ao invés de usar um analógico? Pondo de parte o rombo no orçamento que os diferentes prés fazem, a grande vantagem destes sobre os outros é a versatilidade de timbres que podem gerar. E para quê? Perguntais vós... simplesmente para poder chegar a mais pessoas e permitir o estudo do “Holly Grail of Tone” sem se ficar a pedir nas ruas. O que se irá abordar de seguida torna-se válido para Guitarristas, Baixistas ou outros instrumentistas que usem Setups idênticos aos que aqui se indicarão.

Nota informativa ao leitor: o texto que se apresenta de seguida contém linguagem eventualmente chocante e disruptiva. Convenhamos que o texto original tem pouco mais de 10 anos... contudo, os princípios aqui referidos mantém-se sólidos uma vez que são transversais a praticamente qualquer setup.

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Excelente tópico, master tmö! Era boa ideia porem isto como topico fixo. master tmö para presidente!!! :):)

Subscrevo em absoluto, no entanto e para tópico fixo:

1 - O título do tópico poderia ser um pouco menos poético;

2 - O título do tópico poderia ser um pouco mais pedagógico (mais objectivo em relação ao assunto tratado).

Isto se o tópico fosse para fixo e à consideração do autor é claro. O mais importante é o conteúdo e nisso está excelente. Aguardo com expectativa futuros desenvolvimentos.

Cumprimentos,

AE

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Excelente tutorial @tmo.

Agora, se não te importas, te "convidava" a desenvolver um pouco a questão da pedaleira controladora MIDI.

Pelo que percebi noutro post, usas a famosa Behringer FC1010.

Ja estive tentando em a comprar, mas li algures, que a sua implementação com os softwares do mercado, não é directa, havendo quem venda uns chips, para que o seja.

Qual é a tua experiência com esse "problema"?

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@pgranadas Não tenho esses problemas porque não uso essa pedaleira, apenas a refiro como possibilidade. A que uso é a Roland FC200 (desde 1998 sem qualquer problema, diga-se), vem apenas com 1 pedal de expressão, mas tem possibilidade de ligar +6. No total uso 3 pedais de expressão: um para gerir o drive/nível de distorção, um para os efeitos que me apetecer no momento (nos quais posso misturar whas com whammys ou outras avarias em diversos parâmetros de diversos efeitos, que ligo e desligo com pedais on/off) e outro para gerir a mistura entre o "Direct level" e o "Wet level" do reverb.

Assim que tiver oportunidade, aprofundo, de facto, a página do CHAOS CONTROL...

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Eu ja uso este esquema de guitar+pc+ pedaleira fcb 1010 à  4 anos e é expetacular o que eu consigo fazer!

O novo amplitube 4 lançado està ao nivel dos processadores profissionais tais como kemper, axe fx  com grande vantagem na ediçao muito mais facil no pc...

 

Sabendo que nao é a toa que encontras marcas licenciadas no amplitube 4 tais com orange, fender, mesa boogie, orange, etc.. com 1 som soberbo

Eu ja migrei para um MUNDO VIRTUAL E SOU FELIZ!!! (e sem preconceitos o meu ouvido é o meu juiz!!!)

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há 19 horas, flip79 disse:

Eu ja uso este esquema de guitar+pc+ pedaleira fcb 1010 à  4 anos e é expetacular o que eu consigo fazer!

E que tal foi ligar a fc1010 ao Amplitube? Tiveste de fazer algum mod, ou foi uma configuração pacífica?

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desculpem o testamento nas a vida nem sempre e simples...

Infelizmente tem muitos truques e dicas:

O sistema operativo e o windows seven que é onde a minha placa de som é mais estavel.

O reaper foi o programa que tornou o amplitube a fcb 1010 trabalhar sem erros nenhum, estabilizou o o funcionamento e 5 horas seguidas diarias todos os dias sem crash! O modo stand alone com a fcb 1010 .nunca funcionou estavel.

Eu uso pc windows mas 1 pequeno i3 2,20 4ghz e chega me . (esta geraçao de i3, i5, i7 são mais fiáveis para o amplitube.

A minha placa de som e uma esi esu sao 24 bits 94hzs e são a garantia de 1 som melhor...tem entrada hi-z propria para guitaras e parace me que o som que não sai tanto comprimido como outras placas que eu usei.

De todos programas o que mais gosto sao o amplitube 4 eu uso o meu baixo fender no amplitube fender e o som e bom.

A minha guitarra acustica tambem uso no amplitube .

A pedaleira da behirnger que eu suso tem 4 anos e uso todos os dias e é excelentemente contruida, duravel, 110€ uso a todos os dias, ate o pedal wh funciona direito.

Ligo a pedlaira ao portatil via cabo midi usb converter 13€ porque a minha placa de som não tem midi in.

A edicao da pedaleira é 1 pouco dificil e aconselho a usar o UNO que já e 1 solução já preparada.

Embora existam muitos tutoriais na net sobre congfigurar a fcb 1010 e o amplitube... eu confugurei sempre tudo mao... mas para as pessoas aconselho 1 chipe uno.

 

As pessoas esquecem muitas vezes e para se ter um som optimo de guitarra nos phone é preciso ter 1 phone profissional pelo menos 100€ porque reproduzir as frequencias da guitarras não é facil e so os bons phones reproduzem perfeitamente estas frequencias e uso 1 phones de studio da sony a à 17 anos todos os dias 5 horas e estao perfeitos mesmo quando se puxa por 1 amplitube mesa boogie eles aguentam a vibraçao e o massacre...

 

 

 

 

Eu uso para ensaiar e para tocar com amigos musicos que estam no mundo todo e menviam wav com as musicas ,eu faço e baixo, a guitarra eletrica, acustica e envio pela net os meus amigos montam o som numa daw e eu sou pago!

 

Toco em casa com muitos amigos que tem edrums, teclados baixos,

 

Eu toquei mais de 20 em bandas e a banda acabou e com mulher e filhos fiquei com numa depressão, entao foi a procura de ser feliz e à 5 anos que hoje tenho estes projetos todos na minha casa....a minha filha ta na sala com a minha mulher a ver tv e eu tou a lado delas a tocar no meu pc guitarra sem chatear ninguém... mesmo com 1 edrum, o baixo ou synth não se ouve nada...

 

Pode parecer estranho eu vendi a maior parte do meu material profissional so fiquei cm 1 PRS custom.... eu nem afinador tenho, não toco com 1 ampli a mais de 5 anos...

 

MIGREI PARA VIRTUAL E SOU FELIZ A TOCAR COM MUSICOS DO MUNDO TODO QUE ME MANDAM AS MUSICAS EM WAV E FAFEMOS MUITAS MUSICAS NOSSAS! Quantas vezes o teclista meu amigo na turquia tem 1 ideia grava e me envia e eu fico logo todo ansioso por criar algo,,,, tenho amigos que emigragaram musicos no brasil, canada, turquia, israel, uk e em vez de chorar a distancia faço coisa boas, agora ate conheci 1 amigo frances que toca teclado e canta e me esta a mandar as musicas.. e este é o meu novo projeto!!!!

 

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      Qual a guitarra ideal ao preço mais baixo?
    • tmo
      Tutorial - Como Escolher Potenciómetros para Guitarra?
      Resumo:
      Melhorar a electrónica de uma guitarra implica uma escolha adequada de potenciómetros. Neste Tutorial damos-te a conhecer como escolher os melhores potenciómetros para a tua guitarra.
      ...

      Ver tutorial completo
    • tmo

      Potenciómetros... dava para uma tese de doutoramento... quase... pronto, para a introdução o prefácio.
      1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta.
      A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los.
      Para o assunto em mesa, temos que um potenciómetro pode fazer várias coisas numa guitarra:
      Controlar o volume do sinal Controlar valores de filtros (o timbre mais agudo ou grave, dependendo do circuito) Misturar pickups (muito comum em baixos, função BLEND, por vezes também chamada de panorama) Proporcionar um "coil split" a um humbucker reduzindo o sinal de um dos coils. Servir o jantar... errr, pois, não era bem isto. A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%. Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia.

      O que é isto da tipologia do potenciómetro (em Inglês, entende-se como Taper)? Trata-se da relação entre o valor da resistência que o potenciómetro faz e seu do avanço (ou volta). Há de 3 tipos: linear, logarítmico e logarítmico invertido.
      Linear - faz o que diz, a cerca de metade do avanço, tem-se metade do valor da resistência total do potenciómetro. Logarítmico - tem uma relação logarítmica entre o avanço e o valor da resistência. Logarítmico invertido - ... não tira cafés, n'é? E para que é que servem tantas variedades? Bem, é difícil agradar a Gregos e Troianos. Genericamente, o Volume de uma guitarra é controlado por um potenciómetro Logarítmico, também chamado de Log, Alfa ou Audio Taper... para o tone, é que a coisa é mais versátil, tanto se usam Log, linear ou reverse Log, é um bocado ao gosto do freguês.

      Valores, o que há por aí? Ok, para GUITARRADAS com circuitos PASSIVOS, os valores andam entre os 250KOhms (250000 Ohms) e os 500KOhms regra geral, no entanto 3 das minhas guitarras estão com 1MOhms (1 mega Ohms ou 1000000 Ohms) para o pot de Volume. Para guitarras com circuito ACTIVO, os valores serão na ordem dos 25KOhms (não tenho a certeza, alguém confirme).
      Porquê tanta variedade nos valores para circuitos PASSIVOS? Bom, a resposta é simples, uma resistência variável funciona como um filtro ao sinal eléctrico que passeia na guitarra e corta frequências (daí funcionar como volume, certo?). O que acontece é que quanto mais baixo for o valor, mais vai cortar nas frequências agudas e médias altas, algo desejável nos Single Coils. Já um Humbucker, que tem um timbre mais cheio, os valores costumam andar pelos 500KOhms, que permite um som mais aberto. Convém dizer que as Les Paul mais antigas eram equipadas com potenciómetros de 300KOhms (era o que havia na altura e a malta entretanto foi abrindo as goelas aos pickups para sons mais abertos e menos abafados).
      Por fim, isto encaixa no pacote todo, que começa nos dedos do guitarrista, passa pelas cordas, guitarra, pedais, amp colunas e de volta aos ouvidos para ser interpretado pelos inquilinos das nossas caixas cranianas. Já os potenciómetros de Tone (timbre), funcionam geralmente como um filtro passivo (corte) de frequências médias e altas e costumam ter os mesmos valores dos potenciómetros de Volume, não sendo porém obrigatório.
      Quer isto dizer que, há flexibilidade para miss/match das coisas relativamente à norma referida.
      Quanto a marcas, existem a CTS como sendo uma das mais consagradas no mercado guitarrístico, mas a Burns ou a Alfa também dão cartas na área.

      Resumindo a coisa:
      Humbuckers passivos - 500KOmhs Log ou Audio Taper para volume, o que quiseres para tone, manter o valor do potenciómetro se não estiveres para chatices (entenda-se sem paciência para problematizações sobre o sexo dos anjos, eles que o tenham por lá que eu terei o meu por cá). Single Coil Passivos - 250KOhms Log ou Audio Taper para volume e o resto já sabes Humbucker ou Single Coil ACTIVO - 25KOhms... Log? Desculpem, não tenho experiência com activos. Há problema em meter um potenciómetro linear para controlar o volume? Não, e um Log Invertido? Sim, dá um efeito quase semelhante a um interruptor on/off.
      Pronto, resumidamente é mais ou menos isto. Chega?
    • tmo

      1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta.
      A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los.
      A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado terá oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%.
      Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia.

      O que é isto da tipologia do potenciómetro (em Ingrês, entende-se como Taper)? Trata-se da relação entre o valor da resistência que o potenciómetro faz e seu do avanço (ou volta). Há de 3 tipos: linear, logarítmico e logarítmico invertido.
      Linear - faz o que diz, a cerca de metade do avanço, tem-se metade do valor da resistência total do potenciómetro. Logarítmico - tem uma relação logarítmica entre o avanço e o valor da resistência. Logarítmico invertido - ... não tira cafés, n'é? E para que é que servem tantas variedades? Bem, é difícil agradar a Gregos e Troianos, certo?
    • LuisEmanuel
      Boas malta!
      Tenho uma aluna que tem um problema na guitarra sobre o qual gostava de saber a vossa opinião:
      A primeira corda enfia-se debaixo dos trastos! Isto é, os trastos estão ligeiramente levantados e, ao tocar, por vezes, a corda fica lá presa.
      Não sei se dá para perceber muito bem mas deixo aqui umas fotos.
      Parte disto resolver-se melhorando a forma de tocar, mas ainda assim acontece de vez em quando...
      Acham que isto é simples de resolver?
      Obrigado!