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Como Escolher Potenciómetros para Guitarra?

    Por tmo    7.221 Visualizações     4 comentários    


Melhorar a electrónica de uma guitarra implica uma escolha adequada de potenciómetros. Neste Tutorial damos-te a conhecer como escolher os melhores potenciómetros para a tua guitarra.

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Por tmo

O que é um potenciómetro?

Potenciómetros... dava para uma tese de doutoramento... quase... pronto, para a introdução o prefácio.

1º, um potenciómetro não é mais nem menos do que uma resistência de valor variável. Existem em formatos rotativos e tipo "fader". Há ainda muitas variantes formais e combinações possíveis, mas a base é esta.

A questão dos potenciómetros é a seguinte, por serem elementos mecânicos de contacto por fricção estão sujeitos a desgaste, digamos 2 a 5 anos, dependendo do uso, poderão render mais tempo. Por esta razão, convém volta e meia, tipo de 5 em 5 anos para uma guitarra com uso regular do potenciómetro, trocá-los.

Para o assunto em mesa, temos que um potenciómetro pode fazer várias coisas numa guitarra:

  • Controlar o volume do sinal
  • Controlar valores de filtros (o timbre mais agudo ou grave, dependendo do circuito)
  • Misturar pickups (muito comum em baixos, função BLEND, por vezes também chamada de panorama)
  • Proporcionar um "coil split" a um humbucker reduzindo o sinal de um dos coils.
  • Servir o jantar... errr, pois, não era bem isto.

A questão das marcas e modelos, não tem tanto a ver com qualidade do som, mas antes com qualidade de construção (durabilidade) e margens de erro relativamente aos valores apresentados. Uma marca branca pode ter oscilações até cerca de +-20% do valor marcado enquanto uma marca já firmada no mercado oscila até +-10%, algumas garantem até +-5%. Em caso de dúvidas, ter um multímetro por perto e investir algum tempo a medir potenciómetros para encontrar uns com valores próximos do desejado. Portanto, duvido que um ouvido educado consiga distinguir um potenciómetro de marca branca de outro com mais "qualidade", caso tenham o mesmo valor e sejam da mesma tipologia.

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há 2 horas, deadpoet disse:

E se forem P90's que valor devem ter os pots?!

Os P90 são single coils com esteróides, portanto, algo entre os 250k e os 500k poderá funcionar.

Nas minhas guitarras mais usadas estou com potenciómetros de 1MOmhs (1000K...) e faço coil split aos humbuckers. É certo que um coil de um Humbucker não é igual a um single coil isolado, mas não desgosto do timbre e não acho que fique excessivamente estridente a ponto de ficar incómodo. É claro que a coisa está sempre dependente da tipologia das cordas, dos dedos, do amp, da coluna, da sala, dos ouvidos e tudo o resto. Para o meu setup, a coisa tem funcionado bem.

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    • F.Coelho
      Todos nós já experimentámos guitarras com uma escala de 24,75” e guitarras de 25,5”.
      No primeiro caso estão, normalmente, as designadas Les Paul. No segundo, as Stratocaster.
      Uma pergunta que é legítima de se colocar é: Faz assim tanta diferença tocar numa ou noutra escala?
      A resposta não será fácil.
      Vejamos:
      24,75” correspondem a 628,65 mm.
      Enquanto 25,5” correspondem a 647,70 mm.
      No fundo a diferença entre escalas tem um valor de 19,05 mm ( 647,70 - 628,65 = 19,05 mm), ou seja, aproximadamente 2 cm.
      Estes 2 cm distribuídos ao longo do comprimento da escala não traduzem grande alteração nas larguras entre trastes.
      Matematicamente, por exemplo, na escala de 25,5” o espaço entre o 4.º e o 5.º traste tem uma largura de 28,85 mm e na escala de 24,75” o mesmo espaço tem uma largura de 28,00 mm. Ou seja, a diferença entre ambos é um valor de 0,85 mm, não chegando, portanto ao valor de 1 mm.
      Essa diferença poderá ser um pouco maior da pestana ao 1.º traste, um pouquíssimo maior que 1 mm, mas à medida que se avança para os trastes mais perto do corpo da guitarra essa diferença começa a ser desprezível.
       
      Portanto, todos dirão,”Este fulano deve querer descobrir a pólvora?”.
       
      Vamos fazer esta experiência:
      Peguem numa guitarra com a escala de 24,75”.
      Coloquem o indicador na nota G (3.º traste) da 6.ª corda.
      Agora, com o dedo mindinho vamos fazer a sequência “Hammer”-”Pull off”- “Hammer” na nota B (7.º traste).
      Agora passem para a 5.ª corda e repitam o movimente entre as notas C e E.
      Depois para a 4.ª corda, entre as notas F e A... e assim sucessivamente até chegarem à 1.ª corda.
      Lá chegados façam o caminho inverso. E repitam o exercício até se sentirem confortáveis (ou não).
       
      Agora peguem numa guitarra com a escala de 25,5” e façam o mesmo exercício.
       
      No exercício, a diferença da distância entre trastes nas duas guitarras é de 2,5 mm aproximadamente.
       
      Consoante as características das mãos de cada um muita coisa poderá acontecer, a saber:
      Mão pequena – dificuldade em fazer o exercício em ambas as guitarras;
      Mão um pouco maior – alguma facilidade na guitarra de 24,75” mas não praticável na guitarra de 25,5”;
      Mão um pouco maior – conforto na guitarra de 24,75” e alguma facilidade na de 25,5”;
      Mão um pouco maior – demasiada facilidade na guitarra de 24,75” e conforto na de 25,5”;
      Mão grande – talvez optem por uma guitarra com uma escala maior.
    • jorge_may
      Boas pessoal, estou a pensar iniciar no mundo do diy com um kit de guitarra single cut da harley benton. Sendo que a nível de montagem da guitarra em si não terei problemas (estou habituado a fazer os setups das minhas guitarras e nunca tive problemas ate agora) e a nível da eletronica o kit é bastante basico, penso que onde terei mais dificuldade será na parte da pintura/envernizamento.
      Alguém me consegue ajudar nesta parte? Que passos devo seguir? Que tintas, vernizes são recomendáveis, que marcas e lojas onde se podem comprar? Etc....
      Obrigado desde já pela ajuda.
    • Terrasaw
      Boa noite a todos,
      Toco guitarra eléctrica há alguns anos. O meu material não está comigo de momento, por isso queria comprar uma acústica para matar o bicho.
      Procuro uma clássica com cordas de nylon e escala 3/4. Acho que com 150€ já conseguiria algo decente e não quero gastar muito mais do que isso.
      Vejo algumas interessantes na Thomann, mas estou aberto para procurar outros vendedores. Nesta altura não posso ir às lojas experimentar as guitarras, por isso gostava de ouvir as vossas recomendações e/ou opiniões.
      Obrigado desde já.
    • Marcelo Gomes Fernandes
      Boa Tarde Malta,
      Vamos interagir e trocar ideias?
      Quem é canhoto tal como eu e Hendrix? LoL  (Humilde comparação...)
      Abraços
       

    • Miguel Berkemeier
      Olá a todos!
      Aqui partilho o meu canal de youtube, onde vou colocando composições minhas de diferentes estilos (desde a música clássica ao metal, passando muito pelo mundo celta), sobretudo instrumentais, para já, e com vários instrumentos (essencialmente violino, guitarras e teclado/piano).
      https://www.youtube.com/channel/UCj9EpPCocXcqEzQoQhmyFAw
       
      Espero que gostem, e quem gostar subscreva!
       
    • Danicafd
      Boas.
      Ultimamente tenho estado a pensar em conectar a saída de um amplificador de guitarra à entrada de um amplificador de baixo.
      As minhas perguntas, se alguém me souber responder, é:
      -isso estragaria algum dos amplificadores?
      -daria muito hum, ou feedback, mesmo com ambos os canais em clean?
      O motivo pelo qual tenho estado a pensar neste assunto, é que tenho um chorus excelente no amplificador de baixo, mas não tenho acesso a distorção só com esse amplificador. Já o de guitarra tem uma distorção razoável, mas o resto dos efeitos deixa a desejar.
      Cumprimentos e votos de boas festas a todos!